domingo, 26 de junho de 2022

A experiência de conhecer uma associação de gatos

Quis o destino, que um dia, tivesse de ir deixar dois gatinhos bebés numa associação de gatos.


Fiquei maravilhada. Estava tudo muito bem organizado, havia espaço interior e principalmente exterior, a se perder de vista.


Só os gatinhos bebés estavam numa jaula até fazer a quarentena, mas era uma sala fresquinha e as jaulas, nem eram bem jaulas, pois eram muito espaçosas, e, lá dentro havia arranhadores e os pequenos andavam lá felizes da vida a brincar!


Depois havia infantários, com pequenotes muito reguilas e brincalhões. Havia uma sala que chamei de casa da árvore, pois tinha uma árvore dentro onde eles alegremente trepavam. No exterior havia gatos por todo o lado, uns à sombra outros a preguiçar e a aproveitar o sol. Um paraíso! Todos lindos, bem alimentados, bem tratados.


Tinham ração à discrição, água, brinquedos, conforto. Percebi que todos tinham um nome. Havia um que se chamava Trump. Quando estava a conversar com a responsável da associação, veio um pretinho lindo e peludo pedir-lhe colo, momento lindo.


Ali, repito,  eles são bem cuidados, muito amados, e  felizes!


Claro que também percebi que faltam apoios, ajudas e que nem sempre é fácil. O estado devia de ajudar mais, aliás estas pessoas, que lutam para que este local seja assim um paraíso, são verdadeiros heróis! Quem puder ajudar, peço que ajudem, pois os gatinhos precisam!


Adorei conhecer a Associação Tico & Teco no Cartaxo!


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Cuidar, proteger, medicar, alimentar, uma colónia de gatos

Como já aqui disse, sou uma das responsáveis pela colónia de gatos do meu bairro, a colónia dos Chães.


Cuidar, proteger, alimentar, medicar, estar atenta, são algumas das tarefas que temos feito.


Há sempre "lutas", mas o balanço é positivo. Há dois gatos que estão adoentados, e é  uma frustração, tentar apanhá-los porque temos apoio veterinário, mas eles não se deixam apanhar.


Deixo algumas fotos deles, para que vejam como são lindos, apesar das marcas de uma vida de rua!


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terça-feira, 14 de junho de 2022

Pedido de ajuda

 


Hoje venho aqui com o objetivo, de encontrar alguma instituição que possa ajudar uma vizinha minha. Que tem 15 gatos já pediu ajuda ao gatil de Beja mas está cheio, o do concelho não tem gatil, aqui em Ferreira do Alentejo.


A senhora tem 80 e tal não sei bem a idade, e todos os gatos abandonados, ela fica com eles agora no verão é uma carga de trabalhos, por causa do calor.


Anda com as casotas de um lado para o outro, e outros tem de pender para não irem para a estrada.


A filha que cuida da mãe, do marido está de rastos e não sabe mais o que fazer.


Se alguém puder ajudar entrem em contacto comigo através do mail, é urgente tirar aqueles gatos para um lugar onde possam ser felizes.

quarta-feira, 8 de junho de 2022

ele sente a falta do amigo

Depois de escrever este post,  a minha irmã passou a dar mais atenção ao Mickey, o malandro que provocava o falecido Dis ( eu chamava-o por este nome) porque anda mais triste.


No sábado que fomos ver a Susana Vieira ao Fórum, a minha irmã contou-me que, quando entrou na porta do prédio ouvia o miar ininterrupto do Mickey.


Entrou em casa, ele estava encostado à porta, nunca ela o viu tão agitado.


Não estava habituado a ficar sozinho, pois tinha a companhia do Dis.


Ora, há alguns dias que a minha irmã  tem verificado que sempre que sai de casa, e o Mickey fica sozinho, quando ela chega, ele vai buscar a manta que está no sofá, e põe-na na entrada da porta.


O gato sente a falta do Dis.


O que eu penso: será que ele põe a manta ali para a minha irmã pegar nela e  trazer o Dis de onde o deixou?


Incrível o sentimento destes animais.


E este é muito malandro, mesmo, mas muito,muito meigo.


Aqui o Mickey, em 2017.


 


 


 

Humor felino!# 243

O Rafael gosta de peluches