quarta-feira, 27 de junho de 2018

O dia a dia dos gatos na colónia

Começa cedo 


 


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Com os primeiros raios de sol, começam a aparecer os pequenotes, logo seguidos dos pais, para a primeira refeição do dia.


 


 


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Com a ração nas caixinhas, vão todos ao mesmo. Os bebés já começam a petiscar a ração seca. Aqui, está a mãe, e os 4 filhotes. O pai, estava a vigiar a entrada!


 


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Aqui o caminho já está mais livre.


 


 


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À hora de almoço, estão, por norma, a dormir a sesta ao sol, se estiver fresco,ou à sombrinha, se o calor aperta!


 


 


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Ao final do dia, é tempo de brincadeira no meio das ervas.

O meu primeiro retrato de um gato!...

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Ainda não acredito que consegui...


Yeeeaaaaahhhhhhhh


Quem diria...


A minha primeira tentativa de pintar um gato a lápis de cor!...


Quem me conhece e segue, sabe o quanto gosto de pintar.... basicamente com tintas acrílicas. E os motivos/desenhos não requerem de muita complexidade, afinal sou uma mera amadora.


Desde sempre acalentei o desejo de pintar um gato, o mais realista possível. Fui fazendo algumas experiências em tecido, seguindo desenhos como referência, mas nunca antes tinha arriscado e dado o passo seguinte.


Um dia desde... deu-me uma travadinha... sabem como é... muito por culpa do que se vai vendo os outros a fazer...


E cá a macaquinha de imitação não quis ficar atrás e arriscou...


E começou... por andar atrás da gata... 


E depois fez m... o raio do bicho não parava quieta e à conta disso ainda ganhei uns arranhões.


Por aqui não vou longe...


"Já que não queres colaborar... que tal uma foto e não te chateio mais.... boa?!"


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A minha gata.... a minha Nikki


A foto já tenho... papel e lápis... idem aspas aspas...


Sem exagerar... foram à volta de 3 semanas de volta do desenho. Também, a bem da verdade, que nem sempre mexi nele. Dias houve que não tive tempo nem para um simples traço riscar, outros só 5 minutos... se tanto...


Acabei-o neste sábado que passou. 


Acabei-o é como quem diz...


Continuo a olhar para ele e sentir...


"Huuuummmmm..... ainda falta mais qualquer coisa... não sei o quê.... mas que falta... falta..."


Mas que estou muito feliz... estou... afinal esta foi a minha primeira tentativa!


Agora que venha o próximo!



 


Deixo algumas fotos de como fui desenhando a minha bigodita!


Pintura a lápis de cor em papel...


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terça-feira, 26 de junho de 2018

E se o gato estiver com dificuldade em fazer xixi ou com prisão de ventre?

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Quando temos dois gatos e um WC ou mesmo que tenhamos dois Wc's, como é que controla-mos se ambos estão a fazer os cocós e os xixis bem? Como sabemos se não estará um deles a não conseguir fazer uma destas necessidades!? Se as necessidades viessem com uma etiqueta com o nome, era bem mais fácil. Quando só tinha o Riscas, eu conseguia controlar isso tudo bem. Houve uma ocasião que o Riscas esteve vários dias sem fazer cocó e a veterinária recomendou-me uma bisnaga, mas disse-me que o mal maior seria se ele estivesse um dia sem fazer xixi.


 


Aqui há uns tempos uma amiga minha, tinha duas gatas, e uma delas adoeceu, e essa doença deu-se inicialmente porque a bichana deixou de fazer as necessidades; ora como ela tinha duas e as necessidades estavam lá na caixa da areia, ela não se apercebeu, e quando deu conta, já foi tarde demais.


 


Eu lembrei-me disto porque houve um dia em que a caixa da areia estava tão limpinha de xixis e cocós, que estranhei.  Desde que tenho  o Rafael, que ando sempre a limpar, porque como ele come paté, as fezes dele parecem cheirar  muito mal... mas quando limpo, não sei quais são as fezes dele e quais são as do Riscas, mas acredito que as do Riscas sejam as mais duras, sei lá, se calhar estou enganada.


 


Eles têm direito à  sua privacidade, não vou lá destapar o WC e espreitar o que estão a fazer, além disso, nem sempre dou conta ou estou em casa quando eles lá vão!


 


Alguém, que tenha pelo menos dois felinos em casa,  já teve esta preocupação? Como resolveu? Obrigada!

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Dos irmãos do Rafael

O Jorge e a Joana estão bem, bem alimentados e até desparasitados. Mas o Jorge tornou-se um pouco arisco, assim que nos viu chegar subiu para o telhado do barracão. Já a Joana deixou que lhe fizéssemos festinhas.


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quinta-feira, 21 de junho de 2018

A Chica deu à costa

Depois de uns tempos desaparecida, a Chica voltou a aparecer no nosso quintal.


E, depois da barriguita cheia, nada como aproveitar a tarde para brincar!


 


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 Quem sabe não poderá ajudar o Branquinho a superar a morte da Kikas.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O gato Aquiles é a nova mascote do Mundial da Rússia

Há um  gato de nome Aquiles,   branco e surdo que vive em São Petersburgo, e que tem, segundo dizem,  poderes extra sensoriais, e faz previsões dos jogos e tem acertado.


 


Para fazer as suas previsões, o gato é colocado em frente às bandeiras dos países que estão em jogo, cada uma com uma tigela de comida. A tigela que escolher, representa a previsão da vitória.


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Que bom que é um gato desta vez, acho que já escolheram um polvo numa ocasião e um porco noutra.


 


È caso para dizer: Bons palpites, Aquiles!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Um gato que entende o que eu falo

Eu cheguei por volta das 15.30h, estava um calor horrível, mesmo assim ele foi-me esperar ao estacionamento. Depois dirigiu-se para entrada do prédio, onde há sombra. Então eu disse-lhe para ele esperar à sombra. Parece que entendeu, pois ficou ali todo refastelado à minha espera.


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Cada vez estou mais afeiçoada a este "menino", e custa-me tanto não o poder levar para casa. Também não sei se ele seria feliz preso num pequeno apartamento, uma vez que sempre foi livre. O ideal era ele ficar com alguém, que tivesse uma casa com jardim, que estivesse vedada e protegida, que o adotasse, que lhe desse todo o amor, carinho e atenção, pois tenho a certeza que ele lhe compensaria em dobro...


 


Mas na falta disso, espero que ele continue por aqui, por muitos e bons anos, feliz, alimentado, saudável e livre ...

Kikas - Chorar a morte de um gato que não é nosso

Foto de Clube de Gatos do Sapo.


 


Se há dias estava feliz com o nascimento dos pequenitos da Bela, na colónia, hoje é um dia triste, em que tive a confirmação daquilo que já suspeitava: a partida da Kikas deste mundo.


Há semanas que não a via e, embora uma ténue esperança me fizesse crer que a poderiam ter dado a alguém ou, simplesmente, tinham decidido mantê-la em casa, algo me dizia que isso era pouco provável.


Hoje vi o meu vizinho, e perguntei-lhe. 


"A Kikas já se foi...Agora temos outro, vamos ver como é que corre."


Nem ouvi bem o resto. Parece-me que foi a filha de um vizinho, dono do Branquinho, que a viu e lhes disse.


 


 


Foto de Clube de Gatos do Sapo.


 


A Kikas não era nossa mas, o que estou a sentir neste momento, é muito parecido com o que senti quando a Tica morreu.


Se alguém duvida que possamos chorar a morte de um gato que não é nosso, acreditem que é possível, sim!


Já me tinha sentido triste com a morte da Flockita, ou da Nala, que nunca tinha visto.


Hoje, choro a morte da Kikas, a "nossa" menina das pantufas brancas, voz única, e personalidade tão especial, que todos os dias ia à nossa porta, num apelo não só por comida, mas também por ajuda que, infelizmente, nunca pudemos dar.


Tantas vezes pensámos em ficar com ela, em tirá-la da rua. Mas não era nossa. Tinha donos. Tantas vezes a fomos entregar aos donos, para que a colocassem em casa. Mas eles deixavam-na ir à rua novamente.


Tantas vezes ela miava à nossa porta, mesmo de madrugada. Tantas vezes a vimos à chuva, toda molhada, a querer um abrigo.


Aliás, essa foi a última vez em que a vi...


Tantas vezes andava com o Branquinho ali pelo quintal, ora a namorar, ora à patada um ao outro. 


Nada disso voltará a acontecer...


O Branquinho ficou sem a namorada. Anda triste e melancólico. Em risco de seguir o mesmo caminho. Mas tem donos...e não podemos fazer nada.


Nós, ficámos sem uma amiga.


 


 


 


Foto de Clube de Gatos do Sapo.


 


Lembro-me da primeira vez que a vi, ainda no quintal dos vizinhos, empoleirada no muro. E da vez em que ralhei com uns miúdos que lhe queriam bater com um pau. Ou das vezes em que ela se punha à porta,a defender o seu prato de ração, para mais ninguém lhe tocar!


A Kikas era extremamente ágil, uma macaquita, mas de andar silencioso e elegante. Era uma lady, que fazia os machos esperar que ela se servisse. Uma gata simpática e meiga, que só queria mimos, como os que lhe dei no outro dia. E agradecida! Como daquela vez em que apanhou uma lagartixa, e insistiu em colocá-la aos meus pés!


São momentos que guardaremos para sempre, que não se esquecem, e que marcam quem gosta dos animais. E é por isso que, quando partem, mesmo não sendo nossos, sentimos e choramos como se fossem. Porque, no fundo, são um bocadinho de todos os que partilharam, na sua vida, algum momento com eles.


 


Esta é uma homenagem para ti, Kikas! Continua a brilhar, onde quer que estejas!


E perdoa-nos por não termos feito mais por ti 


 


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domingo, 17 de junho de 2018

Curiosidades sobre gatos

Entre muitas, saliento estas duas...


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A ausência do Alone

Bem sei que o Alone é um gatinho de rua, que não dá satisfações a ninguém, que aparece quando quer. Sei também dos perigos a que está sujeito. Sei disso tudo. Mas sempre que ele fica dois dias sem aparecer, fico preocupada. Estou tão habituada a vê-lo todos os dias à porta do meu prédio, e mais que uma vez por dia, que quando se ausenta, fico triste. Penso: Será que lhe fizeram mal? Será que foi atropelado? Será que está por aí ferido? Será que foi namorar? Será que já não volta!?


 


Suponho que foi sexta-feira de manhã a última vez que o vi.


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Actualização às 19:13h de hoje: o Alone voltou e super esfomeado!

O Rafael gosta de peluches