sábado, 24 de setembro de 2016

SOS Animal - estreou a 2ª temporada!

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Já na primeira edição tinha prometido a mim mesma que ia deixar de ver o programa, porque assistir a situações de maus tratos e maldades para com os animais, e ver as sequelas que daí advinham, mexia demasiado comigo e tornava-se, a cada novo episódio, mais penoso.


Mas lá estive eu hoje a assistir à estreia da 2ª temporada, e a torcer para que o Pongo recuperasse e conseguisse alguma qualidade de vida, depois de ter sido encontrado à beira da morte, por privação de alimentos. 


Graças aos cuidados de toda uma equipa de médicos veterinários e enfermeiros, alimentação e medicação adequada, e com recurso a fisioterapia e acupunctura, o Pongo foi melhorando aos poucos.


Pelo que sei, já foi adoptado!


 


Foi bom também ver que o Hospital Solidário já está em pleno funcionamento, quando na primeira temporada ainda não passava de um projecto de difícil concretização.


 


No entanto, fica uma dúvida: ao vermos estes episódios ficamos com a sensação de que é muito simples ajudar um animal em risco. Ligamos à SOS Animal, eles vão lá e tratam de tudo o resto. E nós vamos à nossa vidinha. Mas será mesmo assim?


Aos animais ajudados são disponibilizados todos os meios e tratamentos necessários. Mas quem é que paga essas despesas? Quando alguém encontra animais abandonados e os leva até ao hospital solidário, pode desresponsabilizar-se de qualquer encargo? Não tendo o hospital qualquer apoio do estado, como é que sobrevive e tem condições para ajudar estes animais, sem ter a quem cobrar as despesas?


 


 


 


 Imagem SOS Animal

5 comentários:

  1. Há uns anos encontrámos um gato adulto abandonado. Supusemos que estaria abandonado pois estava num local isolado. Era de noite e não havia iluminação como tal corria risco de ser atropelado decidimos leva-lo connosco.
    Só em casa vimos que tinha um tumor num ouvido. Alimentamos-lo com o que havia, pois não havia comida de gato já que não tínhamos nenhum. No dia seguinte levamos-lo ao veterinário. A sua dona já lá tinha ido com ele e o diagnostico era que nada havia a fazer. Segundo o veterinário a dona não tinha querido optar pela eutanásia.
    Não tivemos coragem de o abandonar e visto que nada havia a fazer e que iria sofrer até morrer tomámos a decisão da eutanásia.
    O veterinário não nos levou dinheiro da consulta e aconselhou-nos a ir ao veterinário municipal para que ficasse mais barato. Já que se o fizesse ali iria ter de cobrar.
    Foi o meu marido que o acompanhou e diz que foi das coisas mais horríveis que assistiu.
    Que posso eu dizer da dona?

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  2. Dá na Sic, aos sábados, ao final da manhã.

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O Rafael gosta de peluches