
Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pelas plataformas digitais, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Abriu mais um cat café em Portugal, desta vez, no Porto!
Foi no passado dia 17 de março que O Porto dos Gatos abriu as suas portas, para dar a conhecer alguns felinos como Fausto, Pires, Jaime, Cuca, Birra e Viriato, que estão para adopção e, ao mesmo tempo, deliciar os visitantes com as melhores receitas vegan da cidade.

Joana Rocha é uma das responsáveis pelo novo O Porto dos Gatos tendo criado, em conjunto com Fátima Meireles e Débora Montez, a associação Vida de Gato.

O Porto dos Gatos tem três espaços: uma sala onde estão os gatos, com sofás e vários brinquedos para se divertir com eles.
Ao lado, separada por um vidro, está a zona de restauração. Há ainda uma esplanada.
Quanto a regras, são as seguintes:
Os visitantes só poderão conviver com os animais no exterior e na sala dos gatos, onde a entrada é livre. Por outro lado, só podem entrar 10 pessoas de cada vez.
Contactos:
Facebook: O Porto dos Gatos
Ontem à tarde, talvez para aproveitar o bom tempo e apreciar o pôr do sol, os animais saíram todos à rua, como se estivessem na hora do recreio.
Até as galinhas do vizinho andaram a passear pela rua e, a completar o quadro, este(a) panterinha!



O que foi engraçado de ver foi a possessividade da Kikas e do Branquinho em relação à comida. Já ambos tinham comido, mas ficaram de guarda, ao lado do prato que ainda tinha ração, só para ver se este novo visitante não ia lá petiscar!


Estas obras são feitas pela Ana Vale, que poderão contactar para saber todas as informações e preços.
A propósito desta notícia, ocorreu-me o seguinte pensamento: como se resolverão, em Portugal, as situações dos animais de estimação quando os respectivos donos se divorciam ou separam.
Não falando apenas dos casos em que ambos não conseguem chegar a um consenso, mas também quando estão de acordo e iniciam uma espécie de "guarda partilhada", como se sentirão os animais, e de que forma isso os afectará?
O cenário parece ainda pior, quando a situação envolve gatos, que são animais com uma maior dificuldade de adaptação, de rotinas bem definidas e que, à mínima alteração ou mudança, podem desenvolver quadros de stress, apatia, depressão.
A partir do momento em que os donos se separam, haverá uma mudança de casa, de território, de pessoas que frequentam o lar, rotinas, horários e tantas outras coisas.
E, se é verdade, que uma mudança definitiva estranha-se, mas com o tempo acostuma-se, o mesmo não se poderá dizer se o animal viver em constante mudança.
Imaginem um gato passar uma semana numa casa, com toda uma rotina e regras estabelecidas nesse lugar e, na semana seguinte, passar noutra, com outra dinâmica à qual se terá que habituar para, quando isso acontecer, voltar a mudar novamente para a primeira, e assim sucessivamente.
E quando existe mais que um animal? Fica cada membro com um, separando assim os companheiros? Ou partilham-se ambos? E em semanas iguais, ou semanas alternadas?
Não falo aqui dos casos em que um dos membros fica com os animais, e o outro nunca mais os vê, deixando de ter qualquer contacto com os mesmos, porque parto do princípio que, gostando dos animais, não seriam capazes de o fazer. Mas haverá casos em que isso acontece.
Assim, de que forma se poderá atenuar os efeitos que uma separação, definitiva ou não, possa causar a um animal de estimação, nomeadamente, um gato?
Advogados, veterinários e seguidores que já tenham ou não passado por uma situação destas, aceitam-se esclarecimentos, testemunhos e opiniões sobre o assunto.

A Ritinha, gata mais nova da Luísa, e membro do Clube de Gatos do Sapo, está muito doente e com prognóstico reservado.
A Luísa já tinha perdido a Bia, no ano passado, e está destroçada com esta situação da Ritinha, que tem apenas 2 anos.
Os médicos pouco poderão fazer pela Ritinha.
Quanto a nós, a única coisa que está nas nossas mãos é enviar muita energia positiva para que, de alguma forma, mesmo que pareça absurdo ou impossível, essa energia chegue até à Ritinha e ela consiga transformá-la em força para lutar contra estes problemas que a atingiram, acendendo uma ínfima esperança de se salvar!
Vamos a isso?
Não desistas, Ritinha!
Vira a Kat em cima da estante da sala, muitas vezes o faz, e sai.
Há minutos, salta para lá e escuto um ruído... Ela bebia a água da jarra com as primeiros jarros do meu jardim!


Faz falta que as pessoas aprendam a respeitar os animais.
Que percebam que não são brinquedos que, num dia, queremos muito, e no outro se põem para um canto porque já não têm piada, ou não servem.
Que não são objectos que, quando não queremos mais ou passam de moda, quando estão a ocupar espaço ou a atrapalhar a nossa vida, deixamos aí num sítio qualquer, à espera que alguém lhes pegue, ou os recolha, ou que eles se consigam desenvencilhar sozinhos.
É preciso que as pessoas percebam que os animais têm sentimentos, muitas vezes mais puros e nobres que os humanos.
E não exigem nada que não lhes possamos dar nesta vida. Amor, carinho, cuidados mas, sobretudo, respeito. Porque com ele, acaba por vir tudo o resto.
Sim, do Japão vem tudo...
O novo hit da empresa Necos são os coloridos barretes para gatos. Alguns têm orelhas e tudo!
As caixas chamam-se Colorful Cat Fluffi Cat Ears e por 3,80€ podes dar um look diferente todos os dias ao teu gato!

Não me convencem... Até porque as orelhinhas deles ficam fechadas lá dentro...

Já estes, parecem mais interessantes! Se eles gostarem, claro.
Não estou a ver os meus deixarem colocar isso na cabeça ![]()
Primeiro era assim:

Depois começaram a fazer isto:

Até que tive de desistir das tocas e arranjar umas camas/alcofas:

E mesmo assim, por vezes, ficam mas é a dormir os dois na mesma que é com certeza, mais quentinho...
Este fim de semana, um dos meus gatos, fez xixi dentro da mochila do dono júnior, onde ele tinha livros e cadernos. Felizmente, tinham capa plástica, e deu para limpar, já um teste que por lá andava à solta, teve de ir para o lixo! Não sei porque o fez! Supomos que tenha sido o Rafael, porque o Riscas, em cinco anos que o temos, nunca o vimos fazer xixi fora da caixa de areia.

Chateada com a situação, mas ao mesmo tempo preocupada, fui pesquisar, para saber ou ter uma ideia da razão que o levou a ter esta atitude.
O que me parece mais plausível é ter sido um caso isolado. Ele ter achado piada a estar dentro da mochila e sentido a necessidade de a marcar... Claro que se repetir irei falar com a veterinária, para ela o examinar, mas como não sei qual dois dois foi, fica complicado!
Reconhecem? Jorge e Joana... Continuam juntos. E o Jorge anda sempre atrás do dono segue-o para todo o lado. E o dono, já não passa sem ele, aliás sem eles.

Encontrei esta imagem, que certamente é montagem, mas mesmo assim, não resisti a partilhar...

Café....
Quem é que não gosta de um bom café?! OK... mesmo que não gostem, podem continuar a ler... vai ser sobre gatos!
Acabadinho de fazer, quentinho nas nossas mães e ainda a fumegar na chávena. Seja longo, curto, expresso, cappuccino, com ou sem leite. Leite de coco, natas, chocolate, baunilha, canela...
Enfim a variedade é tanta e tão boa, que o melhor mesmo é ir beber um agora!
Oh.. estou-me a lembrar do quanto bom que é... logo pela manhã ao acordar e... cheira a café! Alguém fez café antes de nós?! Uauuuu.... Assim até uma pessoa se levanta com mais entusiasmo e corre as divisões da casa até chegar ao eldorado.... e lá está ele... na cozinha... numa chávena a fumegar e à nossa espera.
Mas quando se gosta de café, não é só de manhã que é bom. Quer se esteja sozinho ou acompanhado... qualquer hora ou ocasião é boa para se beber uma boa chávena de café. E ponto!
Agora...
Se o café é uma paixão assim como gostar-se de gatos o é... o que poderá resultar desta combinação?
Um gato-café... Claro que sim, já existem diversos gato-cafés espalhados por esse mundo fora, inclusive, aqui no nosso burgo (Portugal)!
Mas e se os gatos fossem os protagonistas em pinturas de café?
Não é a primeira vez que alguém pega numa chávena com café, num pincel, numa folha e dando largas à sua imaginação... o transforma numa bela obra de arte.
Ainda assim... E se, tal e qual as diferentes variedades de café juntássemos a personalidade dos gatos a cada um deles?
Foi o que Elena Efremova fez...
Experiente em aguarelas, criou uma encantadora colecção a que apelidou de Coffee cats!
“Cada gato possui uma personalidade própria, assim como todo tipo de café possui seu próprio sabor”.
E o que saiu....
... foi o que resulta quando duas grandes paixões se unem...
Um café e um gato unidos por um forte laço, (interpretação livre), expresso na união da sua cauda com uma linha fluída que cai, borda fora, da chávena.
Senão confiram...
Hummmm...
Vai um tal e qual a sua criadora, quem não gosta de um café com gelado?! Este tenho de experimentar. Se com natas é boooommmm, com gelado....

E que tal um café com gato francês... E como mandam os bons costumes terá sempre de ser acompanhado de um bom croissant e um sumo de laranja acabadinho de fazer!

Vai um gato-latte?!

O Gato Macchiato... com as suas patinhas brancas

O gato do típico café americano

Vai um gappuccino?!

E para finalizar... o clássico gato Expresso...

Para onde é que ele... furtivamente vai?
Final da tarde de sexta-feira, durante uma chuvada forte, acompanhada de rajadas de vento e trovoada, connosco dentro do carro à espera que acalmasse para sairmos, deparamo-nos com o gato do vizinho na rua, à chuva, no meio daquele temporal.
Este é um gato que, por aquilo que vemos, passa mais tempo na rua que na casa dos seus donos. É um gato branco, que não deveria andar exposto ao sol, sob risco de sofrer de cancro. É um gato que nunca deve ter ido a um veterinário nem levado qualquer vacina, e está sujeito a contrair as mais diversas doenças. É um gato que todos os dias corre o risco de ser atropelado, de ser envenenado, de ser levado por alguém que esteja disposto a isso, já que é extremamente meigo e sociável. É um gato que está sujeito às guerras de felinos das ruas. Um gato que se enfia, se o deixarem ou tiver oportunidade, na casa de uns e outros, ou onde houver uma entrada, buraquinho ou o que quer que seja para ele explorar.
Uma vez, alertámos o dono que o seu gato estava na rua, à chuva. Do outro lado apenas responderam "ah e tal, eu também já apanhei muita chuva e não morri. Ele que não saísse. Então, e se eu estivesse longe? Tinha que regressar só para pôr o gato em casa?".
Nestas suas aventuras, conta com a sua companheira e vizinha, que também passa a vida na rua, sujeita ao mesmo tipo de perigos e, ainda, a ficar prenhe. No entanto, esta vem muitas vezes miar para lhe darmos comida, e devora tudo num instante. O que leva a crer que não deve comer muito por casa. Até mesmo de madrugada, ou a altas horas da noite. Uma vez, a sua dona disse "ah e tal, ela vai dar as suas voltinhas mas depois, quando a chamo, nem sempre vem, e acaba por ficar na rua".
E o meu pensamento, para estas duas pessoas, foi "se não os deixassem sair, eles não iam para a rua, não apanhavam chuva, e não tinham que andar à procura deles."
No início, ainda a levei duas vezes à dona, para a pôr em casa. Depois, percebi que não valia a pena. Não era uma questão de descuido ou de a gata se ter escapado sem darem por isso. Era intencional.
Também aqui na zona, havia uma outra gata que, ultimamente, tinha incluído na sua rotina diária a visita a casa dos meus pais, para comer logo de manhãzinha. No quintal dos meus pais, em dias de sol, ou na arrecadação, quando chovia ou fazia frio, dormia numa cadeira pequena que era da minha filha, em cima de uma almofada. Quando não estava lá, ia dar as suas voltinhas. Não sei se, durante a noite, ia para casa da dona, vizinha dos meus pais. Um dia, a gata desapareceu. Nunca mais voltou. Não se sabe o que aconteceu.
Nunca vi a dona andar à procura dela, fazer perguntas aos vizinhos, mostrar-se preocupada. Pior, a dona insiste que a gata anda por ali e que volta e meia a vê. No entanto, mais nenhum dos moradores da rua vê a gata desde então. E se ela andasse por lá, o que a levaria a mudar a sua rotina, e deixar de aparecer onde era bem tratada? O que me leva a crer que, ou não está minimamente preocupada, ou está a tentar esconder alguma coisa, tentar tapar o sol com a peneira.
Mas, o que se pode fazer nestes casos?
A lei fala em maus tratos físicos "violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal. Quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus-tratos físicos a um animal de companhia..."
A lei fala em abandono "É proibido abandonar intencionalmente na via pública animais que tenham sido mantidos sob cuidado e protecção humanas, num ambiente doméstico ou numa instalação comercial ou industrial. Considera-se abandono de animais de companhia a não prestação de cuidados no alojamento, bem como a sua remoção efetuada pelos seus detentores para fora do domicílio ou dos locais onde costumam estar mantidos, com vista a pôr termo à sua detenção, sem que procedam à sua transmissão para a guarda e responsabilidade de outras pessoas, das autarquias locais ou das sociedades zoófilas. Quem, tendo o dever de guardar, vigiar ou assistir animal de companhia, o abandonar, pondo desse modo em perigo a sua alimentação e a prestação de cuidados que lhe são devidos..."
Mas, serão a negligência e a indiferença, uma forma de maus tratos punível pela lei?
Como agir nestes casos de maus tratos que não se vêem, mas que os animais sentem na própria pele?
Não se pode dizer que tenham sido abandonados porque, se a porta dos donos estiver aberta, eles podem entrar. Provavelmente, até têm comida e água à disposição, e uma caixa de areia nessas casas.
Não se pode considerar maus tratos físicos, porque não os agridem directamente.
No entanto, falta-lhes tudo o resto.
Ao negligenciá-los, ao não lhes prestar os cuidados e prevenções que deveriam, ao não lhes proporcionar as melhores condições, estão a colocá-los em perigo.
E, ao não mostrarem o mínimo de preocupação com o desaparecimento do seu animal, preferindo mascarar a situação com mentiras, só estão a mostrar que podem não lhes fazer mal, mas também nunca farão nada para os proteger, e não são dignos de ter qualquer animal a seu cargo.
Ainda assim, até que ponto estas situações estão previstas na lei? Até que ponto se podem encaixar na lei? Ou, simplemente, não há punição possível para algo que não se vê, mas apenas se sente?

Estes dois andam sempre nisto.
O branco a meter-se com o gato da senhoria. Aliás, até já foi apelidado de "rufia" da zona, porque está sempre a arranjar confusão com os restantes gatos da vizinhança.
Já uma vez tive que ir acalmar os ânimos aos dois. Desta vez foi a minha senhoria que lá foi ao quintal proteger o seu menino!
Inverno é sinónimo de gatos em cima da mantinha, em cima das nossas pernas. Depois vem o verão e eles passam a sentir-se repelidos devido ao calor.
Mas agora é isto: 9 kg de gato em cima... ![]()

Está é uma homenagem ao gato amarelo que fazia parte da nossa colónia.
Há cerca de três anos, dois gatos amarelos (ou laranja) passaram a frequentar a nossa colónia. Chegaram já adultos, o que me faz querer que vieram atraídos pelas fêmeas da colónia (na altura ainda por castrar) e pela comida. É coincidência aparecerem dois gatos tão parecidos e amarelos num curto espaço de tempo, e ainda por cima não se davam nada bem.
Eram dois machos dominantes e competiam pela colónia. Este gato amarelo era conhecido como o "bom" porque era geralmente pacífico. Já o outro amarelo era o "mau" porque tinha mau temperamento e atacava até as fêmeas na sua busca pela dominância. Passavam os dias nas lutas de gatos e nem sempre paravam pelo nosso terreno, mas na hora de comer faziam questão de cá estar.

Ambos os gatos passaram por fases más. Suspeito que ambos foram atropelados mais do que uma vez, uma vez que apareciam a mancar e depois lá iam à vida deles, mas recuperavam sempre. Durante as suas guerras chegaram a cegar-se um ao outro por se arranharem nos olhos. E lá tentamos controlar a cicatrização de ambos, quando estavam por cá. Até que finalmente o "mau" ganhou: conseguiu cegar o "bom" por completo.
Mas isso não o parou. Ele continuou a fazer a sua vida normalmente. Seguia pela berma da estrada à noite, junto às casas e com uma direção muito bem definida. Alguns dias não aparecia na colónia. Isto faz-me querer que algum vizinho também cuidava dele.
Como temos a casa lotada, também não o podíamos manter no interior. Ele era meigo, mas sempre conheceu uma vida de liberdade e estava habituado ao exterior. Apenas o podíamos ajudar na colónia.
Um dia estava a chegar a casa à noite e vejo-o a socializar com uma gata que abandonaram junto aos caixotes do lixo na minha rua. Ao mesmo tempo, vem um carro em sentido contrário e algo se passa porque o condutor parou após passar pelo gato cego. Mas ele não estava na estrada nem tinha sido atropelado.
Uns segundos depois vejo-o a atravessar a rua confuso sem saber por onde ir. Ser cego ainda piorou a confusão dele. Como não estava na estrada, acho que deve-se ter assustado e batido na lateral do carro que estava a passar. E a partir daí fugiu assutado. Eu parei o carro e fui a correr atrás dele para ver se ele estava bem. Mas ele meteu-se num buraco de drenagem de águas numa rua secundária e apenas pude esperar. No dia seguinte ele apareceu para comer como habitual, não estava magoado.
Há pouco tempo iniciamos a castração dos machos, uma vez que a situação com as fêmeas está controlada (pelo menos até decidirem abandonar outra gata aqui). O amarelo cego também foi a castrar e portou-se muito bem. Mas a felicidade durou pouco, o amarelo morreu esta semana junto aos caixotes do lixo, provavelmente atropelado.
Mesmo sendo um dos gatos da colónia, ficamos muito tristes e sentimos a falta dele. É estranho já não o vermos desajeitado pelo jardim. Mas pelo menos sabemos que o ajudamos a sobreviver nas suas aventuras. Não serás esquecido amarelo "bom".
Sei. Eu sei que todos os dias é e será o vosso dia. Porque "carregam" os filhotes, e mais que um sempre, durante meses, rebolam-se no pó, vêm pingar a torneira do lava loiça, "juntam" os filhotes para a casota, acordam a meio da noiite por causa da mamentação, etc, etc. Eh!!! Hoje é o vosso dia e estou aqui para dizer.
VIVA O DIA DAS GATINHAS!!!

A prepósito alguém vai para a cozinha para me fazer um bolinho?!?!?!
Hehehehe!!! Isto era para ver se estavam atentas mas, venham jantar. Eu pago.
MIAU!!!
Eu encontrei estas, mas, se calhar, ainda há mais.
Por cá conhecemos o dia mundial (17/02) do gato e o dia internacional (08/08) do gato, e depois, dependendo do país, há mais comemorações. A rádio comercial também ajuda. Felizmente fazem campanhas de sensibilização nestas datas. E eles bem merecem tanto protagonismo, atenção e cuidado...

O Alone (o que está a comer) e o Velhote (o que está a olhar), são fisicamente muito parecidos (ainda há um 3º gato do mesmo padrão, nesta rua). São ambos tão meigos, hoje o Velhote, até se pôs de pé para receber festinhas. Este está tão debilitado, que mal consegue comer...

A Naná, é igualmente meiga, até se põe em posição de receber festinhas na barriga.

Como é que estes gatos são assim tão dóceis, e não há alguém que os leve para casa!? Ai se eu tivesse espaço...