sexta-feira, 15 de junho de 2018

Novos bebés na colónia!

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Hoje fui levar a minha filha à escola e, como de costume, à vinda para trás, passei pela colónia para distribuir o pequeno almoço. Coloquei a ração e, quando estava a pôr a água, vejo gatinhos novos lá ao fundo.


Mais perto de mim, a Bela tinha um pequeno acompanhante a dormir enroscado nela, que fugiu quando me viu.


Deixei-os e fui a casa. Contei a novidade ao meu marido.


Diz-me ele: "estás tão contente que parece que foste tu que tiveste um filho!"


 


 


 


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Mas, como é possível não ficar feliz por ver estes bebés, e estas imagens ternurentas?


Sim, é mau estarem sempre a nascer bebés e não esterilizarem as gatas. É mau virem mais gatos a este mundo, para viverem naquelas condições. 


Mas ninguém quer saber deles. Ninguém faz nada. As associações esperam que haja voluntários para pagar as cirurgias, e autorizações para poderem entrar. Quem quiser que se mexa, porque elas estão cheias de trabalho, problemas e dívidas.


 


 


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Por isso sim, apesar de tudo, fiquei surpreendida, e feliz!


 


Quando vim para o trabalho, consegui fotografar os bebés. Parecem-me de ninhadas diferentes, porque os que estão lá atrás estão maiores que este que está enroscadinho com a Bela. São 3 amarelos e um branco e preto.


 


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10 comentários:

  1. Que lindos, esses bebés, então os amarelos, a Marta não consegue chegar perto deles? Eu sei que é muito difícil ser protectora de uma colónia, mas não há nenhuma associação que a ajude para arranjar adoptante pelo menos para os bebés?

    Filomena Pinto

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  2. Olá Filomena! Infelizmente não consigo chegar perto deles. Estão num antigo edifício da Santa Casa, com portas e portão trancados a cadeado. Não podemos entrar lá sem autorização. Costumo colocar a ração e a água através do gradeamento do portão.
    Mas a maior parte deles foge quando os humanos se aproximam. Só a Bela e um ou outro mais velhos, que já sabem que vem comida a caminho, é que já se deixam ficar por perto.
    Contactei com duas associações. Uma ficou de ver com outra, mas nunca mais disse nada. Outra disse que tínhamos que arranjar quem pagasse as esterilizações e conseguir a autorização.

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  3. Realmente, o que se diz por vezes no papel, não se consegue fazer na pratica, pois circulou no facebook que as Câmaras Municipais juntamente com algumas associações iriam ajudar nas esterilizações e castrações, para quem alimenta estes seres adoráveis, torna-se ao longo do tempo insuportável, porque estão sempre a nascer ninhadas, fico com tanta pena, eu sei que muitos são felizes, mas o pior são mesmo as doenças que eles vão tendo.

    Filomena Pinto

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  4. Os bebés são fofos, mas vão ser mais vidas inocentes deixadas á sua sorte...

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  5. Tão lindos, Marta!
    Mas pelo que li num comentário, não pode entrar no edifício, pois seria bom acolhê-los, enquanto são pequenos, divulgar e dá-los.
    Se estamos à espera que as Câmaras resolvam alguma coisa, bem podemos esperar uma eternidade.
    Nós agimos mais depressa e melhor que as entidades responsáveis.
    Uma tristeza.
    Cá em Braga acontece o mesmo. Há cerca de um mês, no jornal vinha uma notícia sobre a comprar de uma carrinha adequada a transporte de animais de rua, que seriam direccionados para associações, mas não me parece que façam grade trabalho.
    Quando a minha sobrinha ligou para tratarem a gata que foi ter os filhotes na cave da casa dela, recusaram-se.
    Felizmente, a gata já foi esterilizada, o meu cunhado ficou com ela, os filhotes estão nas novas famílias, domingo, vou levar a que ficou a Coimbra.
    Hoje, fui vê-la, está sozinha, deu-me dó ela sem os irmãos.
    Oxalá alguém vá buscar os animais e cuidar deles.
    Beijinho

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  6. Pois são!
    Da primeira ninhada que acompanhei, o único Mini Riscas que nasceu desapareceu logo em seguida. Desta vez nasceram vários :)
    E eu que gostava tanto de ter um destes...
    Mas entrar lá não convém muito. Se entrar e for apanhada, ainda sou presa!
    E sem as armadilhas, também não os conseguiria apanhar, porque eles fogem dos humanos.
    Ao almoço lá estava o pequenito com a Bela, que depois fugiu ao ver o movimento das pessoas na rua, e ele ficou a miar, sozinho.

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  7. Pelo que a outra senhora que os acompanha há mais tempo me disse, os que morreram daquela colónia, foi por atropelamento. Outros desaparecem.
    Mas se conseguirem sobreviver, vão ficando por ali. Acho que só se fará alguma coisa se algum dia aquilo for deitado abaixo, para reconstruir.

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  8. Aqui em Mafra não sei como funciona mas penso que essas verbas seriam para os animais que estão no canil municipal ou já a cargo das associações. Por acaso, tirando um siamês adulto que tinha os olhos infectados, os restantes, até se têm mantido mais ou menos saudáveis, sem problemas de coriza, no caso dos bebés.

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  9. Andar com alimento para dar a gatos 'selvagens' que se encontra é uma ótima ideia. O papel dos gatos está subestimado. Em várias situações a rataria não seria o problema que é se andassem gatos por lá. Algumas instituições já o compreenderam e, por isso, têm o seu 'centro de gatos'.

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  10. Ai que coisinhas amarelinhas mais fofas. Apesar de tudo, ver estes seres pequeninos é motivo de alegria. Eles sendo silvestres, é complicado apanhá-los e arranjar donos...

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O Rafael gosta de peluches