O Rafael tem aversão à transportadora e principalmente à viajem.
Dei-lhe um calmante duas horas antes, como estava marcado para as 9:30, não deixei comida durante a noite, nem dei de manhã, a conselho da veterinária. Na ida foi ao meu colo e não dentro da transportadora, porque pensei que pudesse correr melhor. No entanto, cinco minutos depois estava a gemer, de boca aberta, e depois vomitou.
Na clínica portou-se bem. A veterinária disse para o levar dentro da transportadora. Foi no banco de trás do carro. Começou o dilema, a miar, a gemer, a fazer sons estranhos. Depois houve um momento de silêncio da parte dele. Pensamos que tinha morrido de ataque cardíaco.
Lá voltou aos gemidos. A viagem, são 9 quilometras, para cada lado. Vomitou também no regresso e já em casa mais duas vezes. Um gato que raramente ou nunca vomita.
Foi um filme de terror. Da próxima vez peço veterinário ao domicilio, mesmo que pague mais. Não o quero voltar a sujeitar a este stresse.


Olá,
ResponderEliminarÉ muito difícil para eles e para nós...
Já tive um amarelinho que fazia tudo isso e...cocó. E na veterinária, transformava-se: o gato mais doce transformava-se num ser furioso... nem a nós nos conhecia...
O que nos vale, é, normalmente, serem poucas vezes...
😽😽😽😽
O Puma tambén, miava ida e volta!
ResponderEliminarA viagem de autocarro, até era curta, mas parecia uma eternidade...
Este é assim, tem pânico da transportadora e da viagem. Já o Riscas ( falecido em 2024) era tranquilo, não stressava.
ResponderEliminarE no autocarro, imagino toda a gente a olhar e a fazer perguntas, pelo menos de carro, só nós o ouvíamos.
ResponderEliminarEra um melga!
ResponderEliminar