quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Passatempo Jumbo Pet

 


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"Ler, Brincar e Crescer"  é o passatempo de memórias que o Jumbo lançou para premiar os nossos animais de estimação.


Para participar é preciso :


 


1. Identificar-se e deixar os seus contactos;
2. Identificar o seu Pet;
3. Fazer o upload da fotografia;
4. Validar tudo e Publicar.


 


Se estás interessada(o), clica aqui, lê e participa. Mesmo que não ganhes o prémio, podes ver a fotografia do teu pet por lá.


 

O Riscas só pode ser...bipolar

O Riscas é um gatinho muito doce e  meigo, por vezes é tanto mel...que ninguém aguenta. No entanto, por outras vezes passa-se. Chega ao pé de mim dá-me uma dentada nas pernas e foge! Se foge, é porque sabe que se portou mal. Ainda o tento apanhar para lhe dar nas orelhas, para o educar, mas ele esconde-se e quando volta, já vem todo meiguinho, e eu fico a pensar, que ele já nem se deve lembrar do que fez, e que não adianta castigá-lo!


Acredito que ele seja bipolar, ou será que é a personalidade dele!? E porque tem ele necessidade, de ser mauzinho!?


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Há mais gatinhos bipolares no clube!?

"Unhas de gel" para gatos

Quem tem gatos sabe que eles gostam de afiar as unhas onde não devem. Como nem toda a gente consegue ou gosta de lhes cortar as unhas (eu incluída), fica esta solução, umas unhas postiças. 


Nunca experimentei, mas gostava de ter um feedback de quem já usou... há por aí alguém que já tenha usado? 


 


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Unhas postiças para gatos


Este produto parece ser fabuloso, simples e é uma ideia brilhante. Trata-se de unhas postiças, umas capas para se colocarem nas unhas, disponíveis em várias cores, umas mais discretas outras nem por isso, para gatos que gostam de arranhar algumas peças lá de casa. 


Estas unhas são feitas em silicone muito macio e leve, o que faz com que os gatos nem se apercebam que as usam. Duram mais de 4 semanas e são fáceis de colocar.


 


Até ficam fofinhos...  ;)


 


O que acham?

Não tens medo?

Pergunta o meu marido, quando me vê querer pegar em todos os gatos que me aparecem à frente, sem os conhecer de lado nenhum, nem saber do que podem ser capazes.


Na verdade, não! Se vir algum cão na rua, não me aproximo. Mesmo quando vou a casa de pessoas com cães, não sou muito de lhes tocar.


Mas com os gatos, não resisto! "Atiro-me" a eles (no bom sentido claro), sem pensar nas consequências.


Uma vez apareceu aqui um gato nas escadas do prédio onde trabalho. Fui logo lá pegar nele, e ainda andei com ele ao colo durante algum tempo, até ter que voltar a trabalhar.


 


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Também este gato (ou gata) que encontro quase todos os dias pelo caminho, é tão mansinho que lhe faço sempre festas quando passo por ele. Hoje, por exemplo, como tinha tempo e baixei-me, subiu mesmo para as minhas pernas e deitou-se no meu colo! Ai se a Tica sabe...


 


Mas nem sempre as coisas correm bem. No outro dia, quando fui aos correios, encontrei um gato amarelo pelo caminho. Fiz-lhe festinhas e ele acompanhou-me durante uns segundos. Noutro dia, estava à porta de um restaurante, provavelmente à espera da sua refeição, e voltei a fazer festinhas. Até aí tudo bem. Mas quando tentei pegar nele, esperneou. E, a partir daí, ficou desconfiado, com medo ou assustado, e quando tentei fazer festinhas novamente começou a morder-me a mão. É normal que tenha reagido assim. 


Mas nem por isso vou deixar de me aproximar deles e dar-lhes carinhos sempre que me deixarem. No entanto, se não quiserem ou fugirem, também não insisto e respeito a sua vontade.

Gatos "vira lata"? Ou mentalidades pequenas?

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Este gato tem aparecido algumas vezes lá na rua. Não sei se tem dono, apesar de usar uma coleira.


Ontem, à hora do almoço, estava eu a estender roupa quando ele apareceu, e ficou a olhar para mim e a miar.


Pedi ao meu marido para pôr alguma ração numa caixinha e dar-lhe. Assim que alguém se aproxima, o gato foge. Tem medo. É desconfiado. Deixámos a caixa e o meu marido voltou para casa. Assim que viu que não havia ninguém por perto, ele foi até à caixa, e comeu tudo.


Mais tarde, o meu marido voltou a abastecer a caixa e colocou também outra com água.


Poderá este gato ser apelidado de "vira lata"?


 


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Esta gatinha foi mãe há pouco mais de um mês.


Está aqui numa das travessas no centro da vila, e pensamos que os seus filhotes estejam dentro de uma casa abandonada, porque ela está sempre ali perto da porta.


Está muito magrinha mas, ainda assim, algumas pessoas vão-lhe dando comida, tanto a ela cá fora, como dentro da tal casa, através da porta, para o caso dos gatitos lá estarem.


Poderá esta gata ser apelidada de "vira lata"?


 


Ontem, a caminho de casa, encontrei no quintal das antigas instalações da Santa Casa da Misericórdia, dois gatinhos mais pequenos - um preto e outro preto e branco, e um gato maior, amarelo. Assustaram-se quando me viram, mas depois voltaram lá. Enquanto fiquei parada do lado de fora do portão, eles ficaram parados a olhar para mim, do lado de dentro. Estão, provavelmente, abandonados.


Poderão estes gatos serem apelidados de "vira lata"?


 


Aqui em Mafra, são vários os locais onde podemos encontrar gatos na rua, abandonados à sua sorte, sem abrigo decente nem uma família para os acolher. Alguns desses gatos, estão sinalizados com o tal corte na orelha, o que significa que alguma associação pegou neles e os esterilizou, mas só isso. Foram devolvidos ao mesmo ambiente onde antes se encontravam.


Se, por acaso, informamos as associações de animais da existência de alguma animal abandonado, perguntam logo se não podemos acolhê-los temporariamente. Não existem grandes soluções. Se não for o cidadão comum a pegar num destes gatos e levá-lo para sua casa, continuararão na rua até morrerem.


De qualquer forma, mesmo não podendo ficar com eles, muitos dos habitantes vão ajudando conforme podem. E uma dessas ajudas é dar-lhes de comer. Pode não ser ração própria, mas a fome é atenuada.


No entanto, parece que estes gatos incomodam algumas pessoas, ao ponto de os apelidarem de colónias de "vira latas". E quem ainda faz alguma coisa por eles, é acusado de sujar a via pública, e ser culpado pela continuação da existência destas colónias!


Pergunto-me eu, que mentalidade será pior? A daquele que, à sua maneira, vai ajudando os gatos que não têm culpa alguma da sua situação, ou a daquele que apenas critica e discrimina, em vez de sugerir alternativas viáveis para minimizar a situação?!


 


 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Os gatos não gostam de telemoveis?

Costumo dizer que a Maria Pipoca é bipolar, uma vez que tanto é um doce (a grande maioria das vezes) como vira pantera. Já não é a primeira vez que me deixa um olho negro e umas "tatuagens" novas na cara. Sim, ela é obcecada com a minha "fronha". Certo que algumas vezes eu passo a linha e não resisto a dar-lhe umas apertadelas quando sei que deveria parar, mas a vontade é mais forte que eu. Aqui eu entendo que a culpa é minha, mas não percebo o trauma que ela tem em relação ao telefone e telemóvel.


Sempre que eu atendo o telefone ou o telemóvel ela mia feito doida ao ponto de não conseguir ouvir a outra pessoa e algumas vezes ataca-me.


Acontece também aos vossos gatos ou é apenas um trauma da minha?


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Bom dia amiguinhos!

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 Há por aí mais alguém que tenha acordado cedo, e que esteja com uma grande preguiça?!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Ablação das unhas dos gatos


A ablação das unhas, é a total remoção da falangeta do gato, ou seja, consiste na remoção total das suas garras. Se viram o Gato das Botas, a sua amiga, a Kitty Patas Fofas, chamava-se assim porque os seus donos tinham-na sujeitado a esta prática.


 


Ainda que seja uma prática proibida em Portugal, como qualquer outra intervenção cirúrgica que modifique "a aparência de um animal de companhia ou para outros fins não curativos" (DEC. Nº 13/93 DE 13 DE ABRIL da Convenção Europeia para a Protecção dos Animais de Companhia), ainda há profissionais que o façam, pela excepção na legislação que indica que "Apenas podem ser autorizadas excepções a estas proibições: Se um veterinário considerar necessária uma intervenção não curativa, quer por razões de medicina veterinária, quer no interesse de um dado animal" (idem), desta forma, e em certa medida, os profissionais acabam por estar protegidos por estas clausulas de excepção. A verdade é que conheço quem o tenha feito, e até eu considerei fazer ao meu Pulga, devido às suas unhas já me ter posto em perigo, devido a uma agressividades descontrolada que o mesmo possui. 


 


Sou uma pessoa ponderada, quando o assunto são os meus pimpolhos, e antes de o submeter a esta cirurgia, fui pesquisar sobre isto. Lembro-me que fui até à Biblioteca do Porto consultar vários livros científicos sobre esta prática e descobri coisas horríveis, o que me fez mudar de ideias e ter uma visão diferente sobre esta questão.


 


Falando um pouco sobre as unhas em geral... Como as nossas, as unhas dos gatos, não servem apenas como acessório, não servem apenas para nos irritar quando as afinam onde não devem, ou quando nos picam a roupa aquando das suas insistentes massagens. As unhas dos gatos, são uma estrutura muito importante quando falamos de gatos de exterior, sem elas não conseguiriam trepar às arvores e escaparem dos seus predadores, não poderiam lutar com outros gatos, impedindo que outros ocupem o seu território. Como as unhas dos gatos são associadas apenas a estas situações, julgamos que os gatos de interior, já não precisam delas, e que estas já não têm uma função importante na saúde do gato. Mas estão enganados.


 


Ora vejamos alguns exemplos, da utilização das garras dos nossos bichanos, quando estão em casa:


 



  • Quando correm: Não há felino que não goste de correr, e certamente já os viram a correr de um lado para o outro da casa. Pois bem, as unhas funcionam quase como que um antiderrapante no gato, auxiliando-os no equilíbrio. 


  • Quando se espreguiçam: O meu Mimo adora espreguiçar-se com auxílio de um puff que temos para ele arranhar, ou seja, prende as unhas das patas dianteiras no puff, estendendo o resto do corpo. Sem unhas isso não seria possível.


  • Para se coçar: Até nós, quando não temos as unhas grandes, temos dificuldade em nos coçarmos em condições apenas com os dedos, não é verdade? Sem elas os gatos teriam dificuldades em se livrar dessas mesmas comichões.


As unhas são realmente muito importantes para os nossos bichanos e a prova é, que eles estão sempre a cuidar delas, e a total remoção destas, pode-lhes causar irremediavelmente danos ao nível físico e psicológico e devido a certas complicações na cirurgia - complicações que são até bem comuns, infelizmente - podendo causar-lhes dor para toda a vida, o que poderá resultar numa série de alterações de comportamento do animal: maior agressividade, perda de confiança nos donos, dificuldade de locomoção, entre muitas outras situações.


 


Por isso, se está a pensar neste método cirúrgico, para que o seu gatinho deixe de arranhar os móveis lá de casa... pense novamente.


 


Se está a pensar, por uma questão de vida ou de morte, pense também se não existirá outra solução. Apesar de tudo, creio que ainda assim, a ablação das unhas possa ser preferível ao abate ou ao abandono do animal... Mas ainda assim, pense muito bem, e informe-se sobre todos os riscos e consequências, tenha em atenção a experiência do profissional, e o local onde fará a cirurgia. 

Colinho

Desejo a todos os meus irmãos e irmãs ronronantes uma semana cheia de colinho bom!


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Ass. BRANQUINHA

A Gi apresenta-se

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Se a minha Gi falasse acho que seria mais ou menos assim que ela se apresentaria.


"Olá eu sou a Gi e agora faço parte do Clube de Gatos do Sapo. Sou muito meiguinha e gordinha. Tenho muito medo do aspirador e não percebo porque razão os meus donos insistem em usar aquela máquina. De manhã gosto de acordar os meus donos e de me rebolar no tapete da cozinha, sou irresistível. Adoro fiambre de perú e bolachas Maria."

Apresentação do Sheldon (Shéshé para os amigos)

Este é o Sheldon, tem 3 meses e é filho da Adelaide. Foi ficando e já não sai de cá. Adora o Surdinho e dão-se muito bem ;) Adora estar no puff a dormir, como podem comprovar nas fotos seguintes:


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 É um bebé muito atrevido e com muita energia...  às vezes dá cabo da paciência ao Surdinho. 

Kiko

Sou o Kiko, tenho 5 anos feitos em Setembro. Os meus donos adoptaram-me com cerca de 6 meses, e era assim


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 Agora passados estes anos, sou um gatarrão (é o que me dizem). Sou muito cusco, muito pedinchão, adoro brincar e dormir com os meus donos.


Vejam lá se não sou um gatão....


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Estar à janela, comer e dormir é aquilo que sei fazer de melhor.... abrir os armários da cozinha e ver o que anda lá por dentro, observar os pássaros da janela, são os meus hobbies favoritos.


Por vezes apanham-me em situações comprometedoras...


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 Enquanto os meus donos trabalham (sim, alguém tem de ganhar dinheiro para me alimentar), eu estou sempre pronto a ajudar....


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Gato da Semana #49

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O "Gato da Semana" vem estrear-se no Clube de Gatos do Sapo (no Tempestade de Ideias já vamos no #49). Espero que gostem.


Boa semana para todos!

sábado, 26 de setembro de 2015

Inscrição no Clube de Gatos do Sapo

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O nosso clube felino está à espera que mais gatinhos se juntem a nós e se tornem membros.


Por isso, informem os vossos donos que só têm que clicar em "participar", na barra lateral.


Venham conhecer-nos, e dar-vos a conhecer ao mundo!

Quem ama, cuida e mima

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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Simon's Cat

Eu acho que não é possível alguém que ame gatos não conhecer o Simon's Cat, mas pelo sim e pelo não, fica aqui a divulgação deste canal no Youtube, com os vídeos deste cartoonista que se inspira nos seus gatos para a realização dos cartoons. Talvez por isso, sejam tão realistas e tenham tanta piada!


 


Fica aqui o meu favorito, porque me faz lembrar o dia em que trouxe o Pulga cá para casa:


 



 

Mimo e Pulga

Olá a todos,


 


Agradeço o convite para fazer parte do Clube dos Gatos, e tenho todo o gosto em dar o meu contributo para enriquecer este espaço. Sei algumas coisas sobre gatos, não tudo, porque eles estão sempre a ensinar-nos coisas novas, e assim que me for possível falo um pouco sobre o que sei.


 


Fui ontem convidada para fazer parte dos Amigos dos Animais e hoje fiz a apresentação dos meus dois pimpolhos: o Mimo e o Pulga, pelo que, farei uma breve apresentação dos mesmos, com outros elementos, e farei o link para a apresentação que fiz nos Amigos dos Animais. Acho que não faz muito sentido, estar a fazer uma cópia do conteúdo e assim, ficam com novos elementos que na altura não referi.


 


O Mimo


O Mimo, tem 7 anos, está comigo desde os 5 meses, e é um gato muito meigo. Filho de gata caseira, pai incógnito, foi sempre muito mimalho e dependente de mim. Segue-me para todo o lado, e é tipo cão, quando não segue, eu chamo-o e e ele vem a correr. Passa os dias a dormir, não é muito brincalhão, e não gosta muito de brincar. Adora caçar borboletas e reclama se ouço música um pouco alta. Dá turrinhas, não gosta muito de andar ao colo, e adora pedir comida aos convidados, que sabe que com os de casa não tem tanta sorte. Adora "amassar o pão" na minha barriga e nos meus braços, e se passo a noite fora de casa, é uma festa quando chego. Dorme comigo, no inverno dorme do meu lado, junto à minha barriga debaixo dos cobertores, no verão prefere os pés ou a almofada. Adora dormir em cima de mim, se o deixar. É ladrão! Temos que ter muito cuidado com a comida que está em cima da mesa desprotegida, que na melhor oportunidade ele vai lá. É cuidadoso, só salta quando vê que há espaço para ele. Tem medo das alturas, gostava de subir para cima dos móveis da cozinha e depois tinha medo de descer. Acho que vê televisão, é vê-lo muito atento a olhar para a televisão quando já dormiu a sua sesta. Foi o meu primeiro gato, e desejo que seja imortal! 


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O Pulga


O Pulga tem 4 anos, e está comigo desde os 2 meses. Foi um dos muitos animais que foi abandonado à porta de uma veterinária, e o meu Mulo fez-me a surpresa de mo trazer sem eu sequer suspeitar. Tinha o Mimo 2 anos na altura e apenas demorou 2 dias até que se pudessem juntar sem qualquer risco para a saúde do pequeno. Era do tamanho de uma Pulga, muito pequenino, saltitava como uma pulga, sempre aos saltinhos aos saltinhos, e trouxe umas pulguitas para casa. Ora, não poder-se-ia chamar de outra maneira! Supomos que seja filho de gatos vadios, sempre foi muito meigo em bebé, mas após a castração, com um ano de idade, tornou-se num gato muito arisco, essencialmente com o sexo feminino. Não suporta cheiros de outros animais, desde cheiros a coelho ou a cão, e fica agressivo com pessoas com esses odores. Tem um problema urinário, por isso só pode comer ração própria. Como não tenho possibilidades financeiras de lhes comprar Royal Canin, e eles também  não gostarem da ração Urinary da Specific, compro sacos de 15kg da Purina Cat Chow Urinary e para além de ambos adorarem, fez com que o Pulga nunca mais tivesse problemas. É um gato muito brincalhão, adora bolas de papel, adora abrir gavetas e tirar tudo cá para fora, adora roer cabos - já traçou phones, carregadores de telemóvel,.... Contrariamente ao Mimo não é nada cuidadoso, quando salta para algum lado, leva tudo à frente, e não tem qualquer medo de alturas, atira-se mesmo à maluco. Tal como o Mimo, adora "amassar o pão", baba-se quando está feliz, e adora fontes de calor: lareira, aquecedor,... É guloso, mas é esquisito para comer, não come nada sem cheirar pelo menos uns 2 minutos, mas depois por outro lado, lambe óleo de cozinha se nos apanha distraídos. 


 


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 E pronto, estes são os gatos da Mula! 

Adoptar ou comprar um gato?


 


A partir do momento em que se toma a decisão de ter um gato surge, em seguida a dúvida: comprar ou adoptar?


Com tantos animais abandonados e sem dono, a precisar de um lar, e que podem ser nossos sem gastar um único euro, porque haveríamos de comprar um gato?


Por outro lado, se andamos à procura de um gato específico, podemos não o encontrar dessa forma, e sermos obrigados a comprá-lo a quem o tenha, normalmente criadores de raças específicas. Sendo assim, o que é preferível?


Eu sou da opinião que nenhum animal deveria ser comercializado, como um mero objecto. De qualquer forma, em ambas as situações existem vantagens:


 


Adoptar:


- Não tem custos - a não ser os que irá ter daí em diante com o novo membro da família


- Estará a fazer uma boa acção, ao adoptar um animal que, possivelmente, foi abandonado e está ansioso para ter um novo lar e muito carinho


- Há, em alguns abrigos para animais, a possibilidade de interagir com aquele que pretende durante alguns dias, antes de o levar


 


Comprar:


- Maior variedade de raças, e garantias da mesma


- Maior garantia de saúde


- Maior informação sobre as características e comportamento do gato


 


Cada um deve tomar a decisão de acordo com aquilo que pretende, e se sente melhor a fazer.


E vocês, preferem adoptar ou comprar um gato?


 


 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Ao que vocês chamam de veterinário eu chamo de horrorário!

Finalmente consegui vir reinar para o nosso clube!


Chegou o Outono. Ando cheio de frio e descobri que o teclado do portátil da minha dona é uma excelente cama e bem quentinha. Hoje fui dormir para lá. Carreguei em qualquer coisa e puffff, o sonho aconteceu! Apareceu-me o nosso clube cheio de gatos e gatinhas maravilhosas. Miauuuuuu. Já tinha saudades vossas.


Bom, aproveito que não está ninguém por perto para desabafar convosco…


 


A minha dona tem umas manias estranhas. De vez em quando poe-me dentro duma caixa de grades vermelha, descemos as escadas até à garagem, entramos num veiculo ao qual vocês intitulam de carro e vamos numa corrida infernal pelo meio de outros carros até ao horrorário…


Posso-vos dizer que não entendo o que me fazem lá! No horrorário colocam-me em cima de uma mesa de metal muito fria, que nem uma almofada fofinha tem, abrem-me a boca, colocam-me instrumentos nas orelhas, viram-me de pernas para o ar, apalpam-me a barriga, medem-me a temperatura (mas é melhor que eu nem explique como), picam-me com uma agulha, que nem entendo como conseguem arranjar utensílios tão afiados, tosquiam-me o meu pelo bonito e lustroso, como se eu fosse uma ovelha a quem tiram a lã para vender e lavam-me com champô para gatos, deixando o meu pelo com um cheiro esquisito. Saio de lá possesso!


 


No final deste sofrimento todo, acabo por ficar feliz quando a minha dona me vai buscar… Sei que ela nunca me vai deixar naquele inferno mais do que o tempo necessário para eu ficar bonito e saudável… Quando ela chega mio bem alto para ela me levar dali para fora, mas ela insiste em parar na receção, entregar um cartão à senhora, marcar um código com 4 dígitos num máquina e receber um papel que depois vai parar ao lixo…


Bom, já a sair do horrorário, ronrono para ela, mas parece que ela ficou com uma cara miserável depois de receber aquele papel.


 


Passadas umas horas aquilo passa-lhe e já anda ela a correr atrás de mim para me fazer festas… Mas no entanto, apesar de ter uma relação estranha com ela, isto deixa-me a inquieto e parece que ela fica com menos 2 anos de vida depois de receber o papel daquela máquina!


 


Será que também vos acontece o mesmo com os vossos donos?!


 


Vou reinar para o meu sofá,


Imperador Alvin


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É verdade que os gatos preferem as crianças?


 


Os gatos gostam mais das crianças, ou gostam de todos aqueles que lhes dêem carinho e atenção, e brinquem com eles, independentemente da idade ou sexo dos seus donos? 


 

Plantar milho de pipocas para gatos

 


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O Surdinho tem imenso pêlo e, apesar de todos os cuidados da alimentação e dos suplementos que toma, de vez em quando lá vêm as bolas de pêlo. Até que disseram à minha irmã para fazer isto e não é que tem ajudado bastante e, além disso, ele adora...
Um dos benefícios da grama do milho é ajudar na eliminação de bolas de pêlos, bem como contribuir para o bom funcionamento intestinal.
Além dos gatos adorarem é muito fácil de plantar, é económico e muito prático. É assim: coloque terra num vaso e semeie os grãos de milho para pipocas. Passado 3 semanas já estão do tamanho do desta foto e eles já o podem comer.
Eles adoram e nós também gostamos que eles se sintam bem!!!

Os poderes terapêuticos dos gatos



  • Aliviam o stress e a ansiedade

  • Têm um poder tranquilizante

  • Ajudam a diminuir a pressão sanguínea, podendo evitar doenças cardíacas

  • As vibrações provocadas pelo ronronar podem ajudar a curar infecções, a fortalecer nossos ossos, a aliviar a dispneia - sensação incómoda de falta de ar, como se a respiração estivesse incompleta - a esta terapia deram o nome de Ronronterapia

  • Ajudam crianças autistas a tornarem-se mais activas, comunicativas, a interagir com os outros, a estarem menos ansiosas e mais tranquilas

  • Auxiliam na produção de oxitocina no cérebro, reduzindo a agressão, aumentando a empatia, aprimorarando a aprendizagem, provocando uma sensação de bem estar físico e emocional, deixando corpo e mente em harmonia, fortalecendo o sistema imunológico.




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É por isso que, hoje em dia, são recomendados alguns tratamentos terapêuticos que envolvem animais, nomeadamente, os gatos.


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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

É ca uma gulosa!

A Branquinha acabou de lamber o prato com a sua comidinha preferida e ja esta a espera de mais!


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Porquê um gato?


 


Os donos de todos os membros deste clube optaram por um gato, na hora de escolher o seu animal de estimação.


Mas qual terá sido a razão para a escolha recair sobre este animal felino, e não outro qualquer? O que leva alguém a eleger os gatos para fazer parte da família?

A Idade dos Gatos

Para quem não sabe, aqui fica a idade e a respetiva correspondência real dos gatos:


 


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O nosso Surdinho já está com 42 anos ;)


 

Billy e Jessi - dois gatos na luta contra o autismo!

Deixo-vos aqui a sugestão destas duas histórias que são, mais uma vez, a prova de que os gatos têm poderes terapêuticos!


 



 


Sinopse


Fraser é uma criança autista de três anos, tensa e ansiosa, com acessos de raiva tão súbitos quanto incontroláveis.
A vida dos Booth, numa pequena casa na herdade de Balmoral, a residência de verão da rainha de Inglaterra, é dura e muitas vezes desesperante. Para Louise, a mãe de Fraser, o futuro parece pouco animador. É então que o filho conhece Billy, um gato cinzento e branco, e a amizade que nasce entre os dois irá mudar para sempre as suas vidas. Os dois tornam-se inseparáveis e, com a ajuda do seu novo amigo de quatro patas, Fraser começa a fazer progressos: pequenas coisas que, somadas, dão vida a um verdadeiro milagre.


 


 



 


Sinopse


Esta é a história duma amizade extraordinária, e de como o laço entre um menino autista e uma gata mudou as suas vidas para sempre.
Lorcan Dillan era um menino adorável, com um sorriso malandro e olhos claros, mas sofria de autismo e mutismo seletivo. A sua condição impedia-o de comunicar normalmente, expressar emoções simples e desfrutar de abraços ou contacto humano. Mas tudo isto mudou radicalmente com a chegada da gatinha Jessi.
A ligação extraordinária entre Lorcan e a gata foi imediata. Tornaram-se inseparáveis: quando Lorcan gritava e chorava, a gata sentava-se junto a ele até que se acalmasse; à noite, deitava-se na cama até que ele adormecesse; e brincavam juntos todo o dia. Depressa os pais se aperceberam de que Lorcan estava finalmente a expressar as suas emoções, algo que nunca conseguira. Hoje, é um rapaz que consegue comunicar com toda a gente, desenvolver e manter amizades, falar com desconhecidos e até participar em peças de teatro. Este livro conta a experiência de uma família na vida contra o autismo: é a história comovente da gata que nasceu para mudar a vida deste menino para sempre, e provar que os animais de estimação podem ter efeitos reais no combate a doenças e perturbações socialmente limitadoras.

Provérbios sobre gatos que podem não ser verdade

Existem muitos provérbios sobre gatos, uns concordo, outros não. Reparem neste, ou nestes, porque são dois, mas idênticos:


 



"A língua do cão é benta e a do gato sebenta” ou “baba de cão come-se com pão; baba de gato não chegar ao prato”



Os cães metem a boca em tudo quando andam a explorar o seu mundo, metem a boca até em fezes, e levam imensas bactérias para casa. Por isso, acho que o cão , neste aspecto, é igual ou pior que o gato. Por isso, este provérbio parece estar a injustiçar os gatos!


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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Leituras felinas #3

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Recomendo este livro da ASA, é de vários autores e tem várias histórias, sempre passadas com gatos. Para quem tem crianças no 1º ciclo, é ótimo. O meu filho não gosta muito de ler, mas quando lhe ofereci este livro, ele leu-o todo e gostou!


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O Rafael gosta de peluches