segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Há gatos de rua, que são muito difíceis de medicar

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Como já aqui referi, sou uma das responsáveis da colónia do meu bairro. Levo este oficio, com muita dedicação, entrega, responsabilidade.


Mas uma das tarefas que me deixa triste, é não conseguir medicar um gato, que precise de medicação. Ainda há dias terminou a medicação de uma gatinha, a Bomboca, que não foi fácil, mas que o balanço foi positivo. Também estou a medicar o Panda e está a correr muito bem.


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O problema é o "Gordinho"! Chegou a rejeitar o pedaço do paté com o antibiótico, mas agora a tendência é fugir. Como ele tem por hábito ficar debaixo dos carros, já consegui que atirando para lá um pedaço de paté com o comprimido , ele o comesse, mas apenas aconteceu duas vezes.


Perco minutos, se não horas com este gato, insisto e persisto, mas começo a ficar mesmo cansada,  porque, apesar de toda a minha dedicação a eles, eu tenho um trabalho, uma casa, família, outras tarefas para fazer. Não me sobra tempo! Gosto muito dele, vejo que cada vez se baba mais e percebo que o medicamento é mesmo necessário, mas que gato tão desconfiado e teimoso! Nem com fome, relaxa. Só vai comer quando os outros terminam, é um gato solitário!  Há uma cuidadora que ele gosta mais, mas ontem, mesmo com ela, ele não deu confiança!


É preciso muita paciência e  tempo, e eu sou um pouco stressada!


Ei-lo com a sua baba! Peço desculpa por não ser uma foto bonita de se ver, mas é a realidade dos gatos de rua, que precisam de ajuda e não se deixam tratar!


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5 comentários:

  1. É preciso muita paciência e persistência.
    Cumprimentos poéticos

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  2. É dos dentes não?
    Se os nossos em casa é uma aventura para medicar, quanto mais os de rua que estão expostos aos mais variados perigos.

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  3. Sim, é dos dentes. Temos 3 gatos assim, mas os outros dois têm tomado medicação e estão melhores.
    O problema é quando comem juntos com os saudáveis na mesma tigela, tentamos logo impedir, porque é algo que se pega.
    É mesmo difícil medicar este!

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O Rafael gosta de peluches