terça-feira, 14 de junho de 2016

Dar medicamentos aos gatos sem stress

Quando a Tica esteve doente, tivemos que lhe dar antibiótico e anti-inflamatório em compridos.


E se, no início, ainda a conseguíamos enganar e misturar com a ração, os últimos tiveram que ser enfiados na boca por nós, e o resultado era muito stress para ela e para nós, e uns valentes arranhões.


 


Agora com a Becas, o antibiótico, talvez por ela ser bebé, era administrado por seringa. E isso facilitou muito a tarefa. Esperneava um bocadinho, mas era muito mais rápido e eficaz.


 


Na semana passado, levámos a Becas e a Amora ao veterinário, porque estavam com diarreia.


A Amora, coitada, pior que a amiga. Nem sequer tinha tempo de chegar à caixa, e ia fazendo pelo caminho.


Não sabemos o que lhes provocou a diarreia, mas eu achei melhor ir até lá. O meu marido tinha pensado em comprar ração gastrointestinal, mas podia ser que houvesse mais alguma coisa a fazer, e ninguém melhor que o veterinário para as examinar.


Mesmo sem consulta marcada, foram as duas examinadas.


Mais uma vez, só posso dizer bem do hospital: o veterinário fez o exame normal às duas, pesou-as e foi impecável nos esclarecimentos de dúvidas.


Como o único sintoma era mesmo só diarreia, vieram com recomendação de dieta gastrointestinal durante uma semana, e uma espécie de "ultra levur" para gatos, em pasta.


 


 



 


O veterinário deu-lhes logo lá a primeira dose. É suposto ser administrada com seringa. Quando tentei fazê-lo em casa, foi para esquecer. Estão mais crescidas e já não se portam como quando eram pequenitas.


Para não me chatear, injectei a dose para a palma da mão, e dei-lhes a lamber. Remédio santo!


Lambem tudo num abrir e fechar de olhos, e ainda procuram mais! A Becas até quer roubar a dose à Amora.


 


 


O chato é mesmo para mim, que fico com aquele cheiro forte e horrível na mão durante horas!


 


 


 


 

6 comentários:

  1. Quando eu tinha de limpar os ouvidos do Riscas, com uma loção de limpeza era uma tortura...ele esperneava tanto.

    Ainda bem que conseguiste um bom método, e o cheiro passa, nem que seja com umas gotas de lixivia...

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  2. A Fénix está a fazer medicação para o olho e garganta, tem sido chato. O troque é fazer tudo na wc, ela já vai para lá e deita- se no tapete.

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  3. É por isso que eu estou sempre a dizer que não dava para veterinária, sou boa para dar mimos e brincar, mas péssima no que toca a dar medicamentos e outros tratamentos!

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  4. Isso é outra coisa que não tenho jeito nenhum para fazer - limpar-lhes as orelhas. Os olhos, com jeitinho e paciência, ainda consigo.
    Quando eles começam a espernear, é arranhões certos!

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  5. O truque é segurar bem no gato, também pode ajudar puxar-lhe a prega de pele no cachaço que os acalma. Ao agarrar tem que ser firme (sem aleijar). Se eles sentem que a pessoa vacila tentam logo fugir.

    Limpar as orelhas é aborrecido porque o produto faz impressão dentro da orelha e eles querem coçar. O melhor é mesmo segurar bem a cabeça durante o procedimento e depois lá deixa-los abanarem e coçarem o que quiserem. Para dar comprimidos para os mais gulosos resulta por no meio de ração húmida ou uma guloseima. Os mais esquisitos conseguem engolir tudo menos o comprimido. Aí o melhor é mesmo pegar no comprimido, abrir a boca puxando gentilmente a mandibula e manda-lo bem para o fundo da boca, fechar e massajar a garganta para os estimular a engolir. No fim de tudo é bom dar-lhes miminhos ou uma guloseima para "os comprar" eheh

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  6. Pois, mas faz-me confusão segurá-los assim, e depois vacilo, com medo de os magoar, e não consigo fazer nada.
    A Tica, quando lhe punhamos o comprimido na ração (até era bem parecido), comia a ração à volta e deixava o comprimido!
    E mesmo quando enfiávamos na boca, ela fingia que engolia e, quando virávamos costas, deitava fora!
    Sou muito boa para a parte das brincadeiras e mimos, mas tratamentos não é comigo!

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O Rafael gosta de peluches