segunda-feira, 13 de maio de 2019

Quando queremos ajudar, e não temos como fazê-lo

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Na semana passada encontrei este gato na colónia.


Não sei se é novo, ou se é um dos bebés que, há uns meses, nasceram e andaram por lá, mas depois desapareceram.


 


 


 


 


Nenhuma descrição de foto disponível.


 


Quando o vi a primeira vez, andava de volta de uma caixa com comida. Apesar de ter outras caixas ao lado com mais ração, ele só estava concentrado naquela, a enviar o focinho lá dentro e tentar rapar a caixa.


Vi que estava todo encarcado da chuva, meio sujo, e pareceu-me até ferido, mas não me consegui aproximar muito para perceber, porque ele se enfiou debaixo do velho sofá.


 


 


 


 


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Hoje, na minha ida habitual à colónia para deixar ração e água, deparei-me com ele deitado na cadeira. Não fugiu, quando me aproximei. Ficou onde estava.


Está, claramente, doente. Parece até fraco, sem forças. Fui a casa e voltei a passar lá, e ele continuava no mesmo sítio. Tentei fazer-lhe uma festinha, mas começou a bufar. Deve ter medo, estar escaldado.


 


 


Ao contrário dos restantes gatos que por lá andam que, apesar das circunstâncias, aparentam estar saudáveis e felizes, este gato é o contraste total.


Nem todas as vidas de gato são boas, mas há vidas que deixam marcas e mazelas difíceis de recuperar...


 


 


 

14 comentários:

  1. Oh, estas fotos são de partir o coração!
    É igual ao meu Puma. O que el tem no pescoço? É uma ferida?
    Podes tentar ganhar a confiança dando-lhe comida todos os dias.
    Os olhos também precisam de ser limpos.

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  2. Parece uma ferida.
    O problema destes gatos é que nunca sei quando lá estão ou não, é sempre uma incógnita.
    Dá vontade de pegar nele e levá-lo ao veterinário. Houvesse dinheiro e meios.
    Os outros, como estão bem, mal me vêem, fogem. Este, como está assim, não o fez. Experimentei aproximar a mão para ver a reacção dele, dar-lhe a cheirar, nem se mexeu mas, quando cheguei mais junto da cabeça, bufou, e não tentei de novo, para o deixar sossegado e ele não ter que sair dali.

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  3. Parece ter sido mordido por um cão.
    Ele nesse estado, não vai longe...
    Da próxima vez tenta ter um paté e devagarinho tentar ganhar confiança e fazer festinhas.

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  4. Coitadito.... se ele se deixasse apanhar podia-se levar a uma associação. Ele realmente parece doente....

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  5. Passei por lá agora ao almoço, e ainda continua no mesmo sítio. Este calor também não ajuda.

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  6. Oh tadinho.
    Tem um olhar triste e está ferido. Se alguma associação o pudesse levar e tratar...
    É parecido com o meu Riscas.

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  7. Pensei em ligar para as associações, mas o mais certo é dizerem que têm contas por pagar e não podem acrescentar mais uma à dívida.
    Pensei em ligar para a veterinária municipal, mas ainda ia lá buscar o animal para o abater.
    Depois, era o que estava a dizer ao André: imaginemos que até lá vai alguém para recolhê-lo, e ele não está lá?

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  8. Ja pensou em publicar em varias associacoes perto da zona, tipo apelo se alguem pode ajudar. Se os custos forem divididos por varios....

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  9. com transportadora e comida, um animal fraco nao e dificil de apanhar.
    e se ele nao entrar sozinho, agarrar com uma manta.
    se ninguem fizer nada de certeza vai morrer em sofrimento.

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  10. Bom dia, gostaria de ajudar e levar o animal ao veterinário pode dar a morada exata?
    Obrigada

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  11. Bom dia,
    Agradeço o seu comentário e ajuda. O gato em questão nunca mais apareceu naquele local, pelo que deduzo que, ou alguém entretanto o levou, ou ele foi embora sozinho.

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  12. No momento em que o vi, ia para o trabalho, não tinha nada comigo. No dia seguinte já não estava lá, e nunca mais foi visto desde então.

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  13. O motivo para não publicar em associações foi o facto de os gatos que por ali aparecem não permanecerem por ali muito tempo.
    Como eu suspeitava, o gato ficou por ali naquele dia, e no seguinte já não estava pelo que, se alguma associação entretanto lá aparecesse, iria em vão.

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  14. Bom dia, se aparecer, peço que publique sff. Obrigada

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O Rafael gosta de peluches