segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Como incutimos determinados comportamentos aos nossos gatos

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Tal como as crianças, também os animais vão estudando os seus donos, e testando os seus limites.


E nós, enquanto donos, tal como fazemos com os nossos filhos, acabamos por, muitas vezes, incutir determinados comportamentos aos nossos gatos, que não serão os mais desejáveis.


 


 


Lá em casa, somos um bom exemplo disso.


As nossas bichanas acordam cedo e estão habituadas a que um de nós se levante também, para colocar comida, água, abrir as persianas e limpar as caixas de areia, ou simplesmente porque acham que está na hora de também nos levantarmos.


Nós, claro, ainda mais ao fim de semana, estamos com aquela preguiça de levantar de madrugada, e vamo-nos deixando ficar.


A Becas, não vê isso com bons olhos, e faz de tudo para nos chamar a atenção: arranha a cadeira, tenta abrir o roupeiro, sobe para a mesa de cabeceira, tenta fechar a porta do quarto, e por aí fora. Nada resulta até que...morde a Amora!


E nós, para evitar que se magoem, levantamo-nos de imediato!


Ou seja, a Becas associou que, sempre que quiser chamar a atenção ou fazer-nos levantar, a solução é morder a Amora.


 


 


Outro exemplo, é o dos petiscos.


Um dia, estamos a comer fiambre e, porque não, dar um pedacinho a cada uma? Não será isso que lhes fará mal. 


Dali a uns dias, novamente. 


Quando demos por isso, já as duas sabiam exactamente a hora a que nós iríamos mexer em fiambre, e plantavam-se aos nossos pés, à espera.


 


 


Em ambos os casos, fomos nós, através dos nossos actos, os responsáveis por esses comportamentos, e cabe-nos a nós reverter a situação.


 


E por aí, já alguma vez, uma atitude vossa, levou a determinado comportamento dos vossos bichanos, que não seja aconselhável?


 

3 comentários:

  1. Eu não tenho gatos, só os que aparecem de vez em quando no muro do quintal e um gatinho preto, de pequeno porte que insiste em dormir no parapeito da janela da casa de banho, longe do olhar dos meus cães. Já o sinto como meu e espero-o todos os dias à tardinha. Ele já consegue estar lá sem se assustar. Já nos conhece!

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  2. Acho que mesmo aqueles que não vivem connosco, acabam por ser um pouco nossos. No meu caso, para além das nossas, tenho um carinho muito grande pelo gato do vizinho, que anda sempre lá no nosso quintal, sofri imenso quando a gata da vizinha morreu atropelada, adoro a gata abandonada que há mais de 5 anos passa por lá e faz-nos uma visita e, claro, a maior parte dos bichanos da colónia que alimento, por quem já tenho aquele sentimento de "os meus meninos": a minha Oreo, a minha Bela, o meu Pompom!

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  3. Cá em casa, ao pequeno-almoço, também damos um miminho, leia-se um bocadinho de fiambre, de vez em quando e eles (são dois) passam o tempo todo à espera do dito, mesmo quando não damos. Até já sabem qual é a caixa do fiambre, mesmo que mude de cor ou formato.

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O Rafael gosta de peluches