
Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pelas plataformas digitais, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Durante quase cinco anos só tive um gato, o Riscas (o amarelo). Era o dono e senhor da casa! Ele era feliz, pois brincava, corria, comia, vinha-me esperar á porta. Talvez se sentisse sozinho quando todos estávamos fora. Quando trouxe o Rafael (o preto), ele não o recebeu bem, foi um processo muito complicado aproxima-los. Mas hoje em dia, são os melhores amigos, claro que de vez em quando têm as suas picardias, mas sei que na nossa ausência, eles fazem companhia um ao outro e já não sentem solidão. Podem brincar, correr, comer e até dormir juntos.
O Riscas, de vez em quando, tinha tendência para me morder, principalmente nas pernas, atacava-me. Desde que o Rafael cá está, ele deixou de me “atacar” dessa forma, talvez porque dá as ditas mordidelas ao Rafael…
Agora sei que que tomei a decisão certa em ter dois, apesar de não ter muito espaço e faltar dinheiro para algumas coisas. Acho que todos os seres vivos têm o direito a conviver com os da sua espécie! E os gatos a conviver com gatos e com os seus tutores para que cuidem deles.
Na minha rua sempre houve gatos, e os habitantes, na sua maioria sempre os protegeram, dando comida, e até tratando das suas maleitas. Este grupinho da imagem são dos mais novos, e é uma alegria ficar a vê-los brincar e correr da minha janela.
Já aqui falei de vários, até já dei nome a alguns. O Alone e a Naná, são os que mais me procuram. São mansos e dóceis, roçam-se nas minhas pernas, deixam fazer festinhas, são uma doçura. O Alone então, todos os dias vem ter comigo, e mais que uma vez por dia. Este conhece as minhas rotinas, melhor que eu.
Mas estou triste por saber, que andam a colocar veneno na comida deles. Aqui há uns trinta anos atrás, eu era uma miúda que vivia numa aldeia. Lá as pessoas tinham animais de criação, e os gatos muitas vezes, no seu instinto de caçadores, iam ás capoeiras onde havia galinhas e pintainhos e não os tratavam bem... Nessa época os donos dos animais de criação colocam armadilhas e venenos para afastarem gatos e cães. Num desses dias vi o meu gato morrer à minha frente a espumar pela boca, foi a minha mãe que me disse que tinha sido envenenado. Nesse dia eu chorei tanto, que os vizinhos vieram a minha casa ver o que se passava.
Julguei que estas atitudes, já faziam parte do passado, da mentalidade tacanha de algumas pessoas e do meio rural em que vivíamos. Nunca pensei que pudesse acontecer algo semelhante num meio urbano, e em pleno século XXI. Que mal fazem estas criaturinhas? A quem elas incomodam?
Mas não se esqueçam que esta atitude agora é crime, há multas, há julgamentos (nem que sejam da população). Basta haver provas e isso também se pode arranjar!
Nesta aldeia já viveram muitos mais gatos mas, graças ao trabalho da Nélia e a Daniela,e com a ajuda de alguns amigos dos gatos que se juntaram à causa, já são menos os bichanos que por lá andam.
No ano passado, o Clube de Gatos também deu o seu contributo, mas nada como ver de perto o resultado!
E, a convite da Nélia, visitámos ontem esta aldeia dos tarecos :)
Aqui ficam as imagens:


















Para saberem mais sobre a Aldeia, cliquem aqui.

O Clube de Gatos do Sapo, informa que está a decorrer um passatempo " Give Away Snacks" da Catisfaction, além de também se habilitarem a ganhar vales de descontos no blog da simpática Beatriz!![]()
Para concorrerem e brindarem os vossos gatinhos com esta oferta deliciosa têm que publicar uma foto das vossos gatinhos no vosso blog e também ter as seguintes regras, os vencedores serão anunciados no dia 30 de Maio e então do que estão á espera?![]()
As estrelas da foto são o safado do meu Puma e minha princesa ciumenta Fénix.
Tenho várias fotos deles neste ginásio, e o que é comum a todas elas é que o Rafael fica sempre na parte mais alta...

Tenho andado afastada do Sapo há muito tempo, infelizmente. A quem me segue, e apanhou a novidade nas entrelinhas, mudei há bem pouco tempo de casa - juntei os trapinhos. E isso tem ocupado cada minuto livre.
Com esta mudança, tanto o Blacky como a Mia ficaram em casa da mãe. Foi um assunto que nem se pôs em questão. Acontece que, de todas as vezes que fui visitar as Marias, ver o Blacky era a grande ânsia. E para meu grande desgosto, ele rejeitou-me. Não só fugiu como, após me cheirar a mão super desconfiado, virou as costas e não me ligou nenhuma.
Escrevo aqui porque de certa forma, gostava de ter opiniões de pessoas que certamente sabem mais sobre gatos do que eu, e confirmar se este comportamento é normal ou passageiro. Supomos que esteja ressentido ou magoado com a minha ausência, eventualmente. Isso é sequer possível?
Obrigada pela ajuda! ![]()

A Kikas não deve receber muitos carinhos e festinhas na vida. Quando tem essa sorte, é assim que ela fica!

Completamente derretida, até deixa fazer festinhas na barriga, sem se mexer.

Ainda por cima ao sol, ainda sabe melhor!

Aqui está ela no nosso quintal! Acho piada que,muitas vezes, tanto os donos dela como os do Branquinho estão ali na rua, mas eles continuam no nosso quintal.

A Kikas deseja a todos uma excelente semana, com muitos banhos de sol!
Bom dia, o nosso Clube inicia uma nova semana com uma ideia divertida e fácil de fazer para os nossos gatinhos!
Eu acho que até para quem não tem jeitinho nenhum para estas coisas, conseguem fazer um mini ringue de boxe, confesso que fiquei com vontade de experimentar e ser eu a brincar com ele.![]()
E vocês o que acham?
Bom semana a todos os nossos felinos e seguidores.![]()
Só na minha rua, havia três gatos com padrões idênticos. Será que são da mesma família!? O Velhote foi adotado, mas o Alone e o Mini-Alone (talvez filho do Alone) continuam por aqui...

Não sendo eles família, deve de haver uma explicação por serem tão parecidos.
Pesquisei e em relação a este padrão dizia que:
«Tabby cinzento - tem riscas pretas e uma cor na raiz branca. Pode ser também um cinzento azulado, creme ou vermelho dependendo da cor das riscas. Em todos os casos o tabby cinzento tem a raiz do pelo branca.»

Quinta-feira de manhã, parti de Braga em direcção a Vila Franca de Xira para entregar os dois gatinhos à família que muito ansiava por eles.
Custou-me de mais tirá-los da mãe.
Mal meti a gatinha na caixa transportadora, fiquei de coração triste, ela miava muito.
Um dos gatos pretos estava encostado à mãe gata, não sabia se era este o macho ou a fêmea, peguei nele, para ver se era o macho, fiquei na dúvida porque o pêlo preto enconbria a seu orgão genital, eis que o meu cunhado apareceu da sua caminhada matinal, pedi que segurasse nele enquanto eu pegava no outro, que fugia de mim, para ter a certeza de que levava o gatinho adoptado.
Era, sim, o macho que estava com a mãe ( parecia que estava a despedir-se da mãe) meti-o na caixa. Miavam imenso, doía-me o coração tirá-los à mãe.
A gatinha encostou-se, assustada, ao canto da caixa, o gato preto, olhos bem abertos, estava mais tranquilo. Ia falando com eles, os meus dedos serenamente batiam no tampo da caixa para os sossegar.
Segui para a estação, no carro não paravam de miar.
Mal entrei nela, ainda faltavam 30 minutos para o comboio partir, um casal de brasileiros viram a caixa transportadora
"ui, que lindos gatchinhos! para onde vão seus gatchinhos?!" Expliquei que iam viajar até perto de Lisboa, que iam ter uma bonita família, que eles tinham mais três irmãos que ficaram com a mãe gata. Mais uns minutos de conversa, uma boa viagem, "Deus te acompanhe", foram as palavras que me agradaram ouvir. Eu estava muito, mas muito preocupada com esta viagem que na minha ideia ia ser complicada.
Fui tomar café, todas as pessoas que estavam por ali olhavam a caixa.
Enquanto esperava a hora de entrar para o comboio falava com eles, abria a porta e dava um jeito ao resguardo absorvente, à taça da água, à ração que eles não lhes tocaram em todo o percurso.
Entramos no comboio, voltaram os mios.
A caixa ocupava todo o meu espaço dos meus pés, o comboio partiu, os gatinhos sossegaram. Até ao Porto, sem ninguém no lugar ao lado, eu ia espreitando-os. A gatinha continuava na mesma posição, nunca levantou a cabeça, estava assustada. O gato, de olho aberto, estava bem.
Foram 3h30 de viagem, que ninguém os ouviu. E eu fiquei tranquila.
Quando parou em Vila Franca de Xira e a jovem estrangeira que viajava ao meu lado se levantou para eu poder sair, senti que o cheiro a cocó que saía da caixa era intenso.
Mal saí do comboio, espreitei a caixa. O resguardo estava sujo e molhado, não da água, que estava intacta, mas de xixi e cocó da gatinha que, com o susto e o medo, não se controlou.
A H veio ter comigo, abraçamo-nos como se nos conhecessemos há muito tempo, foi um momento lindo.
Fomos imediatamente para casa, os filhos estavam à espera de ver os bebés. O gatinho estava inpecável, a gatinha tinha o pêlo sujo.

A H, foi dar-lhe um banho. A gatinha deixou, e ficou mais calma naquele banho tão bom.

Depois de secar, foi desfrutar do espaço que é deles.


Entraram na sua casinha, era vê-los com algum receio porque não era o seu anterior espaço, mas de um conforto único.

Saímos de casa, fomos tomar café, uma conversa sobre nós, quase nem dávamos pela hora do comboio da minha viagem de regresso.
A H teve a ideia de irmos a pé, até à estação, pela via pedonal junto ao Tejo.
Foi, sem dúvida, pouco mais de uma hora que estivemos juntas, mas fiquei muito feliz por que percebi que os gatinhos vão ser muito acarinhados nesta família, e que a H ficou grata por ter oferecido dois belos felinos que vão ser a alegria da sua família.
Entretanto, já recebi vídeos dos dois bebés. Eles estão muito, muito bem.
Obrigada H, foi um raio de sol que entrou na vida destes dois gatinhos.

Bom dia, hoje o Cantinho de Adopção quer-vos apresentar umas gatinhas especiais mãe e filha a Evee e a Shiva que são de uma cumplicidade única e que partilham os cuidados das suas ninhadas!![]()
A Evee é uma gatinha extremamente doce que foi abandonada á sua sorte na rua, a Shiva já nasceu na rua, embora meiga é mais desconfiada, algo próprio dos gatos que nasceram na rua e são expostos desde o dia que nasceram aos mais diversos perigos!
O post de hoje é para ajudar adoptar estas duas meninas, esta adopção terá que ser feita por uma pessoa que esteja disposta a fazer adopção em conjunto, separá-las seria um trauma muito grande!
A adopção de gatos adultos é mais complicada, vão ficando esquecidos nos abrigos, falando por experiência própria ao ter adoptado a Fénix com 6 meses e o Puma já adulto, se gostava de não ter perdido o seu crescimento gostava, se estou arrependida de ter escolhido dois gatinhos difíceis e lhes ter mudado a vida, dando uma oportunidade de ser amados e terem a vida que merecem, além de ter permitido que eles enchessem a minha de alegria, jamais me arrependerei, escolhi com o coração e foi a melhor decisão que tomei!![]()
Quem está disposto a dar o seu amor e o conforto da sua casa, a esta duas meninas doces e meigas? A única coisa que receberão de volta é o seu amor incondicional!![]()
Deixo-vos o post do Projecto Amor Animal para saberem mais sobre esta fofinhas!![]()
"A Evee e a Shiva (mãe e filha) são duas mães espectaculares. Tiveram as suas ninhadas na rua, e partilharam os bebés. Cuidam dos bebés uma da outra como se fossem os seus.
A Evee é mãe da Shiva, e é extremamente meiga. Terá sido abandonada. Adora mimo e... COMIDA!!!!! UI, se adora!! O que terá passado, coitada.
Terá cerca de 2 anitos apenas.
A Shiva já nasceu na rua, e terá, naturalmente, menos que 2 anos. É meiga, mas não tanto como a mãe. É um pouco mais desconfiada, claro.
Estas meninas são inseparáveis. De tal forma que têm de estar sempre juntas e sempre a se tocarem.
As suas ninhadas nasceram com 1 ou 2 semanas de diferença, mas para elas, todos eram das duas.
Embora não tenha feito apelo para adopção dos bebés, apenas partilhei a sua história, choveram pedidos de adopção para os bebés.
E claro, nem 1 para as mamãs.
Também elas têm o direito de ter uma família cinco estrelas. Também elas têm o direito a serem amadas.
Há por aí uma família com muito amor para dar a estas duas lindas meninas?
Claro que não poderão ser separadas, terão mesmo de ficar juntas. Não lhes poderíamos provocar mais essa dor.
Ajudem a conseguir que a Evee e a Shiva tenham o seu final feliz..."

Se quiserem conhecer estas gatinhas ou saberem mais informações é favor contactar o Projecto Amor Animal através:
projecto.amoranimal@gmail.com
www.facebook.com/projecto.amoranimal
Como ajudar:
NIB: 0023 0000 45474786214 94
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL

Desde sempre que os gatos estão envoltos num certo misticismo que, para a maioria das pessoas, se torna difícil de compreender ou desvendar.
São muitas as teorias que vamos ouvindo ao longo dos tempos, relacionadas com estes seres misteriosos.
Porque é que os gatos precisam de alguns momentos de isolamento?
Porque são seres que absorvem todas as energias negativas, que existem à volta dos seus humanos e, ao carregá-las em si, precisam de se libertar delas longe das pessoas de quem as afastaram.
Porque é que os gatos adoecem ou morrem?
Acreditariam se vos dissessem que o vosso gato atraiu para si mesmo, algo que estava destinado aos seus donos, salvando-os assim?
Pois há quem diga que é isso que, por vezes, acontece.
Também se pode dar o caso de o gato desenvolver, em modo de dor física, algo que está relacionado com a parte emocional dos seus donos.
Os gatos podem prever a morte?
Como já sabemos, o gato Óscar parecia ter esse dom, tendo previsto a morte de cerca de 50 pacientes, com doenças degenerativas, da clínica Steere House, nos Estados Unidos.
Porque é que os gatos ficam por perto dos donos, quando estes estão doentes?
Parece que há uma tendência dos gatos de se manterem por perto dos donos quando eles estão em baixo, ou mesmo doentes. Por vezes, deitando-se mesmo no local onde os donos sentem as dores, ou têm o problema que os afecta.
Algumas vezes, os donos acabam por melhorar.
Serão estes, indícios de que os gatos são os nossos "anjos" protectores na Terra?
Será verdade, ou tudo não passará de um mito?
Mistério...

Tenho acompanhado a situação da Mia, uma das felinas da Fátima, e não poderia deixar de escrever este post.
Já vivi, na minha vida, duas experiências distintas, e nenhuma delas me preparou para aquela, que é a única coisa que todos os seres vivos têm, de mais certo, na vida: a morte.
Quando a Tica morreu, numa fracção de segundos, sem qualquer sinal de que isso poderia acontecer, uma das frases que mais ouvimos foi "Pelo menos não sofreu, não esteve dias e dias doente, a definhar mais a cada um deles, com vocês a assistirem, sem poderem fazer nada. Foi melhor assim."
Melhor, seria, como é óbvio, ela continuar entre nós. Mas, talvez tenha sido, de certa forma, menos penoso assim. Talvez...
Com a Fofinha foi diferente. Ela estava doente. Nós sabíamos que ela estava doente. E que, mais cedo ou mais tarde, partiria. Mas tínhamos sempre a esperança de que aquele tumor desaparecesse por magia, e ela voltasse ao normal. Nessa altura o meu pai ponderou a eutanásia. Não foi necessária. Ela acabou por morrer naturalmente.
Ah e tal "Foi melhor assim, pelo menos acabou-se o sofrimento para ela.".
É verdade, mas preferia que tivesse acabado com ela viva e bem de saúde.
Em ambos os casos, quis acreditar que tinham partido, para ceder o seu lugar a outros seres. No caso da Fofinha, à minha filha, que nasceu cerca de ano e meio depois. No caso da Tica, à adopção das duas meninas que hoje temos, e a toda uma missão em prol da defesa e protecção dos animais.
A Mia, a gatinha da Fátima, está numa situação diferente, e que não deixa de ser curiosa.
Embora não pareça sentir dores, desconforto, apatia, nem qualquer outro sintoma que leve a considerar que está em sofrimento, a verdade é que, como pouco se alimenta, tem vindo a emagrecer a cada dia, transformando-a em pouco mais que pelo e osso.
E é essa a única manifestação visível que apresenta. E os mimos e atenção que pede cada vez mais à Fátima!
Neste momento, a Mia está numa espécie de estabilização: não piora, mas também não melhora. O que torna ainda mais incerto o seu futuro.
Uma coisa é certa, ela parece estar a lutar, à sua maneira, para ficar o máximo de tempo que conseguir nesta vida. Como que a dizer que ainda não completou a sua missão. Que a sua presença ainda é necessária, e não está na sua hora.
Já para a Fátima e restante família, não deverá ser fácil. Sempre a desejar o melhor, mas a esperar o pior. A querer acreditar que tudo vai correr bem, mas sempre de pé atrás, não vá o destino pregar uma partida.
Como é que vive quem espera pela morte daqueles que ama?
Só tem três hipóteses.
Ou ignora, fazendo de conta que nada se passa.
Ou resigna-se, deixando-se levar pela tristeza de saber que, mais dia, menos dia, não os terá mais perto de si, desistindo da luta.
Ou encara a situação de frente, e luta com as armas que tem, por aqueles que, também eles, estão a lutar. A Fátima pertence, sem dúvida, a este último grupo.
É sempre uma vida levada com o coração nas mãos, apertadinho, ora a querer sair pela boca, ora a encolher-se dentro do peito. É uma montanha russa de emoções, consoante há uma leve melhoria, ou um dia mais complicado.
É um permanente desassossego e inquietação, pelo que poderá ou não acontecer na sua ausência. Se for preciso, e não estiver lá.
Mas há algo que nunca falha: o amor, o carinho, a atenção, os mimos, a dedicação, a disponibilidade, a presença constante. E isso pode fazer muito!
Como é que alguém se prepara para a sua partida desta vida?
Acho que não existe preparação possível.
Estejamos a contar ou não, sabendo de antemão ou não, resignando-nos ou não, lutando ou não, a dor que sentimos, quando acontece, é sempre a mesma. Tal como a revolta, a frustração, a tristeza, as saudades.
Não podendo mudar nada disso, resta fazer aquilo que queremos e podemos, por aqueles que ainda cá estão connosco, enquanto nos for permitido!
O Clube de Gatos envia aqui muita energia positiva, para recarregar as baterias à Mia, para que continue a sua luta, e todo o apoio à Fátima, que precisa dele para continuar a viver esta fase sem perder a força que a caracteriza.
Imagem surrupiada à Fátima ![]()

Amora: Becas, estás a ouvir o barulho?
Becas: Sim, devem ser os homens das obras, que já chegaram.

Amora: Pelo menos não se ouve tanto como nos outros dias.
Becas: Parece que agora estão a trabalhar lá fora. Relaxa!

Amora: Estou totalmente relaxada!
Becas (em pensamento): Como é que ela consegue dormir? Já nem uns banhos de sol podemos apanhar em silêncio!