sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Humor felino! # 49

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Chegou através da Tiendanimal

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O Riscas estás prestes a iniciar uma nova fase na alimentação. Como sabem , ele tem a particularidade de perder pelo na zona da barriga e patitas. Decidi então dar-lhe uma ração mais apropriada, a ração superpremium para gatos Breed Up Adult Salmão com salmão da Tiendanimal. O ingrediente principal, o salmão, faz com que esta seja uma comida adequada para os gatos adultos de estômago sensível ou com o pelo em más condições. Está à venda aqui.


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Para complementar a ração, vou também adicionar-lhe um óleo de salmão da Noruega. Uma garrafinha que vem com um spray. Serve para colocar na ração pulverizando. Eu diria que é semelhante ao azeite que os humanos usam para temperar a comida. Também foi adquirida na Tiendanimal aqui. Para já ele gostou, pois até se lambeu...


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E por fim, e para concluir uma coisa que eles tanto gostam. Costumo comparar ao efeito que tem para uma criança humana,  uma guloseima. Mais uma vez um artigo que está relacionado com o pelo.  Graças à sua receita incluir suaves propriedades laxantes que o tornam adequado para ajudar a eliminar as bolas de pelo que tanto afetam a saúde digestiva e alimentar dos gatos, assim como facilitar o trânsito intestinal no geral, tanto em cães como em gatos.


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Com estas três novidades, este gato vai ficar ainda mais convencido,  importante e principalmente saudável. Tudo graças à Tiendanimal! Obrigada!


 


 

Aprendendo com a psicologia felina

Os felinos são venerados e admirados por grandes culturas. Napoleão trouxe-os do Egito com a finalidade de acabar com os ratos e outros pequenos animais portadores de doenças infecciosas. Desde então, se tornaram esses silenciosos companheiros de olhar sobrenatural e extrema astúcia, com os quais temos muito a aprender… Como já dizia Albert Einstein: “Não tenho grandes talentos, mas sim uma profunda curiosidade”.


 



  1. A curiosidade matou gato


Absolutamente…A curiosidade é o traço que nos faz crescer como seres vivos, ampliando nosso saber e explorando as opções e caminhos baseados em nossas próprias necessidades. Não é comum encontrar um gato medroso, que não goste de observar através da janela… Se olharmos nosso mundo com temor, ou deixarmos de experimentar certas coisas com medo das consequências, esse pequeno caçador que temos dentro de nós deixará abrir todas as portas que, de vez em quando, são oferecidas pela vida. É preciso se atrever a explorar com o sigilo e a astúcia de um felino, e saber que as consequências, às vezes, podem trazer grandes descobrimentos consigo.


 



  1. Pequenos negociadores


Os gatos não se submetem, eles negociam… Eles nos aceitam, caso os aceitemos. Simples assim. É difícil conseguir o seu carinho caso façamos ameaças ou agressões, ou até mesmo através de ordens expressas. Os felinos requerem uma certa dose de paciência pincelada de compreensão e um universo de carinho… Uma vez criado esse vínculo, sua fidelidade será absoluta. O trato com o gato é uma simples metáfora de respeito e tolerância que os seres humanos deveriam levar em consideração, já que estamos frequentemente envolvidos em nossos mundinhos particulares, cheios de pressa e competitividade.


 



  1. Sentido de oportunidade


Outra caraterística destes seres é, sem dúvida, sua habilidade para ir atrás daquilo que desejam; são pacientes, meticulosos e sabem como avaliar os riscos, para que eles fiquem a seu favor. Todos nós temos oportunidades no transcorrer de nossas vidas, mas com o principal fator é, sem dúvida, saber conhecê-las e implementar todas as capacidades e instrumentos para poder alcança-las.


Se analisarmos um pouco o que nos fez perder esse “momento”, do tal teríamos beneficiado, seja por falta de iniciativa ou por não ter reconhecido a oportunidade, frequentemente surge o medo como explicação para tal perda. É importante, então, estar atento e acordado, mantendo sempre preparadas nossas melhores armas, e essa confiança felina, com a qual devemos agarrar de todas as formas em busca do prémio.


 



  1. Estilo de vida: serenidade


Os felinos são ávidos caçadores que conhecem muito bem o momento apropriado para o descanso. Toda a meta requer uma dose de energia, que devemos saber como canalizar da melhor maneira, para não sofrer sobrecargas. É aí que admiramos nossos felinos…. Porque os gatos “exalam” tanta tranquilidade? Quando descansam, o fazem da maneira mais absoluta e parece que nunca desperdiçam suas forças inutilmente…


 


O gato vive por si só. É, sem dúvida, umas das criaturas mais especiais com as quais podemos aprender um pouco a cada dia.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Uma missão diferente

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A guerra civil na Síria tem levado várias pessoas a abandonar as suas casas e partir para destinos mais seguros. Muitas delas, deixaram para trás os seus animais de estimação, nomeadamente, os gatos.


No entanto, há uma pessoa que se recusa a sair do país, e que já tomou a seu cargo uma missão diferente e especial - cuidar desses gatos abandonados!


 


 


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Chama-se Mohammad Alaa Aljaleel. Era electricista, mas agora conduz ambulâncias em Aleppo, resgatando não só pessoas necessitadas, como animais. 


 


 


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Mohammad afirma que já resgatou mais de cem gatos abandonados, e confessa que alguns donos optam por deixar os seus gatos com ele, porque conhecem a sua paixão pelos felinos que são, agora, os seus grandes amigos. 


 


Podem saber mais AQUI e AQUI


 

Também acham o mesmo?

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Cerca de 1 em cada 3 donos de gatos acreditam que o seu gato consegue ler a sua mente.


E há estudos que indicam que os gatos são animais sensíveis aos estados emocionais dos seus donos.


Será verdade? O que vos parece?


 


 


 


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E os donos, será que conseguem ler a mente dos seus bichanos, e distinguir os seus estados de espírito?

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Porque as más notícias nunca vêem sós

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Acabámos de receber mais uma: foi descoberta uma bactéria na urina da Amora que, provavelmente, é a causadora da incontinência urinária dela. E vai ter que tomar antibiótico.


 


As análises básicas tinham indicado valores normais. O médico disse que, por norma, estando aquelas normais, o mais provável era a cultura de urina também vir normal. Mas que era melhor esperar para ver. O resultado não foi o esperado. E lá vamos nós ter que tratar das duas, em vez de uma.


 


O que é uma cultura de urina?


É um teste que se faz, após recolha da urina do gato, que demora cerca de uma semana, e permite ao veterinário saber se existem bactérias presentes, em caso afirmativo, exactamente que tipo de bactéria é, e qual o melhor antibiótico para a combater.


Este exame só é possível se se conseguir uma grande amostra de urina, e se o gato não apresentar sintomas que exijam um tratamento imediato, caso contrário, não dá para fazer.


É por isso que, quando tenho episódios de infecções urinárias, não posso fazer algo do género. Porque era impensável eu estar mais de uma semana sem tomar nada, à espera dos resultados para só então actuar.


E é um teste dispendioso. Posso-vos dizer que, juntamente com a outra análise à urina, pagámos mais de 50 euros.


 


Acabado o antibiótico, terá provavelmente que fazer novas análises, para ver se a bactéria foi eliminada. Se sim, tudo indica que a Amora pode ser esterilizada. Se não, temos que recorrer à ecografia abdominal. 


O que uma pessoa não faz pelos seus filhos de quatro patas!

Lembram-se deste cão?

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Do qual falei aqui uma vez por causa do espaço reduzido em que se encontrava, durante dias a fio?


Ao que parece, o mesmo devia estar numa espécie de quarentena, ou período de adaptação. Segundo me disseram, a senhora da casa costuma albergar alguns cães que encontra. Já tinha dois ou três no outro quintal, e este permanecia aqui. 


Entretanto, uns dias depois, mudaram-no para junto dos outros. Pelo menos, penso que já o vi lá, embora não apareça muito.


Agora, está outro no seu lugar.


 


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E tem um ar tão simpático como o primeiro!


Passo por ali, e só me apetece fazer-lhe festinhas, como faço com a Tiquinha, a caminho do trabalho. Mas se com os gatos me estico, com os cães tenho receio. Por isso, apenas falo com ele. 

Body ou colar isabelino?

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Segundo a Becas, body não, de certeza!


E ela até vinha bonita, com o seu body azul (pelo menos não lhe vestiram o rosa, o que ela agradece!).


Na verdade, eu achava que o body era uma excelente opção pós-cirurgia, para evitar que ela andasse a querer arrancar o penso, e lamber a zona afectada. Ficava mais protegida e aconchegada.


Mas com a Becas, foi um pesadelo!


 


Fomos buscá-la ontem à noite, após ter alta médica. Tem que tomar antibiótico durante 7/8 dias. Com a Tica, este foi logo administrado no consultório, e não tivemos que nos preocupar. Tem que tomar anti-inflamatório durante 4 dias. Com a Tica não sei se foi preciso, mas penso que não. E tinha que usar o boby também durante 7 dias.


Estava muito quietinha na transportadora, mas era normal. Colocámos a transportadora no quarto, e deixámos que ela saísse quando assim entendesse. Dali a pouco aparece ela a rebolar pelo chão, muito atrapalhada. A Becas não conseguia andar com o body. Parecia um robot. Não quis beber água, não quis comer. Ficava muito parada, e se a largássemos, caía.


Colocámo-la em cima da cama da minha filha. Ia dormindo aos bocadinhos, mas desconfortável, com o coração acelerado e o corpo todo a tremer. Não queria estar tapada. Ligámos ao veterinário.


É muito estranho termos trazido uma Tica para casa que arrancou logo o colar e o penso, e agia como se não tivesse passado por uma cirurgia, e ver a Becas neste estado apático e estranho. O médico disse que era normal, mas que se continuasse a tremer ou fechasse os olhos, como se perdesse os sentidos, para a levarmos ao hospital.


Esperámos mais um bocado. Desapertei um bocadinho o fecho do body, porque parecia que estava muito apertado, e ela ficou melhor. Dormiu durante algum tempo. Entretanto, os tremores voltaram, e voltámos a ligar para o hospital. E só então nos disseram para experimentar tirar o body. Assim fizemos, e a Becas voltou a ser a mesma de sempre, já normal! Ou seja, todo aquele estado foi provocado pelo body, que alguns animais, simplesmente, não toleram!  


 


 


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Mas ficámos com outro problema! Não usando body, a primeira coisa que faria era arrancar o penso. Sugeriram, caso ela não quisesse o body, irmos ao hospital substitui-lo pelo colar isabelino. O que é certo é que a Tica também nunca o suportou, e conseguia arrancá-lo sempre, até porque é desconfortável para comer e dormir.


Tínhamos uma noite pela frente. Ainda vestimos novamente o body, mas tirámos logo a seguir. Dormiu sem nada, a lá para o meio da noite deve ter tirado o penso. Mas voltou a ser a nossa Becas!


 


Agora é ver se isto passa que a Amora ontem nem conhecia a amiga e só rosnava para ela. E a Becas, em contrapartida, bufava. Hoje, parece que já vai tudo voltando à normalidade. 


Volta à consulta no final da semana e, entretanto, vamos começar a fazer a transicção para a nova alimentação.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

a Kat agradece

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os cuidados dos seus amigos felinos deste clube nos comentários que aqui deixaram e responde a todos que está bem.


Ontem, a Maria Araújo, preocupada que estava porque não comia à 36h, por volta das 20h pegou nela, levou-a ao lugar onde está o prato com a ração e pô-la a comer.


Ela recusou, mas uns minutos depois, foi debicar qualquer coisa, para contentamento da dona.


Voltou para o cantinho do sofá e deixou-se ficar.


Mais tarde, levantou-se, voltou a comer mais um pouco e a  Maria ficou tranquila porque, finalmente, a Kat estava a dar um sinal positivo de recuperação.


Com o estômago mais confortável, a Kat saíra do estado de prostração que se encontrava.


Logo de manhã cedo, a Maria foi acordada com as patas da Kat a bater na porta do quarto. Queria comer.


Óbvio que ela ficou feliz. A Kat voltara à rotina.


A Kat parecia a mesma de sempre, rabo levantado seguia para a cozinha, à frente da Maria, super contente porque ia comer.


Com a porta do quarto entreaberta, mais tarde a Kat empurra a porta, entra.


Maria tinha voltado ao seu sono.


De repente, ouve um ruído:


- Kat onde estás tu?- , perguntou.


E a Kat sai de dentro do roupeiro toda espevitada e parou a olhar a sua dona.


A Kat está bem, voltou  às suas malandrices.


Obrigada a todos.


 


 

Os gatos pressentem, e os donos sentem

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Há uns dias fomos ao veterinário para a consulta pré-cirúrgica da Becas e da Amora.


A Amora ainda não pode ser esterilizada. A Becas, sim. Ficou marcada para hoje.


Nos últimos dias, a Becas mudou o comportamento. Anda mais meiguinha, mais carente, deita-se sempre no mesmo sítio que a Amora, e perto dos donos. 


Ontem, não estava nos dias dela e pregou umas dentadas ao dono, o que é estranho porque é dele que ela mais gosta.


Eu disse-lhe: deixa-a estar, está em dia não. Ela sabe que se vai passar alguma coisa com ela. Disse isto na brincadeira mas acredito que ela tenha pressentido mesmo que algo se ia passar.


 


 


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Hoje, coitadinhas, assim que se levantaram foram direitinhas à cozinha para comer. Mas a Becas tem que estar em jejum. E como não podia estar a prender uma delas numa divisão, a Amora foi obrigada a ser solidária com a amiga. Tentei distraí-las com brinquedos, levá-las à janela, e à rua no meu colo.


Mas custou muito estar a ver a tristeza delas. É que depois, se pegava numa, a outra ficava com aqueles olhinhos tristes a querer mimos. Se pegava na outra, ficava a primeira aborrecida.


 


Lembrei-me do dia em que levámos a Tica para a esterilização. E sinto-me bem melhor hoje ao levar a Becas. Com a Tica, entregámo-la na rua (porque a clínica ainda não estava aberta) ao médico que a pôs na sua carrinha, e a levou para outra clínica onde ia ser feita a cirurgia. E não é que tenha razão de queixa, porque até correu tudo bem. 


Mas é bem mais reconfortante deixar a Becas no hospital, entregue a médicos que já conhecemos e que não tratam os animais como meros animais, e com os meios que sabemos que têm.


Ainda assim, é uma cirurgia, e custa sempre ver as nossas meninas nestas situações.


 


Estou ansiosa para que o dia chegue ao fim, e possamos ir buscá-la. É que se eles pressentem as coisas, e as sentem fisicamente, os donos sentem-nas no coração, que só descansa quando temos os nossos bichanos sãos e salvos em casa!

A Missão do Projecto Amor Animal!


 


 Bom dia, a todos!


 


Para quem segue o nosso Clube habitualmente, já ouviram falar do Projecto Amor Animal, que foi de onde vieram a minha Fénix e Puma, mas quem ainda não ouviu é uma excelente oportunidade para conhecer a sua missão!


 


Pedi á Rute Sousa, uma das fundadoras do Projecto, para me descrever qual a missão da Associação para conhecermos mais um pouco do seu trabalho:


 


O Projecto Amor Animal não é mais que um pequeno grupo de pessoas que se entreajuda com os casos com que se vão deparando, não conseguindo virar as costas.


Somos um grupo jovem e dinâmico, unidos pelo desejo de ir mais longe na ajuda aos "animais de ninguém".


                Auxiliamos animais errantes, abandonados ou em vias de abandono, vítimas de negligência ou maus-tratos por parte do ser humano, sendo que o nosso trabalho abarca várias vertentes:



  •      Esterilização de animais errantes, para controlo do número de gatos e cães que vivem desprotegidos na rua;

  •      Resgate de animais em risco e, sempre que possível, encaminhamento dos mesmos para adopção;

  •      Tratamento veterinário a animais sem dono;

  •      Alimentação de colónias de gatos desprotegidas.










 

Eu vou ser eternamente grata, pôr me terem dado a oportunidade de dar uma casinha e amor á Fénix e ao Puma e de terem cuidado deles até os encontrar, sem dúvida que desde que tenho as duas pestinhas, tenho o meu coração mais preenchido de amor e felicidade!









 


Gostava de ser rica, para poder ajudar mais o Projecto e outras associações é muito bonito o trabalho que fazem, mas sem dinheiro não conseguem ajudar mais animais e neste momento as finanças do Projecto estão em saldo mais que negativo com as dividas ao Veterinários com que trabalham.


 


O dinheiro que angueriasmos com a  venda do livro do Clube de Gatos do Sapo, foi uma preciosa ajuda e no qual o Projecto está grato, mas infelizmente não chega para equilibar a balança.


Por isso, se puderem ajudar de alguma maneira, nem que seja com 1€, os gatinhos abandonados vão agradecer!


 


Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL


 


 

domingo, 25 de setembro de 2016

sábado, 24 de setembro de 2016

SOS Animal - estreou a 2ª temporada!

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Já na primeira edição tinha prometido a mim mesma que ia deixar de ver o programa, porque assistir a situações de maus tratos e maldades para com os animais, e ver as sequelas que daí advinham, mexia demasiado comigo e tornava-se, a cada novo episódio, mais penoso.


Mas lá estive eu hoje a assistir à estreia da 2ª temporada, e a torcer para que o Pongo recuperasse e conseguisse alguma qualidade de vida, depois de ter sido encontrado à beira da morte, por privação de alimentos. 


Graças aos cuidados de toda uma equipa de médicos veterinários e enfermeiros, alimentação e medicação adequada, e com recurso a fisioterapia e acupunctura, o Pongo foi melhorando aos poucos.


Pelo que sei, já foi adoptado!


 


Foi bom também ver que o Hospital Solidário já está em pleno funcionamento, quando na primeira temporada ainda não passava de um projecto de difícil concretização.


 


No entanto, fica uma dúvida: ao vermos estes episódios ficamos com a sensação de que é muito simples ajudar um animal em risco. Ligamos à SOS Animal, eles vão lá e tratam de tudo o resto. E nós vamos à nossa vidinha. Mas será mesmo assim?


Aos animais ajudados são disponibilizados todos os meios e tratamentos necessários. Mas quem é que paga essas despesas? Quando alguém encontra animais abandonados e os leva até ao hospital solidário, pode desresponsabilizar-se de qualquer encargo? Não tendo o hospital qualquer apoio do estado, como é que sobrevive e tem condições para ajudar estes animais, sem ter a quem cobrar as despesas?


 


 


 


 Imagem SOS Animal

estará doente?!

A Kat esteve todo o dia sossegada no cesto que normalmente ocupa durante o dia.


Saí de tarde, quando cheguei procurei-a, estava no cesto. Não se mexeu.


Às 19:30h reparei que não dava sinal de que queria comer, como é habitual. 


Entretida na leitura dos blogs, de repente, reparo nas  horas. 20h !
Levantei-me e fui vê-la. Estava na mesma posição, no cesto.


Fui buscar a ração, pus no prato. Ela levantou-se, cheirou a comida e afastou-se.


Foi duas vezes à caixa fazer as suas necessidades.


Fui espreitar as fezes, não vi nada de anormal.


Não voltou ao cesto, mas também não tocou mais na ração.


Agora, está sentada no hall, sossegada.


Sempre que cozinho anda atrás de mim. Hoje, nem o cheiro a peixe grelhado a faz mexer-se.


Se amanhã continuar apática e sem comer, vou ter de a levar ao veterinário, que detesta e porta-se mal.


 


 


 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A Tico e Teco no Continente do Cartaxo nos dias 1 e 2 de Outubro

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E de pouco se faz muito, ajude as associações a ajudarem  os animais, contribua!


 

ai, que edredão quentinho!

 


As noites arrefecem, durmo de pijama  de verão, mas fui buscar um edredão pequeno, que raramente uso no inverno, aproveito para usar nos início de estação que nem é quente nem é fria. Se tiver calor de noite, atiro-o para os pés da cama ( o pior são os espirros,claro).


De manhã, levanto-me tiro o edredão e ponho-o em cima de uma cadeira de baloiço, enquanto puxo a roupa de para os pés da cama , abro a janela para arejar o quarto.


Hoje, fiz o habitual. A Kat entra no quarto, vai directamente à cadeira, cheira o edredão e planeia a investida, conforme as fotografias.


Saí de casa à 9h para o ginásio, regressei às 12:15h e ainda lá estava.


São 13.32h continua, sem dormir, aconchegada ao edredão.


Em dias normais e a esta hora, já a cama estava feita. Hoje, vou tirá-la dali depois do almoço.


É que está tão fofa e sossegada que nem me apetece incomodá-la.


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Os sacos de plástico podem ser boas camas?!

Pelos vistos, sim!


Pelo menos a Becas e a Amora gostam muito e sentem-se bem e confortáveis lá dentro.


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Aqui a D. Becas enfia-se logo dentro do saco onte estão os livros e cadernos da dona júnior, mal ela o pousa na cama. À custa desta mania, o livro do Português já tem uma marca de garras, e o estrago só não foi maior porque demos por isso a tempo.


 


 


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A D. Amora, vendo a Becas no saco, também quis um. E lá fui eu buscar um saco para a Amora se enfiar dentro.


 


 


 


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 Acabaram por adormecer dentro deles durante mais de meia hora.


 


 


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Agora, todos os dias querem os sacos à disposição!


 


 


 

Será isto o amor?

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Gabby tinha apenas dois anos quando foi levada a casa de uns idosos, juntamente com outros dois gatos, por voluntários de um abrigo, para ver se queriam ficar com algum que lhes passasse a fazer companhia, em troca de uma lar e muito amor.


Dos três, dois esconderam-se logo entre os móveis, que tiveram que desviar para os conseguir apanhar novamente. Já Gabby, criou logo uma ligação com esta senhora que viria a ser a sua dona, conexão essa que foi recíproca!


Moravam juntas num complexo de apartamentos para idosos, como verdadeiras colegas de quarto.


Desde então desenvolveu-se uma amizade muito especial. Gabby acordava a sua dona todas as manhãs, dormiam juntas todas as noites, e partilhavam o mesmo gosto pelos livros, cada uma à sua maneira, claro!


Quase se poderiam apelidar de almas gémeas. E isso verificou-se não só nos momentos mais felizes, mas também quando as coisas começaram a correr menos bem.


A saúde de ambas começou a deteriorar-se, e se Gabby viria a passar a maior parte dos seus dias sozinha, tornando-se mais reservada, a sua dona começou a comer cada vez menos e perder peso.


 


 


 


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Durante uma última consulta ao veterinário, quando Gabby contava já com 15 anos, este achou que estava na hora de ela partir, para não prolongar o seu sofrimento. A dona ficou ao lado dela até Gabby fechar os olhos pela última vez. Partiu nos seus braços.


Não terá sido fácil e, talvez por isso, quando chegou a casa, triste e perturbada por ter perdido a sua grande amiga, a única coisa que a senhora fez foi deitar-se no sofá.


Nunca mais acordou...


Cerca de quatro horas depois de Gabby ter sido eutanasiada, a sua dona faleceu, mostrando que iriam continuar inseparáveis, tanto na vida como na morte. As duas foram, inclusive, enterradas juntas.


A neta desta senhora acredita que o facto de a sua avó se preocupar com o futuro da Gabby, caso viesse a falecer primeiro, a manteve a seu lado durante os últimos tempos. Mas tendo Gabby partido, a sua dona poderia também seguir o exemplo, em paz e descansada. 


Jill afirma ainda que pode até ter sido uma mera coincidência, ou apenas o coração partido, mas prefere acreditar que a sua avó e Gabby eram duas almas que não podiam estar separadas, e que o espítito de Gabby esteve presente a confortar a avó na hora da sua morte, tal como esta tinha feito pela sua amiga, horas antes.


 


 


 

 

 


 


 


 

O Cantinho de adopção! # 38


Bom dia!


 


Às sexta-feiras é dia de um cantinho especial, dia do Cantinho de adopção!


E hoje, quero apresentar-vos uma linda trigadinha.


 


 

A Ivete é uma gatinha novinha, tigrada, abandonada 2 dias antes de ter os bebés, provavelmente a sua primeira ninhada.
Indivíduos de etnia cigana apanharam os bebés e andavam a jogá-los pelo ar como se fossem bolas de brincar. Um não resistiu.

A Ivete é mega meiga e não merece voltar para o local onde foi abandonada. Será entregue esterilizada e vacinada.

A Ivete merece uma casa para a vida, uma família linda que nunca mais a abandone.

 

Para conhecer ou saber mais informações é favor contactar o Projecto Amor Animal, através:

 

 

projecto.amoranimal@gmail.com


www.facebook.projectoamoranimal.com


914 573 303 (Rita)


 


Zona: Odivelas / Lisboa


Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL



 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Porque é que se lembra sempre de nós?

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A Tica foi uma gatinha que o meu marido viu na internet na altura, e como queria muito adoptar um gato, já não a perdeu de vista, e falou com a pessoa que a tinha,para combinar tudo.


E assim marcámos encontro com a Carolina, que nos trouxe a nossa castanhinha, e com quem fomos mantendo contacto, enviando fotografias e imagens da Tica à medida de crescia.


 


Durante esse tempo, a Carolina perguntou-nos algumas vezes se não queríamos mais gatos. Mas já nos bastava a Tica, até porque ela não ia gostar muito de dividir as atenções.


Depois de a Tica falecer, falámos com a Carolina para saber se ela tinha gatinhos bebés, ou sabia de alguém que tivesse. Na altura ainda não era o tempo das ninhadas. E entretanto, fomos buscar a Becas e a Amora.


 


Uns tempos depois, a Carolina voltou a contactar-me,porque tinha uma gatinha linda para dar e queria saber se queríamos ficar com ela. Claro que, agora com duas, e com os problemas e despesas que temos, era impensável ficar com uma terceira. E tivemos que recusar. Ainda sugeri ver se alguém estava interessado, mas ela diz que nos procura sempre porque sabe que tratamos bem dos animais e tem confiança. E só dá a pessoas em quem confie.


 


Agora acabo de receber uma nova mensagem dela, a dizer que tem uma ninhada de 7 gatinhos, e se eu não estaria interessada em ficar com um!


Porquê nós?!


Sim, por um lado é uma honra saber que confiam em nós como donos, e ela ter essa amabilidade de nos perguntar sempre se estamos interessados. Mas, por outro, é sempre difícil estar a olhar para aqueles pequenitos, e saber que não podemos ficar com nenhum, porque não temos condições para isso.


 


 

Os meus gatos cederam

Depois de muitas tentativas frustradas em que tentava tirar as fotos dos meus bichanos com o nosso (e deles) livro e eles ora fugiam ora colocavam-se em posições menos próprias para umas vedetas, eis que consegui.


Reconheço que poderiam ter ficado melhores, mas como já disse varias vezes são eles mandam em mim e não o contrario.


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O snoo no seu local de eleição ultimamente


 


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A Maria a colocar-se em posição depois de ter arrancando mais uns quantos pelos da barriga


Quanto ao livro...não podia estar mais orgulhosa e vaidosa. Um obrigada a todas que ajudaram a que isso fosse possível, em especial à Marta que teve a ideia e tanto trabalho. Ás meninas que foram à apresentação e que o autografaram o meu muito obrigado. Às restantes que não ponderam ir, assim como eu um beijo grande de solidariedade, pois tenho a certeza que adorariam ter lá estado.


 


 

Tiendanimal, há 10 anos a entender os animais

A Tiendanimal é um site de referência na venda de produtos para animais quer pela diversidade de marcas, quer pelo design único do próprio site.


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A procura de um produto é fácil e intuitiva. As funcionalidades com procura por espécie de animal, por artigo, por marca ou tipo de produto auxiliam o utilizador/cliente a encontrar o produto adequado e possibilita a comparação de preços e características.


 


No âmbito do 10º aniversário, da Tienanimal, nesta quinta feira 22 de Setembro, o site está com a campanha “10 anos contigo”! Por isso fiquem atentos às ofertas de aniversário. O aniversário é da Tienanimal, mas quem ganha são os clientes e os seus animais de estimação. Saiba mais em Tiendanimal


 


Tiendanimal, porque entendemos os animais!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Uma historia de um passeio que podia acabar mal

Ao ler este post lembrei-me de um episódio assustador no qual inclui um passeio, um gato, uma dona e 2 cães assustadores.


Todos os dias o Snoo obrigava-me a leva-lo à rua. Sim, era obrigada já que ele ora miava, ora arranhava na porta ou ficava com aquela cara de fofo a olhar para mim como que a pedir "levas-me?".


Vivíamos numa zona com vários prédios e no meio deles havia um terreno onde ele adorava passear e comer as ervas. Era frequente ver as pessoas nas varandas ou na estrada a apreciarem-nos. Não é comum ver-se um gato a passear de trela como se fosse um cão, ainda mais um gato de 7 quilos lindo e maravilhoso.


Não sei precisar, mas creio que durante uns 3 anos a caminhada era diária e sem problemas de maior. Por vezes apareciam uns cãezitos refilões, mas que rapidamente fugiam quando viam o ar emproado do Snoo.


Certo dia andávamos na nossa voltinha quando vejo 2 cães enormes a correr direito a nós. O dono chamava-os e corria atrás deles, mas eles continuavam a aproximarem-se e a ladrarem. Confesso que fiquei assustada sem saber o que fazer. A primeira coisa que olhei foi para a porta do prédio ao nosso lado. Infelizmente estava fechada. Largar o Snoo podia correr bem se ele conseguisse alcançar o muro alto, mas e se não conseguisse? Não acreditava que ele lhes conseguisse fazer frente, portanto não era solução.


Ali estávamos os dois em pânico à espera de um milagre. Por incrível que pareça não conseguia mover-me e ali estavam eles a poucos centímetros de nós. O dono gritava a chama-los e eu gritava para os tirar dali. A muito custo e a aplicar muita força conseguiu afasta-los.


Recordo-me de lhe ter dito que não podia andar com eles sem trela e de ele me dizer "os gatos não são para passear na rua". Não me recordo de como consegui chegar a casa tal era o meu estado de nervos e de raiva, mas recordo-me de fechar a porta e cair no chão a chorar sem conseguir parar.


Foi a ultima vez que o Snoo foi passear à rua.


Já passaram uns anos, mas neste momento consigo sentir tudo o que senti naquele dia.


 


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O Rafael gosta de peluches