quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Quando os gatos ficam com as garras presas

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As garras dos gatos podem ser perigosas para os humanos, mas também consituem perigo para si próprios.


Nem todos os donos cortam as unhas aos seus bichanos, seja porque eles não o permitem, ou porque os próprios donos consideram que não há necessidade.


Há casos, inclusive, em que as garras podem ser uma boa ferramenta e de bastante utilidade, em casos de gatos com limitações, como é o caso da nossa Amora. 


Se não fossem as garras dela, já teria caído muitas vezes, quando tenta saltar para algum lado. São as garras que lhe permitem aventurar-se a seguir os passos da Becas, e subir para sítios mais altos, ou arriscar uma ou outra acrobacia.


 


No entanto, volta e meia, tanto uma como a outra ficam com as unhas presas em qualquer lado, não se conseguem desprender, e começam a ficar nervosas.


Nesses casos, se estivermos por perto, o melhor que temos a fazer é manter a calma - para stressados já bastam eles, o que é difícil, porque os vemos aflitos.


Temos que analisar bem a forma como a unha está presa, e como tentar desprender sem magoar o gato, com o maior cuidado possível. Se um gato já está bravo por causa da situação, e se nós, como nervosismo, quisermos fazer tudo à pressa, podemos piorar a situação.


 


Hoje de manhã, a D. Amora lembrou-se de prender uma unha, nem sei bem onde, porque quando cheguei já ela se tinha libertado. Mas ouvi bem o miar de aflição dela, que se deve ter assustado ainda mais quando a minha filha, que estava com ela, começou a gritar a chamar por mim, também ela nervosa por não conseguir ajudar a gata.


E foi uma sorte eu ter chegado naquele momento, e ter dito à minha filha para ficar quieta porque a Amora, conforme se soltou, começou aos saltos, desnorteada, mesmo na direcção dos pés da minha filha, e por pouco não levou uma pisadela.


 


Quando se esticam para espreguiçar, e ficam com as unhas presas, eu costumo levantá-las na direcção de onde a unha está, para que o corpo não faça peso para baixo, e só então tento desprender. Já se ficam presas às minhas pernas, baixo-me, para que possa ficar ao nível delas, e soltar mais facilmente.


 


Alguém por aí já passou por situações semelhantes, e quer partilhar alguns truques?

2 comentários:

  1. Pois..manter a calma no meio de uma garra que se prende e imaginamos coisas horrendas como (a garra poderá saltar e o sangue transformar-se em catástrofe, para além das possíveis dores e miares e gritos de aflição), que a camisola ou algum assim, fica repuxada ou quando os móveis têm algum a mais decorado...é muito difícil. O meu Tim-tim também graças às unhas, que escapava a muitos apuros, estava sempre no laréu (ia dar a volta às redondezas e aparecia com o focinho cheio de teia de aranha). Enquanto ao Jonas é bem diferente, este é um gato de casa, só sai para ir ao veterinário cortar a unha. Mais ou menos um mês e meio mas ele próprio diz-nos "alerta", quando afia as unhas no tapete e nós ouvimo-lo. Desde que nasceu o Jonas vai cortar as unhas mas envergonha a família porque fica zangado e assanhasse.

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  2. Minha gata acabou de prender a unha. Tirei ela dali mas como ela estava bem nervosa ficou se mexendo e eu sinto que nisso ela machucou sua patinha ou algo do tipo. Agora depois de uns 5 mintos fui tentar tocas e dar uma leve apertada e quando fiz ela miou e parecia um miado de dor, devo me preocupar? Ela continua andando mas quando para deixa a patinha que ficou presa levantada e so depois de um tempo abaixa.

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O Rafael gosta de peluches