segunda-feira, 30 de julho de 2018

Gatos em Tróia

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Em Tróia, pela primeira vez, vimos gatos, no percurso que fazemos até à praia!

A preto e branco - limpeza matinal

Hoje de manhã, na colónia - A Minnie com os seus filhotes, e a Oreo, na outra ponta!


 


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Ser diferente e fofo!


 


Há pessoas que nos inspiram a lutar pela nossa vida e objectivos, perante as adversidades que vamos encontrando, no nosso percurso, pois muitas delas lutam desde que nasceram e outras, encontraram um novo rumo perante um fatalidade que o condicionou!


 


Os animais, também são capazes de nos inspirar vejam só este gatinho que apesar de ter nascido com as patas da frente pequenas, parece que anda uma pulga eléctrica, bem neste caso um gato, não é lindo?!


Serei a única, a sorrir ao ver este vídeo?

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Podia chamar-se "a rua dos miaus felizes"

E depois vinham os se's:



  • Se todos os vizinhos os protegerem e alimentarem

  • Se tiverem apoio de uma associação e/ou câmara

  • Se ninguém lhes fizer mal

  • Se puderem ser esterilizados e desparasitados

  • Se puderem ser cuidados quando estiverem doentes


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Ter esta vista da minha janela, ver este grupinho a brincar, a correr, a darem-se bem, transmite-nos tranquilidade! Eles têm comida, água, carinho (os que deixam), atenção e até abrigo por cá! Pode parecer egoísmo da minha parte, mas eu gostava de os continuar a ver por aqui. Sei lá se os vierem buscar, para onde os levam, e para que fim!? Claro que tudo dependia de quem os levasse, mas...


 


Antes estas questões passavam-me ao lado. Podia lá imaginar que havia abates!? Pensava que os levavam para um lugar melhor. Mas como já aqui falaram esses abates estão a acabar.


 


Deste grupinho há uma fêmea que me parece estar de barriguinha. Isso é que não é, nada bom...


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Humor felino! # 128


 

terça-feira, 24 de julho de 2018

Hipoplasia Cerebelosa Felina

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Sempre que nos perguntam o que tem a nossa Amora, respondemos que é um problema neurológico, de tem de nascença.


Nunca soubemos exactamente o que ela tinha, ou o que poderia ter causado esse problema.


Não quisemos submetê-la a exames invasivos, só para ter essa certeza.


 


Ontem, por acaso, deparei-me com um comentário a outros gatos, em que sugeriam que poderia ser Hipoplasia do Cerebelo. Fui pesquisar.


E poderá ser essa a explicação para o problema da Amora, a doçura que a caracteriza, e toda a atenção que ela pede.


 


Aqui fica o artigo que li, para quem tiver interesse - https://akieobicho.com/hipoplasia-cerebelosa-felina/.

O Pompom solitário

Esta manhã, o Pompom era o único gato da colónia que por ali andava.


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A fazer lembrar o outono, num verão que insiste em não vir para ficar.


 


 


 

Também posso ir à praia?!

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Dona, também posso ir à praia?


 


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Não?! Porque não?


 


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Se não posso ir àpraia,também não te deixo ir. Vou ficar aqui em cima! 


 


 

O triste comentário do Sr. Júdice no jornal das 8 TVI

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O homem falou, falou, e a dada altura vai buscar o tema dos animais. Foi um comentário tão sarcástico, ignorante, ele gozou e desvalorizou o tema. Como pode existir alguém assim!? Uma pessoa importante, culta, influente e depois dizer estas calinadas. Uma tristeza! Nunca deve ter tido um animal de estimação. Possivelmente nunca um o escolheu, e posso imaginar o porquê!


 


Não consegui  colocar aqui o vídeo, mas o tema surge mesmo no fim da sua intervenção.


Entretanto, consegui encontrar o comentário por ele escrito.


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Fim do Abate de Animais Errantes!

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Daqui a 2 meses, no dia 23 de Setembro acaba o período transitório para os Municípios aplicarem a lei 27/ 2016, acabando definitivamente com o abate dos animais errantes, algo que tem acontecido devido á falta de uma política e programas de esterilização e controlo de animais errantes!


 


Só no ano de 2007, foram abatidos 11851 animais, mais de 30 por dia e esterilizados 9349, conseguem imaginar? Eu só te pensar, fico horrorizada e isto foi só em 2017 e todos este anos para trás?!


É uma crueldade, estar a matar vidas inocentes, onde muitas foram já vítimas de abandono e ficaram expostos ao frio, fome, crueldade humana, reproduzindo-se vezes sem conta e todos os perigos existentes na rua...


Um programa de esterilização intenso, iria reduzir drasticamente o número de animais errantes!


 


O estado disponibilizou 2 milhões para apoiar os Municípios para implementar a lei aprovada em 2016, mas no entanto mais de 1 terço do Municípios, passados dois anos, continuam sem centro de recolha de animais, nem celebraram qualquer tipo de protocolos com instituições, a fiscalização vai ser muito importante, para acabar com esta atrocidade!


 


A Associação Nacional de Municípios, defende novo período transitório e vai analisar esta questão hoje, eu pergunto para quê?!


Para continuar a gastarem  o dinheiro dos munícipes em algo que não faz falta e continuar a deixar os animais á sua sorte  e continuar a colocar em causa a saúde pública? Sim, porque o crescente aumento de animais de rua, sem qualquer cuidado de saúde, transmitem doenças uns aos outros, inclusive ás suas crias, que podem colocar em risco as pessoas!


Espero que não, haja mais nenhum prolongamento, obrigando os responsaveis pelos Munípios a tomar medidas sério e colocar em práctica, os programas de controlo e saúde dos animais de rua!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Dois tontos e uma bola

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Seria capaz de vender, o seu amigo de quatro patas?!


 


O nosso Clube pode ser especialmente dedicado a gatos, mas tenho a certeza que os nossos seguidores vão perceber a mensagem que este vídeo passa e quis partilhar com todos, tenho a certeza que me vão desculpar!


 


Os meus gatos a Fénix e o Puma e todos os animais que fizeram parte da minha vida, desde o momento que entram pela porta, passaram a fazer parte da família, seria capaz de vender uns dos membros da sua família?


Vejam a reacção das pessoas, em relação aos seus cães e comentem, queremos saber a vossa opinião!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

O novo lar do Bob e do James é maravilhoso

Sou seguidora do gato Bob do James, li os três livros, vi o filme. Conheço a história dos seus encontros e desencontros, das suas aventuras e cumplicidades.


 


Fiquei tão feliz quando agora publicaram a nova casa deles. Tem aquilo que eu idealizo como a casa perfeita para um gato. Uma vivenda com um exterior bem vedado, vigiado e seguro. Reparem até onde vai a vedação. Não sei se ainda é assim, mas o Bob não gostava de ir à caixa da areia, gostava de ir aos arbustos, se ainda for assim, espaço não lhe falta!


 


Que continuem a ser companheiros e felizes. Que continuem a inspirar muita gente com a vossa  linda história.


 


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Hachiko - Amigo para Sempre

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Na semana em que estive de férias, enquanto andávamos à procura de filmes para ver, vimos que iria dar este e, na dúvida se seria bom ou não, resolvemos pôr a gravar.


Penso que deu na segunda ou ontem, no TVCine 3, e resolvemos vê-lo à noite.


A empatia com o pequeno Hachi foi imediata, e ficámos com imensa vontade de ter um Hachi na nossa vida, embora já o tenhamos, de certa forma, nas nossas gatas.


O filme é baseado numa história verídica, e posso-vos dizer que acabámos os três a chorar que nem uns perdidos no final do filme.


 


 


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No filme: Vemos Hachi ser enviado em viagem, e a ficar perdido na estação de comboios, onde o professor universitário Parker o acaba por encontrar e, há falta de outra opção, levá-lo temporariamente para casa, até conseguir encontrar uma boa família para ele, já que a sua mulher não quer cães lá em casa.


Mas a relação entre eles é tão ternurenta e especial, que acabam por ficar com ele definitivamente.


 


A história real: Em 1924, Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. 


 


 


 


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No filme: Hachi é um cão de raça Akita, conhecida pela sua lealdade e, de facto, a ligação entre eles é tão forte que Hachi vai com o dono todos os dias até à estação e, quando sabe que está na hora de o professor ali chegar, lá está ele, à sua espera, para regressarem juntos a casa. Hachi era acarinhado por todos ali na estação, que já achavam normal aquelas visitas regulares e comportamento.


 


A história real: Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até à não distante, estação de comboios de Shibuya, retornando para encontrá-lo no final do dia. A visão dos dois, que chegavam à estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. 


 


 


 


 


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O filme: Um dia, Parker chega à estação e não vê Hachi. Pregou um susto a todos, mas acabou por ser uma cena cómica. Mas, uns tempos depois, é a vez de Parker não chegar à estação, e Hachi fica por ali até à noite, à espera. Até que o genro do professor o vem buscar, com as piores notícias.


 


A história real: A rotina continuou até maio do ano seguinte quando, numa tarde o professor não regressou no comboio habitual, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais regressando à estação onde sempre o esperara Hachikō.


 


 


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A história real: diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado do seu mestre, recusando-se a sair. Outro relato diz que, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō saltou para dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.


 


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O filme: Após a morte de Parker, Hachi foi para casa da sua filha, mas sempre que podia, fugia e corria até à antiga casa, ou de volta à estação, à espera de ver o seu dono aparecer como habitual. Estava perdido, desorientado, triste... Mas não desistia.


 


A história real: Depois da morte do seu dono, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que moravam em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e, após um ano sem que se tenha acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um bebé. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todos os dias ele ia e procurava o professor Ueno entre os passageiros, saindo apenas quando a fome o obrigava. E fez isso dia após dia, ano após ano. Hachikō esperava pelo regresso do seu dono e amigo.


 


 


 


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O filme: Após vários anos,vemos Hachi já velhinho, mais gordo e com o pelo sujo da sua vida na rua, mas sempre ali na estação, até ao dia em que, a recordar todos os momentos passados com Parker, acaba por morrer.


 


A história real: Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma das suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais o cão orgulhoso e forte que tinha sido. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.


Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria do coração. Na madrugada de 8 de março de 1935, com 11 anos, ele deu o seu último suspiro numa rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, o seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Foi declarado um dia de luto.


Os seus ossos foram enterrados num canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre. A sua pele foi preservada e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.


 


 


 


o cão mais fiel do mundo


O verdadeiro Hachiko


 


 


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A estátua de Hachiko na estação


 


 

Agora no verão é que se escondem nas tocas

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Caixa de maquilhagem Anti-Puma!

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O post de hoje é especialmente dedicado ás nossas seguidoras  e membros que tal como eu têm gatos safados, o meu Puma adorava sempre estar atirar-me os batons, máscara de olhos e todo o tipo de maquilhagem que tinha dentro de uma caixa que estava aberta, pois era demasiado pequena para o chão, fiquei com várias sombras partidas ainda novas!


Uma vez atirou-me com o perfume Be Delicious, o frasco maior que tinha comprado numa promoção fantástica, por sorte não se partiu, ia o comendo vivo, tive que guardar dentro de uma gaveta, pois não ia arriscar mais.


 


Para além de gostar de atirar coisas para o chão, é um verdadeiro ladrão, adora roubar-me elásticos, canetas, vai tudo para baixo do sofá e ainda consegue roubar as coisas que tenho nas gavetas do espelho da WC, um verdadeiro artista.


 


Mas encontrei a solução para os meus problemas, relativamente á maquilhagem e não podia de partilhar com vocês, pois aposto que não sou a única a ter um felino safado, eu sigo a youtuber Inês Rochinha e num dos seus vídeos vi uma caixa igual á que tenho na foto e lhe perguntei onde tinha comprado, minhas queridas foi na Primark, que para mim significava que ficaria perto e em conta!


Se bem que me lembro custou 4 €, andei semanas á procura pois quando lá ia só havia das grandes que não dá para colocar em cima da cómoda, mas esta é o tamanho ideal e nunca mais tive que me levantar do sofá, quando ouvia alguma coisa a cair no chão do meu quarto.


Quem tem gatos como o meu Puma?


 


Por falar em Primark, não seria giro a marca criar uma colecção dedicada a animais de estimação, atenção que não estou a falar de roupa, mas sim se acessórios?!


Espero que este post, tenha sido útil para quem tem um gato com fetiche como o meu!

O Rafael gosta de peluches