sexta-feira, 31 de outubro de 2025

A conturbada ida do Rafael à vacina

O Rafael tem aversão à transportadora e principalmente à viajem. 


Dei-lhe um calmante duas horas antes, como estava marcado para as 9:30, não deixei comida durante a noite, nem dei de manhã, a conselho da veterinária.  Na ida foi ao meu colo e não dentro da transportadora, porque pensei que pudesse correr melhor. No entanto, cinco minutos depois estava a gemer, de boca aberta, e depois vomitou. 


Na clínica portou-se bem. A veterinária disse para o levar dentro da transportadora. Foi no banco de trás do carro. Começou o dilema, a miar, a gemer, a fazer sons estranhos. Depois houve um momento de silêncio da parte dele. Pensamos que tinha morrido de ataque cardíaco.


Lá voltou aos gemidos. A viagem, são 9 quilometras, para cada lado. Vomitou também no regresso e já em casa mais duas vezes. Um gato que raramente ou nunca vomita. 


Foi um filme de terror. Da próxima vez peço veterinário ao domicilio, mesmo que pague mais. Não o quero voltar a sujeitar a este stresse. 


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Úlceras orais num gato de rua

Notícias do gato Boris, aquele, que estava a deixar de comer, e sobre quem, as moscas verdes pousavam, como havia contado aqui .


A veterinária da câmara veio vê-lo. Ele tem úlceras orais, daí a baba, as dores. Era isso que o impedia de comer. Ele já não comia normal há três dias. Levou antibiótico injetável, e ao fim de duas horas já conseguia comer, e como comia, tadinho, estava cheio de fome. 


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Hoje voltou a levar o antibiótico, e terá ainda mais uma toma. Ao que parece isto passa, mas pode sempre voltar, infelizmente, também dada a condição de ser gato de rua.


Apesar de estar dentro de uma jaula, está no lugar seguro, quentinho , cheio de mimos e comidinha boa e adequada a ele, está bem tratado e aconchegado.


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terça-feira, 28 de outubro de 2025

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Quando as moscas verdes pousam num gato doente

Há um gato da colónia dos Chães, o Boris, que está a precisar de cuidados veterinários. A veterinária vem cá, mas o problema é que ele não vai colaborar, ele dá turrinhas, deixa fazer festas, mas não se deixa tocar.


Está num estado horrível, afeta os dentes, boca, fica com baba. Isto é um problema que surgiu na colónia e que aos poucos os vai levando. Tem emagrecido muito e até às moscas verdes já andam pousadas nele.


Fui pesquisar sobre o que poderia significar as varejeiras já andarem em cima dele, quando, apesar de tudo, ele ainda está vivo. Pelo que li, são larvas que se alimentam das feridas, mas ele não tem feridas.


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Ainda hoje me veio esperar á porta do carro. Mesmo rouco, faz "miau" a pedir ajuda. Tentei lhe dar água com uma seringa, porque o vi a olhar para o recipiente e a tentar beber, sem conseguir, mas ele assanhou se e arranhou me. Fui logo desinfetar porque é um gato doente.


Julgo que uma daquelas redes de caputra,   dava jeito para a veterinária dar medicação injetável. Há câmaras que têm.


São estas situações que nos entristecem e nos fazem sentir impotentes. 


Eram tantos, mais de vinte. Tantas lutas. Pensei que seria uma missão para muitos anos, mas vejo que a colónia está a fechar se.


Actualização 


28/10/2025


O Boris esta noite não  vai ficar ao relento, vai ficar num lugar seguro, até a veterinária o ir ver. Talvez se tenha deixado apanhar porque está a perder as forças. Estava todo molhado da chuva.


Já está seco e aconchegado. Esperemos que ainda se possa fazer alguma coisa, mas tenho consciência que pode não haver muito a fazer.

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Curso de Comportamento Canino e Felino

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A Animalife promove, o Curso de Comportamento Canino e Felino, no dia 6 de dezembro.


A manhã será dedicada aos cães e a tarde dedicada aos gatos, pode escolher assistir a uma das sessões, ou a ambas.


A formação é destinada a tutores, estudantes, e profissionais que queiram compreender melhore cães e gatos, e promover o seu bem-estar.


Pode adquirir, o seu bilhete na loja online da Animalife

sábado, 18 de outubro de 2025

Gatos não nos fazem perguntas nem julgamentos

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"Não pedem explicações, não julgam, não criticam — oferecem apenas presença, carinho e aquelas pequenas travessuras que transformam qualquer momento em algo especial."


                         Patinhas mimadas.com


 


 

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

O gato Artur e a dona Anabela

Deixo-vos mais um conto infantil do site LeiaLenda.com (que está em português do Brasil), este tem como como protogonista uma dona com o nome de Anabela e um gato preto (o Artur). O gato preto bem podia ser o Rafael e a atitude da dona, seria a que eu gostaria de ter em situação semelhante, daí me ter emocionado. 


«Era uma vez um gatinho chamado Artur. Ele era preto e vivia com sua dona, Anabela, num apartamento no sexto andar. Ele adorava ficar sentado numa mantinha macia no parapeito da janela, de onde observava todo o movimento da cidade.


Artur gostava muito de morar ali. As luzes dos carros, os outdoors brilhando, os cheiros curiosos da rua — isso era o que mais fascinava Artur. Às vezes, Anabela o levava ao parque perto de casa, bem no coração da cidade, de onde ele podia ver a cidade inteirinha.


Era bem cedinho quando Anabela saiu para trabalhar. Artur não se importava de ficar sozinho. Ele podia observar a cidade ou brincar com seu novelo de lã.


“Tchau, Artur, e se comporta!”, disse Anabela, enquanto saía de casa.


Artur miou baixinho e pulou no parapeito, observando sua dona na rua. Ela correu para apanhar o autocarro, mas o lenço vermelho que usava voou com o vento. Artur viu o lenço cair e, logo em seguida, ser pego por uma gatinha ruivinha.


“Ah, não! Esse é o lenço da minha dona!”, pensou Artur, preocupado.


Sem hesitar, passou pela janela entreaberta e se equilibrou no parapeito do lado de fora. Com seus olhos de gato, mirou a gatinha ruiva que estava admirando o lenço. De repente, ela o pegou na boca e saiu atravessando a rua.


“Ei, espera aí!”, gritou Artur, escorregando pela calha. Ele estava com medo, nunca tinha saído sozinho. Mas se outro gato conseguia, ele também conseguiria. Afinal, era um gato corajoso.


Caiu de quatro patas na calçada.


“Sai daqui, gatinho!”, gritavam algumas pessoas, enquanto Artur se enroscava nos pés delas, tentando seguir o cheiro da gata. Ele não sabia que as pessoas podiam ser tão hostis. Quando estava com Anabela, todos o acariciavam com carinho. A cidade parecia muito mais agitada e assustadora vista de baixo do que lá de cima, no conforto do lar.


Seguiu a gata ruiva até uma ruazinha estranha. Havia lixo por toda parte e um cheiro esquisito no ar. O perfume da echarpe e o cheiro da gata o levaram até ali. Com cuidado, Artur se esgueirou, procurando por ela.


“Peguei você! Me devolve essa echarpe!”, gritou Artur ao ver as costas da gatinha. Mas então percebeu que ela estava cobrindo seus filhotes, aconchegados numa caixa de papelão.


“Desculpa… encontrei esse lenço no chão. Só queria esquentar meus gatinhos. Eles estão com frio”, disse a gatinha tristemente.


Artur ficou pensativo. Percebeu que não deveria ter julgado tão rápido. Não sabia o que ela estava passando. E agora não conseguia tirar o lenço dela. Os gatinhos bebés,  tremiam de frio e pareciam não ter o que comer.


“Eu sou o Artur. Que tal se eu ajudasse vocês?”, perguntou.


A gatinha contou que nunca teve nome nem dono. Sempre cuidou dos seus filhotes sozinha.


“Minha dona pode ajudar. Ela dá comida, carinho… talvez até encontre um lar para vocês”, disse Artur com esperança.


A gatinha hesitou. Não confiava nos humanos porque eles sempre a enxotavam. Mas Artur insistiu, e ela resolveu dar uma chance.


Os dois gatos partiram juntos com os filhotes, tomando cuidado no caminho de volta.


As pessoas nem sempre gostavam de gatos de rua. A gatinha preferiu esperar na entrada do prédio, para não arriscar subir com os pequenos.


Quando Anabela voltou para casa e viu Artur com os gatinhos na porta, ficou surpresa.


“Artur, você arranjou novos amiguinhos?”, disse, abaixando-se.


Ela logo entendeu a situação. Levou todos para dentro, deu comida e água, lavou os pequenos e, no dia seguinte, levou-os ao veterinário.


“Vamos encontrar um lar para eles!”, prometeu a Artur.


Os filhotes ficaram sob os cuidados da veterinária até se recuperarem. Anabela não os levou de volta para o apartamento, mas manteve sua promessa. Encontrou um lar para eles na quintinha da sua irmã, que adorava animais. Artur acompanhou tudo. Um dia, os dois foram levar os novos amiguinhos até lá.


A mamãe gata, agora com o nome de Bela, e seus dois filhotes, Lia e Tom, ganharam um novo começo. Bela voltou a confiar nas pessoas, e Artur ficou orgulhoso de ter feito parte daquela história.


Afinal, se o lenço de Anabela não tivesse voado naquele dia, Artur não teria conhecido a família de gatinhos e eles não teriam achado um lar tão maravilhoso como o que têm agora.»


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LeiaLenda.com

domingo, 12 de outubro de 2025

Jardim: o alecrim engatado

Além desta paixão por gatos, agora também resolvi, jardinar.


A este jardim, junto à colónia dos Chães dei o nome de : o alecrim engatado!


Acham que combina bem?


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quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Este é o Meias

Meias é o nome do gato que está no jardim.


Meias porque é um gato preto de patas brancas, parece que tem meias. 


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O Rafael gosta de peluches