sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Os gatos levam a sério o papel de enfermeiros

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Se ainda dúvidas houvesse, de que os gatos sentem quando estamos mais em baixo, ou doentes, e decidem ficar ao nosso lado, como se de verdadeiros enfermeiros se tratassem, até nos sentirmos melhor, a Becas é a prova de que isso é verdade!


 


Desde que a minha filha foi para casa ontem, com febre, que a Becas não a largou.


Passou a tarde toda deitada ao pé dela na cama.


Nem sequer saiu quando o meu marido foi a casa ao almoço.


Já ao final do dia, enfiou-se dentro da cama com a dona júnior, e dormiram as duas.


Só à noite se levantou para comer, fazer as suas necessidades e brincar um pouco com o dono, para depois voltar para junto da sua paciente, e passar toda a noite com ela!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A fome aperta, até em dias de chuva

Chovia tanto, e mesmo assim o Alone  (gatinho de rua, meu afilhado) veio ter comigo. Eu vinha a chegar com sacos e a mala e trazia patés. Ainda tentei deixar na rua, mas com a chuva, ele não conseguia comer. Larguei tudo à entrada do prédio, coloquei um papel no chão, meti lá a comida e ele comeu tudo. Depois já nem queria sair. Custou-me imenso ter de o mandar sair.


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Estes gatinhos até podem se sentir felizes por terem liberdade, mas nestes dias, tenho a certeza que dariam tudo por uma casinha quentinha e companhia humana!


terça-feira, 27 de novembro de 2018

Nem sempre os melhores amigos são os nossos semelhantes

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Volto a relembrar que há uma nova rúbrica no nosso Clube (Dúvidas felinas!), contamos com a vossa ajuda, para fazer conseguir ajudar outros donos de gatinhos, que possam ter as minhas dúvidas que os nossos seguidores e membros do Clube de Gatos do Sapo!


 


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A questão que hoje vou esclarecer foi colocada pela nossa Anabela, que tem uma dupla felina como eu, um pantera chamado Rafael e um laranjinha chamado Riscas, eu tenho a Fénix e o Puma, que é o gatão lindo que estão a ver na foto!


 


O Riscas tal como o meu Puma tem alguma pele extra pendurada, há duas semanas foi com ele ao veterinário para fazer a vacina anual e aproveitei também para fazer a desparatização e questionei a veterinária, sobre esse assunto, sendo o Puma um gatinho saudável e ter sido sempre assim, não havia nenhum problema!


 


O Puma ao longo dos anos, tem emagrecido umas gramas, a veterinária achou melhor fazer umas análises, para descartar algum problema renal, felizmente os rins estão bem, só que o Puma vai ter que ter que tirar mais sangue para o hemograma, o sangue não foi suficiente, com esta brincadeira gastei uma fortuna no veterinário, infelizmente o parlamento ainda não baixou  IVA  nas despesas de actos médicos e alimentação animal, pagamos 23%, como se fosse um tratamento de luxo, mas vou ficar mais descansada.


Mais alguém, tem um gatinho com esta condição?

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Os três mosgateiros a fazer a guarda de honra

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Depois de uma noite, se calhar ao relento (coisas do oficio), os três mosgateiros, voltam a fazer a guarda de honra aos castelo e esperaram que a aia da rainha os alimente!

domingo, 25 de novembro de 2018

Os gatos da minha rua conhecem o meu carro

Posso afirmar com toda a certeza que os gatos da minha rua, principalmente aqueles três, a quem chamo de os três mosgateiros, conhecem bem a minha viatura.


 


Certa vez, já era de noite e o meu marido saiu com o meu carro. Quando chegou, telefonou-me e disse: "vem até à janela, ver uma coisa"! Fui à janela e os três gatos estavam de volta do carro, quando ele saiu, perceberam que não era eu e afastaram-se. Depois fui lá dar-lhes um paté!


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Por vezes eles ficam ao pé do meu carro  no estacionamento à minha espera. O Alone, então faz isso imensas vezes!


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Outras vezes quando chego, vou até ao fim da rua para fazer a manobra e  deixar o carro virado para cima, e eles vão a correr ter comigo, quando abro a porta já lá estão!


 


Acho isto impressionante!


 

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Leituras felinas

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Quem por aí costuma ler livros sobre gatos?
Que livro sobre estes animais gostariam de receber, ou ofereceriam a alguém, neste Natal?


 

As regras da casa (pelos felinos)!

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Porque ainda existem pessoas que visitam a nossa casa, e não reagem da melhor forma à presença dos nossos bichanos tornando-se, muitas vezes, indelicadas ou mesmo mal educadas com quem as recebe, aqui ficam as regras para uma saudável convivência com os gatos, e respectivos donos.


Porque, como se costuma dizer em relação aos filhos, quem trata bem os nossos bichanos, o nosso coração aquece!


Não custa nada e, se realmente não forem capazes de as cumprir, mais vale nem sequer entrar.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Penso. Logo, faço o contrário do que pensei!

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Como já aqui referi, a colónia que alimento fica no caminho entre a minha casa e o trabalho, pelo que passo lá várias vezes por dia, e vou vendo se por lá andam, e se já comeram o que lá pus.


Ainda assim, quando chega o final do dia, que com a mudança da hora já é noite, sempre que estou a chegar lá perto, o pensamento é sempre:



Não vou lá espreitar, porque se os gatos lá estiverem, e não tiverem comida, já sei que não vou conseguir ignorar, e vou obrigar-me a ir a casa, e trazer-lhes o jantar. 



Mas, e se estiverem lá, e não tiverem o que comer?


Alguma vez eu conseguiria passar ali sem os ir espreitar?!


Não!
É mais forte que eu!


 


 

Farta-se um gato de trabalhar para isto!

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terça-feira, 20 de novembro de 2018

O Clube de Gatos do Sapo agradece

O duplo destaque:


 


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no Sapo Blogs


 


 


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na homepage do Sapo


 


Agradece também a todos os que por aqui passam e vão deixando a sua opinião e testemunhos sobre os gatos em particular, e os animais em geral.


Como é nosso lema, o Clube reserva-se o direito de não aprovar comentários que incitem à violência, seja contra os animais, seja contra as pessoas que deles cuidam (ou deveriam).


Porque a nossa prioridade e foco são os animais!  

Como as imagens podem ser enganadoras

Ao olhar para esta primeira imagem, poderíamos pensar que estes são dois gatinhos domésticos, na comodidade do seu lar, a ocupar a cadeira dos donos. Mas, nem tudo é o que parece...


 


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Flockito: Está a chover...


Oreo: Pelo menos aqui estamos abrigados da chuva...


 


 


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Flockito: Tenho frio.


Oreo: Deixa-te estar aqui encostado a mim, sempre nos vamos aquecendo um ao outro.


 


 


À medida que as imagens vão revelando um pouco mais do que os rodeia, percebemos que esta divisão não tem nada a ver com um lar aconchegante. 


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Flockito: Porque temos que viver aqui?


Oreo (resignada): Porque nascemos aqui, crescemos aqui, e já estamos habituados. Somos gatos de rua. Já temos sorte em estar vivos.


 


 


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Flockito: Não gosto de aqui estar. Está tudo sujo, cheio de lixo.


Oreo: Pensa que tens quem cuide de ti com muito carinho. Somos uma família, não estás sozinho. Vamos tendo comida, água, um sítio para dormir, e estamos juntos. 


 

Desafio às lojas de bricolage e jardim

Todos os anos nesta altura natalícia, os donos de gatos, como eu, desesperam. Gostamos do natal, gostávamos de ter uma árvore bonita e enfeitada na sala, mas...com gatos é quase impossível.



Depois aparecem nas redes sociais brincadeiras, imagens das árvores perfeitas para casas com animais. Mas tudo parece ser só fantasia, gostaria de algo que fosse real e funcionasse.


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Eu gostaria de propor ás lojas do ramo, que inventem uma forma de ter uma árvore sem que o gato a destrua. Este meu desafio  pode ser para:



  • LeroyMerlin

  • AKI

  • Maxmat

  • Bricomarché

  • IKEA


Obrigada!

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Quando nos sentimos responsáveis por gatos que não são nossos

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Quando adoptamos um animal, assumimos essa responsabilidade para com ele, enquanto partilhar a sua vida connosco. É algo óbvio.


Mas, quando nos começamos também a sentir responsáveis por animais que não são nossos, mas que connosco convivem diariamente?


 


 


O Branquinho é o gato dos vizinhos da frente, do qual já falei aqui várias vezes.


Nos últimos dias, parece-me que tem passado as noites na rua. Antes das 7 da manhã, já ele está à nossa porta a miar, ou à janela. Não acredito que os seus donos se levantem assim tão cedo, que tenham aberto a porta e ele tenha saído, por isso, deduzo que tenha ficado na rua desde o dia anterior.


 


 


Porque é que ele mia?


Porque quer comer, também. Mas, sobretudo, porque quer entrar em casa, porque quer atenção que não recebe de outro lado. Porque quer mimos e festinhas.


O Branquinho acompanha-nos ao lixo, e de volta a casa, e deita-se no chão pelo caminho, a rebolar-se e pôr-se de barriga para o ar, para lhe fazermos festinhas.


O Branquinho acompanha-nos a casa dos meus pais. E é engraçado como ele sabe, naquela rua com várias casas, qual a porta para a qual estamos a ir, e lá está quando nós chegamos.


Por descuido nosso, e atrevimento dele, já entrou algumas vezes, tanto numa, como noutra casa! E gruda mesmo! É preciso pegá-lo ao colo (e bem gordito e pesado está), senão não sai.


O Branquinho acompanha-nos numa parte do caminho, quando vamos para a escola/ trabalho. Por vezes, fica parado na porta dos meus pais, e ver-nos ir, e quando percebe que não vamos voltar, volta para perto da sua casa. 


Outras, arrisca-se a ir um pouco mais à frente, mas sabe que só pode ir até ali, e volta atrás.


Mas, hoje, ele arriscou-se, e quase nos provocou um ataque de pânico. Apesar de um senhor, pelo caminho, o estar a chamar, ele continuou a vir connosco até a um cruzamento perigoso.


Sabia que ele não tinha fome, porque tinha uma caixa com ração à nossa porta, e não comeu, mas como levava um saquinho com ração para os gatos da colónia, lembrei-me de, ali no degrau de uma casa abandonada, pôr um pouco, a ver se ele ficava por ali.


Só que o Branquinho não deu por isso e, quando a minha filha deu mais uns passos, ele foi atrás dela para a estrada. Percebemos o som dos carros a vir e pensámos "vai ser já atropelado".


Por acaso teve sorte, os carros passaram ao lado. Sim, porque ele nem saíu de onde estava. E eu fiquei parada, porque ao mínimo movimento, ele podia assustar-se, e acontecer o pior.


Só quando vi que não vinham mais carros é que fui ter com ele, e só então ele saíu dali e, talvez com o susto, voltou para trás.


 


 


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É certo que foi, em parte, por nos conhecer e vir atrás de nós, que se colocou em perigo mas, e quando não estiver ninguém por perto?


Como é que deixam um gato, que é nitidamente, um gato para estar em casa, andar nas ruas desta forma, todo sujo, à chuva e ao frio, à guerra com os gatos da vizinhança ao ponto de ter o focinho todo ferido?


E para nós, que somos apaixonados por gatos e lidamos com ele todos os dias, é difícil não nos sentirmos responsáveis por ele.


É difícil não pegar nele, dar-lhe um tratamento à altura, levá-lo ao veterinário e ficar com ele.


Mas ele tem donos. Péssimos, mas tem. E como dizer a alguém com quem até nos damos bem, que lhe ficámos com o gato porque essa pessoa, pela forma como o trata, perdeu quaisquer direitos sobre ele? Que a forma como acham que o gato deve viver, não é a mais correcta, e que nós é que estamos certos, e eles errados?


Além de que, se realmente nós, ou qualquer outra pessoa, lhes ficasse com o gato, o mais certo seria arranjarem outro, e tudo se repetir.


 


 


Por isso, vamos esperando que ele se vá aguentando um dia após o outro, sem nos chegar a notícia de que apareceu sem vida, por aí, como aconteceu à Kikas.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

O que têm em comum sapos e gatos?!

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Para além de serem animais, e de se encontrarem ambos aqui nesta plataforma, têm em comum os prémios!


Através da iniciativa saposdoano2018  o Clube de Gatos do Sapo foi nomeado, e é finalista, para o prémio "Sapo do Ano 2018", na categoria Animais.
Assim, se acharem que o nosso Clube merece esse prémio, só têm que votar AQUI.


 


Queremos muito ganhar um sapinho, por isso, votem, e não nos façam engolir um sapo!


 

 


 


 

Maria Pipoca: mais uma estrelinha do nosso Clube

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A Maria Pipoca foi um dos primeiros membros a fazer parte do nosso Clube de Gatos, juntamente com o seu amigo Snoo.


Ao longo dos anos, a Maria foi vendo os problemas de saúde que afectavam o seu amigo, enquanto ela mantinha a sua relativamente controlada, apesar do stress e saudades do dono, que sentia, e de, por isso mesmo, volta e meia perder pêlo.


Mais arisca que o Snoo, deixava de vez em quando a sua marca na dona, para que esta não a esquecesse quando não estivesse com ela!


Mas era um amor de gata, sempre muito mimada e feliz.


 


 


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No entanto, as surpresas acontecem e, infelizmente para a Maria, a que a brindou não era boa. E, contrariando a ideia de que o Snoo partiria primeiro, foi a Maria que acabou por deixar este mundo mais cedo.


 


 


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Não há palavras que, de alguma forma, possam minimizar o sofrimento dos donos, ao verem a sua pipoquinha partir assim e, por isso, talvez seja preferível fazermos aqui um minuto de silêncio, em homenagem à Maria Pipoca. 


 


 


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E aqui fica a história da Maria Pipoca:


"A Maria foi "roubada" por mim à vizinha. Vivíamos num condomínio fechado e cada vivenda tinha um pequeno pátio. Era aí que a pequena Maria (na altura os vizinhos chamavam-lhe Condessa) passava os dias e as noites. Dormia a maior parte das vezes dentro de um grelhador, daqueles feitos com bidão e, como era inverno, aquilo tinha água.


Cortava-me o coração cada vez que via a gatita a viver naquelas condições. O casal tinha 3 filhos pequenos, creio que de 4, 3 e 2 anitos e, claro, como todas as crianças, faziam tudo e mais alguma coisa à gata.


Um dia falei com a vizinha, e perguntei-lhe porque não a tinha dentro de casa ou lhe arranjava algo para se abrigar. A resposta foi "não posso tê-la em casa, pois pode estragar-me os cortinados, e está melhor aqui do que abandonada como estava”.


Pois não concordei nada com ela, mais valia estar abandonada e, assim, poder procurar abrigo da chuva, do que estar confinada àquele espaço, à chuva e ao frio, e sem conseguir saltar o muro.


Umas semanas depois, a gatita conseguiu trepar o muro para o pátio (confesso que a incentivei muito), e o Miguel fez-lhe uma barraquita com um caixote envolvido em plástico, e colocámos a caixinha num sítio abrigado.


A vontade de a levar para dentro de casa era muita mas, tendo o Snoo, e a gatita não sendo minha, hesitámos. 


Hesitámos por poucos minutos, pois não quis a caixa, entrou dentro de casa, e o Snoo não lhe fez mal.


Quando fomos para a cama, deixámos a gatita na sala mas, quando acordámos, vimos que tinha subido ao primeiro andar e dormia connosco. Nunca mais saiu dali!


Os vizinhos ainda a chamavam, e os miúdos ainda foram lá a casa para a irem buscar mas, quando os via, escondia-se e fugia de tal maneira que nunca lhes conseguiam pegar.


Portanto, a gata escolheu a minha casa e era eu que a sustentava, era eu que lhe comprava a pílula e foi com admiração que, quando a vizinha soube que íamos mudar de casa, ouvi a vizinha dizer "se a vizinha quiser pode deixar aqui a gata". Era o que mais faltava, durante três anos nunca contribuiu e agora já a queria!


Não sei se foi de conviver com aquelas três "pestinhas", e por a vizinha berrar constantemente com os filhos, mas a Maria Pipoca detesta ouvir falar alto e chega a atacar.


Sim, já fiquei com um olho negro de estar a falar mais alto (sem estar a ralhar), e também detesta que esteja a falar ao telemóvel (ataca também). Costumo dizer que temos uma gata arraçada de pantera.


Adora-me tanto que não me larga. O Snoo fica prejudicado, pois ela é bem mais rápida e não lhe dá hipótese de lhe ceder o meu colo.


E assim como o Snoo nos tem feito gastar muito dinheiro, a senhora gata também decidiu que teríamos de gastar com ela e, vai daí, apareceu toda pelada na zona da barriga. Diagnóstico: stress!


Parece que a ida do Miguel para Marrocos e a mudança de casa fez com que apanhasse este problema, que vai sendo controlado.


E assim temos nós este casal de felinos que tantas alegrias, e algumas “marcas de guerra”, nos dão!"


 


 


Descansa em paz, Maria Pipoca. E, onde quer que estejas, continua a iluminar a vida dos teus donos, e do teu amigo Snoo!

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Demasiado picuinhas ou moderadamente prevenida?

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Eu sou daquelas:


- que chega a casa e lava as mãos, depois de ter feito festinhas a gatos da rua, ou lhes ter pegado ao colo, antes de fazer os mesmo às suas gatas


- que chega a casa e despe a roupa que tem vestida logo que possível, depois de esta ter estado em contacto com vários gatos da rua, antes de deixar as suas virem para o colo


- que, se por acaso algum gato lhe entra em casa e se serve da comida das suas felinas, retira de imediato os comedouros/ bebedouros, e desifecta tudo


 


Exagerada ou ponderada? 


Picuinhas ou prevenida?


Acham que estas são apenas medidas de prevenção e protecção para com os felinos da família, ou acções desnecessárias?


Também têm estes cuidados, ou nem se lembram disso?

Redes sociais no mundo felino

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Cenas de um típico dia de inverno

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Amora: Esta manta é nova. Nunca a tinha visto antes. E é enorme!


Becas: Estás com mais sorte que eu. Estou aqui tapada com esta manta velha, que quase nem me chega ao rabo.


 


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Amora: Eu estou mesmo bem aqui!


Becas: Pois, uns são tratados como gatos, outros como cães. Até ossos aqui desenharam. Hás-de cá vir dona sénior, que vais ver como eu te mordo!


 


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Amora: Oh Becas, não precisas de reclamar. Há aqui espaço para as duas.


Becas: Deixa estar. (Em pensamento) Eu até estou aqui bem aconhegadinha!


 

domingo, 11 de novembro de 2018

quem foi ao mar...

perdeu o lugar.


Era a provérbio que todas  usávamos em criança.


E há pouco, tomava eu um chá quentinho, comia umas fatias de pão com geleia de marmelo, feita por mim, a Kat, que percebe que vou comer, saiu do sofá, vai comer, também, ou se nao tem nada no prato, mia a pedir comida.


Quando voltei ao sofá, ela não estava no meu cantinho, ocupado por ela há algum tempo, e antes que voltasse, sentei-me, cobri as pernas com a mant, que ela muito gosta.


Chegou uns minutos mais tarde, pôs as patas em cima de mim, saltou, chegou o "rostinho" junto ao meu.


Fiz-lhe miminho, deixei-me ficar no meu/seu lugar.


E foi, então, que se sentou em cima das coxas,  e aqui está no bem bom  do quentinho.


Eu também.


Perdeu o lugar, depressa achou outro, mas mais aconchegante.


A Kat é como as mulheres espertas.


 


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Só tu, Becas Maria!

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Para te lembrares de experimentar o sapato do dono a ver se te ficaria bem!


Acho que acabaste de perceber que, mesmo com as duas mãos lá dentro, ainda te fica demasiado grande :)


Que grande tontinha!


 

sábado, 10 de novembro de 2018

Uma bola

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 Ressona, a Kat, enroladinha em si mesma, no lugar do sofá que é o meu, na manta que é minha (que remédio eu tenho sentar-me ao seu lado).


E tirei esta foto,  mais parece uma bolinha..


Hoje, comprei mousse de frango da gourmet, pus um pouco no prato. 


Comeu.


Aproveitei para triturar o comprimido que rtouxera da veterinária, misturei-o com mais um pouco de mousse..


Lambeu tudo.


 


 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Alone, Naná e Oreo Ribatejano

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Os três mosgateiros do Reino MiauPatinhas e do bairro "Cabeço dos Asnos", não temos burritos, mas temos gatitos, são na mesma mamíferos dóceis! Que nunca lhes falte comidinha, protecção e afecto!


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O Cantinho de adopção! # 70


 


O Cantinho de adopção, apresenta-vos o brincalhão James, digam lá que não é irresistível?


Este menino é grande, mas tem menos de 5 meses e adora brincar e é meigo, infelizmente as pessoas preferem os gatinhos bebés, mas será que esta fofura não tem direito a um final feliz?


 


A minha Fénix foi adoptada com 6 meses e o Puma, já era adulto, ambos casos dificeis, mas que eu quis dar a oportunidade de ter uma casa, onde eram amados e hoje são uns mimados!


 


O James foi resgatado, doente está a fazer tratamento aos olhos, apesar de ter melhorado muito, num dos olhos rebentou uma úlcera, por isso o seu olho direito é diferente, mas será que só por isso, não tem direito a ser amado e ter uma família?



Ele está pronto para conquistar um coração bondoso, que esteja disposto a dar-lhe um amor incondicional, quem que se apaixona por este menino?



 Ainda não confia o suficiente para experimentar uma coisa que chamam de colo, mas tenho a certeza que com amor e paciência, vai voltar a confiar num humano.


Ajudem-no a sair da jaula e a viver numa casinha..


 



Para conhecerem ou saberem mais informações sobre esta ternura é favor contactar directamente o Projecto Amor Animal, através:

www.facebook.com/projecto.amoranimal
projecto.amoranimal@gmail.com


Contacto: 916486910


Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

🤣🤣🤣 Como dar um comprimido a um gato...

Li este texto no facebook e não resisti a partilhar!


Desconheço a sua autoria.


Mas só posso dizer... que consigo me rever nalguns episódios!...


 


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1. Pegue o gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebê. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichinho e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquinha e engolir.

2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gatinho no braço esquerdo e repita o processo.

3. Vá buscar o gato no quarto e jogue fora o comprimido meio desfeito.

4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto lhe segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até o fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez.

5. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-roupa. Peça a ajuda de alguém.

6. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás. Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça ao seu ajudante que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Deixe cair o comprimindo ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato.

7. Vá buscar o gato no trilho da cortina e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar outra régua e consertar as cortinas. Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da sala e guarde-os para colar mais tarde.

8. Enrole o gato numa toalha grande e peça ao seu ajudante para se deitar por cima de forma que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco. Coloque o comprimido na ponta de um canudinho de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido do canudinho para dentro da boca do gato.

9. Leia a bula inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba uma cerveja para retirar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço do seu ajudante e remova as manchas de sangue do carpete com o auxílio de água fria e sabão.

10. Retire o gato da garagem do vizinho. Vá buscar outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque a desgraça dentro do armário e feche a porta até o pescoço de forma que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como estilingue para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.

11. Vá buscar uma chave de fendas na garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos. Beba a cerveja. Vá buscar uma garrafa de whisky. Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando tomou a última vacina contra tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfetar. Beba mais um copo. Jogue a camiseta fora e vá buscar uma nova no quarto.

12. Telefone aos bombeiros para virem retirar o maldito do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpa ao vizinho que se espatifou contra o poste, enquanto tentava desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido de dentro da embalagem.

13. Amarre as patas da frente às patas de trás do filho da puta do gato, com a mangueira do jardim, e em seguida prenda firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para trabalhos de jardinagem na garagem. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.

14. Beba o restante do whisky. Peça ao seu ajudante que o leve ao pronto-socorro e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe costura os dedos, o braço e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa ligue para a loja de móveis para encomendar uma nova mesa de jantar.

15. Trate de tudo para levar o bichano ao vet. Ele que fique arranhado!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

um artigo de 2015

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e a propósito deste post da Marta, que encontrei por acaso na DECO, mas que permanece actual, sobre cuidados e hábitos alimentares a ter com os gatos.


Vale a pena ler e ver o quadro que acompanha o artigo, com as melhores marcas, a mais acertada e a melhor do teste.


 


 


 


 


 

as melhoras da Kat

Cinco dias sem comer, depois de ir ao veterinário saber o que fazer, e perante o que contei do seu estado de apatia, a jovem veterinária concordou comigo que seria ciúme quando percebeu que o seu espaço fora "invadido" por um ser pequeno: o meu sobrinho neto.


Aconselhou-me  mudar ambas as comidas, seca e húmida, trouxe uma embalagem pequena de ração rica em perú e uma de comida húmida de salmão.


Não costumo misturar as comidas, tenho um prato para cada uma, passei todo o conteúdo da embalagem da comida húmida para o respectivo pratinho.


A Kat cheirou, cheirou, não lhe tocou.


Pus, então, uma quantidade  razoável de comida seca, no prato.


Cheirou, afastou-se, voltou a cheirar, comeu um pouco.


Voltou para o sofá, deixou-se ficar grande parte do dia, até que à noite comeu mais um pouco.


A comida húmida ficou no prato, não a comeu. Experimentei um pouco de patê que tanto gosta, mas nada.


Rejeitou toda a comida húmida, foi para o lixo.


No sábado, andava atrás de mim, roçava-se nas minhas pernas, queria comer.


Pus um pouco da comida dela, não a que trouxera do veterinário, foi comendo, mas ia para a beira da porta do armário onde guardo os sacos, eu abria-a, ela cheirava um e outro, mas o seu rosto ficava no saco de comida do veterinário.


No mesmo prato pus um pouco de cada uma das rações secas, comia mais uma que outra.


Eu já estava mais tranquila, a Kat dava sinal de melhoras. 


Estava sentada no sofá, no meu lugar que ela ocupara durante os cincos dias de letargia, eis que ela por trás salta para cima dele, aproxima-se de mim, cheira-me, e eu com a maior da rapidez peguei no telemóvel e tirei uma selfie antes que ela fugisse, como é costume quando quero fotografá-la.


De sábado até hoje, a Kat não pára. Felizmente.


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O Rafael gosta de peluches