sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Adoptar ou comprar um gato?


 


A partir do momento em que se toma a decisão de ter um gato surge, em seguida a dúvida: comprar ou adoptar?


Com tantos animais abandonados e sem dono, a precisar de um lar, e que podem ser nossos sem gastar um único euro, porque haveríamos de comprar um gato?


Por outro lado, se andamos à procura de um gato específico, podemos não o encontrar dessa forma, e sermos obrigados a comprá-lo a quem o tenha, normalmente criadores de raças específicas. Sendo assim, o que é preferível?


Eu sou da opinião que nenhum animal deveria ser comercializado, como um mero objecto. De qualquer forma, em ambas as situações existem vantagens:


 


Adoptar:


- Não tem custos - a não ser os que irá ter daí em diante com o novo membro da família


- Estará a fazer uma boa acção, ao adoptar um animal que, possivelmente, foi abandonado e está ansioso para ter um novo lar e muito carinho


- Há, em alguns abrigos para animais, a possibilidade de interagir com aquele que pretende durante alguns dias, antes de o levar


 


Comprar:


- Maior variedade de raças, e garantias da mesma


- Maior garantia de saúde


- Maior informação sobre as características e comportamento do gato


 


Cada um deve tomar a decisão de acordo com aquilo que pretende, e se sente melhor a fazer.


E vocês, preferem adoptar ou comprar um gato?


 


 

8 comentários:

  1. Não concordo com nenhuma das vantagens de comprar, acho que gostar de animais mas só de uma determinada raça... não me parece que seja gostar de animais.

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  2. Pessoalmente prefiro adoptar, mas não tenho nada contra quem opte por comprar.

    Quanto à saúde, os gatos de raça costumam ter mais problemas que os "rafeiros", por causa dos cruzamentos consanguíneos para apurar a raça. Quando se compra ou mesmo adopta um destes gatos, deve existir o cuidado para conhecer quais são os potenciais problemas de saúde que o bichano está sujeito devido à sua herança genética e se isso pode levar a gastos elevados no veterinário.

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  3. A Branquinha foi adoptada. Uma sra. que eu conheço encontrou uma caixa de papelão com 4 gatos e nós ficamos com a fêmea!

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  4. Também concordo. Não quer dizer que não amemos os gatos que estão à venda que, afinal, não têm culpa que alguém se tenha lembrado de os fazer nascer e criado para fazer disso um negócio.

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  5. Eu confesso que gosto mais de gatos do que de cães. E, se algum dia colocasse a hipótese de ter um cão, gostava que fosse um Husky, ou Lobo da Sibéria. Mas pagar para o ter, dificilmente o faria. E tenho a certeza de que, se me aparecesse qualquer outro cão a precisar de mim, não hesitaria em ficar com ele.

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  6. Para mim comprar uma vida faz-me uma certa confusão, mas tenho de dizer que o gatos "bosques da noruega" me fascinam. Não sei porquê, mas aqui há uns tempos até andei a pesquisar sobre as suas características e comportamentos.
    agora só não sabia que por ser de raça tinha mais garantia que tivesse boa saúde, pois conheço uma senhora que tem um persa e diz que anda sempre a caminho do veterinário, se calhar é uma exceção á regra!
    Mas não trocava o meu gato, por outro, o meu que foi adotado, vivia numa colónica de 50 gatos e era o único amarelo. Por isso foi escolhido pelo meu filhote:)

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  7. Eu confesso que não adoptei nenhum dos gatos que tive. Quando era pequena, queria muito um gato e o meu pai trouxe um que lhe tinha dado um colega de trabalho. Mas o raio do gato era bravo e escondia-se em todo o lado. Um ou dois dias depois, foi lá uma amiga da minha mãe, começou a meter-se com o gato e ele, assim que apanhou uma porta aberta, fugiu e nunca mais voltou! A irmã dessa amiga da minha mãe, que tinha uma gata com filhotes pequenos, ofereceu então um desses filhotes para compensar. Achávamos que era um gato. Só depois percebemos que era fêmea. E assim ficámos com a Fofinha! Já a Tica, foi o meu marido que descobriu na net. Dizia lá que ofereciam, mas quando ligámos, disseram-nos que tínhamos que dar 20 euros, como ajuda para ajudar a esterilizar outros gatos. O meu marido queria tanto a gatinha que deu o dinheiro. Pelo menos foi para algo de útil, a ser verdade. E cá temos a Tica!

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  8. Se é possível devem optar pela adopção. A maioria dos canis/gatis já tem acordos com várias associações.
    Ao adoptarem pelo canil/gatil municipal, oferecem o chip e as primeiras vacinas por preços bastante inferiores aos de mercado. Só nisso já poupam dinheiro para a alimentação e bem-estar do animal. Ao mesmo tempo, podem obter informações sobre o animal que vão adoptar. Coisa que nas lojas, é dada por alto e sem qualquer especificidade.
    Se adoptarem em associações ou por encontrarem um animal na rua ou por amigos, também podem tratar do registo no canil (onde pagam, até 15 euros em vez dos 50 que pagam noutros lados).
    São opções simples que poupam algum dinheiro e mantêm o bem-estar do animal. Os animais dos canis/gatis já fizeram exames e análises, o que já entregam a ficha clínica do animal, aquando da adopção.
    (algumas associações promovem a adopção em troca de um donativo para ajudar outros animais, é uma prática que já é obrigatória em muitos países europeus, porque se a pessoa pagar um valor, irá ser mais responsável. (pelo menos é o que diz a teoria) Daí que quando pensam em adoptar um bichinho, não se admirem de pedirem um donativo em troca da adopção.)

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O Rafael gosta de peluches