sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Pagar taxa anual por cada animal de estimação?

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"O PS fez uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado que está a preocupar os veterinários. O partido quer mudar a regra para o registo e o licenciamento anual de animais de companhia. Uma alteração que, sendo aprovada, vai criar uma taxa para cães e gatos. A ser paga todos os anos.


De acordo com o Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários (SNMV), esta taxa deverá variar, entre os cinco e os 15 euros, uma vez que ficará a cargo de cada freguesia escolher o valor."


 


Se os animais não são coisas, porque temos de pagar para os ter na nossa companhia?


Que gastemos o nosso dinheiro a alimentá-los, a cuidar da sua saúde e bem estar, nas suas necessidades básicas, ou em mimos extra com os quais os queiramos brindar, tem toda a lógica. 


Afinal, eles estão ao nosso encargo. É o nosso dever.


 


Que se pague o custo do chip, que para mim poucas vantagens tem, no caso dos gatos, mas que, nunca se sabe se não poderá vir a ser útil, ainda se compreende.


Ou até mesmo que se pague uma espécie de registo nas entidades competentes.


 


Mas que nos queiram cobrar a nós, donos dos animais de estimação, que consideramos membros da família, uma taxa anual, apenas pelo simples facto de os termos, é inadmissível.


Era para isso que queriam que os chipássemos? Para agora, na posse da informação sobre quem tem animais, começarem a encher os bolsos à custa deles?


 


É assim que defendem os animais?


Que esperam que os donos sejam responsáveis?


Que lutam contra o abandono?


 


Não!


Se fosse esse o objectivo, não nos cobravam nada. Ofereciam esse serviço. Ou bastava pagá-lo uma única vez, mantendo-se os mesmos animais.


 


Isto só vai fazer com que as pessoas deixem de cumprir as leis. Com que evitem ir ao veterinário, pondo em causa a saúde dos animais, só para não terem que pagar taxas e multas. Com que, em último caso, haja cada vez mais animais que, para todos os efeitos, não pertencem a ninguém e, ainda mais, abandonados à sua sorte.


 


 


 


 


 


 


 

Fazer as necessidades: os gatos já nascem ensinados?

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Costuma-se dizer que, no que toca à higiene, para além de serem muito mais limpos e práticos que os cães, os gatos parecem já nascer ensinados. No entanto, as coisas não são bem assim.


No primeiro mês de vida, é a mãe gata que estimula os seus filhotes a fazerem as necessidades. Quando, por algum motivo, os filhotes perdem a mãe e acabam por ir para às mãos de um humano, é este que tem que tentar simular os gestos que a mãe faria, para assim os gatos poderem fazer as necessidades.


Quando já são mais crescidos, e sendo-lhes mostrada uma primeira vez para que serve a caixa de areia eles irão, à partida, entender a mensagem, e passar a fazer ali as suas necessidades.


Mas nem sempre as coisas correm bem, e isso faz com que os donos fiquem à beira de um ataque de nervos, e acabem por stressar ainda mais o gato, que terá uma dificuldade ainda maior em agir corretamente.


Assim, o segredo é muita paciência, persistência e dedicação, na hora de os tentarmos educar, sem ralhar muito quando fazem asneiras, mas recompensando quando se portam bem.


A primeira vez que coloquei a Becas na caixa de areia, ela achou que era comida, e começou a comer as pedrinhas. Depois de várias tentativas, ela começou a perceber. No entanto, sendo pequenina, com a brincadeira, e estando a caixa de areia longe, acabava por escolher um cantinho da sala, onde estava, para fazer as suas necessidades. Por mais que lavássemos o chão e colocássemos produtos com um odor forte, que a repelisse, ela não se preocupava, e voltava a fazer o mesmo. Até que começámos a não deixá-la ir para lá, até estarmos em casa a tomar conta. Mas o que a fez desistir foi o facto de termos colocado uma caixa de areia também na sala.


Nessa altura, a Amora, que adotámos na semana seguinte, da mesma idade, já sabia utilizar bem a caixa. A diferença entre ambas foi o facto de uma ter sido retirada da mãe mais cedo do que a outra, e de a última ter tido que se desenrascar por força das circunstâncias em que esteve, antes de vir para nossa casa, enquanto a primeira só conhecia uma realidade, não lhe tendo sido dado tempo de aprender mais.


Hoje, é das gatas mais asseadas que conheço. Ela não pode ver o que quer que seja no chão, que fica aflita a querer tapar e limpar.


Por vezes, acidentes acontecem, não conseguem, por exemplo, conter as fezes, ou ficam presas e acabam por cair noutro lado, ou atiram para fora ao tentar tapar.


Alguns gatos, devido a diversos problemas, podem sofrer de incontinência, e não os podemos culpabilizar por isso.


Mas atenção: se um gato está habituado a ir à caixa de areia e, de repente, começa a fazer as suas necessidades noutros locais da casa, é sinal de que algo não está bem.


Nesses casos, o melhor mesmo é consultar um veterinário, para que possa averiguar as causas, que podem ir de marcação de território, cio ou stress provocado por alterações na rotina, entre outras.


Por norma, acabam por ser situações passageiras, que se resolvem por si, e tudo acaba por voltar à normalidade, como foi o caso da Tica que, depois de uns tempos a deixar-nos com os nervos em franja, recomeçou a utilizar a caixa como habitualmente, para nosso alívio.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

ela chateia-me

de manhã cedo, acorda-me, não sei o que quer.


Os mios dela são fortes, receio que acorde os vizinhos.


Levanto-me, vou puxar o estore da varanda e abrir a porta.


Volto para a cama.


Nem sempre adormeço.


Quando me levanto para o dia de "trabalho"  está  no sofá a dormir.


Agora, depois do almoço, está confortável no sofá... a ressonar.


E eu estou cansada da noite de insónia.


Não há nenhum Santo Padroeiro dos gatos que me acuda?


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Pet Festival 2020!


 


A nona edição do Pet Festival, vai realizar-se nos próximos dias 31 de Janeiro, 2 e 3 de Fevereiro.


Podem encontrar toda a informação sobre os bilhetes e programação no site do Evento..


Venham passar um dia divertido,  em famíiliá ou na companhia de amigos de duas e quatro patas!


 


 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Sou todo ouvidos

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E tenho a certeza que eles ouvem-nos e entendem-nos muito melhor que qualquer humano.

Dica - Manual Merck para ajudar a perceber melhor as doenças que afectam os nossos gatos

Todos nós que temos, já tivemos ou iremos ter, um animal de estimação, no nosso caso gatos, ao longo da vida destes, somos confrontados com o inevitável surgimento de doenças. Umas numa fase precoce das suas vidas, quando ainda bebés, outras na sua fase geriártrica. Umas mais comuns e de fácil resolução, outras, mais complicadas e que podem mesmo acabar por ser mortais. 


Por muito que tentemos retardar o seu aparecimento, com todos os cuidados que nos estão disponíveis e são-nos possíveis, às vezes, o inevitável acontece. E lá vem a doença xpz... Dos primeiros sintomas, à bateria de análises, exames e depois até ao diagnóstico, as dúvidas, os receios e os medos vão-nos assaltando a mente.


Fala a voz da experiência... que nessas alturas, por norma, quer saber tudo e mais uns trocos, sobre o que está a afectar o bem-estar dos seus miúdos. E que tantas vezes recorre ao google para procurar algo que a informe, esclareça e afaste os seus piores pesadelos. Mas o que encontra é muita informação sintetizada e pouco esclarecedora.


Fala ainda a voz da experiência... que encontrou a versão Merck veterinária. Em inglês. Mas de muito fácil leitura. E que pode ajudar naquela dúvida que nos esquecemos de perguntar ao veterinário, isto a título de exemplo.


Para quem não conhece O Manual Merck (versão humanos) é dos livros mais vendidos no mundo. Já devem tê-lo visto na mesa/estante no gabinete dos vossos médicos assistentes. É aquele livro vermelho e de lombada volumosa. Nele vêm de forma "catalogada" todas as doenças conhecidas.


Já o Manual Merck, versão veterinária, é um referencial dirigido aos cuidados com a saúde animal. Utilizado por veterinários, estudantes ou até mesmo tutores. E ao contrário de muitos sites que pela net aparecem quando navegamos... este é, digamos, mais seguro para procurar e esclarecer as nossas dúvidas.


Podem consultá-lo aqui:  Merck


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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Os gatos não comem lasanha

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Nesta imagem, pode ver-se uma lasanha de tamanho grande junto ao abrigo e á comida dos gatinhos da minha rua.


Acredito que quem ali deixou aquilo foi com boa intenção, por isso, apenas queria informar que os gatos reais não comem lasanha. O Garfield é um desenho animado, que está sempre a comer/pensar em lasanha, mas é apenas uma animação.


Esta comida acaba por chamar moscas, e também acaba dar razão a quem proíbe a alimentação a gatos de rua por em risco a saúde pública.

De 24 a 25 de janeiro na recolha de bens alimentares para cães e gatos

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Arranca esta sexta-feira a campanha do Banco Solidário Animal


A 19ª iniciativa do Banco Solidário Animal pretende dar voz à causa animal.


Começa esta sexta-feira, 24 de Janeiro a mais importante recolha de bens alimentares para cães e gatos promovida pela Animalife – associação sem fins lucrativos que procura sensibilizar a comunidade para problemas relacionados com o abandono e maus tratos a animais de companhia.


A recolha de alimentou em lojas de retalho como Auchan e My Auchan pretende apoiar “mais de 250 entidades de proteção animal, centenas de famílias carenciadas e perto de meia centena de pessoas em situação de sem-abrigo, com animais a cargo. Permitirá alimentar perto de 35 mil animais de companhia em situação vulnerável em todo o país”, comunicou o Banco Solidário do Animal.


A campanha realizada o ano passado angariou 870 toneladas de alimentos o que permitiu recolher rações e unidades de dental sticks para melhorar a vida de animais em risco.


Sob o mote ‘Existem mil rações para participar’, a campanha destina-se a todos os visitantes das lojas Auchan que vão ter a oportunidade de doar alimentos para cães e gatos apoiados pela Animalife. Já com os vales solidários, disponíveis nas linhas de caixa e em Auchan.pt, vai ser possível adquirir desde alimentos até artigos de higiene, cada um com um valor associado, à escolha do consumidor.


Pode contribuir para esta campanha até dia 6 de Fevereiro, momento em que termina a iniciativa.

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Manias felinas...

O sítio preferido do Pitufo é em cima da mesa de sala.


 


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Passa lá imenso tempo a olhar pela janela.


 


Qual o sítio preferido dos vossos?

Janeiro: o mês dos gatos

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Diz-se que janeiro é o mês dos gatos!


Que é nesta altura que os gatos andam doidos, atrás das fêmeas, e desaparecem até mesmo, por alguns dias, nessa procura.


Ou que são abandonados os gatos que foram oferecidos como presente de Natal, e começam agora, passadas as festividades, a ser descartados.


Mas há quem diga que não. Que não é em janeiro, mas sim em fevereiro, quando começa a haver mais horas de luz, suficientes para que as gatas com o cio reproduzam.


Ainda assim, em dezembro andavam por lá dois machos a tentar engatar a mais nova residente do bairro.


Já em abril e maio, começam a aparecer as primeiras ninhadas e, como tal, poderiam ser também, ambos, considerados, o mês dos gatos.


No entanto, em Portugal, é em junho que se comemora o Dia de Abraçar o Gato e, em agosto, o Dia Internacional do Gato e o Dia do Gato Preto.


Já nos Estados Unidos, é em outubro que se celebra o Dia Nacional do Gato e, em novembro, o Dia Nacional do Gato Preto.


Para mim, todos os meses são meses dos gatos!


De os mimar, de os amar, de os proteger e acarinhar, de os abraçar, de os beijar, de lhes retribuir tudo o que nos dão, dia após dia.


De ajudar aqueles que mais precisam, e não têm a sorte de ter um lar e uma família.


Mas janeiro é janeiro!


E é o mês do aniversário das duas felinas lá de casa – uma a 14, a outra a 24.


Contra todas as probabilidades, são quatro anos, e quarenta e oito meses, de muito amor, brincadeira, alegrias, aventuras e momentos inesquecíveis ao lado das duas bichanas.


Que venham muitos mais, e que 2020 seja o ano em que cada um de nós, à nossa maneira, possa fazer algo pelos felinos, em cada um dos dias e meses que o compõem!


 


 


* Artigo escrito para a Miau Magazine de janeiro.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Notícias da Gêmea

Quando pego nela ao colo vejo que está cheia de frio, pois treme. Custa-me tanto deixá-la ao relento. É mansinha, dócil, frágil, quem me dera ter um sítio onde a deixar. Ela está melhor da constipação. Tem tomado o remédio a tempo e a horas.


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Anda sempre atrás de mim, tenho de ter cuidado para não a pisar. Era gata para estar numa casinha á lareira com uma dona que a acarinhadas.


Claro que não é a única, mas, por exemplo, a Panterinha, já é mais afoita, não ia querer estar fechada.


Enfim, que o destino desta gatinha mude. Se eu pudesse, era mais uma que levava para casa.  


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domingo, 12 de janeiro de 2020

De Visita

Ontem fui visitar os meus pais e claro, a Bianca. Cheguei e ela apareceu logo. Estava com o cão ao sol. 


Eu digo: "Bianca... olá!"


Ela responde "Miau..." e faço de conta que é um cumprimento de volta.


Está muito bem tratada. Cheia de mimos. Quase sempre deitada à lareira e no seu puff privado! À mesa, continuo sem me poder sentar no lugar dela sem que reclame. 


Como não se esquece, lá anda com o Pirilampo.


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sábado, 11 de janeiro de 2020

Medicar uma gatinha de rua

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Esta pequena dei-lhe o nome de Gêmea, porque ela foi abandonada aqui na rua com uma irmã igualzinha a ela, que acabou por morrer, julgo que por estar constipada.


Agora é esta que também está constipada, ao ponto de nem conseguir comer. 


Não me foi possível levar ao veterinário, mas falei com alguém com experiência que me aconselhou um medicamento. 


Reparei que ela não conseguia comer, ficava parada nuns arbustos e já nem aparecia como os outros quando lhe ia dar de comer. Percebi que não podia dar o antibiótico sem a bichinha comer, então comprei leite da Whiskas para ela. Dei com uma seringa, e assim ela bebe.


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Já dei duas vezes e ela agora já sai daquele sítio e já vem com o grupo até mim.


Espero que continue a recuperar e que volte a brincar como antes. É super meiguinha, gosta de colo e deixa-se tratar e alimentar... 


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Um gato perdido no prédio

Uma noite destas, por volta das 4 horas da manhã, ouço miar. Primeiro pensei "deve ser o Rafael!" Depois o som continuou, e resolvi ir ver à sala se eles estavam bem. E lá estavam os dois aninhados em silêncio. Percebi que o miar vinha da porta de fora. Pensei "que estranho", voltei para o quarto, deitei-me. O marido acorda e pergunta-me quem está a miar. Digo que é no corredor do prédio. Ele diz "foi algum dos teus afilhados que veio atrás de ti e ficou fechado, vai lá abrir a porta!" Digo logo que não vou, que tenho medo, e que achei estranho o bicho estar logo a miar à nossa porta quando há mais habitantes. Além disso, até lhe disse que havia outra vizinha com gatos.


Entretanto, no dia seguinte encontrei a tal vizinha na entrada do prédio,  perguntei se tinha se passado alguma coisa com os seus gatos. foi quando ela me contou que a gata tinha desaparecido às 22 horas, e que ela e o filho andaram duas horas à procura pelo prédio, e não a tinham achado, mas que ás 7 horas da manhã estava à porta.


Eu disse que ela tinha estado à minha porta e a vizinha disse que certamente foi por eu ter gatos machos. Entretanto, entra outro vizinho no prédio, que diz que também ouviu miar,  abriu a porta e ela entrou-lhe pela casa a dentro. Devia de estar desesperada, digo eu.


A vizinha pediu desculpa pelo incomodo, e ainda nos rimos da situação, que felizmente acabou por ter um final feliz!


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Aparição 2020

Bom dia, boa 6.ª feira e bom-de-semana.


Jonas


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Novo habitante cá em casa...

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Apresento o Niku Chan, um nome japonês para fazer a vontade à filha mais velha, em que o que determinou a escolha do nome (além da filha) foi ele ser o oposto da Sushi Mia. Para já adianto que se confirma que são muito, muito, diferentes, quer na cor, quer na personalidade.


Vamos ver como correm as aventuras dos dois.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Gatos: cuidado com as bolas de naftalina

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Para além de uns cartões de papel com cheirinho a alfazema, antitraças, que costumo pôr nos roupeiros, também utilizo, onde arrumo os lençóis, bolas de naftalina.


Por norma, coloco uma ou duas no meio deles. À medida que os vou usando, passo as bolas que aí estiverem, para os restantes.


 


Já por algumas vezes, ao desdobrar os lençóis para fazer a cama, cai uma ou outra, que não tinha visto, em cima da cama, ou para o chão.


 


Como sabemos, os gatos adoram ajudar-nos a fazer as camas, e a Amora não é excepção. E foi com ela que reparei que, sempre que ela está na cama e cai uma dessas bolas de naftalina perto dela, ou no chão, ela, em vez de ir atrás dela para brincar, foge a sete pés, como se tivesse visto o diabo à frente.


Não fazia a mínima ideia do porquê da reacção dela, até que fui pesquisar, e descobri que o naftaleno, comercialmente conhecido como naftalina, é altamente tóxico.


Caso um gato entre em contato ou ingira naftalina, ele pode sofrer alterações no sistema nervoso e no fígado, bem como irritação da pele e dos olhos e, em casos mais graves, até mesmo a morte. 


 


Felizmente para mim, e sobretudo para ela, que lhe dá para fugir, dando-me tempo de apanhar as bolas e tirá-las do seu alcance.


Sabiam disto?

O Rafael gosta de peluches