Custa não poder entrar lá dentro (quer dizer, poder até posso, mas não devo), e tentar perceber o que se passa com eles.
Ultimamente, são raras as ocasiões em que se vê o pai, a mãe e a tia. Estas últimas, sei que ainda por lá andam,mas raramente as vejo.
O Mini Riscas, bebé amarelo igual ao pai, nunca mais o vi.
Agora, são estes dois meninos que vejo mais vezes e, de certa forma, parece que o Pompom (branco), ficou encarregue de proteger e cuidar da irmã (para mim é uma gata), a Oreo!
A Oreo é a mais pequenita dos três.
Quando passei para baixo ao almoço, dormia a Oreo, e o Pompom vigiava. Pelo menos, não fugiram desta vez.
À vinda para o trabalho, coloquei comida, e o Pompom enroscou-se como que a dizer que não havia perigo. Voltou a olhar quando pus água, mas deixaram-se ficar os dois.
Tenho muito receio por eles.
Parecem estar bem, dá para ver que os olhinhos estão limpos. Os gatinhos que acompanho, tanto os da rua como os da família do Rafael, tinham muitas vezes, os olhitos com pus. ficava sempre preocupada com isso.
ResponderEliminarQue nunca lhes falte quem olhe por eles
Oh são tão lindos.
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