sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Amor incondicional de um gato

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Este gato de nome Garfield, vivia com o seu tutor desde o início da pandemia. Tornaram se grandes amigos. No entanto o seu tutor morreu. Então, o gato fugiu de casa e foi viver ao lado do seu tutor para o cemitério.


Os funcionários do cemitério já o conhecem e sabem da sua história. É na Póvoa do Varzim, o gato já se tornou célebre pela sua atitude.


Ainda dizem que os gatos não se apeguam aos donos...

A Joaninha voltou

Passaram mais de 15 dias. Voltou esfomeada. Já está no seu lugar seguro. Certamente esteve presa em algum lugar.


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sábado, 22 de fevereiro de 2025

Uma colónia de gatos na Nazaré

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Um lugar onde passei férias em 2018 e 2019, e havia gatos de rua, foi legalizado e transformado em colónia.


 

A Joaninha

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A Joaninha, uma das gatas que eram do meu falecido sogro, desapareceu há cerca de 15 dias. É muito estranho porque ela estava sempre lá no terreno, tinha abrigo, espaço, alimentação, sol. Nada fazia prever que de lá saísse. 


Era feliz lá. Recebia-nos a rebolar ao portão Era grata. Passou de uma gata silvestre a mansa.


A única coisa diferente que estava lá na altura do desaparecimento foi um lagarto morto e desventrado, com sangue. Terá ela comido aquilo e ter feito mal e terá ido morrer longe!?


Custa mais ainda não sabermos o que aconteceu, que fim terá tido.


A colónia "o reino de Gerardo", ficou mais pobre!


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domingo, 16 de fevereiro de 2025

há algum tempo sem notícias

Para vos dizer que a Kat, de repente, emagreceu, não comia nada, estava apática.


Tive de pedir ajuda numa nova clínica veterinária que faz domícilios.


Passei na clínica e depois de contar tudo o que se passava com a gata, recomendaram-me que a levasse lá.


Ela precisava de ser observada, fazer análises de sangue.


As médicas veterinárias são jovens, bem como a técnica auxiliar e a enfermeira.


Informando eu que a Kat  é uma gata difícil, que não conseguiria metê-la na transportadora, deram-me um comprimido para a acalmar, vinha logo a seguir a técnica auxiliar.


Meti-a na divisão mais pequena e fácil de a pegar.


Ficou possessa quando viu as luvas da jovem técnica, fugia de nós, mas conseguimos metê-la na transportadora.


Na clínica, estava sossegada, enquanto não entrava para a sala de tratamentos.


Para a sedá-la, foi o cabo dos trabalhos, a jovem veterinária e a técnica conseguiram muito bem controlá-la.


Uns minutos depois estava inerte e pronta para a ser examinada.


Exames de sangue ( resultados bons), exame da urina, que vai ser analisada num laboratório, uma ferida junto ao ânus.


Apesar da conjuntivite, os olhos estão bem.O problema da Kat era a coceira.


Ecografia aos orgãos internos, nada suspeito, a não ser alguns cristais.


Estava desidratada, ficou internada por uma noite, com soro.


Foi-lhe injectada toda a medicação necessária.


Ontem, fui buscá-la.


Esteve toda a noite stressada, trouxe-a para casa, medicada, mas com mais medicação para lhe dar e tem sido difícil.


Ela voltou à apatia, à falta de apetite. Comprei tudo o que era possível para que ela comesse: pôr a medicação no patê, fiambre, peixe cozido que fiz de propósito.


Mas nada!


Isto é, o pouquíssimo que comeu, não sei se o antibiótico entrou para o seu estômago.


Ampolas, comprimidos, nada tenho conseguido  meter na boca.


Através de e-mails, contactei a pessoa que estava de urgência, e foi-me dando sugestões.


Uma delas, foi tirar o penso, que estaria a apertar porque, ao ver a fotografia que enviei,percebeu que poderia estar a magoá-la.


A Kat deixou-me tirá-la.


Logo a seguir, deitada que estava no sofá, e com uma pequena manta por baixo, fui buscar ração e pus o prato e orientei a cabeça, que tem um colar, e comeu.


Fiquei mais satisfeita.


Entretanto,como não bebeu nada, peguei nela e fui pô-la a beber. 
O colar impedia-a, mas percebi que se mudasse para um recipiente mais baixo ela beberia.


E bebeu.


Agora, está na hora de lhe dar a medicação.


Fui aconselhada a aquecer um pouco o patê, para que a Kat sentisse o odor.


Vamos ver se desta vez ela come.


Logo, tenho de lhe dar o calmante. Amanhã,de manhã cedo, dou-lhe  2º e tentar levá-la à clínica.


Lavei outra manta onde ela costuma dormir ao sol, para não levar a mesma  que nos fez metê-la na transportadora.


A Kat não pode ver essa manta à sua frente. 


Espero ter sucesso, amanhã. Caso contrário, vou ter de chamar alguém que me ajude.


 


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O Rafael gosta de peluches