Uma leitora fez a pergunta, e eu pesquisei respostas. Espero ter ajudado...

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pelas plataformas digitais, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!
Uma leitora fez a pergunta, e eu pesquisei respostas. Espero ter ajudado...

Começa cedo ![]()



Com os primeiros raios de sol, começam a aparecer os pequenotes, logo seguidos dos pais, para a primeira refeição do dia.

Com a ração nas caixinhas, vão todos ao mesmo. Os bebés já começam a petiscar a ração seca. Aqui, está a mãe, e os 4 filhotes. O pai, estava a vigiar a entrada!

Aqui o caminho já está mais livre.


À hora de almoço, estão, por norma, a dormir a sesta ao sol, se estiver fresco,ou à sombrinha, se o calor aperta!



Ao final do dia, é tempo de brincadeira no meio das ervas.

Ainda não acredito que consegui...
Yeeeaaaaahhhhhhhh
Quem diria...
A minha primeira tentativa de pintar um gato a lápis de cor!...
Quem me conhece e segue, sabe o quanto gosto de pintar.... basicamente com tintas acrílicas. E os motivos/desenhos não requerem de muita complexidade, afinal sou uma mera amadora.
Desde sempre acalentei o desejo de pintar um gato, o mais realista possível. Fui fazendo algumas experiências em tecido, seguindo desenhos como referência, mas nunca antes tinha arriscado e dado o passo seguinte.
Um dia desde... deu-me uma travadinha... sabem como é... muito por culpa do que se vai vendo os outros a fazer...
E cá a macaquinha de imitação não quis ficar atrás e arriscou...
E começou... por andar atrás da gata...
E depois fez m... o raio do bicho não parava quieta e à conta disso ainda ganhei uns arranhões.
Por aqui não vou longe...
"Já que não queres colaborar... que tal uma foto e não te chateio mais.... boa?!"

A minha gata.... a minha Nikki
A foto já tenho... papel e lápis... idem aspas aspas...
Sem exagerar... foram à volta de 3 semanas de volta do desenho. Também, a bem da verdade, que nem sempre mexi nele. Dias houve que não tive tempo nem para um simples traço riscar, outros só 5 minutos... se tanto...
Acabei-o neste sábado que passou.
Acabei-o é como quem diz...
Continuo a olhar para ele e sentir...
"Huuuummmmm..... ainda falta mais qualquer coisa... não sei o quê.... mas que falta... falta..."
Mas que estou muito feliz... estou... afinal esta foi a minha primeira tentativa!
Agora que venha o próximo!
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Deixo algumas fotos de como fui desenhando a minha bigodita!
Pintura a lápis de cor em papel...





Quando temos dois gatos e um WC ou mesmo que tenhamos dois Wc's, como é que controla-mos se ambos estão a fazer os cocós e os xixis bem? Como sabemos se não estará um deles a não conseguir fazer uma destas necessidades!? Se as necessidades viessem com uma etiqueta com o nome, era bem mais fácil. Quando só tinha o Riscas, eu conseguia controlar isso tudo bem. Houve uma ocasião que o Riscas esteve vários dias sem fazer cocó e a veterinária recomendou-me uma bisnaga, mas disse-me que o mal maior seria se ele estivesse um dia sem fazer xixi.
Aqui há uns tempos uma amiga minha, tinha duas gatas, e uma delas adoeceu, e essa doença deu-se inicialmente porque a bichana deixou de fazer as necessidades; ora como ela tinha duas e as necessidades estavam lá na caixa da areia, ela não se apercebeu, e quando deu conta, já foi tarde demais.
Eu lembrei-me disto porque houve um dia em que a caixa da areia estava tão limpinha de xixis e cocós, que estranhei. Desde que tenho o Rafael, que ando sempre a limpar, porque como ele come paté, as fezes dele parecem cheirar muito mal... mas quando limpo, não sei quais são as fezes dele e quais são as do Riscas, mas acredito que as do Riscas sejam as mais duras, sei lá, se calhar estou enganada.
Eles têm direito à sua privacidade, não vou lá destapar o WC e espreitar o que estão a fazer, além disso, nem sempre dou conta ou estou em casa quando eles lá vão!
Alguém, que tenha pelo menos dois felinos em casa, já teve esta preocupação? Como resolveu? Obrigada!
O Jorge e a Joana estão bem, bem alimentados e até desparasitados. Mas o Jorge tornou-se um pouco arisco, assim que nos viu chegar subiu para o telhado do barracão. Já a Joana deixou que lhe fizéssemos festinhas.


Depois de uns tempos desaparecida, a Chica voltou a aparecer no nosso quintal.
E, depois da barriguita cheia, nada como aproveitar a tarde para brincar!




Quem sabe não poderá ajudar o Branquinho a superar a morte da Kikas.
Há um gato de nome Aquiles, branco e surdo que vive em São Petersburgo, e que tem, segundo dizem, poderes extra sensoriais, e faz previsões dos jogos e tem acertado.
Para fazer as suas previsões, o gato é colocado em frente às bandeiras dos países que estão em jogo, cada uma com uma tigela de comida. A tigela que escolher, representa a previsão da vitória.

Que bom que é um gato desta vez, acho que já escolheram um polvo numa ocasião e um porco noutra.
È caso para dizer: Bons palpites, Aquiles!
Eu cheguei por volta das 15.30h, estava um calor horrível, mesmo assim ele foi-me esperar ao estacionamento. Depois dirigiu-se para entrada do prédio, onde há sombra. Então eu disse-lhe para ele esperar à sombra. Parece que entendeu, pois ficou ali todo refastelado à minha espera.

Cada vez estou mais afeiçoada a este "menino", e custa-me tanto não o poder levar para casa. Também não sei se ele seria feliz preso num pequeno apartamento, uma vez que sempre foi livre. O ideal era ele ficar com alguém, que tivesse uma casa com jardim, que estivesse vedada e protegida, que o adotasse, que lhe desse todo o amor, carinho e atenção, pois tenho a certeza que ele lhe compensaria em dobro...
Mas na falta disso, espero que ele continue por aqui, por muitos e bons anos, feliz, alimentado, saudável e livre ...

Se há dias estava feliz com o nascimento dos pequenitos da Bela, na colónia, hoje é um dia triste, em que tive a confirmação daquilo que já suspeitava: a partida da Kikas deste mundo.
Há semanas que não a via e, embora uma ténue esperança me fizesse crer que a poderiam ter dado a alguém ou, simplesmente, tinham decidido mantê-la em casa, algo me dizia que isso era pouco provável.
Hoje vi o meu vizinho, e perguntei-lhe.
"A Kikas já se foi...Agora temos outro, vamos ver como é que corre."
Nem ouvi bem o resto. Parece-me que foi a filha de um vizinho, dono do Branquinho, que a viu e lhes disse.

A Kikas não era nossa mas, o que estou a sentir neste momento, é muito parecido com o que senti quando a Tica morreu.
Se alguém duvida que possamos chorar a morte de um gato que não é nosso, acreditem que é possível, sim!
Já me tinha sentido triste com a morte da Flockita, ou da Nala, que nunca tinha visto.
Hoje, choro a morte da Kikas, a "nossa" menina das pantufas brancas, voz única, e personalidade tão especial, que todos os dias ia à nossa porta, num apelo não só por comida, mas também por ajuda que, infelizmente, nunca pudemos dar.
Tantas vezes pensámos em ficar com ela, em tirá-la da rua. Mas não era nossa. Tinha donos. Tantas vezes a fomos entregar aos donos, para que a colocassem em casa. Mas eles deixavam-na ir à rua novamente.
Tantas vezes ela miava à nossa porta, mesmo de madrugada. Tantas vezes a vimos à chuva, toda molhada, a querer um abrigo.
Aliás, essa foi a última vez em que a vi...
Tantas vezes andava com o Branquinho ali pelo quintal, ora a namorar, ora à patada um ao outro.
Nada disso voltará a acontecer...
O Branquinho ficou sem a namorada. Anda triste e melancólico. Em risco de seguir o mesmo caminho. Mas tem donos...e não podemos fazer nada.
Nós, ficámos sem uma amiga.

Lembro-me da primeira vez que a vi, ainda no quintal dos vizinhos, empoleirada no muro. E da vez em que ralhei com uns miúdos que lhe queriam bater com um pau. Ou das vezes em que ela se punha à porta,a defender o seu prato de ração, para mais ninguém lhe tocar!
A Kikas era extremamente ágil, uma macaquita, mas de andar silencioso e elegante. Era uma lady, que fazia os machos esperar que ela se servisse. Uma gata simpática e meiga, que só queria mimos, como os que lhe dei no outro dia. E agradecida! Como daquela vez em que apanhou uma lagartixa, e insistiu em colocá-la aos meus pés!
São momentos que guardaremos para sempre, que não se esquecem, e que marcam quem gosta dos animais. E é por isso que, quando partem, mesmo não sendo nossos, sentimos e choramos como se fossem. Porque, no fundo, são um bocadinho de todos os que partilharam, na sua vida, algum momento com eles.
Esta é uma homenagem para ti, Kikas! Continua a brilhar, onde quer que estejas!
E perdoa-nos por não termos feito mais por ti ![]()










Bem sei que o Alone é um gatinho de rua, que não dá satisfações a ninguém, que aparece quando quer. Sei também dos perigos a que está sujeito. Sei disso tudo. Mas sempre que ele fica dois dias sem aparecer, fico preocupada. Estou tão habituada a vê-lo todos os dias à porta do meu prédio, e mais que uma vez por dia, que quando se ausenta, fico triste. Penso: Será que lhe fizeram mal? Será que foi atropelado? Será que está por aí ferido? Será que foi namorar? Será que já não volta!?
Suponho que foi sexta-feira de manhã a última vez que o vi.

Actualização às 19:13h de hoje: o Alone voltou e super esfomeado!