sexta-feira, 20 de maio de 2016

The Life of Death - absolutamente comovente!


 


Estava eu a ter um dia normal de trabalho, quando me deparo com este vídeo.


É uma curta metragem, de apenas 5 minutos, mas foram o suficiente para me deixar de lágrimas nos olhos!


 


É absolutamente comovente este vídeo sobre a vida e a morte, e que nos mostra uma perspectiva diferente desta última. Um lado que, duvido, alguém alguma vez sequer colocasse a hipótese de existir em algo que para nós é tão trágico, triste, temido, desconhecido e assustador - o amor.


Esta curta metragem, sem diálogos, e apenas com uma música terna e doce, foi elaborada pela holandesa Marsha Onderstijn, e já esteve em vários festivais do mundo inteiro. Uma reflexão que nos poderá levar a pensar na aceitação da morte como um facto natural.


 


E eu, só me consegui lembrar de alguém que partiu há tão pouco tempo - a Tica!


Terá sido assim que ela partiu desta vida?
Será que, naqueles instantes em que ela saiu à rua, uma mão lhe tocou e a adormeceu para sempre?


 


E por aí, já tinham visto este pequeno vídeo? O que sentiram ao vê-lo?

5 comentários:

  1. Já me deixas- te a chorar Marta! Esta animação é linda e triste ao mesmo tempo...

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  2. Também chorei quando vi!
    Nem sei se pela morte, ou pelo seu amigo, ou pelos dois, e por todos aqueles que foram tocados...
    Nunca pensei que algo tão simples pudesse mexer connosco de uma forma tão forte.

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  3. É impossível reter as lágrimas, sim. Faz pensar que realmente há sempre mais para além daquilo que podemos ver e sentir e que de facto o Amor é a força mais poderosa que existe. Este é um vídeo muito bonito que até pode provocar tristeza, mas curiosamente aumenta igualmente o nível de esperança.

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  4. Eu não estava nada à espera. Comecei a vê-lo normalmente e, quando dei por mim, estavam as lágrimas a cair.
    O que terá acontecido depois? Será que se reencontraram? Ou nunca mais se cruzaram? Será que todos aqueles animais foram para um mundo melhor?
    Porque será que algumas pessoas temem tanto a morte, e outra não?
    Eu penso que fiquei, para além da tristeza, com mais dúvidas e incertezas do que propriamente esperança...

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O Rafael gosta de peluches