No início de maio de 2016 apareceu no barracão de um velhote nosso familiar, uma gatinha Parda. Logo depois deu há luz três bebés. Só dois sobreviveram, um branquinho e um tricolor.
Ainda estivemos com eles , uma ou duas vezes, entretanto a mãe mudou-os de lugar, e tanto a mãe como os filhos nunca deram mão, nunca ficaram meigos. Continuaram a viver lá pela horta, pelo barracão, tinham sempre abrigo e comida.
Entretanto, viemos a descobrir que os dois gatinhos, eram ambas fêmeas. Descobrimos quando apareceram as três grávidas ao mesmo tempo.
A Parda ficou com três bebés, a Tricolor com um e a Branca os gatos não sobreviveram.
Neste lugar habitam agora um total de 7 felinos. Os bebés já dão mão, há um pretinho, outro que parece siamês, outro branco com a cauda cinza, da gata mãe Parda . Um todo branquinho da gata mãe Tricolor. Comida e abrigo eles sempre terão, mas falta-lhes o resto. Para as pessoas antigas e de um meio mais rural criar gatos é quase como criar galinhas. Desparasitar, esterilizar ou vacinar, e outros cuidados, não faz parte do seu vocabulário
Também é facto que esterilizar as gatas mães, é complicado, pois além de ser caro, elas nunca se deixariam apanhar. E estes machos bebes quando ficaram grandes vão andar por aí a espalhar a sementinha! Tenho receio que esta família comece a triplicar.
Talvez os leve para uma associação, ou tente arranjar donos. Isto se me deixarem ajudar… O pretinho, de nome Rafael é o mais dado e brincalhão. Acho que também é o preferido do senhor, e certamente esse vai ficar!
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