lembra-se de ir à janela e espreitar se há gato.
e não faltam, pelos terraços.


Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pelas plataformas digitais, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Por norma, elas utilizam as caixas como arranhador, afiando as unhas enquanto vão arrancando farripas de cartão que ficam espalhadas pelo chão fora.
Se são baixas e mais abertas, servem de parque de diversões, para onde levam as bolas com que costumam brincar e se entretêm ali durante vários minutos.
Quando estão espalmadas, fazem de prancha de surf ou, agora no inverno, trenó, deslizando em cima delas pelo chão, quando andam a correr.
Servem para brincar às escondidas, entre elas, mas também com os donos.
E, ultimamente, a Amora dediciu que caixa sem janela não dá, pelo que o trabalho dela, durante dias, é tentar abrir uma janela na parte de trás da caixa. Uma janela por onde depois, volta e meia, se atira de cabeça, como se estivesse a dar um mergulho nas ondas. E não é que a Becas também gostou da ideia?!


Começou a saga. Todos os dias a derrubam, mas quando não estamos a ver...

Ainda muito a medo já se junta ao grupo, na procura da comida. Tão pequeno, ou pequena, não sei se menino ou menina. Os pretinhos por aqui não ficam muito tempo (e não é por um bom motivo). Só tenho visto o Boris e outro Pantera, a doce Panterinha já não aparece há muito tempo.
Os pretinhos ainda são muito descriminados, porque a maioria das pessoas não sabe o quanto são meigos.
Espero que este tenha sorte!
Este blogue faz parte dos nomeados dos Blogzillas do Ano, e, por isto está em votação. Os (as) colaboradores(as) do Clube não podem votar, pois não seria ético da nossa parte, mas os visitantes e simpatizantes deste blogue podem votar, caso queiram e achem que o Clube assim merece!
Para votarem basta aceder aqui, e seguirem as instruções!

Muito obrigada a todos!

Foram apenas um dia e uma noite que a Becas passou no hospital veterinário.
Mas se achámos que o seu internamento seria o mais stressante, enganámo-nos.
O regresso a casa, está a ser bem pior.
E porquê?
Porque ela vem stressada, de todas as "maldades" que lhe fizeram no hospital.
Porque ainda vem sob o efeito da sedação que tiveram que fazer, para poderem levar a cabo os exames.
Porque esteve aquele tempo todo num ambiente estranho, com pessoas que não conhece, e animais que não conhece, e ainda não se habituou a estar na sua casa novamente.
Por isso, a Becas saiu daqui murcha, quase sem reacção, e voltou uma fera no lugar dela, a bufar, a assanhar-se, não só para a Amora, como também para os donos, mal estes se chegam ao pé dela.
Pior, não controla o acto de urinar, e então fá-lo onde calhar. Fê-lo a caminho de casa. Fê-lo em casa.
Está toda molhada. Vai ter que ser lavada. Mas nem deixa ninguém aproximar-se. Quanto mais limpá-la.
Ainda vem com a compressa na pata.
Que, se não tirar sozinha, temos que ser nós a tirá-la. Não sei bem como. Porque ela não permite aproximações, quanto mais toques.
A médica diz que é normal. Que passa ao fim de umas horas. Mas se não passar, para ligar para lá.
Acho que a última coisa que qualquer um de nós quer é voltar a levá-la ao hospital.
Quanto ao problema que a levou ao médico, depois de ter estado este tempo todo a soro, melhorou. E as suspeitas de que teria um corpo estranho dentro de si, tendo que ser operada, não se confirmaram.
De acordo com a médica que nos ligou à noite "A Becas está bem, já não está nauseada, não vomitou enquanto cá esteve, não tem nada".
Por isso, não percebo o porquê de vir com medicação, para fazer durante 5 dias.
Como se alguém lhe conseguisse enfiar, da maneira que ela está, alguma coisa na boca.
Enfim...
De uma coisa ficámos certos.
Apesar da confiança que temos nos médicos daquele hospital, os actuais em nada correspondem ao profissionalismo de alguns que já nos atenderam das primeiras vezes.
Querem que os donos se transformem em auxiliares, porque eles têm receio de tocar nos animais e, tudo o que os donos puderem fazer, melhor.
E nunca vi, das várias vezes em que trouxemos uma das bichanas para casa, depois de lá ter estado, uma delas vir no estado em que a Becas veio.
Não só a nível de comportamento, mas também de higiene.
Agora, ficamos com a parte mais difícil, que é lidar com o pós internamento, sem a vantagem que eles tiveram, de poder manuseá-la sem ela resistir.

Sabemos que algo não está bem quando a Becas, a madrugadora da casa, que se levanta primeiro que toda a gente, permanece na cama, mesmo depois dos donos estarem de pé.
Ao início, achámos que era por ter frio, e sentir-se ali quentinha.
Depois, ouvimo-la vomitar.
Estava murcha.
Peguei nela ao colo. Andei a passeá-la pela casa. Encostei a cabeça ao corpo dela. O coração batia a mil à hora, mas ela nem se mexia. Experimentei levá-la perto da janela. Não mostrou vontade de saltar para lá. Sentia-se bem no colo.
Como tinha que me despachar, deixei-a novamente na cama. Deitou-se logo. Tapei-a com a mantinha.
Continuava muito murchinha. Mal abria os olhos. Até a Amora estranhou.
Custou-me imenso deixá-la lá sozinha.
Entretanto, o dono chegou a casa e ela continuava na mesma.
Ligou para o hospital e aconselharam a levá-la, para a observarem.
Teve que ser sedada para poderem fazer Rx.
As análises estão normais.
O Rx acusou dilatação e presença de líquido no estômago e no intestino.
Fizeram ecografia. Aparece a parede do intestino mais espessa que o normal.
Tudo compatível com a presença de um "corpo estranho".
Para despistar, ficou internada em observação, a fazer medicação, e será reavaliada ao final do dia, para ver se o resultado da ecografia permanece igual, ou se o tal "corpo estranho" desapareceu e tudo está a voltar ao normal.
Esperemos que sim.
Se os resultados continuarem iguais, ou o "corpo estranho" é algo que ela engoliu (acho estranho) e tem que ir para cirurgia, ou é um tumor, e tem que ir para cirurgia.
Ao fim de quase 5 anos, isto faz-me voltar ao dia em que ela foi internada e teve que lutar pela vida.
Agora, volta a estar internada, com os donos a querer acreditar no melhor, mas já preparados para as más notícias que possam aí vir.
Só logo à noite saberemos mais. Até lá, é esperar, sem desesperar...
Alguém disse: “Os gatos observam e imitam as ações e os padrões dos donos"!
É verdade, por experiência própria. Eles deitam-se à mesma hora que nós, também acordam à mesma hora. Quando começo a por a mesa para jantar, um dos meus gatos começa a andar atrás de mim e a pedir comida. O outro só observa, mas também está no espaço!
Quando ao serão vamos para o sofá ver um pouco de televisão, eles também nos acompanham!
Até quando estou no computador, querem vir para o colo, e esfregam-se no teclado, não sei se para terem atenção ou se para ajudarem na tarefa!
Quando fazemos alguma coisa que não seja habitual, ficam os dois logo alterados e desorientados.
![gato-carinho[1].jpg gato-carinho[1].jpg](https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gce172f51/21963277_g3Gs6.jpeg)
Como membro deste clube, quem me conhece já sabe o quanto sou fã do saudoso gato Bob, por isso fiquei emocionada ao saber que este natal, haverá novo filme, com o nome " Um presente do Bob". Gostaria imenso de ver o filme, já li o livro!
![christmas_gift_from_bob[2].jpg christmas_gift_from_bob[2].jpg](https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G7818a200/21958947_Q3hNT.jpeg)
Sequência de Natal do filme 'Um Gato de Rua Chamado Bob'.
James reflete sobre os tempos difíceis que passou junto com Bob, nos Natais frios e solitários que viveram, e como Bob lhe mostrou que o verdadeiro espírito do Natal está para além da febre consumista que os rodeia nessa época.
Tinha apresentando aqui ao clube a Gli, a gata que fez de Hagia Sophia a sua casa e se tornou um dos maiores ícones da Turquia. O animal 'guardava' as instalações e era o cartão de boas vindas para muitos visitantes da basílica que foi reconvertida em mesquita este verão.
Dezasseis anos depois de ter vindo ao mundo, Gli não resistiu e morreu numa clínica veterinária da capital turca, onde recebia tratamentos desde 24 de setembro.

A gata acarinhada por todos os visitantes recebeu mesmo figuras máximas da política internacional. O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, foi um dos visitantes que não conseguiu ignorar o felino e chegou mesmo a acariciar Gli perante as câmaras, aquando da sua visita à Turquia em 2009.
Gli contava com mais de 130 mil seguidores no Instagram e era acarinhada por milhões de turistas.
De certo que naquele pais e naquele lugar jamais será esquecida. Mais um felino que estará no céu dos gatos!
Noticia partilhada no Correio da Manhã, a 12 de Novembro de 2020.
sexta-feira 13 é tido como dia de azar, não faltam superstições, cada pessoa tem, ou não, a sua.
em jovem, tinha algumas superstições, e a do gato preto que se atravessava à minha frente, era uma delas.
com o passar do tempo, percebi que não tinha sentido, deixei de pensar nisso,embora ainda bata na madeira quando é preciso ![]()
então,na sexta-feira passada, dia 13, fui passear pela praia, tive um dia sereno e muito agradável.
estava a almoçar na esplanada de um dos restaurantes da praia, quando vejo um gato,aliás uma gata, segundo a dona do restaurante, que se encostava ora às pernas da mesa, ora às minhas pernas, miava, queria comida.
a princípio não lhe dei atenção, mas ela encostava-se de mais, fui "falando" com ela.
a dona do restaurante veio cá fora, pediu desculpa, pegou nela. contou-me que a gata não é sua mas que andava por ali quando tinha clientes, e porque estes davam-lhe comida.
a gata está muito bem tratada, pelo que percebi, tem dono.
ao lado da esplanada tinha um campo, a senhora pô-la do lado de lá do muro.
nem um minuto passsou, estava a senhora a falar do gato que tem em casa, aparece-me de novo a gata mas do lado oposto ao muro, onde eu estava, e não tem mais nada, salta para o meu colo e deixasse ficar.
fiz umas festinhas, depois pu-la no chão.
era tão meiga!
apetecia-me trazê-la para casa! mas a minha gata passava-se!
tomara que a Kat fosse tão meiga quanto esta gata preta.
sexta-feira passada, dia 13, tive uma gata preta no meu colo e o dia correu-me muito bem.
supertições já eram! e há muito tempo.


no meu instagram está o vídeo em que falo com ela
Através da pagina de Facebook da TVI24 tive conhecimento de uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2021, apresentada pelo partido PAN, onde as famílias vão poder abater 50% do IVA das despesas veterinárias, no IRS, incluindo medicação, que até agora era apenas de 15%.
Fiquei agradada com a noticia pela iniciativa do PAN. No entanto fiquei indignada com a quantidade de comentários negativos, de ódio, comparações, e mensagens sem nexo por parte de muitas pessoas.
As pessoas têm uma tendência para fazer logo comparações com os velhinhos que são postos nos lares e que ninguém se importa, quando tal situação é da responsabilidade dos filhos, familiares, dos próprios lares, e quem está de fora não pode agir, como se se tratasse de simples animais.
Comparam com as crianças que são mal tratadas nas instituições ou pela família, como se pudéssemos ir a uma instituição retirar uma criança e levar para casa, como vamos á rua ou a um abrigo e levamos um animal para casa, a responsabilidade de uma criança envolve muito mais seriedade, existe uma lei, ou não deram por isso!? Quem tem esta opinião nem de uma planta deve saber cuidar! Enfim comparações sem nexo.
Como podem colocar no mesmo patamar, velhinhos, crianças e animais e depois dizerem que as pessoas se preocupam mais com os animais do que com as pessoas, quando são essas mesmas pessoas que fazem essa distinção e não percebem as diferenças!?
Eu li cada comentário. Claro que felizmente há liberdade de expressão, mas isso, não quer dizer, que se pode dizer todo o tipo de barbaridades. Muitas pessoas comentam sem ler a noticia, a noticia apenas refere uma maior dedução no IRS. Ninguém está a tratar, melhor ou dar mais importância aos animais do que ás pessoas, apenas estão a dar uma pequena ajuda nas despesas do veterinário, porque quem tem animais e os estima, tem essas despesas, que não são baratas.
Li, entre muitos disparates, um comentário sarcástico, em que uma senhora dizia que ia vender os filhos no OLX e que ia antes arranjar um cão ou um gato, já que tinha mais facilidades! Isto é pura ignorância, pura estupidez!
Claro que também existem aquelas pessoas que têm os animais para os servir, e enquanto são bebés fofinhos e saudáveis, quando ficam velhinhos ou doentes é para deixar morrer ou abandonar por ai num canto qualquer, claro que para essas pessoas este "bónus" não tem fundamento!

Já não é a primeira, nem segunda vez, que me entra pelo carro a dentro. É de uma meiguice... Tivesse eu condições e espaço e ela estaria no conforto de uma casa. Se bem que se vê que ela é feliz na liberdade que tem!



Depois de colocar a areia limpa (sanicat clumping), todos os dias, e duas vezes por dia, vou com uma pá própria retirar os cocós e os xixis. Como a areia é aglomerante, é um processo fácil!
Ao fim mais ou menos de uma semana, retiro toda a areia para o lixo, lavo o tabuleiro de baixo com detergente anti-bacteriano. A parte de cima limpo com uma toalhita WC.
Deixo na varanda por um tempo a secar. Também mudo o filtro todos os anos.

Depois de tudo, os interessados na limpeza testam se ficou tudo bem limpinho!


06.40 da manhã
Hora marcada para nos levantarmos, e ouvir a ET lá fora à porta, a miar. Quer casa. Quer mimos. Quer comida.
Ultimamente, descobriu uma nova espécie de cama e abrigo ali à porta: o fogareiro.
Em dias em que não esteja vento, ou que não esteja do lado do norte, como temos um telheiro pequeno à entrada, não chega ali a chuva.
E como tem uns cartões lá em cima, deve ser confortável para ela.
Ainda hoje de manhã, com chuva forte e o tempo ainda escuro, lá estava ela deitada. E por ali ficou, até eu sair, e lhe colocar comida no prato.
Entre as pernas do fogareiro tenho uma caixa de cartão no chão, onde costumo colocar o prato da ração, para abrigar do vento e não voar, mas a chuva acabou por molhar a comida, e teve que ir para o lixo.
Vim trabalhar, e ela ficou a comer no degrau onde, espero, a chuva não chegue.

Ainda hoje andavam estas duas meninas a refilar uma com a outra, como dois machos que lutam pelo seu território e pelo domínio do mesmo.
Uma anda por ali há anos, embora poucas vezes dê à costa.
A outra, anda por lá há menos tempo, mas já fez daquela zona a sua moradia. E anda por lá, à vontade, como se fosse tudo dela. Mas tem um medo da outra...
E quando, por acaso, calha encontrarem-se as duas, dá nisto!

Ultimamente vejo estes meninos e meninas, mais gordinhos, saudáveis, limpinhos. Que bom! Mas, vem aí o mau tempo.
Uma das gatinhas chegou hoje ao pé de mim a pedir festinhas, vou a passar a minha mão no pelo, e percebo que está toda molhadinha.
Eu bem tenho arranjar abrigos, mas nada se compara a uma casinha, quentinha e com a ternura de uma família...
Espero que o inverno não seja mau para eles!
Como é que ainda existe quem ache que os gatos são anti-sociais, que eles são independentes, que não ligam às pessoas, se eles não perdem oportunidade de pedir colo, atenção, festinhas, mesmo quando as pessoas não são de carne e osso e não retribuem o carinho!






Comprei na farmácia este produto de origem vegetal. A caixa trás 5 pipetas. Para dois gatos que usam por prevenção, dá para um ano.