terça-feira, 24 de abril de 2018

Conversas com Animais - Alma, Reencarnação e Ensinamentos

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Não sei se, de facto, acredito, ou se quero mesmo acreditar que é real, embora com algum cepticismo.


Mas foram estes os excertos do livro que mais me marcaram, e que aqui partilho para todos aqueles que, como eu, querem acreditar que é possível.


 


A Alma


"É muito raro os animais não aceitarem a sua morte mas em nós instala-se uma derradeira e dolorosa saudade.


O desafio seguinte está em aprendermos a deixar ir quem tanto amamos, a libertá-los em amor.


Quando chamamos, de forma constante, mental ou emocionalmente, um animal que partiu pedindo-lhes perdão, sofrendo as saudades que sentimos, pedindo que regressem, o resultado é que o espírito daquele que partiu, sente que tem de permanecer próximo de quem o chama.


Como nada podem fazer sentem-se infelizes por não nos poderem ajudar.


Ao alterar esta atitude, libertando quem amamos, permitimos que esse espírito siga o seu caminho, e ascenda a planos mais luminosos e de paz."


 


 


A Reencarnação


"Os animais reencarnam sim, contudo, não têm um “carma” como os humanos. Os animais não estão aqui para experienciar lições e provas como os humanos, estão aqui para nos ajudar a evoluir. Eles fazem o possível para que os humanos alcancem as suas metas e objectivos evolutivos.


Normalmente os animais reencarnam nos locais onde já estiveram antes com a finalidade de que os seus donos os voltem a encontrar, para continuarem sempre junto de nós a ajudar-nos.


O período entre reencarnações é muito variável mas a experiência de vários comunicadores telepáticos espalhados pelo mundo aponta para um mínimo de três meses.


Tente não ficar apegado à raça, tamanho ou espécie do animal, pois é comum que cães e gatos façam trocas para manter o correcto equilíbrio."


Já passou por algum animal que lhe pareceu estranhamente familiar? Agora é o momento de se questionar se não é de facto a alma dele que ali está à sua frente, num novo reencontro.


 


 


Ensinamentos


"Os animais ensinam-nos a sentir, ensinam-nos sobre a alegria de viver no aqui e agora, sobre objectividade e verdade, sobre respeito, a procura do bem-estar, sobre companheirismo e devoção, sobre inocência perdão e tolerância, sobre viver sem expectativas, em abnegação e desapego, sobre o amor incondicional."


 


Para saberem mais sobre a autora deixo aqui a página do facebook - https://www.facebook.com/Marta-Guerreiro-dos-Santos-405561332883729/ e do site - http://www.martasofiaguerreiro.com/.


E sim, tenho muita vontade de entrar em contacto com a autora e pedir-lhe que tente comunicar com a nossa Tica! Por outro lado, talvez seja melhor deixá-la continuar na sua missão, seja ela qual for, sem reavivar memórias.


 

10 comentários:

  1. Gostei de ler este artigo e é coisa que já me passou pela cabeça. Digo mais que não é por isso que eles onde estiveram não estejam em paz.

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  2. Que tudo isto nos reconforta, reconforta. Eu antes não acreditava em certas coisas, hoje dá -me jeito acreditar...
    Essa tua dúvida em entrar em contacto ou não com a Tica, através de alguém um médium, por exemplo, também a tenho, relação a alguém.
    Também deve de existir uma espécie de "céu dos bichos".

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  3. Anabela, eu tenho alguma dificuldade em acreditar nestas coisas, mas esta autora aparentemente consegue esse contacto, tanto com animais, como pessoas. O último livro dela é mesmo "Conversas com a Alma".
    É uma questão de entrares em contacto com ela, caso queiras mesmo experimentar.

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  4. Se realmente estiverem a ajudar outras pessoas, ficamos felizes. E se existir a "casa", como a autora descreve, também.
    Segundo a autora, os animais ficam muitas vezes doentes para afastar os problemas de nós, para nos proteger, ou em solidariedade para connosco. Também podem partir porque não nos conseguem ajudar, ou porque já cumpriram a sua missão.

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  5. Eu Acredito! 💖 Não tenho qualquer dúvida! E falo por experiência própria.

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  6. Sabes, Marta, eu tinha a Blimunda, que nasceu quando a minha filha, Inez, tinha 2 anos. Sempre velou pela menina, até à idade adulta. Quando levantávamos a voz à gaiata, ela punha-se muito direita e ralhava connosco a plenos pulmões. era frequente estarmos a ralhar com a Inez e interrompermos com um 'cala-te, caramba!' dirigido à bicha. Acabávamos por perder, inevitavelmente, "a embalagem"...
    A Inez resolveu ir fazer os estudos superiores para Londres, a meio do 12º ano. A Blimunda às tantas começou a definhar... morreu dois ou três meses antes da partida da Inês; tinha 17 anos - e a minha pikena, naturalmente, 19...
    Já a Piccolina tem uma paixão obsessiva pelo meu filho, e a Mia tem a mania que é minha filha...
    E os gatinhos do quintal... bom, já tive os bebés cá em casa mais de uma vez, e as mães derretem-se todas... ainda há pouco tive dois comigo durante perto de uma hora, e depois entreguei-os à mãe que os lambeu e amamentou...
    Em Londres, um colega de Universidade da minha filha falou de uma teoria que a irmã estava a estudar no curso dela, que era que cada um de nós se liga entre si em determinadas frequências. Isso explicaria o facto de eu conseguir "ouvir" os pensamentos dos gatos e estar convencida de que eles ouvem ou percepcionam os meus...
    Isto com praticamente todos os gatos com que me cruzo - e há alguns bem ruinzinhos...
    Por isso, lá porque não entendemos, não quer dizer que não seja real. Eu também sou céptica - até do que consigo "ler" nos bichanos.
    Mas olha que com cães não é a mesma coisa...

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  7. Bem, eu não tenho muita experiência nem conhecimento de causa. Mas há coisas que nos marcam, quer tenham significado alguma coisa ou seja fruto daquilo que queremos acreditar.
    Quando a nossa Tica faleceu, pedi-lhe que ela me desse um sinal que fossem de que estava bem. Na segunda noite, sonhei com ela.
    Uns dias depois, voltei a sonhar, e ela trazia duas gatinhas com ela, tendo partido depois. Nunca mais voltei a sonhar com ela. E adotámos a Becas e a Amora.

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  8. A minha experiência com cães é nula.
    Com gatos, a Tica muitas vezes nem precisava de "falar", bastava um gesto ou expressão e já sabíamos o que ela queria.
    Com a Amora também tenho grandes conversas :)
    Mas a nível espiritual, tenho alguma dificuldade em acreditar e por isso, também não seja uma pessoa sensível a essas comunicações.
    A primeira experiência que tive, que vale o que vale, foi com a morte da minha tia. Não a fui visitar ao hospital e não me consegui despedir dela. Uns dias depois do funeral, sonhei com ela, abraçá-mo-nos uma à outra, chorei e despedi-me como não o tinha conseguido fazer. Uns tempos depois, voltei a sonhar com ela - estava bem disposta, feliz, a comer peras. Entendi como um sinal de que ela estava bem, e não tínhamos que sofrer pela sua partida.
    Com a Tica, foi o sinal que ela deu quando sonhei, de que estava bem e tinha que partir, e depois o de que devíamos adoptar dois gatos. Embora no sonho ela nos tenha trazido uma amarela e outra preta e branca, acabámos por ficar com duas tigradas. Consigo encontrar tantas coisas da Tica numa e noutra, mas não me parece que tenha reencarnado nelas.

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  9. Olá Marta,boa tarde!😊
    Para vermos e saber interpretar os sinais é só estar atento. Há que ouvir com o coração e compreender com alma. A Marta tem obviamente estas duas características.
    Beijinhos😘
    Não se esqueça de dar à Becas e à Amora os meus ronrons e turrinhas.

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  10. Todas estas experiências "valem o que valem"... mas que há coisas que não conseguimos explicar, há e haverá sempre...

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O Rafael gosta de peluches