para os nossos felinos.

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pelas plataformas digitais, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!
este fondant húmido (compro a de frango), distribuo por três refeições.
Aquele coração ( não consigo ler a composiçao, as letras são minúsculas) chamou-me a atenção e desde então procuro esta, embora nem todos os supermercados a tenha.
E a Kat adora!

Antes não sabia se era macho ou fêmea, agora já sei, é uma menina, a Panterinha.
Já a conheço desde bebé, desde que a vi nas traseiras do meu prédio, nuns arbustos, a que chamei de esconderijo, a mamar na sua mamã, pequenina e indefesa.
Não lhe conheci mais irmãos. Comecei a dar-lhe comida, e a bichana, agradecida, procurava-me, mas sempre com medo.
Passados 4 meses já saí do esconderijo e vem até à minha porta.

Aqui, ela depois de me ter visto na viatura...

Tal como fazia o Alone (gato que desapareceu cá da rua).

Panterinha a espreitar por esta brecha da porta!

Tal como fazia o saudoso Alone.

Por vezes vem com o seu grupo...

Tal como fazia o Alone.

Tenho muita pena que não haja alguém que se encante por esta "menina" e a leve para casa, enquanto ela é jovem, porque depois será mais difícil.
É uma bichana adorável!
A Kat gosta da varanda, não está habituada a saltar para o parapeito da janela do quarto quando esta está aberta..
Hoje, fazia a cama, viu a janela aberta saltou e deixou-se ficar a explorar o espaço. Tive pena de não ter a máquina fotográfica à mão para a fotografar a olhar para mim por entre os cortinados, talvez à espera que eu a repreendesse por estar à janela e fosse cair.
Antes que ela saltasse para dentro, peguei na máquina e tirei umas fotografias.





Estes estavam ao pé dos contentores do lixo hoje de manhã.
Já tinha visto noutras ocasiões os adultos malhados, mas a bebé tricolor, foi a primeira vez.


Esta manhã á saída de casa, era este o cenário.

Logo os três pretinhos da rua. Para já, ainda conhecemos bem o "nosso" Panterinha, porque é pequenino, mas quando ele crescer, vai ser complicado, saber qual é!


Ele já saí do esconderijo e já vai, ter com os outros, já sabe onde moro, até parece que sabe qual é o meu carro...
Já esteve constipado, mas parece que já recuperou e ganhou forças/defesas.
É muito ladino. Hoje consegui fazer-lhe festinhas. Foi a segunda vez!

Quando arrendei a nossa casa, não se colocou a questão porque, nessa altura, nem pensava em ter gatos. Já ia ter uma bebé, que me iria ocupar nos meses seguintes.
Uns anos mais tarde, quando adoptámos a Tica, ninguém nos disse nada. E porque diriam? Afinal, também os senhorios tinham dois gatos.
A mesma sorte não teve a nova inquilina.
Os senhorios arrendaram-lhe a casa nova, com a condição de que não queriam animais em casa. A que é que isso levou?
A que, agora, ande a gata na rua, entregue à sua sorte.
Para evitar problemas e ficar sem a casa, a gata foi levada para a garagem da mãe.
Mas a gata, pequenita ainda, habituada à dona e às suas filhas, foge da garagem e vem ter à porta da dona, onde fica a miar, à espera que lhe abram a porta, à espera de mimos, festinhas, atenção.
Na passada semana, até os filhotes da gata andavam por ali.
A gata é muito meiga. Não merecia ser separada daqueles com quem foi criada, e a quem estava habituada.
E tudo para quê?
Para não estragar nada lá em casa? Para não ficar com cheiro a gato?
Há tantos humanos a deixar as casas alugadas em tão mau estado, que quase nem se pode lá entrar que, ao pé deles, muitos animais são muito mais asseados e inofensivos.
Há algum tempo, talvez por ser Verão, que a Kat não vai para a minha cama, nem sequer dorme no seu canto aos meus pés.
Está a chegar o tempo frio, aguardo.
Hoje de manhã, com a roupa da cama para o fundo, ela entrou no quarto e foi cheirar os lençóis. Pensei que fosse meter-se dentro o edredom.
Deixou-se estar sentada.


Mais tarde, vi-a na janela da marquise a "observar" o ambiente, quiçá namorar um gato?

E todos os dias tipo 6:00h / 7:00h, os seus mios " chamam-me", não sei o que quer, tem comida no prato.
"Shiu! Cala-te, Kat", são as minhas palavras. Quero é dormir.
O que faço?
Levanto-me, vou ao quarto a lado do meu, puxo o estore da janela da varanda, abro a porta e volto para a cama.
E ela sossega...às vezes.

O meu gato mais novo, o Rafael , mesmo antes de fazer dois anos, teve uma infeção urinária.
Desde que ele para cá veio, que muitas vezes, ao ir ao WC, mia. Só que nessa altura, o miar era diferente, ele ia muitas vezes ao WC, ficava lá muito tempo, fazia o xixi ás pingas, enfim, percebi logo que não estava bem. Entretanto foi medicado, mudamos a marca da ração para uma de melhor qualidade e passou a beber água engarrafada!
Acontece que ele continua com o mesmo hábito de miar no WC. Tenho vigiado, e tudo parece normal. Mas então que mania é esta!? Talvez volte a fazer a análise. Se os preços não fossem tão elevados já o tinha feito. Mas também me dizem que são manias deles! Mas que estranha mania!
Será que ele mia para avisar o Riscas do que está a fazer? É que a seguir a ele ir , o outro vai.
Hoje, por exemplo, das vezes que foi, não miou, mas ontem, miou duas ou três vezes!
Mistérios felinos para deixarem os donos preocupados!

Não vou aqui falar dos perigos, das doenças, dos acidentes e tudo aquilo que já foi debatido por diversas vezes mas que, para alguns donos, são apenas coisas sem importância e que não respeitam os verdadeiros instintos dos felinos, ou então atentam contra a sua natureza.
Mas pergunto-me porque é que, numa casa em que a família está fora de casa durante o dia, e só à noite pode aproveitar para estar na companhia dos seus bichanos, esses donos decidem que, durante o dia, os gatos ficam fechados em casa, sozinhos e, à noite, abrem-lhes a porta para irem dar a sua voltinha?
Porque é que, no único momento em que podem conviver, os deixam ir à sua vida, sozinhos mas, durante o dia, que passam sozinhos, ficam presos em casa?
E como é que arriscam a que os gatos não voltem a horas, e passem a noite na rua?
Não compreendo...
O Pitufo ontem depois da sua voltinha pela rua chegou a casa aflito, cheinho de calor e estendeu-se no corredor para refrescar!
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Estavam cerca de 37 graus no exterior e ele fica super aflito.
Como reagem os vossos felinos ao calor?

Ontem à noite, estava eu na cozinha, quando ouvi miar à nossa porta.
Pensei que fosse o Branquinho, embora ele não costume miar daquela maneira.
Como não parava, fui ao quintal. Olhei à volta e não vi nenhum gato.
Entretanto, quando me virei para voltar para casa, vejo-a!

No início, ainda pensei que fosse a Mia (de uma vizinha), mas não. Esta era mais pequena, e também mais meiga! Dava turras, deixava fazer festas. Só não achou piada quando peguei nela ao colo para tentar levá-la à vizinha.
Deduzi que fosse uma das gatas da minha vizinha do lado. Não tinha muita fome, embora tenha petiscado um pouco de comida.
Parecia mais assustada, a pedir desesperadamente para alguém lhe abrir a porta.

Como a gata não parava de miar, decidi ir perguntar à vizinha se realmente era dela. Toquei à campainha, mas nem sei se estava a funcionar. Na dúvida, bati à porta. Ninguém abriu.
Calculei que já estivessem deitadas, porque acordam cedo e, com crianças pequenas, já se sabe.
Mas fez-me confusão.
Mesmo não sabendo que a gata tinha saído de casa, não a ouviriam miar? Ela andava ali entre a porta delas e a nossa, não sossegava e, às tantas, de tão alto que miava, até parecia que estava dentro da nossa casa.
Não lhe deu para vir à porta, só para confirmar? Ou ser-lhe-á indiferente?
Eu não a podia deixar entrar na nossa casa, até porque as nossas gatas estavam de plantão ali à porta. Seria uma guerra. E um perigo.
Acabámos por nos ir deitar mas, hoje, assim que chego à cozinha, ainda antes das 7 da manhã, lá estava ela de novo a miar, a andar de um lado para o outro para alguém lhe abrir a porta.
Ainda assim esteve, mesmo depois da vizinha estar levantada. Mas parece que, antes de saírem de vez, a puseram em casa. Pelo menos, não a vi nem ouvi mais.
No meio disto tudo, mais uma vez, o Branquinho surpreendeu-me!
Todos sabemos que ele é um D. Juan, que se mete com todas as meninas do bairro e arredores. Mesmo no tempo da Kikas, já era um engatatão!
E todos sabemos que, apesar de ser extremamente meigo para os humanos, ele arranja confusão e brigas com todos os machos da sua espécie.
Mas é incrível como ele, com as fêmeas, é um gentlecat!
Já da vez em que a Becas se escapou sem darmos por isso, foi ele quem lhe fez companhia naquelas horas da noite em que ela ficou no quintal. E nem um arranhão tinha, nem tão pouco estavam a brigar. Estavam juntos, como dois companheiros.
E, ontem à noite, lá foi o Branquinho ter com a donzela perdida e assustada, dando-lhe beijinhos!
Há dias apareceu aqui na minha rua um gatinho bebé doente a miar imenso. Dirigi-me a ele e ele ficou ao meu colo agarradinho e aninhado.
Tinha um aspeto muito debilitado. Tentei de tudo o que me foi possível para o ajudar.
A minha casa é muito pequena, e tendo eu já dois gatos saudáveis, seria muito arriscado, deixá-lo em casa, nem que fosse só por um ou dois dias.
Acabei por o deixar num abrigo improvisado na rua. Era suposto do dia a seguir, continuar tratar dele, e depois o deixar numa associação. Mas ele desapareceu. No dia a seguir de manhã não o encontrei, procurei-o sem sucesso.
Fiquei a sentir-me mal, triste. Não pude fazer nada por aquele ser que me "pediu" ajuda...
Gostava de ter meios, para alugar um espaço, uma garagem, algo do género, onde pudesse recolher e abrigar gatinhos como este, estando doentes, até recuperarem. Incluindo aqueles que precisassem de pernoitar em dias de chuva e frio. Um abrigo temporário, onde pudessem ter cuidados médicos. Na minha rua, até podiam colocar uma casinha de madeira num espaço livre que lá existe.
Tipo isto:

Será que lutar por isso, é à partida, perda de tempo!?
Será que não tendo eu um tostão, seria desde logo, desnecessário?
E se alguém ajudasse, patrocinasse, a Câmara, a Junta ou alguma pessoa rica e generosa?
E se eu me empenhar nisto? Será que tenho energia para tal? Principalmente para os "nãos" que iria ouvir!?
Enfim...
Este gato que hoje faz 4 anos conquistou o meu coração no dia 2 de dezembro quando o fui buscar. Eu não estou nada arrependida e até estou muito grata. Mudou, mudou a minha vida em alguns aspetos como: mais divertidos, mais sorridentes, mais confiantes e até menos mal-humorada quando acordo. Hehehheehe!!! Nos anos dele gostava de lhe oferecer patê mas, ele não gosta ou gostava de lhe oferecer outro alimento mas, ele não gosta. Não importa. Então? Vou-lhe dar mais colinho e brincar mais com ele. Será que ele aguenta? É porque quando brinco com ele a certa altura deita-se porque está cansado. Ele está rechonchudo que até rebola. Já vi que quando ele está no chão e a certa altura vai-se lavar e levanta a para traseira desequilibra-se e pumba, dá uma cambalhota. O “estupor do bicho” está mesmo redondo. Quando estou a jantar escondesse no cortinado e lá fica a mirar-me, “sou a presa”. Já sei, quais, os sítios onde ele se esconde. Já vou fazendo menos, figura de ursa. Um dia quando eu estava a procurá-lo e estava a acabar a minha imaginação dos possíveis lugares onde ele poderia estar, dei com ele na prateleira de um móvel. Larguei a rir. Eu, já tinha, passado por aquele lugar uma série de vezes e ele nada. É um gato que não dá saltos para mobílias, armários e portas. É muito de chão. Posso estar no sofá e às vezes tenho que o chamar para ele se sentar ali mas só, depois de algum tempo é que que ele vem pávido e sereno. A maior brincadeira que ele fica doidão é quando olha para mim e eu a ele, desvio a minha cara e ele dá um passo mas pára quando eu torno a olhar para ele e torno a desviar a minha cara e ele dá mais um passo…estamos assim até ele se aproximar mais e mais até que…salta para onde eu estou e acaba a brincadeira e vai para o meu colo. Como consegui esta brincadeira com ele, não sei. Fomos fazendo e talvez inventada por nós os dois. Quando vou abrir a cama de noite atiro as almofadas e ele salta, nesta altura salta, para tentar apanhá-las. Claro que faço com que não caia em cima dele. A bolinha feita de plástico de um bocado de embalagem ou um papel de papel são brinquedos prediletos dele. Plástico até eu compreendo porque ele com a pata “chuta” e aquilo escorrega. O papel desde pequeno que nós lá em casa fazíamos uma bolinha e atirámo-la para ele brincar. Por isso ainda agora quando estou a arrumar alguma coisa e amarfanho um papel, ele põe-se logo pronto para a brincadeira. Estas são algumas peripécias que o Jonas e da dona. Muitos parabéns Jonas!!!

Enquanto a Amora se espreguiça para cima da Becas...
Becas: Mas tu estás-te a passar ou quê?

Amora: Não te chateies. Mal te toquei. Toma lá um beijinho para deixares de ser rezinga!

Pazes feitas, a dormir enroscadinhas...

Becas: agora levas com a minha mão, a ver se também gostas!
Vou a caminhar para o local, com a comida e o Oreo vai a passar-me rasteiras, mas sem maldade!


Depois distribui pelos que estavam, hoje faltaram alguns"clientes"!

De seguida, fui ao abrigo do Panterinha. O Oreo sempre comigo!

E lá ficaram a papar!


Acontece, por vezes, do nada, os gatos começarem a correr de um lado para o outro, um atrás do outro, como loucos. Já acontecia quando tinha só o Riscas, agora que tendo, dois o barulho e a confusão é ainda maior. Normalmente dura aí os 15 minutos. Costuma dar-lhes à noite, ao serão.
Andei a pesquisar o porquê desta situação, e ao que parece, eles têm este comportamento, porque têm demasiada energia acumulada e precisam de a gastar, para depois poderem descansar.
Mas, se para nós, não nos der muito jeito, que estes ataques de loucura aconteçam a determinada hora, há que os fazer gastar a dita energia antes, com brincadeiras e jogos, tipo usar a cana de pesca felina, fazendo-os correr até se cansarem!