segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Quando começamos a perder a esperança...

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...a vida encarrega-se de nos dar novamente um pouco dela!


E sexta-feira foi um desses dias.


Há cerca de duas semanas que não via um único gato na colónia. Deixava lá a comida, que, embora mais lentamente, desaparecia, mas dos gatos, nem um sinal. 


E há cerca de um mês que não via a Bela. Desde uns dias antes da demolição, e tinham dito que ela estava magoada numa pata, pelo que seria mais difícil para ela fugir.


 


Mas, na sexta-feira, ao almoço, quando ia para casa, vi a Rapunzel e a Beckie (bebé tricolor). 


De regresso ao trabalho, encontrei a Oreo.


 


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Quando vim para casa, ao final da tarde, vi no átrio da igreja alguns gatos, que me pareceram a Minnie e a Margarida. Fui a casa buscar comida, e voltei lá, mas já não estavam. Fui ao sítio do costume, e encontrei o Pompom em cima do muro.


 


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Fui ao átrio da Igreja, e consegui ver, no meio dos arbustos, o Flockito, o Leão e a Sissi (bebé preta e branca).


Disse para a minha filha: "agora só queria mesmo ver a Bela, que nunca mais soube dela." Já vínhamos a sair, quando vejo um gato a passar no telhado do edifício.


"Ia jurar que era a Bela! Será mesmo?"


Voltei para trás, e confirmei. Era mesmo ela!  


 


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13 comentários:

  1. Arranjaram outro esconderijo, com o barulho da preparação para a demolição devem ter fugido!

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  2. Sim, mas felizmente estão bem, e é o que mais importa!

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  3. Que bom que muitos deles ainda andam por aí. Essa igreja velha é perto do edifício que foi demolido? Também a vão demolir.
    Pelo menos serve de abrigo por agora!

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  4. A igreja fica mesmo ao lado, e o muro e os arbustos são comuns. Mas a janela onde a Bela está é do edifício. Só demoliram a parte de trás, o resto, por enquanto, continua de pé. Fiquei mesmo contente :)

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  5. Felizmente estão bem e nada lhes aconteceu

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  6. Sim, é um alívio!
    Já os considero um pouco os "meus meninos" :)

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  7. Aqui onde moro também há uma grande família de gatos que habitam umas velhas ruínas.

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  8. Aqui este edifício está abandonado há cerca de 10 anos.
    As primeiras gatas que me lembro de ver por ali foram, precisamente, a Bela, de que falo no texto, a sua irmã e o irmão.
    Depois, foram chegando outros, foram nascendo bebés que, depois de crescidos, foram tendo as suas próprias crias. Alguns morrem, outros desaparecem, mas há um grupo que se tem mantido.
    Ninguém mostrou muita disponibilidade em ajudar a colónia, que não está ainda sinalizada. Mas estávamos descansados, até ao dia em que soubemos que o edifício ia ser demolido.
    Mais uma vez, ninguém se mostrou disponível para ajudar, e temi o pior, quando deixei de os ver.
    Felizmente, ainda por lá andam, embora tenham apostado em esconderijos alternativos.

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  9. Os gatos são um perigo para a vida selvagem. Gatos vadios deveriam ser todos aniquilados, são os responsáveis pelo extermínio da vida selvagem, pássaros, insectos, pequenos roedores... até coelhos os patifes matam. Eu sempre que vejo um gato sem dono trato logo de lhe dar caça, estão se estiver junto à estrada só não lhe passo por cima se não puder.

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  10. Os gatos vadios fazem imenso mal à vida selvagem. Um gato vadio bom, é um gato morto. Salvemos a vida selvagem destes predadores, sempre que um gato se atravesse na estra passa-lhe por cima. Nunca evite atropelar um gato, deixe-o fundir-se com o alcatrão, faça a sua parte que eu faço a minha. Salvemos os pardais, os insectos, os pequenos repteis e os coelhos. Sim ao extermínio dos felinos.

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  11. Que vergonha, estes anónimos.
    Uns tristes.

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O Rafael gosta de peluches