Ele galã aqui, que de momento está em parte incerta, é provavelmente o pai do Rafael, da Joana e do Jorge. Pelo menos, lá no campo, onde todos vivem, o Tareco era o gatão do pedaço.
Em relação a parecenças, tirando o Rafael, encontrei algumas, principalmente a cauda do Tareco e da Joana são iguais. Não tenho uma foto da mãe, esta é uma igual a ela, e havia na ninhada uma gata parda, só que não sobreviveu.
Dei por mim a pensar: será que os gatos e outros animais sentem os laços de sangue? Pelo menos em pequeninos procuram a mãe, e os irmãos dão-se bem, como é o caso do Jorge e da Joana. Fui fazer uma pesquisa, e fiquei surpreendida, com um estudo que diz que eles reconhecem o parentesco através do cheiro...
Eles não falam, não escrevem cartas, não vão a programas de auditório procurar o irmão perdido nem sequer têm rede social para encontrar o pai, do qual foram separados no nascimento. Ainda assim, se cruzarem na rua com um parente – nem precisa ser de primeiro grau –, os animais reconhecem o familiar, mesmo que jamais o tenham visto na vida.
acredito que gostam da companhia uns dos outros até lhes despertarem as hormonas!
ResponderEliminarPois, e até são capazes de cometer o insexto...
ResponderEliminarJá apareceu o Tareco?
ResponderEliminarEu não sei se os laços de sangue prevalecem sobre todos os outros factores a que estão sujeitos, e se eles, de facto reconhecem os familiares.
Imagino-me a colocar a Becas, separada da mãe com pouco mais de um mês, ao pé da mesma, e a tratarem-se como estranhas ou até inimigas.
Por outro lado, imagino mais dois animais criados juntos e, por algum motivo, separados, a reconhecerem-se uns tempos mais tarde, mesmo que o que os una não sejam laços de sangue, mas afectivos.
Pois eu também não sei nunca fiz a experiência, mas achei o estudo curioso.
ResponderEliminarO Tareco, ainda não voltou...