quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Dicas de como se dar um remédio ao nosso gato

Quem já não levou uma boa meia dúzia de  bufadelas, arranhões e até mesmo mordidelas... na altura que se tenta enfiar o comprimido pela boca abaixo dos bichanos?


 


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Foto Valery Kudryavtsev 


 


É que isto de dar um comprimido a um gato pode-se tornar numa autentica saga...


Como te compreendo Anabela!


Pois...


Recentemente tive essa experiência. Quando o meu Jaqui esteve com um episódio de cistite aguda. Os primeiros 3 dias, com duas tomas diárias. Duas seringas de manhã e duas à tarde, cada uma com o respectivo anti-inflamatório e analgésico. Mais uma cápsula também essa a ser dada duas vezes ao dia... durante 30 longos e extenuantes dias. E se, quase se vomitava todo com o sabor duma das seringas... nos primeiros dias com a cápsula, a rotina era... a lembrar o "Apanha se puderes"...


... apanhas a drageia que voou da minha boca para o chão e me tentas segurar, num intervalo de... 5 segundos?!


Para nem lembrar que no início eram precisas duas pessoas para o segurar. Mas, a partir do meio do tratamento já conseguia dar-lhe sozinha! Grande vitoria!!!


 


Como o fiz?!


Não vou explicar... deixo-vos o video. Com paciência e amor... qualquer um dos métodos resulta!



Boa sorte!...


(^..^)ノ


 

Uma boa comunicação entre o veterinário e o dono do gato é fundamental

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Se é certo que, algumas vezes, os médicos dão-nos demasiada informação que até dispensaríamos, sobretudo quando falam em termos médicos que só eles percebem, também é verdade que, muitas vezes, pecam por escassez de informação, talvez porque achem que, para quem está do outro lado, basta saber que tem um problema e como deve tratá-lo.


 


O que acontece, e por certo já o fizemos algumas vezes, é que, na dúvida, na incerteza, temos tendência a procurar a informação que nos falta (e que não nos foi dada), noutras fontes, nem sempre fidedignas, correctas, algumas vezes confusas e, até, alarmantes, que nos desassossegam e fazem imaginar vários cenários, cada um mais grave que o outro ou, por outro lado, desvalorizar as situações, compará-las com outras semelhantes, considerar que é algo com o qual não é preciso haver grande preocupação.


 


Assim, é essencial que haja uma boa comunicação entre médico veterinário e o dono do animal que está a ser consultado, de forma a evitar estas situações que, em último caso, serão prejudiciais ao animal. 


 


 


Eu considero que, da parte dos médicos veterinários, devem:



  • na consulta, ao examinar o animal, ir explicando aos donos o que estão a fazer, e porque o estão a fazer, o que estão a avaliar

  • quando solicitam ou aconselham análises, explicar o que se pretende descobrir com as mesmas, e de que forma serão feitas; no caso de existirem vários métodos, explicar cada um deles e deixar que o dono decida a que considerar melhor

  • quando têm na sua posse os resultados de análises ou exames, explicar aos donos o que foi detectado nos mesmos, ou enviar para os donos, com a respectiva explicação porque, se os donos apenas recebem as análises/ exames, sem qualquer outra informação, é mais que certo que a vão tentar obter por outros meios, nem sempre certos, quando poderia ficar tudo esclarecido no momento

  • quando receitam um determinado medicamento, explicar para que serve o mesmo, se existem opções equivalentes à disposição, vantagens e desvantagens, se as houver

  • explicar, em concreto, em que consiste o problema do animal, e que preocupações/ cuidados devemos ter em consideração quer no tratamento, quer na prevenção de futuras situações semelhantes


 


 


Já da parte dos donos:



  • não devem ter receio de colocar todas as questões que acharem pertinentes, ou necessárias para compreender o que se passa com o animal, durante a consulta

  • não devem ter receio de colocar as dúvidas que tiverem, porque é preferível esclarecê-las com quem sabe, e observou o animal

  • se não estão a compreender o que o médico veterinário está a explicar, pedir para explicar novamente - por vezes eles entusiasmam-se e começam a falar em termos que só os entendidos compreendem, e esquecem-se que, quem ali está, pode não perceber dessa forma o que lhes está a tentar transmitir

  • se acharem que o médico veterinário não fez tudo o que consideraram necessário na consulta, peçam para que este faça o que têm em mente, seja uma simples medição de peso, observação de algo que o médico não viu, ou até mesmo uma análise ou exame

  • quando são prescritos medicamentos, exames ou análises, e se acharem que não sabem bem porque são necessários, mais uma vez, perguntem, vejam se existem alternativas igualmente viáveis

  • em caso de dúvidas que surjam já em casa, não hesitem em ligar para a clínica/ hospital para tentar esclarecê-las

  • os veterinários zelam sempre pelo bem estar do nosso animal (ou deveriam) e, como tal, é normal que aconselhem vacinas, rações especiais, produtos inovadores que podem ser bons para os animais, e igualmente bons, a nível de lucro, para a clínica/ hospital, mas que nem sempre os donos têm condições para adquirir, por isso, é necessário que estabeleçam prioridades, que se fiquem pelo mais urgente e necessário, sem se deixarem influenciar pelo "marketing" a que são sujeitos

  • Se não estiverem, de todo, satisfeitos com a forma como os vossos animais foram atendidos/ tratados, com os métodos usados pelo médico veterinário ou procedimentos da clínica/ hospital, se ainda assim têm dúvidas acerca do diagnóstico, tentem procurar outros profissionais, obter uma segunda opinião e, em último caso, mudar de clínica/ hospital


 


 


E por aí?


Gostariam de acrescentar mais alguns pontos fundamentais para uma boa comunicação, um bom atendimento, e satisfação total de todas as partes envolvidas? 


 


 


 


 


 


Imagem: veterinaria atual


 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Três dias depois, o diagnóstico

O episódio em que notei algo estranho foi no domingo rente à tarde, onde ele miava muito cada vez que ia ao WC, e ia muitas vezes, quase de cinco em cinco minutos.


 


Depois de ir ao veterinário, veio para casa, fazer para eu recolher o xixi para análise. Depois de finalmente conseguir que o Rafael fizesse o xixi naquele recipiente, e depois do resultado da análise, infeção urinária, chegou o tratamento.


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Não quero estar a duvidar de ninguém, mas gostava de ter uma segunda opinião das análises, é que , não me parecia tão grave para depois do anti-inflamatório, da mudança da ração, da mudança da agua ainda ter tomar antibiótico. As cápsulas já não estranhei, porque já outro gatinho aqui do clube numa situação idêntica tinha tomado. O difícil é dá-las ao gato, ele cospe-as!


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Isto porque nas observações dizia "ligeiro sedimento"! Já andei a pesquisar umas coisas que a Marta e a Loulou me aconselharam. Só não quero dar nada ao bichano que lhe faça mal, porque ele aparentemente já parece estar bem, e isto parece-me forte demais para o bichano.  

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Não é fácil recolher urina ao gato para a análise

A propósito da suspeita de o Rafael ter uma infeção urinária, como já falei aqui, tenho a dizer que ainda não consegui fazer a recolha da urina do gato para a análise. Este método de ser a dona a fazer a recolha em casa, pareceu-me bem à partida, até por ser mais economico, mas os gatos são cheios de manias e teimosias. E o Rafael não está a colaborar!


 


No domingo à noite parecia muito atrapalhado, como podem ver aqui . Também percebi neste domingo, quando estava tão preocupada e além de ser domingo  era tarde para ir a um veterinário, que  a linha de saúde animal 24 já não funciona telefonando.


 


O pacote da tal areia especial para o efeito é pequeno, tem pouca quantidade e parece sílica, e ele não entende, para ele, aquilo serve para brincar.


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Tal como está escrito no verso, a areia vem com uns utensílios para fazer a recolha.


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Os utensílios são estes:


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Primeiro coloquei na caixa de areia grande.


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Depois como não funcionou, meti numa pequena.


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Mas para ele aquilo não deve ter "cara" de WC...


 


Ele até anda animado, talvez a ração urinária, a água do Luso e o anti-inflamatório estejam a fazer bem, mas é preciso fazer análise!


 

Quando os gatos têm que fazer análises à urina

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Provavelmente, alguns dos donos de gatos já tiveram que, alguma vez na sua vida, levar os seus animais ao veterinário, e estes precisarem de fazer análises à urina.


Nos humanos, todos sabemos como funciona mas, e nos gatos?


Esperamos que eles urinem, e fazemos a recolha com o frasco? Não parece muito prático, nem parece que eles o deixem fazer. E será necessário dar água ao gato, para que ele fica com urina na bexiga e seja mais fácil fazer o xixi?


 


Com a Becas e a Amora, elas foram levadas para uma sala específica para lhes ser feita a recolha da urina. Em poucos minutos, estavam de volta. Fiquei curiosa para saber como é que teriam eles feito essa recolha.


Com o Rafael, o gato da Anabela, a veterinária sugeriu um método diferente.


E isso levou-me a pesquisar as formas mais utilizadas para fazer a colecta de urina, quando é necessário fazer análises à mesma.


 


 


Assim, temos:


 


 


 


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I - Cistocentese


É a forma mais recomendada e que, provavelmente, foi a utilizada com as nossas gatas. Na maioria dos casos, é indolor e segura, consistindo na coleta através de punção por agulha, diretamente da bexiga do animal.


Através deste método, e obtida uma melhor amostra, com menores riscos de contaminação.


 


 


 


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II - Micção espontânea


Quando os gatos não se deixam manipular pelo veterinário, este pode sugerir a colecta feita em casa, pelo próprio dono.


Neste método, é necessário um frasco para colecta (algumas clínicas disponibilizam gratuitamente) e posicioná-lo sob o animal enquanto ele está a urinar, para fazer a respectiva coleta da amostra. 


 


 


 


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III - Areia especial para colecta 


Já existem no mercado areias próprias, com propriedades específicas que permitem aos donos fazer a recolha da urina em casa, sem grande stress.


Com um repelente natural para urina, esta ficará em cima da areia, permitindo uma colecta fácil da urina.


Normalmente, estas areias vêm com uma pipeta, com a qual se faz a colecta da urina que está sobre a areia, e com um tubo para armazenagem. 


 


 


 


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IV - Cateterização


Método que consiste em inserir um tubo de plástico flexível através da uretra até a bexiga.


 


 


 


E por aí, que métodos utilizaram com os vossos gatos?

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Smoothie, uma gatinha linda e muito fotogénica

Alguns gatos ficaram famosos por terem alguma característica que os torne especiais, por terem realizado um feito heróico, por terem salvo alguém, por terem algum problema de saúde ou limitação física, por sobreviverem em situações limite, por serem únicos, por terem herdado fortuna dos seus donos, por terem uma beleza imensa.


 


Existem imensos pela internet, com páginas nas redes sociais, pelos média, com peluches imitando-os, até em livros!


 


Desta imensidão de gatos e gatas, escolhi uma, que é de uma beleza infinita. A Smoothie, de olhos verdes. A sua dona, Arvid van Boekel , dedicou-lhe uma página no instagram, onde já tem uma imensidão de  seguidores, para além de vídeos no Youtube.  Ela é uma gatinha da raça British Longhair, raça de origem britânica. A raça ganhou prestígio com o gato de Cheshire em “Alice no País das Maravilhas”.


 


Esta gatinha é considerada a gata mais fotogénica do mundo, pois parece que gosta de ser fotografada, se não, como se explicava o facto de ela fazer aquelas poses. Seja qual for o lugar, situação, com luz, sem luz ela fica sempre bem!


 


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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Da família do Rafael que continua na casa do campo

Então, em baixo, o mano Jorge, em cima, da direita para a esquerda, a mana Joana, ao meio e sentada a Amarela, prima do Rafael, e por último o Miguel, filho da Joana e por isso, sobrinho do Rafael!


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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Que rica gata!

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Solteiro e sem filhos, Karl Lagerfeld estipulou que a sua mais querida companhia - a sua gata Choupette -  ficasse com parte da sua fortuna, pelo que vai continuar a ser a gata mais rica do mundo.


 


Choupette é de raça birmanesa, tem pêlo branco e olhos azuis.


Tem duas amas, que a acompanham 24 horas, e um nutricionista. 


Foi capa da Vogue Brasil (ao lado de Gisele Bundchen), inspirou coleções da marca do designer alemão, tem um livro, e uma conta no Instagram com mais de 118 mil seguidores - choupettesdiary


 


A gata tem uma conta bancária e, na impossibilidade de passar diretamente a herança ao animal de estimação, há a hipótese de ser criada a figura de pessoa moral para cuidar de Choupette, que poderá ser uma fundação ou associação.


 


Choupette pertencia ao modelo francês Baptiste Giabiconi que a deixou duas semanas em casa do designer alemão. Quando Giabiconi regressou de viagem, o estilista disse-lhe: "Sinto muito, a Choupette é minha". A partir daí, tornaram-se inseparáveis. 


 


 


 


 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Dia do animal de estimação

Felizmente são tantas as datas,  dedicadas aos pets, e ainda bem, que acabamos sempre por deixar passar alguma. Estava a ver  jornal das 8 da tvi, e quando percebi, não a quis deixar passar. Na reportagem mostrava uma câmara, de São João da Madeira,que tinha dois felinos  a tempo inteiro e onde os empregados podiam levar os seus animais de estimação pro trabalho.



 


Sobre esta data, a proposta vem da América e propõe que neste se  mime o  animal de estimação e lhe  mostremos o quanto nos importamos com ele ou eles.


 


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Hoje eles voltaram à sua rua

Estes dois meninos lembraram-se de onde são e resolveram vir até "casa". O Alone fez-me a melhor recepção que já tive, o Oreo Ribatejano, já não demonstrou tanto, mas sei que ambos ficaram satisfeitos por verem a sua AMA!


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Humor felino! # 152


 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Sonhar com gatos

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Já por várias vezes sonhei, quer com gatos, quer com cães. 


Algumas dessas vezes com as minhas gatas. Outras, com cães que me aparecem e estão abandonados.


E, ultimamente, com gatos que nunca vi na vida.


Normalmente, estão vários, mas acabo sempre por ficar nos braços com o mais frágil, o mais pequenino, o mais meiguinho, enquanto os restantes vão à sua vida.


Só na última semana, foram 3 noites a sonhar com eles: primeiro, uma gatinha tricolor; depois, uma preta e branca, e no último, um minorquinha preto, do tamanho de um ratito.


Alguém por aí com o dom para interpretar o que significam estes sonhos recorrentes?

Casos reais #2 - A senhora dos gatos

O segundo caso real que partilhamos no Clube chega-nos pela Francisca, que nos fala de uma situação muito comum na actualidade, sobre as acumuladoras de gatos:


 


 


"Há uns tempos atrás, na aldeia da minha mãe, ela tinha uma tia que gostava muito de gatos.


Tinha muitos, e fazia panelas de comida para os alimentar. As pessoas que a conheciam, e sabiam desta paixão dela, aproveitavam-se e, sempre que nasciam bebés (porque naquela altura não se ia ao veterinário para castrar os gatos) deixavam os gatos no muro da casa, ou mandavam-nos mesmo lá para baixo.


E assim, foi acumulando gatos. Ela tinha terreno e tudo mas, a certa altura, já eram demais os gatos.


Ela estava a ficar idosa, e a gataria só aumentava. Ela bem tentava separar as fêmeas dos machos, mas havia sempre algum a pular a cerca.


Sei que, depois, essa senhora foi para um lar, e não sei o que foi feito dos gatos.


Isto para alertar as pessoas para não deixarem nascer tanto gato inocente, que depois vem ao mundo para sofrer.


Se não conseguirem castrar os machos peçam ajuda nas Câmaras."


 


 


Obrigada, Patrícia!

sábado, 16 de fevereiro de 2019

sinfonia do Gato

em memória da gata  de rua, das minhas sobrinhas, atropelada por alguém que não teve o bom senso de ver a quem pertencia e deixando-a morta, na rua.


Os cantores fazem o público rir, mas foi a canção mais bonita que encontrei para dedicar à Caju.



 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Viver como um gato: o teste!


 


 


A propósito do livro "Meu gato, meu guru", a Albatroz propõe-nos testar o nosso quociente de gato.


Até que ponto vivemos a nossa vida como gatos, ou o que ainda temos a aprender com eles? 


Façam o TESTE (penso que só dá para quem tem facebook), e descubram o que têm a melhorar para viverem como verdadeiros gatos!


 


 


 


 

Que quantidade de ração comem os vossos gatos por dia?

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Já alguma vez se deram ao trabalho de controlar a quantidade de ração que os vossos gatos comem?


Que quantidade comem por dia?


Quantos dias/ meses dura, por norma a ração?


 


 


Por aqui, desde que somos "obrigados" a encomendar a ração (deixaram de ter disponível na loja), que há a necessidade de prever quando é que a saca está a acabar, para encomendar e ter outra a tempo, em casa.


Além desta questão, ainda estamos a tentar que a Becas não abuse da comida, por estar com algum peso a mais. Por isso, a ração só é colocada de manhã, e ao final do dia, se tiverem muito pouco ou nada nos comedouros.


Já li que este não é um bom método, uma vez que é preferível eles comerem várias vezes por dia, em pequenas quantidades. Mas seria mais difícil de gerir, e não estamos em casa o dia todo, para o fazer. Ainda assim, sei que não comem tudo de uma vez, vão petiscando ao longo do dia, mas mais quando estamos em casa, até porque querem companhia para comer!


 


 


 


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Assim, feitas as contas, e não tem falhado muito, uma embalagem de 1,5kg dá para 12 dias. Se for de 3kg, para 24 dias.


Isto dá cerca de 125 gramas por dia que, divididas por duas gatas, dá 62,50 gramas de ração por dia, para cada uma. Aqui, não é algo certo, uma vez que nos parece que a Becas talvez coma mais do que a Amora.


 


 


 


E a pergunta que se segue é: estão a comer a quantidade recomendável?


 


Ao pesquisar, as opiniões dividem-se, porque depende muito do tipo e qualidade de ração.


Na embalagem da ração que usamos, são estas as doses recomendadas e, como tal, ambas estão, mesmo assim, a comer mais que o recomendado:


 


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Num outro site, vi que, por norma, um gato adulto ativo e saudável geralmente consome de 15 a 20 gramas de alimento, por cada quilo de seu peso corporal. E, por aqui, está mais ou menos dentro dos parâmetros.


 


Já vendo nesta tabela, que não é universal, também não foge muito aos valores recomendados, já que a Becas está com mais de 5kg, e a Amora, pelos 4kg.



  • Se pesa 2kg: 25-40 gramas de ração

  • Se pesa 3kg: 35-50 gramas de ração

  • Se pesa 5kg: 40-60 gramas de ração

  • Se pesa 6kg: 55-85 gramas de ração

  • Se pesa 7kg: 60-90 gramas de ração

  • Se pesa 8kg: 70-100 gramas de ração

  • Se pesa 9kg: 75-110 gramas de ração

  • Se pesa 10kg: 80-120 gramas de ração


 


Claro que, para ter uma noção mais correcta, o ideal é falar com o médico veterinário, que analisará as características particulares do gato em questão, e as suas necessidades.


 


 


 


Nota: no nosso caso, falo exclusivamente de ração seca, já que é a única que comem.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Os senhorios não podem proibir animais de estimação nas casas arrendadas mas...

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...por vezes, isso só é válido na teoria.


Na prática, nem sempre é cumprido.


 


Há muitas formas de os senhorios contornarem a lei seja, simplesmente, não celebrando o contrato ou, já havendo contrato em vigor, quando puderem, não o renovando.


E há ainda os que, apesar da lei, continuam a colocar essa cláusula de proibição nos contratos. Confiando que os inquilinos, necessitados de um local para viver, aceitarão essa condição sem reclamar, e sem levar o caso a tribunal. 


No caso dos cães, há ainda os que tentam "tapar o sol com a peneira", permitindo a sua presença no exterior, mas proibindo-a no interior da habitação.


 


E, apesar de já haver decisões judiciais condenatórias em alguns dos casos denunciados e levados à justiça, a regra, infelizmente, continua a ser a resignação, a aceitação da proibição, o silêncio e inacção, a procura de alternativas.

Feliz Dia dos Miaumorados!

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O Clube de Gatos do Sapo deseja a todos os felinos um Feliz Dia dos Namorados!


 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

E quando menos esperamos, a vida surpreende-nos!

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Será possível?


Estará mesmo vivo, e bem?


Será mesmo quem eu estou a pensar que é?


 


 


Esta manhã deparei-me com este gatão enorme na colónia!


Penso que já no outro dia andava por lá mas, de noite, não deu para ver bem.


Hoje, sim.


 


 


 


E, então, lembrei-me imediatamente do Panterinha!


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Este menino, vi-o na colónia, pela última vez, no final de 2017.


Nunca mais por lá apareceu, que eu visse (claro que num dia e noite inteiras, havia sempre muitas hipóteses de não o ver).


Pensei que tivesse desaparecido. Ou morrido. Como outros que por lá nasceram, e nunca mais se viram.


Passou-se, entretanto, mais de um ano.


 


Será que este belo e enorme Pantera, é mesmo o Panterinha?


Quero acreditar que sim!


Que, quando menos esperamos, a vida nos surpreende desta forma positiva!


 

O sol trouxe de volta velhas rotinas

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Lá em cima, a Sissi. Ao meio, o Flockito, que me parece que afinal, é uma Flockita! E cá em baixo a Oreo!


 


 


 


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Leãozinho. Enquanto tentava puxar as caixas para perto de mim, com um galho que por ali anda no chão, ele atreveu-se a brincar com o dito galho, sem receio, sendo essa a primeira espécie de interacção entre ele e eu.


 


 


 


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Flockita e Oreo a tomar o pequeno almoço. Há vários meses que não apareciam a esta hora. Mas o sol, a fome e, quem sabe, a necessidade de se alimentarem mais por algum motivo especial, levou a que voltassem às velhas rotinas.


 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Casos reais #1 - O Refilão

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Depois de a Joana ter dado o "pontapé de saída", com o seu vídeo sobre o Snoo, chega-nos o primeiro caso real, enviado para a nova rubrica do Clube, pela Sofia, a quem desde já agradecemos pelo testemunho!


 


 


 


O Refilão:


"Olá a todos os amantes de gatos!


Hoje quero falar de uma gatinho que foi, e é, muito especial, para mim, e restantes donos. Ele chama-se Refilão.


O Refilão é um gatinho de rua, um gatinho abandonado, que estava aqui nas redondezas. Ele atravessava a rua de um lado para o outro, a ver se alguém  lhe dava comida, até que apareceu aos meus pés, deitou-se de barriga para o ar, e pediu-me comida. Eu dei.


E todos os dias, ele aparecia para comer, e com ele vinha os amiguinhos dele. Ele era considerado o chefe, todos os respeitavam, e adoravam-no, ele recebia sempre turrinhas dos amiguinhos.


 


Por vezes e por pensarmos que todas as pessoas gostam e respeitam os animais (mas afinal estava enganada) eu deitava comida e eles ficavam a comer.


Mas, uma certa noite, quando chego e saio do carro para a rua, para lhe dar comida, qual não é o meu espanto, quando vejo o sítio onde ele comia todo molhado, em pleno verão, e com um cheiro tão característico, que era impossível de me enganar.


Cheirava a lixivia, lixivia pura.


O Refilão também cheirava a lixivia. A lixivia caiu em cima dele. E perguntam vocês, quem fez isso? Eu digo-vos: foi o meu vizinho de cima, o mesmo que deitava o prato de comida para o lixo, só para os animais não comerem. Eu até tinha o cuidado, para deixar que o sítio onde colocava a comida, ficasse limpo.


 


 


 


E foi no dia a seguir que pedi para ficarmos com ele, para o tirarmos da rua.


Nesse dia fomos com ele à veterinária para fazer o teste do FELV e FIV mas, infelizmente, deu positivo, e não pode ficar cá em casa, por existirem outros saudáveis.


Ele tinha asma e era velhinho. Isto foi no verão de 2017.


Mas foi para junto de outros, numa outra casa, onde fez novos amigos e, de vez em quando, saía à rua para apanhar sol. Adorava ir afiar as unhas à sua árvore preferida. Deitava-se de barriga para cima ao sol, e também para lhe fazer festinhas. Sabia que ali era a sua casa, porque punha-se à porta para entrar!


Ele constipava-se muito facilmente e portanto, não o deixava vir sempre que ele queria, porque às vezes, o tempo não estava propicio para isso.


No dia 20/11/2018, às 11 horas, liguei para a médica que o seguia, mas ela não atendeu. E eu via que ele não estava bem, estava muito aflito. E não tive outra alternativa, senão levá-lo às urgências do Hospital Veterinário.


Quando a Dra. o consultou, ela só dizia: este gato está a morrer, vocês só me trazem aqui já na última.


Fiquei em pânico, e as palavras da Dra. não me saíam da cabeça. Ainda hoje estão cá gravadas. Mas contra todas as probabilidades, ele venceu esta batalha. Depois de alguns dias internado, voltou para casa, já nem parecia o mesmo.


E a Dra. que o seguia, só ligou era 15h, desse mesmo dia, mas já não precisávamos dela, ele estava em boas mãos.


 


 


 


No dia 05/01/2019, ele teve que ir ao Hospital de novo.


Estava com a perna inchada e mancava. Foi visto outra vez pela mesma Dra. que o salvou da 1ª vez.


A perna dele estava roxa, começou a tomar em casa, antibióticos, e anti-inflamatórios, mas aquela perna nunca desinchou, muito pelo contrário, ficou ainda mais inchada.


A Dra. pôs a hipótese de se ter magoado. Todas as semanas ia buscar a medicação para ele, mas o braço começou também a ficar inchado. No dia a seguir, tinha voltado ao normal, e fiquei contente, pensei que estava a melhorar mas, para minha desilusão, a outra perna também já estava inchada.


Levámo-lo à DRA, e a primeira perna que estava inchada, ele ultimamente já só arrastava, e estava fria, já não a sentia. Nesse dia a Dra. disse podia ficar assim com os 4 membros.


No dia 30/01/2019, pegou-se nele ao colo, e trouxemos ele para a rua. Ficou sentado em cima em cima de um resguardo, olhava à sua volta, ainda quis comer umas ervinhas, e a seguir purgou-se.


Já não foi a correr para a sua árvore preferida.


Nesse dia tivemos que ligar à Dra., porque ele já não conseguia fazer as suas necessidades. O inchaço era de tal maneira, que já estava a apertar os órgãos, e já não deixava os mesmos funcionarem.


 


 


 


 


 


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Para meu grande desgosto, nesse dia, tive de tomar uma decisão, uma decisão que custou-me imenso, mas não podia ser egoísta, ao ponto de querer ver o Refilão todos os dias, quando já sabia que ele estava a sofrer.


Então, lá fomos outra vez à Dra., para não prolongar mais o sofrimento do Refilão. A Dra. deu-lhe um sedativo para ele ficar mais calmo, mas uns minutos antes de ser administrado o mesmo, ele deitou-se e deu turrinhas.


Enquanto ele estava nos sonhos dele, eu acariciava-lhe a cara, e via-o respirar.


Mas, depois, veio o que custou mais, e só durou 5 segundos, que ao fim de 5 segundos o sofrimento dele acabou.


Enquanto o acariciava na cara disse-lhe baixinho. ”Deus não dorme e o culpado irá ter o pago. Desculpa Refilão. Até já!”


O Refilão estava destinado a ir para casa, mas não pode ir.


Mas foi, aliás veio para casa dia 09/02/2019. Ele foi cremado, e assim continuará nas nossas vidas, para todo o sempre.


Quero prestar esta homenagem ao nosso Refilão.


Já estás em casa! Bem-vindo Refilão. Amar-te foi fácil, esquecer-te é difícil Refilão.


 


 


P.S


Nos primeiros dias ouviste chamar-te Figurão, mas tinha alturas que olhava para ti, e não me lembrava o nome que te tinha posto. Então disse Refilão, mas sabia que não era assim, mas assim ficaste. De Refilão não tinhas nada, eras o gato mais doce que conheci até hoje.


 


Quero também agradecer à Dra. que o tratou, que fez por ele o melhor que pôde e sabia. Foi uma excelente profissional. Um obrigada nosso, e outro do Refilão. Bem haja Dra.!"


 


 

Como incutimos determinados comportamentos aos nossos gatos

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Tal como as crianças, também os animais vão estudando os seus donos, e testando os seus limites.


E nós, enquanto donos, tal como fazemos com os nossos filhos, acabamos por, muitas vezes, incutir determinados comportamentos aos nossos gatos, que não serão os mais desejáveis.


 


 


Lá em casa, somos um bom exemplo disso.


As nossas bichanas acordam cedo e estão habituadas a que um de nós se levante também, para colocar comida, água, abrir as persianas e limpar as caixas de areia, ou simplesmente porque acham que está na hora de também nos levantarmos.


Nós, claro, ainda mais ao fim de semana, estamos com aquela preguiça de levantar de madrugada, e vamo-nos deixando ficar.


A Becas, não vê isso com bons olhos, e faz de tudo para nos chamar a atenção: arranha a cadeira, tenta abrir o roupeiro, sobe para a mesa de cabeceira, tenta fechar a porta do quarto, e por aí fora. Nada resulta até que...morde a Amora!


E nós, para evitar que se magoem, levantamo-nos de imediato!


Ou seja, a Becas associou que, sempre que quiser chamar a atenção ou fazer-nos levantar, a solução é morder a Amora.


 


 


Outro exemplo, é o dos petiscos.


Um dia, estamos a comer fiambre e, porque não, dar um pedacinho a cada uma? Não será isso que lhes fará mal. 


Dali a uns dias, novamente. 


Quando demos por isso, já as duas sabiam exactamente a hora a que nós iríamos mexer em fiambre, e plantavam-se aos nossos pés, à espera.


 


 


Em ambos os casos, fomos nós, através dos nossos actos, os responsáveis por esses comportamentos, e cabe-nos a nós reverter a situação.


 


E por aí, já alguma vez, uma atitude vossa, levou a determinado comportamento dos vossos bichanos, que não seja aconselhável?


 

Meu Gato, Meu Cão: o Adeus, de Frantz Cappé

Wook.pt - Meu Gato, Meu Cão: o Adeus


 


 


Sinopse:


"Quando adoptamos um gato ou um cão, sabemos que o iremos perder um dia. Mas, muitas vezes, não estamos preparados para a onda de emoções que nos assaltam na hora do adeus. Como fazer com que os outros reconheçam a profundidade do nosso sofrimento? É difícil compartilhar a tristeza, sobretudo porque não se trata da perda de um ser humano."


Animais de companhia no Divórcio!

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O post de hoje vai dar-vos a conhecer a nova lei para os Animais de Companhia no caso de divórcio!


No Pet Festival, assisti a um Workshop muito interessante dado pela Dra. Sandra Horta e Silva " Animais de Companhia no Divórcio", o novo estatuto jurídico dos animais no Direito da Família.


 


Com a entrada em vigor da nova lei n.º 8/2017 a 1 de Maio de 2017, onde finalmente os animais são definidos como seres vivos dotados de sensibilidade e objecto de protecção jurídica em virtude da sua natureza (Artigo 201.º-B do Código Civil).


 


O que isso implica, no caso de divórcio? Tal, quando há filhos e tem que se definir a custódia parental, quando existem animais, há que regular o destino de animais de companhia.


 


Regras do regime de bens aplicável ao casamento:


comunhão geral, comunhão de adquiridos e separação


 


São exceptuados da comunhão " Os animais de companhia que cada um dos cônjuges tiver ao tempo da celebração do casamento". Independente do Regime de Bens, em caso de divórcio, há sempre que regular o destino dos animais de companhia.


 


Quais os critérios de atribuição da confiança judicial dos animais de companhia.


Artigo 1305.º-A


Propriedade de animais


 


1- Assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie.


2 - A garantia de acesso a água e alimentação.


3- A garantia de acesso a cuidados médicos-veterinários.


4- Infelizmente o direito de propriedade de um animal não abrange a possibilidade de ,sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer maus tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte. ( Situações que muitas vezes acontecem, quando um casal se separa).


5. interesses de cada um dos cônjuges e dos filhos do casal. Um exemplo, real e simples que a Dra. Sandra deu, e é de fácil de compreensão. O Juiz pergunta a cada um dos cônjuges quem quer ficar com o animal? Um diz que quer ficar com ele e outro responde que não se importa de ficar com ele, conseguem perceber a diferença?!


 


A lei ainda tem muita lacunas, mas há vários grupos a trabalhar neste assunto, para proteger melhor os animais!


 


Quem estiver interessado em saber mais sobre este assunto e quiser que lhes envie o Power-Point apresentado no Workshop, que a Dra. Sandra, gentilmente me enviou.  Enviem uma mensagem para a caixa de mensagens do nosso Clube, não se esqueçam de enviar o vosso email.


Espero que este post tenha sido útil e informativo!


 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Passatempo de fotografia "Gatos de Rua"

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A curiosidade está-lhes nos genes


 


 


 


Descontraídos, assustados, tranquilos, com fome,


divertidos,observadores, com frio, tristes, pensativos,


felizes, suplicantes, gratos, amigáveis, conformados, ameaçadores,


revoltados, pacientes, meigos, ariscos, curiosos...


 


 


 


São várias as emoções, sentimentos e formas de estar, que podemos encontrar num gato que vive nas ruas, seja sozinho, ou inserido numa colónia.


 


 


O Clube de Gatos do Sapo desafia-vos a captar esses momentos, e a participar no nosso passatempo de fotografia "Gatos de Rua".


 


 


 


 


Como participar:


 


Basta enviar uma fotografia de um ou mais gatos de rua, acompanhada de uma pequena frase que a caracterize (conforme exemplo acima), para o email do clube - clubedegatosdosapo@sapo.pt - com o assunto "Passatempo Gatos de Rua", e a vossa identificação, até ao dia 31 de março.


 


De todas as fotografias recebidas, o Clube seleccionará as 5 melhores, que serão posteriormente votadas aqui no blog, e no facebook do clube, durante 5 dias.


 


O(a) autor(a) da fotografia vencedora, que reunir, em conjunto, o maior número de votos e de likes, será premiado(a) com a oferta do livro "Calvin Esparguete - diário de um gato citadino", de Filomena Lança.


 


 


Observações:


 



  • O passatempo apenas terá lugar com um mínimo de 15 fotografias recebidas, que reunam os requisitos (foto e frase).

  • Só será aceite uma participação por autor.

  • As fotografias recebidas poderão vir a fazer parte de uma futura exposição de fotografia.

Os benefícios da dupla (ou múltipla) adopção felina

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Foi o tema apresentado pelo Clube de Gatos do Sapo no Pet Festival, no passado domingo.


 


 


 


Mas, afinal, quais são os benefícios de uma dupla, tripla ou múltipla adopção?


 


O que nos vem logo à mente, quando se fala neste tema, é que mais do que um gato implica mais despesas, mais preocupações, mais disponibilidade da parte dos donos, mais espaço, e por aí fora.


Mas quem optou pela adopção de vários gatos, sabe que todos estes entraves não são exactamente como os imaginamos, que muitos são verdadeiros mitos e, sobretudo, que aquilo que eles, e nós, temos a ganhar, vale muito mais que as eventuais desvantagens que possam existir.


 


 


 


 


 


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Assim, aqui ficam alguns desses benefícios, tanto para os próprios felinos, como para quem deles cuida:


 



  • ao adoptarmos mais que um gato, estamos a salvar mais que uma vida

  • temos alegrias multiplicadas, proporcionadas por eles

  • fazem companhia uns aos outros, não se sentindo tão sós quando os donos estão fora, e é mais companhia para nós também, quando estamos em casa

  • podem brincar uns com os outros, sem se sentirem entediados ou aborrecidos, e sem dependerem tanto de nós para a brincadeira

  • aprendem uns com os outros, e ajudam-se entre si

  • tendo personalidades diferentes, podem complementar-se entre si

  • aprendem a respeitar o espaço um do outro

  • aprendem a partilhar

  • no inverno, podem dormir juntinhos e aquecer-se

  • estando entretidos, é provável que comam menos ao longo do dia, algo que aconteceria com um gato único, sozinho e sem mais nada que fazer, entretendo-se a comer

  • se algo acontecer com um deles - se estiver fechado, desaparecido, doente, em apuros - os restantes podem dar o alerta aos donos

  • no caso de haver um gato com algumas limitações físicas ou psicológicas, a presença de outro pode estimular ou funcionar como terapia


 


E por aí, quem vive esta experiência, quer acrescentar mais algum benefício à lista?


 


 


 


 


 


 


 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Os gatos são muito flexíveis

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Meu gato, meu guru, de Stéphane Garnier

Wook.pt - Meu gato, meu guru


 


Sinopse:


 


"Já reparou na forma relaxada como o gato passa os dias? Na postura elegante, silenciosa, contemplativa, curiosa, independente e livre que adota perante a vida? É impossível não nos sentirmos fascinados pelo carisma e serenidade deste pequeno felino.

Stéphane Garnier observa o seu gato Ziggy há quinze anos e todos os dias sente que aprende algo de novo com ele. Meu gato, meu guru reúne 40 desses preciosos ensinamentos que o ajudarão a viver melhor, de forma mais calma e feliz.

Prepare-se para descobrir o gato que há em si!"


 


 


Ler excerto


 


O Rafael gosta de peluches