terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

E quando menos esperamos, a vida surpreende-nos!

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Será possível?


Estará mesmo vivo, e bem?


Será mesmo quem eu estou a pensar que é?


 


 


Esta manhã deparei-me com este gatão enorme na colónia!


Penso que já no outro dia andava por lá mas, de noite, não deu para ver bem.


Hoje, sim.


 


 


 


E, então, lembrei-me imediatamente do Panterinha!


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Este menino, vi-o na colónia, pela última vez, no final de 2017.


Nunca mais por lá apareceu, que eu visse (claro que num dia e noite inteiras, havia sempre muitas hipóteses de não o ver).


Pensei que tivesse desaparecido. Ou morrido. Como outros que por lá nasceram, e nunca mais se viram.


Passou-se, entretanto, mais de um ano.


 


Será que este belo e enorme Pantera, é mesmo o Panterinha?


Quero acreditar que sim!


Que, quando menos esperamos, a vida nos surpreende desta forma positiva!


 

4 comentários:

  1. Oh ... que bom que apareceu. Bom filho a casa retorna. Parece o gatinho que insiste dormir no parapeito da janela da minha casa de banho.

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  2. Só quem cuida, conhece, acompanha, dá nomes a gatinhos de rua, sabe dar o valor a um regresso. É tão bom, ficamos tão contentes! Por vezes a ausência é tão grande que chegamos a nos conformar, mas quando os voltamos a ver, é uma alegria!
    Como cresceu o Panterinha, alimentou-se bem!

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  3. Pode ser que sim, nunca se perde a esperanca
    🐱

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  4. Tão bom quando reaparecem! Bom demais! Já vivi histórias como esta algumas vezes!
    É uma alegria!

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O Rafael gosta de peluches