
Para o bem de todos, façam como os gatos domésticos, fiquem em casa!
Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pelas plataformas digitais, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Para o bem de todos, façam como os gatos domésticos, fiquem em casa!

Sofre de alergias a gatos, mas não quer desistir do seu sonho de ter um gato? Gato sem pelo é a solução ideal para si! É impossível ficar indiferente diante destes gatos, que são adorados por uns, depreciados e marginalizados por outros. Face ao sucesso e curiosidade dos gatos sem pelo, criadores americanos importam gatos Sphynx da Europa.
Raças de Gato - Gatos sem Pelo :
Provavelmente a raça de gato sem pêlos mais conhecida, a Sphynx desafia a típica personalidade de impasse normalmente associada aos gatos, graças à sua extrema sociabilidade.
Sphynx é vivo, esperto, independente. Sociável em relação aos seus congéneres e cães, nunca se mostra agressivo. Muito afetuoso, até possessivo, adora ser mimado.
A vida num apartamento está perfeitamente adequada para este animal porque é muito sensível ao frio, ao calor e à humidade. No Inverno, é indispensável administrar uma alimentação energética com uma ração para gatos de elevada qualidade nutricional para manter a temperatura corporal ligeiramente superior à espécie. É conveniente o gato Sphynx evitar exposição ao sol, pois pode resultar em queimaduras. Contrariamente a outras raças de gatos, o sphynx transpira pela pele, requerendo, como tal uma limpeza regular com uma luva de banho. O banho em si não é aconselhável.
Como o próprio nome sugere os Bambinos (significa bebé, criança em italiano) são conhecidos por serem muito divertidos e gostam de estar cercados por companhia. O gato Bambino não é um gato adequado para estar sozinho por longos períodos regularmente. Os Bambinos também podem servir casas com crianças gentis e outros animais, pois são muito sociáveis e amigáveis. Bambino é uma raça mista de um cruzamento entre um Sphynx e um Munchkin. O resultado é um gato com pernas distintamente curtas e orelhas altas. Apesar de suas pernas mais curtas, os bambinos são conhecidos por serem enérgicos e surpreendentemente ágeis. A falta de pêlo dos Gatos Bambinos significa que eles são muito mais suscetíveis a sentir o frio e sua pele pode se machucar mais facilmente.
O Peterbald é um gato de raça mista, criado pelo cruzamento de um Sphynx e um Oriental Shorthair. Este gato nativo da Rússia é extremamente leal.
O Peterbald é um felino elegante com características proeminentes e membros longos. Nem todos os Peterbalds nascem sem pêlos. Ocasionalmente, um Peterbald nasce com uma pelagem completa, como um gato típico.
Esta raça Duende é outra criação recente, segundo My Animals, feita pelo cruzamento de um Sphynx com um American Curl. O resultado é um gato brincalhão e extrovertido com orelhas curiosamente interessantes. Estes gatos geralmente têm uma sensação de pele macia, semelhante à pele de pêssego.
Também conhecido como o russo sem pêlos, o Donskoy é uma raça única. Estes gatos também são notavelmente inteligentes e facilitam o treinamento.
Começou a não querer sair de casa, pouco reagia até que deixou de comer!
Levei à veterinária que após exames detectou que ele tinha estado em contacto com o desinfestante que andam a colocar nas ruas para desinfestar as mesmas!
Como ele vai para o exterior é fácil estar em contacto. Referiu ainda que desde que começaram a fazer a desinfestação, já apanhou lá alguns animais com os mesmo sintomas.
Resultado: Anda a fazer medicação, levou 2 injecções e hoje levou a 2ª dose.
E está expressamente proibido ir para o exterior!
Neste momento continua a não querer comer, apesar de já começar a ter mais reacção no corpo! Além disso já perdeu quase 1 kg.
Se até 2ºf não apresentar melhorias significativas vai fazer análises hepáticas!
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Até lá só espero que tudo fique bem ![]()

Ainda a propósito do post de ontem, e porque hoje já ambas voltaram ao estado normal e a comer a ração como habitualmente, só me ocorreu uma teoria: a de que existe uma certa solidariedade comportamental entre os gatos.
Pelo menos, entre os que são criados juntos.
Tendo a Becas vomitado de manhã, depois de comer a ração nova, a Amora terá associado que comer aquela ração lhe faria mal, tal como à irmã. E, por isso, recusou-se a comer.
E só à noite, quando viu a Becas a comer, sem qualquer efeito negativo, é que a Amora decidiu petiscar, à cautela.
Hoje, já comeram as duas normalmente, a ração de sempre.

Hoje de manhã estreei uma embalagem nova de ração.
A ração habitual, que sempre comem, que mando vir sempre da mesma loja.
Coloquei nos comedouros, às 5 da manhã, e voltei para a cama.
Quando me levantei, percebi que uma delas tinha vomitado. Suponho que tenha sido a Becas, pois era ela que tinha ficado ali a comer naquela direcção.
Como, de vez em quando, isso acontece, quando ela come depressa e muito de uma vez, não liguei.
Entretanto, a Amora chama-me para comer. Cheira um comedouro, cheira outro, anda ali às voltas mas não come. Pego em alguns croquetes, na mão, e ela cheira mas não come.
Achando isso estranho, e porque ainda tinha sobrado um restinho da anterior, vou buscar e ponho na mão. Começa imediatamente a comer, cheia de fome.
E até a Becas, que não é dessas mariquices, começa também a comer na mão.
Ou seja, o problema está na nova ração.
E agora?
Já não há mais nenhuma da anterior. Tenho outra nova para estrear mas, e se elas também não lhe tocarem, o que é que comem?
E se mandar vir mais, será que não vem igual?
É estranho porque a ração é exactamente igual, não mudámos nada, nem sequer o sabor, e aparenta estar normal, mas elas lá notam algo diferente.
Não sei como vou fazer porque, além de só ter ração dos hipermercados para os da rua, não tenho mais nada e, de qualquer forma, não posso dar, de repente, uma ração diferente da habitual, sem lhes provocar outros problemas.
Já alguma vez vos aconteceu uma situação dessas?


Se nem as crianças nem, por vezes, os mais crescidos, compreendem que teletrabalho é trabalhar em casa, como se estivesse no local de trabalho, como explicar isso a uma gata, que insiste em vir para o colo, e que reclama cada vez que a mão deixa de lhe dar festas, para teclar?!

A crescente preocupação com o COVID-19 está a deixar muitos donos preocupados. Em casos extremos, poderá levar ao abandono animal como se tem observado em Hong Kong. Mas os animais podem transmitir o novo coronavirus? Podem ficar infetados? O que podemos fazer para os proteger?
Atualmente considera-se que os cães e gatos não podem ser infetados pelo novo coronavírus nem o transmitir. Existe apenas um relato de um cão de uma pessoa infetada em Hong Kong onde o vírus foi identificado na saliva e secreções nasais. O animal apresentava-se bem de saúde e foi posto em quarentena.
Por outro lado, os cães e gatos podem ser infetados por outros tipos de cornavírus. Um exemplo é a PIF, peritonite infecciosa felina, que causa uma inflamação sistémica e progressiva em gatos jovens com elevada mortalidade. A PIF pode ser prevenida através da vacinação, mas esta não confere proteção cruzada para a estirpe que provoca o COVID-19.
De qualquer das formas são recomendadas algumas precauções em relação aos animais de companhia:
Em caso de suspeita ou se estiver infetado com o novo coronavírus, evite o contacto com o seu animal. Idealmente, deverá identificar com antecedência um cuidador que possa receber o animal. Caso tenha que mexer no animal, use máscara e lave bem as mãos antes.
As consultas veterinárias deverão ser realizadas apenas em caso de necessidade absoluta e com marcação prévia. Deverá manter a distância dos médicos veterinários e outros pacientes. Evite cumprimentos que envolvam contacto físico. Respeite se lhe for pedido para se manter fora do consultório durante a consulta. Em caso de suspeita que o animal se encontra infetado, deverá contactar o seu médico veterinário e seguir as indicações.
Apesar de estarmos a passar por um periodo muito incerto, é de relembrar que os animais também são parte da nossa família e merecem ser protegidos. Até ao momento, não há evidência que ter um cão ou um gato seja um fator de risco para a infeção. Proteja-os a eles e à sua família ficando em casa e mantendo boas medidas de higiene.
Para mais informações, visitem o nosso artigo sobre o coronavírus em animais de companhia.

Quem tinha, por hábito, comprar a revista Miau Magazine ter-se-á, talvez, perguntado, o que seria feito da revista, que deixaram de ver nas bancas, como já era habitual.
Pois bem, 2020 trouxe algumas mudanças para a primeira revista portuguesa dedicada exclusivamente aos felinos:
- o formato em papel deu lugar a uma revista digital e mais interactiva
- em vez de bimestral, a Miau passa a ser trimestral, sendo que a primeira edição de 2020 diz respeito aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março
Assim, e para que não percam nenhuma edição nesta nova era da Miau, aderiram já à assinatura da revista AQUI.
Aqui há uns tempos eu andava preocupada com a Panterinha, pois andavam dois gatos atrás dela. E ela parecia rejeita-los. Mas, pensei que, mesmo sem eu ver, ela ia acabar por ceder. A minha preocupação era que ela ficasse prenha, e seriam mais uns para virem ao mundo sofrer, no entanto, ela já estava sinalizada para ser esterelizada, era só uma questão de tempo.
Entretanto nos últimos dias, percebi que afinal havia um motivo para ela rejeitar os outros dois. Nenhum deles era o tal. Isto porque agora a vejo andar sempre com um outro gato, da mesma cor dela em pelo e olhos. Este parece ser o tal. Deste ela gosta. Certamente, tal como os humanos, eles também devem ter as suas preferências, amores e desamores.


Peço desculpa ao autor das imagens por as ter adaptado aos meus gatinhos, mas como tenho uma dupla ginger/black não resisti!



Esta foi a segunda armadilha que consegui arranjar. É bem maior que a primeira. Já lá caiu um gato, por isso sei que funciona. Estou perto de ter boas notícias. Aguardem!


O Riscas, quando chegou até nós, vinha com as orelhas/ouvidos numa lástima. Foi logo à clínica veterinária. Primeiro disseram que com uma pomada , a Oridermyl Pomada durante 21 dias passava. Mas não passou foram várias pomadas depois até foi feita aspiração aos ouvidos, mais tratamentos com outros remédios, loções de limpeza auriculares. Durante mais de três anos, foi uma luta. Depois começou a perder pelo na barriga, e foi ao tomar um remédio para a queda de pelo que fez com que as otites passassem.
Neste tempo todo, o Riscas além destes problemas físicos tinham um problema de comportamento . Atacava-me nas pernas, nos braços, nas costas. Incidia mais nas pernas. Na altura da praia eu ia toda arranhada, toda marcada. Por vezes eu sentia medo dele. Não conseguia confiar nele a cem por cento. Três humanos em casa e ele só atacava a dona.
A par disto, era um gato meigo, dócil, carente, amistoso!
O Riscas personalizou-me os cortinados, pois pendurava-se neles. Aconselharam-me um spray com agua cada vez que se pendurasse, e acabou por resultar. Ao mesmo tempo personalizou-me o sofá, de tal forma que cinco anos depois da chegada dele, tivemos de trocar, tal não era o estado. E muitas mais coisas materiais que ele estragou.
O problema da perda pelo na barriga, estendeu-se ás patas. Mais umas idas ao veterinário, tratamentos. Quando aconselharam uma ração hipoalergenica , ele deixou de comer, rejeitou a ração. Chegou a ficar cinco dias sem comer, emagreceu. Ficou tristinho. Retirei ração , voltei à anterior.
Um dia desabafava com alguém sobre isto e a pessoa em questão aconselhou-me a ir a uma associação deixá-lo e trazer outro mais saudável e mais bem comportado! Fiquei desiludida. Se calhar com tantos dilemas, outra pessoa já o tinha abandonado ou devolvido, mas não eu. Felizmente não tenho essa formação! Sei que não comparável a um filho, mas pergunto: se tivesse um filho problemático ia abanoná-lo ou trocá-lo!? Claro que não!
Em 2017 resolvi trazer outro gato para casa. Foi muito complicado. O Riscas ficou deprimido, não comia, não ia ao WC, assanhava-se ao novo gato. Enquanto o novo gatito só queria brincar. Não sei como mas nesse período de tempo de adaptação, o Riscas apanhou uma úlcera no olho e fez um hematoma na cabeça, no que resultou mais umas idas ao veterinário.
Houve uma altura em que já não tinha dinheiro para tanta despesa inesperada, altura essa, em que tive de me privar de algumas coisas.
Mas eu não sou pessoa de desistir, tinha o compromisso com ele desde a adopção. Sabia que esta fase havia de passar e que eles haveriam de ser grandes amigos.
E cerca de dois meses depois, o Riscas e o Rafael já eram os melhores amigos, companheiros de brincadeiras e de traquinices. Dormiam juntos, davam-se banho. Senti-me emocionada e feliz!
O Riscas deixou de me atacar. No entanto, mais de dois anos depois da chegada do Rafael, o Riscas começou com um novo comportamento negativo. Começou a fazer xixi fora da caixa, principalmente nos nossos sapatos. Quando lhe tirei o acesso aos sapatos começou a fazer em qualquer lugar.
Alguns dos nossos sapatos foram para o lixo, pois mesmo depois de lavados o cheiro não saia. Também a minha tábua de cortar o pão de bambu foi diretamente para o lixo, e ainda não tenho outra igual!
Falei com a veterinária, pois podia ser algum problema de saúde, mas segundo a mesma , é um problema comportamental, ou seja, pode ser uma manifestação dele sobre algo que o desagrada. A vet perguntou se tinha havido alguma mudança em casa, se alguém saiu, alguém entrou, mudamos de moveis ou o sitio de alguma coisa, o tipo de areia. Mas como nada tinha mudado, ficamos na mesma, sem saber o que fazer.
E recentemente voltou a atacar-me, desta vez num olho, felizmente não foi dentro do olho, mas deixou marca.
O problema da queda de pelo parece estar a passar.
O Riscas esteve um mês sem fazer xixi, mas voltou a fazer, e voltou a estragar coisas.
A par de todos estes dilemas, anda sempre a pedir atenção, adora festinhas, fica ao meu colo ao serão.
Já aceitei que é este o Riscas, não é um gato fácil, confiável, mas é o meu "menino". Não o consigo mudar, então tenho de o aceitar.
Quem sabe se com a chegada da idade sénior, ele não estabiliza!? Espero que não chegue nenhuma doença má! O que custa muito é o cheiro horrível que fica no local onde ele deixa o seu xixi. E água e sabão só não chega, mas a atitude, é ir limpando!
Enfim, nem todos os gatinhos são como os donos gostariam que fossem! São eles próprios!
