domingo, 30 de dezembro de 2018

Milagres acontecem

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À minha porta estava como habitual, o Alone, que não veio sozinho...pois o Naná (desaparecido há mais de uma semana) estava com ele. Está debilitado, magrinho, doente, mas sobreviveu. Já nem eu nem as minhas vizinhas acreditávamos que estivesse vivo, pois não o encontrávamos por cá há tantos dias, e diziam que eles escolhiam ir para longe, quando sabiam que iam morrer.  Como terá ele sobrevivido sem nós para o alimentarmos e ele sem forças para  caçar!? Não sei! Mas está de volta! Que bom! Fiz-lhe tantas festinhas. Fiquei tão feliz como uma criança que recebe um presente impossível pelo natal! Vamos ajudá-lo a recuperar...


 


 


 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Menos um gato na minha rua

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Fazia parte do trio que estava sempre á minha porta, ao qual cheguei a chamar de "os três mosgateiros". Inicialmente julguei que era uma gata, e até  parecia ser a namorada do Alone, já que se davam muito bem. Depois percebi que era macho, mas apenas tinha um tintin!


 


Andava sempre a por-se de barriga pra cima!


 


Foi uma vizinha que o encontrou ferido nas patas, tentou colocá-lo na transportadora, para o levar à veterinária, mas o bichano não quis e ainda arranhou a vizinha. Desde esse dia nunca mais apareceu, e a minha vizinha diz que deve ter morrido. Na véspera de natal andei à procura dele, e no próprio dia de natal à tarde também percorri tudo aqui à volta e nada! Custa-me pensar que deve ter sofrido. Um bichinho tão meigo e doce, merecia um melhor final! Não me conformo! Estou triste. Nos últimos dias ele comia pouco, se calhar já era as patinhas e eu não percebi, e acabei por não valorizar, o facto de estar a comer pouco...


 


Ainda ontem me disseram porque me afeiçoo aos gatos de rua, ao que respondi, porque eles são generosos comigo. Aquele bicinho vinha sempre ter comigo, assim que me via corria para mim, como posso não me afeiçoar a um ser assim!?


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Legalizar a alimentação a animais de rua

Li recentemente na página de facebook do PAN, que o partido quer legalizar a alimentação a animais de rua, ou errantes, como lhes chamam. [Fui ver o significado, e o que aparece logo é vadios e vagabundos].


 


Quanto a mim esta proibição não fazia sentido algum. Ainda há uma semana uma senhora que sabe que alimento os gatos da minha rua, me veio perguntar se eu sabia que era proibido alimentar os gatos, ao que respondi sei pois !


 


Se esta proibição estava relacionada com as condições de higiene, por muitas pessoas deixarem restos de comida na via pública, o que chama moscas e outros germes, julgo que estabelecendo regras, para que tal não aconteça, esse problema se poderia resolver.


 


Aliás eu até sugeria que assinalassem estes pontos de alimentação, juntamente com um abrigo ao lado, como uma casa de madeira (por exemplo), e depois, da população da rua, se nomeasse alguém que se responsabilizasse pela limpeza. Nem precisava ser sempre a mesma pessoa, podiam-se se revezar de entre de um grupo. Aqui na minha rua, por exemplo, há pelo menos 4 pessoas que podiam assumir essa responsabilidade, uma semana uma; outra semana outra.


 


«O diploma do PAN contempla os “modelos de abrigos e comedouros implementados no país”(…) “O PAN defende que não faz sentido o estado investir na esterilização e tratamento dos animais, determinando simultaneamente que os mesmos devem ser deixados morrer à fome.»


 


Não se pode permitir que se ponha em causa uma das cinco liberdades básicas de bem-estar animal: a de não ter fome e sede!


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Gostava de saber quem contactar para deixar estas sugestões/pedidos. Da última vez que contactei a câmara, não correu nada bem. Será que não trabalha um representante do PAN em cada município !?


                                                                                 Obrigada PAN

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Feliz Natal

O Snoo e a dona desejam um feliz Natal a todos. 


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O Clube de Gatos do Sapo deseja-vos um Feliz Natal!

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Que neste Natal, não nos esqueçamos que os nossos felinos também fazem parte da família, e devem celebrar connosco esta quadra, sobretudo com a nossa companhia, os nossos mimos redobrados, a nossa atenção e disponibilidade também para com eles.


 


Que não nos esqueçamos que existem gatos que não terão a mesma sorte que os nossos, e que poderemos ajudar a que tenham um pouco de conforto, uma refeição, uma palavra de consolo, um gesto de afecto.


 


E porque todos os dias podem ser natal, levemos as acções desta quadra para todos os dias da nossa vida!

sábado, 22 de dezembro de 2018

Gatos do campo, familiares do Rafael

Fomos ao campo, ao lugar de onde veio o meu Rafael. Já não ia lá, há uns dias. Mas hoje fui e tive sorte, porque apanhei lá a gataria quase toda. A bela Joana em cima do telhado de um barracão, o céu  azul ficou espelhado nos seus olhos!


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O Jorge, continua aquele gatos pachorrento, deitado a apanhar sol!


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Por fim, o Miguel (o que sobreviveu dos gémeos) , filho da Joana, já andei tanto com ele ao colo, mas bastou a minha ausência por uns dias, e já não me deixa aproximar, nem fazer festinhas...


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Também andavam lá pelo telhado outros gatos, que vão lá apenas comer e brincar um pouco e depois vão à sua vida. Há ainda um amarelinho, novinho,  que se escondeu no barracão, que é primo do Miguel e desde que o Miguel perdeu o irmão, tem brincado muito com ele, mas é arisco!


 


E assim vão os gatos do campo, que acompanhamos! 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

O Cantinho de adopção! # 71


 


O Cantinho de adopção, hoje apresenta-vos o gatinho Flecha, que foi devolvido por se comportar como um bebé!


 


Antes de uma pessoa adoptar, um animal neste caso um gatinho, deve ter a consciência que está a adoptar um ser vivo com sentimentos e não um objecto, que facilmente troca, quando percebe que não era aquilo que queria.


Quando se adopta um animal é como se fosse uma criança, pois a sua vida vai depender de nós, temos que o educar, amar e ter muita paciência!


 


O Flecha foi adoptado ao Projecto Amor Animal, que pensava que tinha encontrado uma casinha para o Flecha, que foi resgatado de uma ninhada da Ramada.


 


"Este menino, o Flecha, é da 2ª ninhada da Ramada.
Infelizmente por vezes conseguimos ser enganados redondamente.
Este bebecas foi adoptado por uma família que sempre teve gatos e sempre os tratou muito bem. Até agora. Contudo parece que um dos membros da família não gostou muito do comportamento típico de bebé, e uma das crianças tinha medo dele.
Falamos e falamos, tentamos fazer as pessoas pensar na responsabilidade e que tenham a noção do que tudo implica, e mesmo assim há casos destes.



Pois é, os bebés são enérgicos e são traquinas. São BÉBES. Qual a dúvida??


Enfim, este amor para nós voltou e está em FAT (família de acolhimento temporário) a aguardar por uma FAMÍLIA Responsável que o queira amar.


A Adopção implica a assinatura de um termo de responsabilidade e compromisso de esterilização logo que atinja a idade.


O bebecas está muito tristonho, pelo que gostaríamos que fosse o mais rápido possível para uma casa definitiva. "


Para conhecerem ou saberem mais informações sobre esta ternura é favor contactar directamente o Projecto Amor Animal, através:

www.facebook.com/projecto.amoranimal
projecto.amoranimal@gmail.com


Contacto: 910721964


Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL

Zona: Lisboa


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Na hora de alimentar os nossos gatos

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Deve ser apenas uma pessoa a fazê-lo, porque só ela saberá a quantidade e a hora a que o fez, e se é, ou quando é, suposto fazê-lo novamente.


Se for mais do que uma pessoa na casa a tratar dessa tarefa, pode acontecer uma delas alimentar quando não devia, ou ver os comedouros vazios e achar que ainda ninguém colocou ração quando, na verdade, já colocaram e já foi comida.

Dúvidas felinas!#3

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Hoje, quero falar-vos sobre o acne felino, muitas pessoas desconhecem que existe o acne felino, até eu desconhecia até há uns anos atrás o veterinário ter diagnosticado ao Puma.


 


É uma doença de pele, que afecta o queixo dos gatos, quando o Puma foi adoptada reparei que tinha uma manchinha negra debaixo do queixo, pensei que fosse sujidade, mas a macha com o passar do tempo, foi aumentado, ao olhar mais de perto, o acne felino são pequeno ponto pretos, podendo evoluir para apresentar espinhas ou para inflamações mais graves, convém estarem atentos, a qualquer alteração.


Esta doença, não é contagiosa e pode ter várias causas, tais como:


 



  • Alteração do ciclo do pelo

  • Maus hábitos de limpeza

  • Stress

  • Predisposição a seborreia

  • Produção anormal de sebo

  • Imunossupressão

  • Infecções virais crónicas concorrentes (ex. FIV, FeLV)

  • Distúrbios hormonais

  • Secundário a Malassezia ou Pasteurella

  • Alergia de contacto


 



 


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Casos mais grave de acne felino.


 


Se desconfiarem, que o vosso gatinho tem acne felino, convém lavarem primeiro o queixo com água morna e vão passando com algodão para limpar a zona afectada, pode ser simplesmente sujidade, observem o queixo nas próximas semanas e se virem que persiste convém ir ao veterinário, para ser observado.


Na altura comprei Clorohexidina, aconselhado pelo veterinário para limpar o queixo, podem comprar nas farmácias ou nos veterinários é aplicada diluída em água morna, na zona afectada, vão limpando com algodão até o queixo ficar limpo.


 


Curioso, é que ao fim de alguns anos o acne do Puma melhorou, mesmo sem ter repetir muitas vezes a limpeza do queixo. O vosso gatinho, apresenta estes sintomas?


 


PS: Esta rubrica é baseada em experiências pessoais, com o intuíto de ajudar quem também tenham gatinhos! Se tiverem algum dúvidas, deixem uma mensagem na caixa de mensagens do Clube e o vosso email, para vos responder, contamos com a vossa ajuda, para ajudar o maior número de amantes felinos!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Grupo de gatos anónimos que derrubam árvores de natal

Aqui há uns tempos,  descobri que não eram só os meus gatos, que derrubavam a árvore de natal, então, em jeito de  brincadeira, imaginei a existência deste grupo.


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A ser real, quantos entrariam no grupo, para talvez, se tratarem!?

Que grande descarada!

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Agora ninguém vem ao computador! - terá pensado a D. Becas, quando se lembrou de deitar em cima dele.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Quando a nossa casa vira parque de diversões dos gatos!

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Já estou a imaginar o gato a pensar:


 


"Ui, tanta diversão que eu tenho aqui à minha frente! Por onde será que vou começar?!"


 


E, já lá em cima, nas prateleiras, com o toque delicado e discreto da sua mãozinha:


 


"Ups, mais um lá para baixo..."

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Quanto tempo aguentamos ficar zangados com os nossos gatos?!

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Será verdade que, entre os humanos e os animais, são estes últimos que têm uma maior capacidade de nos fazer esquecer os disparates que fazem, e perdoar no mais curto espaço de tempo?


Será pelos "olhinhos", que fazem como ninguém mais?


Será aquele ar de inocência que colocam quando ralhamos com eles?


Ou aquela expressão triste com que ficam, uma espécie de "chantagem emocional" a que somos incapazes de resistir, e nos leva a ceder?


 


Por aí, quanto tempo conseguem aguentar zangados com os vossos gatos, quando eles vos tiram do sério com as suas traquinices? 


 


 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Pode alguém, apaixonado por gatos, ter aversão por eles?

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Penso que, quem é apaixonado por gatos, gosta de todos eles, sem excepção, ainda que tenha mais afinidade, ou uma melhor relação, com uns do que com outros.


Mas, será que é mesmo assim?


Ou haverá alguém que, mesmo gostando de gatos, não consiga simpatizar com um determinado gato, ou desenvolva mesmo uma certa "aversão" por algum deles?


É certo que existem gatos mesmo muito bravos, com uma personalidade muito particular, que agridem e ferem outros gatos mais indefesos, que andam por aí nas ruas nem sempre com o melhor aspecto, nem a melhor saúde, mas pode tudo isso fazer com que se deixe de gostar desses gatos em especial, ainda que se continue a gostar de gatos?


 


 


Qual é a vossa opinião?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O 4º cancro do Snoo

Ainda não superamos a morte da Maria Pipoca e já o nosso coração está apertadinho pelo Snoo.


Quinta feira reparei que  a narina que não foi operada https://marrocoseodestino.blogs.sapo.pt/e-so-um-gato-nao-nao-e-122762 tinha uma ferida e deitava aguadilha. Sábado fomos à veterinária que confirmou as nossas suspeitas. Marcamos para hoje consulta na veterinária que faz as operações e depois de o observar confirmou também que o cancro tinha voltado, mas que achava que valeria a pena fazer nova cirurgia.


Aguardo em casa um telefonema a confirmar se os resultados das analises e se o ecocardiograma confiram que pode ser operado.


Se tudo estiver bem amanhã virá para casa com menos um bocado de narizito.


Aqui estou eu de coração apertadinho...


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Como separar dois gatos em guerra

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É caso para dizer que "Em briga de gatos não se mete a mão!".


Nem o pé, nem qualquer outra parte do corpo.


Eles estão assanhados, bravos, focados no rival, e qualquer intervenção mal feita pode resultar mal para o nosso lado. Os níveis de stress e adrenalina encontram-se no máximo, e eles ficam ainda mais nervosos, direccionando o ataque contra nós.


 


 


Já não é a primeira vez que assisto a luta de gatos na minha rua ou mesmo no meu quintal, entre os gatos dos vizinhos.


E em algumas delas, sou mesmo obrigada a intervir.


Quando eles estão apenas parados, a "discutir" verbalmente um com o outro, a situação não será muito grave. O pior é quando passam à agressão física.


 


 


Hoje de manhã estava o Branquinho e o Tareco a discutir no meu quintal.


Tentei a táctica da aproximação, que por vezes basta para que vá cada um para seu lado, mas nem me ligaram nenhuma.


Fui a casa buscar o saco da ração, para ver se a gula do Branquinho levava a melhor, mas olhou para mim com aquele focinho de "A sério? Estou no meio de uma discussão, e tu queres que eu coma?".


Deixei-os estar. Tinha que me despachar e não podia estar ali de volta deles. Ia vigiando da janela do quarto, enquanto fazia a cama. 


Até que a coisa evolui para a agressão física, os dois engalfinhados um no outro, pelo branco a voar por todos os lados, e o Braquinho com a pata no outro, à espera para dar o golpe final.


A Chica ouviu os rapazes, e veio ver o que se passava.


E eu, fui ter com eles, munida com água para os borrifar e refrescar os ânimos.


Remédio santo!


 


 


O Branquinho, só de me ver com a água, parece ter saído do transe em que se encontrava, mas não se livrou de levar com umas pingas. Gosto muito dele, mas tenho que ser justa: é ele que vem provocar o outro, que está no seu território, e o vê invadido por um estranho brigão. 


Já o Tareco, aproveitou a distracção do Branquinho para fugir!


 


 


Li agora que também os podemos tentar afastar com uma vassoura. Para a próxima ainda experimento.


Mas nunca, em momento algum, se deve bater nos gatos. Nem mesmo naquele que inicia ou provoca o outro porque, afinal, é apenas o instinto deles a falar mais alto e a manifestar-se.


 


 


 

domingo, 9 de dezembro de 2018

Gatos e árvores de Natal

Está aberta a sessão! Desta vez a árvore só caí, para a frente, dos lados tem coisas, atrás tem a parede. Não tem fitas nem luzes, só bolas e a estrela, está super simples e discreta! Já passaram quase 24 horas e ainda está de pé. Apenas o Rafael já roubou uma bola.


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O natal passa, mas o animal fica

O natal está à porta. Muitas famílias querem aceder aos pedidos das crianças de oferecer um animal de estimação. Mas atenção, oferecer um animal, não é o  mesmo que oferecer um brinquedo. A responsabilidade de ter um animal é para a vida toda que esse animal tiver.  É preciso ponderar bem, ver a disponibilidade, a paciência para limpar mais vezes a casa, a tolerância, o tempo para dedicar, dinheiro para pagar vacinas, consultas, alimentação e outros cuidados que o animal possa precisar...


 


Não é receber no natal, para "deitar fora", nas férias de verão!


 


O natal acaba, mas a vida do animal continua.


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Até á noite eles andam em busca de comida

Um dia destes chegamos a casa já de noite. Assim que estacionamos na rua, lá aparece o trio habitual: Alone, Naná e Oreo Ribatejano. Digo ao marido e ao filho que vou buscar comida. Quando chego cá a baixo à porta do prédio, eram aí uns 10 gatos, todos esfomeados. Tive de ir buscar mais comida. Parece que passaram a palavra e avisaram os outros que ali iam servir a ceia! Raramente ando durante a noite na rua, pois,  apesar de estar iluminada, não gosto muito, mas teve de ser.


 


Parecia quando se atira milho aos pombos, só que era atirar ração e paté aos gatos, e eles todos de volta de mim, sem qualquer receio. Há aliás, um novo gato na rua, gordinho, cinzento e branco, com certeza abandonado, muito meigo!


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sábado, 8 de dezembro de 2018

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Leãozinho: quem lhe resiste?!

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Se eu não soubesse que é um gato da colónia, nem acreditaria que este gato andava por aí nas ruas. Até estranho como é que ainda ninguém o raptou, de tão bonito que é.


 


 


 


A imagem pode conter: gato, planta e ar livre


 


Desde pequenino que percebi que ele era diferente dos restantes, mais peludo, com uma cauda tipo persa. 


 


 


 


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Pelos vistos, cresceu e está cada vez mais "gato". Aqueles olhos verdes, e aquele corpo amarelinho e felpudo, dão vontade de levá-lo para casa.


 


 


 


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E não é tão parecido com o D. Juan?!


 


A imagem pode conter: planta, gato e ar livre


 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Ser gato da Primeira-Ministra!


 


Já tinha falado do gato Larry, que foi adoptado por David Cameron para controlar os ratos que rondavam o número 10 de Downing Street, tendo- se tornado o animal de estimação oficial da residência do primeiro-ministro inglês.


 


Neste momento divide a casa com a actual Primeira- Ministra do Reino Unido Theresa May e nem os polícias conseguem resistir ao Larry, eu pessoalmente fiquei fã deste polícia.


 

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Vamos esperar o sol juntos!?

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Quando têm sede, onde vão os gatos de rua beber água?

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Já muito se falou, aqui no Clube, sobre a forma como a maioria dos gatos de rua se vão alimentando, quer através de pessoas que vão deixando comida ou através dos animais que vão caçando por aí.


 


 


Mas, e quando têm sede?


Onde é que eles vão procurar água, quando ninguém lhes deixa também o que beber?


 


 


As hipóteses são maiores nos dias em que chove, já que podem aproveitar a água que se vai acumulando nas poças, como os que vi ainda há pouco, a beber de uma enorme poça de água suja e cheia de lama. Ou bebr água das valetas.


Também ainda devido à chuva, há gatos que aproveitam a água que fica acumulada ao de cima, nos vasos que as pessoas têm na rua, ou que foi caindo para dentro de baldes, ou outros recipientes, que existam por aí ao seu alcance.


Também já vi gatos a beberem água naqueles tanques antigos onde se lavava a roupa.


Não será a mais própria para consumo, suja, cheia de lixo, com vermes, por vezes com mau cheiro e acumulada há dias. Mas é o que há. É o que encontram, e a sede fala mais alto que tudo o resto.


 


 


O pior é quando o tempo está seco, e a água desses sítios se evapora. Onde conseguirão eles ir buscar água? 


Com sorte, em noites húmidas e madrugadas de orvalho, aproveitam para lamber as folhs das plantas que encontram. Mas não será, certamente, o suficiente.


É por isso que, sempre que alimento gatos de rua, para além da ração, tento colocar sempre um recipiente com água para eles.


Posso não conseguir impedir que vão a outros lados e bebam a água que lhes aparece à frente, mas posso evitar que isso seja algo a que têm que recorrer por não haver nenhuma outra solução, correndo o risco de nem uma gota de água encontrarem. 


 

Dúvidas felinas!#2

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A dúvida que a nossa seguidora Vanessa, nos colocou foi  a seguinte:


 


"Olá bom dia, estou com uma dúvida não sei se me pode ajudar, ontem fui buscar um gatinho bebé tem quase 3 meses, e já tinha um em casa, tem 7 meses, e ele bufou lhe imenso ainda lhe deu com a pata, mas da a entender que tem ciúmes, e o pequenino, tem medo e depois acaba por bufar também, espero que eles se venham a dar bem, ouvi falar para por umas gotas de baunilha no pescoço de cada um?"


 


 



 


Olá, Vanessa



Um gato quando está habituado a ter a casa e a dona, só para si é muito territorial, vai sentir-se ameaçado e sentir ciúmes.


Eles bufarem um com o outro é normal, precisam tempo de se ambientarem um ao outro, geralmente passado um mês, já brincam um com outro, também há situações em que só se toleram e ignoram-se!


O importante, neste momento é dar atenção ao dois, por exemplo dar festinhas aos dois ao mesmo tempo, para o mais perceber que nada mudou em relação ao amor da dona, brincar com os dois, sempre com os dois e deixar eles conhecerem-se com calma.


Em relação ás gotas, sei que há umas que se compram no veterinário para ajudar acalmar os animais, principalmente quando têm de ir ao Veterinário, não aconselho num período de adaptação.


Tenho um casal de gatos, a Fénix foi a primeira e também precisou de se habituar ao Puma.


Se mais alguém, tiver passado por esta experiência e tiver mais algum conselho, para dar á Vanessa, deixem o vosso comentário!


 


PS: Esta rubrica é baseada em experiências pessoais, com o intuíto de ajudar quem também tenham gatinhos! Se tiverem algum dúvidas, deixem uma mensagem na caixa de mensagens do Clube e o vosso email, para vos responder, contamos com a vossa ajuda, para ajudar o maior número de amantes felinos!

O Rafael gosta de peluches