sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Laços de sangue felinos

Tareco.jpg


Ele galã aqui, que de momento está em parte incerta, é provavelmente o pai do Rafael, da Joana e do Jorge.  Pelo menos, lá no campo, onde todos vivem, o Tareco era o gatão do pedaço.


 


Em relação a parecenças, tirando o Rafael, encontrei algumas, principalmente a cauda do Tareco e da Joana são iguais. Não tenho uma foto da mãe, esta é uma igual a ela, e havia na ninhada uma gata parda, só que não sobreviveu.


parentescosgatos.jpg


Dei por mim a pensar: será que os gatos e outros animais sentem os laços de sangue? Pelo menos em pequeninos procuram a mãe, e os irmãos dão-se bem, como é o caso do Jorge e da Joana. Fui fazer uma pesquisa, e fiquei surpreendida, com um estudo que diz que eles reconhecem o parentesco através do cheiro...



Eles não falam, não escrevem cartas, não vão a programas de auditório procurar o irmão perdido nem sequer têm rede social para encontrar o pai, do qual foram separados no nascimento. Ainda assim, se cruzarem na rua com um parente – nem precisa ser de primeiro grau –, os animais reconhecem o familiar, mesmo que jamais o tenham visto na vida.


 



 

4 comentários:

  1. acredito que gostam da companhia uns dos outros até lhes despertarem as hormonas!

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  2. Pois, e até são capazes de cometer o insexto...

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  3. Já apareceu o Tareco?
    Eu não sei se os laços de sangue prevalecem sobre todos os outros factores a que estão sujeitos, e se eles, de facto reconhecem os familiares.
    Imagino-me a colocar a Becas, separada da mãe com pouco mais de um mês, ao pé da mesma, e a tratarem-se como estranhas ou até inimigas.
    Por outro lado, imagino mais dois animais criados juntos e, por algum motivo, separados, a reconhecerem-se uns tempos mais tarde, mesmo que o que os una não sejam laços de sangue, mas afectivos.

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  4. Pois eu também não sei nunca fiz a experiência, mas achei o estudo curioso.
    O Tareco, ainda não voltou...

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O Rafael gosta de peluches