quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Carta emocionada uma "mãe" que perdeu o seu "filho"


Imagem Fabulista


 


 


A decisão de Marta Rebelo, de ter terminado a sua relação após o companheiro ter deixado fugir o seu gato, está a gerar diversas reacções, tanto a favor, como contra.


Mas, no meio de tudo isso, o que realmente me emocionou foi a carta que ela escreveu para mostrar o seu amor pelo seu gato, e o que está a sentir com a sua perda.


 


Fabulista: carta da mãe ao Benny . letter from mom to Benny

5 comentários:

  1. A mim, sinceramente, parece-me uma reacção super hiper mega exagerada. Gosto muito do meu gato, fico triste quando esta doente e sinto a falta dele quando me ausento por alguns dias, sim, e até falo com ele como se ele me entendesse. Mas não consigo aceitar que se humanize os animais ao ponto de os comparar com um filho! Um gato/cão, etc, são animais de estimação. Podem ter 1001 propósitos. Fazer companhia, ajudar numa doença, mas não deixam de ser animais de estimação!

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  2. Para mim quando temos um animal ele passa a fazer parte da família! Agora a questão é a seguinte o namorado fez de propósito para o gatinho fugir? Se não, azares acontecem por muito que nos parte o coração! Infelizmente já apanhei um susto com a Fénix, ela saiu pela porta sem eu me aperceber e um vizinho fez o favor de abrir a porta do prédio, senti-me tão culpada e sim chorei, enquanto não encontrei não descansei, foram 4 dias penosos...

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  3. Com as diferenças óbvias, que existem, acabo por considerar a Tica como uma "filha" mais nova. Cada pessoa tem a sua forma de gostar dos animais e lidar com eles, e isso não quer dizer que gostem deles mais do que outros.
    Quando tive que deixar a minha gata no veterinário para a cirurgia de esterilização, custou-me imenso. Quando ela fugiu, chorei baba e ranho. Adoro brincar com ela, trocar mimos, cuidar dela, e por vezes ela acaba por receber mais atenção que a minha filha. Se "humanizamos" demais os animais? Talvez. Mas, a verdade é que alguns animais se mostram mais verdadeiros e leais com os seus donos, do que muitos humanos que conhecemos. Alguns, mostram que são mais observadores e sábios que as pessoas. E, se for preciso, defendem-nos.
    Quanto à reacção da Marta Rebelo, se o companheiro não fez de propósito, acho-a exagerada. E, lá está, aqui noto a diferença entre a "filha" gata e a "filha" humana. Se deixasse a Tica entregue ao meu marido e ele, sem querer, a deixasse escapar, ficava aborrecida. Mas se fosse a minha filha a sair de casa sem ele dar por isso, aí talvez o responsabilizasse pelo seu desaparecimento, e as coisas seriam diferentes.

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  4. Concordo plenamente contigo Marta!
    Eu ainda não sou mãe mas tenho a plena consciência que a partir do momento que um animal entrou na nossa vida, assumimos todas as responsabilidades que isso acarrega, no fundo é como um filho, temos que alimentar, cuidar, levar ao médico(Vet) e o amor que eles nos dão vale tão a pena...

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  5. Eu gosto muito do meu gato, mas o amor que tenho pelo meu filho é muito, muito, muito maior...Respeito que gosta assim tanto dos seus animais, até porque, muitas vezes eles nos dão lições e exemplos que os humanos não dão. Só na brincadeira eu digo que tenho um "filho" adotivo.
    Mas em relação a este gatinho, será que o namorado fez de propósito, é que um descuido pode acontecer a qualquer um... ainda pode ser que ele apareça...

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Feliz Páscoa