segunda-feira, 30 de abril de 2018

um mês depois

E por que foi no Clube de Gatos que tive a primeira reacção para a adopção de dois gatinhos que falei neste post, senti que estava na altura de pôr os membros deste Clube ao corrente do mesmo.


Por cuidado, e para que as famílias que os vão adoptar os recebam com saúde, decidi  que devíamos levá-los ao veterinário. Falei com uma das minhas sobrinhas, que concordou, e no passado dia 21, foram pesados, tomaram uma vacina, foram identificados o sexo, são três fêmeas, duas de pêlo beges e uma de cor preto, e dois machos, branco e preto.


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A gata mãe também foi observada, desparasitada, e estando com peso baixo, foi-lhe dada uma alimentação húmida e outro tipo de ração adequada ao seu estado de amamentação.


Marcamos nova consulta, voltarão no próximo sábado, saberemos se estão prontos para viajarem para as suas famílias. Quatro dos cinco já têm famílias, falta encontrar uma para o quinto, um gato preto.


Ontem, voltei a casa das minhas sobrinhas, dois dos gatinhos são muito brincalhões, os outros três dormiam na mantinha dentro da caixa de papelão.


A gata mãe é um doce. Adora mimos. Tomara que a minha gata fosse tão meiga quanto esta. 


Sempre atenta aos filhotes, pegamos neles com cuidado. Ela sabe que não lhes fazemos mal.


Entretanto, os contactos com as famílias têm sido frequentes, envio fotografias e vídeo para que fiquem ao corrente  do seu crescimento e estado de saúde.


E ontem, recebi um e-mail desta  blogger ,  que me deixou com um sorriso de gratidão, e dizia o seguinte:


 



 


Boa tarde Maria. 


Ontem eu e o filhote construímos uma casa para os bebés. Caixote de cartão com portas e janelas e almofada interior... 

Como vez a expectativa é muita.

Fico a aguardar novidades. 

Beijinhos 
 

 

Para vós, membros deste clube, deixo-vos as fotografias e um vídeo dos cinco gatinhos e da gata mãe.

 

 

 


 



 


 

Mamã e filhotes estão bem

 


A Joana foi mamã, o Rafael foi tio. Suponho que o pai seja o Jorge, pois esteve sempre a observar o parto, ainda que de longe.


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Está tudo encaminhado com os filhotes, desta vez. Ser mamã deixou-a feliz, pois estava calma e serena, dócil, mas muito atenta. Ainda consegui assistir ao nascimento do último gatinho. Mas não se pode voltar a repetir, pois é complicado.


 


Há que tomar precauções e como a esterelizacao não é, para já,  possível, temos de ver os contraceptivos possíveis. 


 


Para já aconselharam os comprimidos Megecat, que se dá duas vezes por mês, mas tem um dia especifico para iniciar, e, eu não estando todos os dias com a gatinha, e sendo o dono uma pessoa já de certa idade, é complicado, mas mesmo assim estarei atenta. Alguém conhece, usou ou sabe como dar?


 


E depois do parto, há perigo de voltar a engravidar em breve!?

sábado, 28 de abril de 2018

Dia Mundial do Médico Veterinário

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Celebra-se hoje o Dia Mundial do Médico Veterinário.


Nem todos os donos têm possibilidade ou condições para levar os seus animais regularmente ao veterinário. E a verdade é que, tal como nós, humanos, estando eles bem, não há motivos que justifiquem esse gasto adicional.


Mas, mesmo que seja esse o caso,  existem alguns mandamentos que todos os tutores de animais de companhia devem ter em conta e que, de certa forma, poderão ajudar também os médicos veterinários, de forma a que os animais de companhia sejam mais saudáveis, com maior qualidade de vida e, consequentemente, mais felizes.


 


Antes de adotar, saber informação sobre as características do animal – saber as caraterísticas e necessidades do animal que vamos adotar é fundamental. A idade, o porte, as características físicas, as necessidades nutricionais e de exercício devem ser tidas em conta antes da adoção. 


 


Vacinas – A vacinação dos animais de companhia é um dever de todos os tutores, para os proteger de doenças perigosas, não só para eles, como também para os seres humanos (como é o caso da raiva). 


 


Desparasitação – A desparasitação interna e externa é outro aspeto fundamental a ter em conta na saúde e bem estar dos nossos animais de companhia. 


 


Brincadeira e exercício – Todos os animais de estimação, independentemente da raça ou porte, precisam de exercício e gostam de brincar com os seus tutores. É importante para combater o excesso de peso, exercitar os músculos, manter a forma física.


 


Esterilização/ Castração – O médico veterinário é quem melhor pode esclarecer sobre as vantagens da esterilização e, em caso de adoção de um animal esterilizado, aconselhar sobre as necessidades nutricionais, que se modificam depois da esterilização.


A esterilização em animais de companhia é um procedimento essencial que, para além da ação contracetiva e da eliminação permanente do comportamento de cio, também actua na prevenção de alguns problemas de saúde do aparelho reprodutor, como tumores de mama e problemas do útero e dos ovários. Já nos machos pode atenuar alguns comportamentos de agressividade, e evitar doenças testiculares, reduzindo o risco de problemas na próstata.


 


Visitar o médico veterinário regularmente  É importante que os animais, mesmo não estando, aparentemente, doentes, façam check ups regularmente, sobretudo os animais em idade geriátrica e, em particular, os gatos que são exímios no disfarce de sinais clínicos de doença.


 


A saúde psicológica  – Cães e gatos podem sofrer de doenças psicológicas. A ansiedade de separação ou a depressão são duas doenças psicológicas que podem afetar os animais de companhia e que se refletem no seu comportamento e até mesmo na sua saúde física. O médico veterinário tem todas as competências para detetar os sinais clínicos e ajudar o seu amigo de quatro patas.


 


A alimentação – As necessidades nutricionais dos gatos ou cães são muito diferentes das dos humanos e variam mesmo de animal para animal – de acordo com a sua raça, idade, o peso ou características como esterilização ou problemas de saúde. O veterinário poderá aconselhar a melhor alimentação para uma nutrição completa e adaptada. 


 


A segurança  – Os tutores são responsáveis pela segurança dos seus animais, tanto em casa, como em viagem. O médico veterinário pode esclarecer sobre a forma mais segura de transportar o gato ou cão, e sobre os perigos que a casa pode esconder.


 


Treino e educação sempre que possível – O treino e a educação são importantes, em particular no caso dos cães. O seu médico veterinário pode aconselhá-lo sobre as melhores estratégias tendo em conta a raça e características do seu animal de estimação.


 


 


Informação: Royal Canin.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Olhem só quem deixou miaujinhos pros felinos do Clube

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O Rafael entalou um dedinho

O dia feriado começou mal para o pequeno Rafael. Deviam de ser umas 7:20h da manhã. Só eu ia trabalhar, por isso era a única a estar acordada a essa hora, eu e os felinos.


 


Estava eu a tirar um café para despertar, quando ouço ao meu lado o Rafael a gemer de dor. Foi a sair ou a ir para a janela, que ele se entalou naquele radiador (coisa que faz parte da casa, mas que não faz falta alguma). Deixei o café a correr e fui logo tentar ajudar o gato,  mas não conseguia tirar um dos dedos e unha da ranhura do radiador. Começo a chamar pelo meu marido. Lá acordou e veio ajudar-me. Eu sou muito stressada e em situações de pressão parece que bloqueio, ele, felizmente não é assim. Foi ele que mais o ajudou.


 


E se eu estivesse sozinha, ou pior, se o Rafael estivesse sozinho!? Lembrei-me logo de uma senhora que eu conheço, que numa situação semelhante,com um gato dela, para tirarem a pata do gato  do radiador tiveram de desmontar o radiador e o gato teve de levar a pata amputada!


 


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Agora colocamos fita cola de papel nas ranhuras do radiador! Espero que este episódio não se volte a repetir...

A Kikas no campo em boa companhia

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terça-feira, 24 de abril de 2018

Conversas com Animais - Alma, Reencarnação e Ensinamentos

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Não sei se, de facto, acredito, ou se quero mesmo acreditar que é real, embora com algum cepticismo.


Mas foram estes os excertos do livro que mais me marcaram, e que aqui partilho para todos aqueles que, como eu, querem acreditar que é possível.


 


A Alma


"É muito raro os animais não aceitarem a sua morte mas em nós instala-se uma derradeira e dolorosa saudade.


O desafio seguinte está em aprendermos a deixar ir quem tanto amamos, a libertá-los em amor.


Quando chamamos, de forma constante, mental ou emocionalmente, um animal que partiu pedindo-lhes perdão, sofrendo as saudades que sentimos, pedindo que regressem, o resultado é que o espírito daquele que partiu, sente que tem de permanecer próximo de quem o chama.


Como nada podem fazer sentem-se infelizes por não nos poderem ajudar.


Ao alterar esta atitude, libertando quem amamos, permitimos que esse espírito siga o seu caminho, e ascenda a planos mais luminosos e de paz."


 


 


A Reencarnação


"Os animais reencarnam sim, contudo, não têm um “carma” como os humanos. Os animais não estão aqui para experienciar lições e provas como os humanos, estão aqui para nos ajudar a evoluir. Eles fazem o possível para que os humanos alcancem as suas metas e objectivos evolutivos.


Normalmente os animais reencarnam nos locais onde já estiveram antes com a finalidade de que os seus donos os voltem a encontrar, para continuarem sempre junto de nós a ajudar-nos.


O período entre reencarnações é muito variável mas a experiência de vários comunicadores telepáticos espalhados pelo mundo aponta para um mínimo de três meses.


Tente não ficar apegado à raça, tamanho ou espécie do animal, pois é comum que cães e gatos façam trocas para manter o correcto equilíbrio."


Já passou por algum animal que lhe pareceu estranhamente familiar? Agora é o momento de se questionar se não é de facto a alma dele que ali está à sua frente, num novo reencontro.


 


 


Ensinamentos


"Os animais ensinam-nos a sentir, ensinam-nos sobre a alegria de viver no aqui e agora, sobre objectividade e verdade, sobre respeito, a procura do bem-estar, sobre companheirismo e devoção, sobre inocência perdão e tolerância, sobre viver sem expectativas, em abnegação e desapego, sobre o amor incondicional."


 


Para saberem mais sobre a autora deixo aqui a página do facebook - https://www.facebook.com/Marta-Guerreiro-dos-Santos-405561332883729/ e do site - http://www.martasofiaguerreiro.com/.


E sim, tenho muita vontade de entrar em contacto com a autora e pedir-lhe que tente comunicar com a nossa Tica! Por outro lado, talvez seja melhor deixá-la continuar na sua missão, seja ela qual for, sem reavivar memórias.


 

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Se hoje é o dia Mundial do livro, recordamos o nosso

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Dás-me uma rosa e eu dou-te um livro...

Sabiam que...


Este dia, foi escolhido com base numa tradição catalã?! Na qual, os homens ofereciam às suas amadas uma rosa vermelha de S. Jorge e em troca era-lhes dado um livro, como testemunho das aventuras do cavaleiro?


 


Pois...


Não tenho nenhuma rosa...


Não sou nenhum cavaleiro...


Mas como "dama" posso recomendar a leitura de um livro acerca dos nossos nobres cavaleiros felinos!


 


 


"Gato em forma"


ed. jacarandá


 


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Sir Jaqui... continuo à espera da rosa... 


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Sinopse


Verdadeiros guias, repletos de dicas e imagens, para proporcionar uma vida longa e saudável ao seu animal de estimação. Ao longo das páginas há muito para desvendar - como tornar-se o melhor amigo do seu animal, o que fazer em situações de emergência, como brincar e qual o tipo de alimentação mais correto, tendo também em conta a limitação de orçamento.


 


 


 

Gente boa

Em janeiro deste ano, escrevi aqui sobre um gato da minha rua, que encontrei doente, sem se mexer, numa berma. Depois que lhe dei comida húmida ele recuperou, mas via-se como estava doente, principalmente da boca. Chamava-lhe de "Velhote", porque uma vizinha disse que ele já tinha muita  idade. Ele era muito parecido com o Alone. E mesmo sendo de rua, roçava-se nas pessoas e pedia mimos. Não sei se sempre andou aqui pela rua, ou se foi deixado por cá por alguém.


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Durante algum tempo, ele mostrou-se agradecido e vinha à minha porta pedir comer. Não conseguia comer ração, apenas comia comida. A respiração dele era aflitiva. Agora, já algum tempo que não o via.


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Aqui na imagem é o que está a olhar, o outro é o Alone.


 


Soube neste sábado, que uma vizinha o encontrou muito mal da boca, em sofrimento. Então, ela levou-o à veterinária. Pagou 180 euros, e tiraram-lhe dois dentes, fez destartarização. Ficou bem, levou para casa. Agora, até já o castrou, diz que está bonito. A veterinária disse que ele terá mais de 10 anos.


 


Que bom que há assim pessoas tão boas para com os animais e com alguma disponibilidade financeira.


 


Fiquei tão comovida e sensibilizada  com isto, que tive de partilhar...Um grande bem haja, a esta generosidade de pessoa!

domingo, 22 de abril de 2018

Que sejas feliz agora, Toby

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De certo que já ouviram falar de Toby, o gatinho que foi entregue pela sua família a um novo lar. Mas como ele não percebeu o porquê desta "entrega", percorreu 20Km para regressar para junto da sua família. No entanto, esta família, ao invés de ficar comovida e rendida pela fidelidade do seu gatinho, resolveram entrega-lo a um abrigo para que o abatessem.


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Como é que conseguiram, vendo o esforço dele!? As pessoas têm tanto a aprender com os animais.


 


No entanto, o abrigo público recusou-se a abate-lo e invés disso, contactaram a SPCA para tratar dele, para depois tentarem que alguém o adotasse.


 


O teste deu  positivo para o vírus da imunodeficiência felina, e também tinha uma infecção respiratória superior. A infeção demorou a tratar, mas foi tratada.


 


Contam que o gato rapidamente se afeiçoou ao pessoal que o tratou. Quando a história deste gatinho foi colocada nas redes sociais houve logo alguém que quis ficar com ele, sem qualquer receio, e já tendo dois gatos.


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Que seja feliz e que nunca mais mais sinta o desprezo e o abandono! Que o carinho, o amor, e os cuidados sejam em abundância, já que ele é um doce e retibuirá...

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Quem tem gatos, tem tudo isto!

Foto de Erika Gateiras DE Plantão.


 


E mais algumas coisas!


 


Da minha parte, tenho as marcas das unhas, roupas com pelos, jeans com fios puxados, duas gatas, um sofá estragado, cortinados arruinados, brinquedos espalhados pela casa, mantinhas por todo o lado e sim, muito amor na nossa casa!

terça-feira, 17 de abril de 2018

Uma estante para gatos?!

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O meu marido comprou esta estante para colocar os livros dele, que já começam a ficar amontoados e a ocupar espaço. 


Mas parece que vai acabar por ter outra utilização, pelo menos as prateleiras de baixo!

As datas dos aniversários dos nossos felinos

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A Amora, da Marta,  é de 2016.


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A Becas é igualmente de 2016 e também pertence á Marta.


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O Rafael é de 2017 e é da Anabela.


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O Snoo é de 2004 e é da Joana.


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O Riscas é de 2012 e é  também da Anabela.


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O Jonas é de 2015 e é da Teresa.


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O  Blacky é de 2012, e é da Sweetener.


 


Os restantes membros, cujas datas de aniversário dos felinos, não estão aqui, podem acrescentar, se quiserem... ou dizerem qual é nos comentários, que eu acrescento...

domingo, 15 de abril de 2018

Parabéns ao felino Rafael

Completa hoje UM ano este panterinha. No seu aniversário, esteve presente o seu  amigo Riscas e a sua família humana!


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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Em dia de sexta-feira 13: superstições felinas!

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Porque hoje é sexta-feira 13, aqui ficam algumas supertições associadas aos gatos, ao longo dos tempos e em vários países!


Nem todas são más, como podem ver:


 



  • Na Escócia, gato preto no quintal é garantia de felicidade


 



  • Nos Estados Unidos, um gato branco na estrada dá sorte


 



  • Para os franceses, encontrar um pelo branco num gato preto é sinal de sorte para toda a vida


 



  • Para os gauleses, a pupila do gato dilatada era indício de chuva a caminho


 



  • Para os ingleses, uma frente fria estaria a chegar se o gato dormisse com as 4 patas encolhidas sobre o corpo


 



  • Segundo os holandeses, os gatos nunca poderiam estar no mesmo local onde a família se reunia para discutir os seus problemas, porque ouviriam as conversas e espalhariam pela cidade


 



  • Já os americanos, quando se mudam para uma casa nova, colocam o gato lá dentro, pela janela, ao invés da porta, acreditando que, dessa forma, ele não foge de lá


 



  • De acordo com a superstição japonesa, se um gato lava o seu focinho com as patas, não significa apenas higiene, significa que visitantes estão a caminho


 



  • Na Itália, ouvir um espirro de gato é sinal de boa sorte: se tiver sido o próprio gato a espirrar, isso significa que há dinheiro a vir a caminho; se uma noiva ouvir um gato espirrar no dia do casamento, significa que o casamento será bom; se um gato espirrar três vezes, indica que alguém se vai constipar


 



  • Na Idade Média, acreditava-se que os gatos eram bruxas transformadas em animais


 



  • No mar: se os gatos miassem alto, a viagem seria difícil; se brincassem, tudo correria bem; se um gato corresse à frente de um marinheiro, era sinal de boa sorte,  mas se cruzasse o seu caminho teria má sorte


 


 


E por aí, conhecem mais algumas superstições ligadas aos felinos?

Feliz sexta-feira 13!

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segunda-feira, 9 de abril de 2018

O mau feitio dos gatos

Foto de Becas e Amora.


 


Becas e Amora, cada uma com as suas características e particularidades, mas desde sempre associadas a gata arisca e gata doce, respectivamente.


Mas isso tem muito que se lhe diga e, se uma gata arisca pode mostrar o seu lado meigo, também a gata mais doce pode mostrar o seu mau feitio, quando quer.


 


A Becas é aquela gata que não exige muito. Raramente pede. Se lhe dão, agradece. Se não, fica no seu canto. A Amora quer atenção e mimos a toda a hora, e faz questão de o mostrar.


Poder-se-ia supor que, devido ao seu problema, seria a Amora a precisar de estímulos para brincar. Mas não. A Amora arranja forma de brincar sozinha, salta, cai, levanta-se, experimenta. No outro dia, dei com ela em cima da tábua de engomar. Ninguém a tinha lá posto. Conseguiu subir sozinha!


A Becas precisa muito mais de ser estimulada porque, se não a desafiarmos, ela raramente brinca.


 


 


Na sexta-feira à noite, deitei-me no sofá da sala a ver TV. A Amora veio logo para o colo. Normalmente, ela costuma ficar na parte das partes dos joelhos para cima, e a Becas destes para baixo. A Becas não foi logo, e a Amora aproveitou-se. Uma meia hora depois, quando a Becas decidiu descer do sofá e ir para o meu colo, a Amora espreguiçou-se e esticou os braços a ocupar as pernas todas, para a Becas não se deitar.


A Becas acabou por deitar-se no sofá, e aproveitar o pedacinho de perna disponível para fazer de almofada.


A Becas não é esquisita e, se assim quiser, deita-se em qualquer lado que esteja disponível, seja no peito, ou quase nos pés.


 


 


No sábado à noite, a história repete-se, mas ao contrário. A Becas deitou-se no meu colo primeiro. A seguir vem a Amora. Pego nela e coloco-a na direcção da barriga. Não quis, e às tantas estava a rosnar à Becas. A Becas ainda se chegou um pouco para baixo, dando mais espaço à Amora, mas ela foi para o chão.


Ainda tentei duas ou três vezes, mas a Amora recusou-se a ficar no colo, e foi para cima da minha cama brincar e "prender o burro". Que mau feitio!


 


 

domingo, 8 de abril de 2018

dois gatinhos já têm dono(s)

A semana passada,  publiquei este  post  com  fotografias de quatro dos cinco gatinhos que nasceram em casa das minhas sobrinhas.


Um comentário da Helena, com mail de contacto, chamou-me a atenção, entrei em contacto com ela.


Fotografias, um vídeo, e-mails que enviei, eis que nas leituras do Sapo, encontrei este post.


Quando o li, depressa entrei em contacto, enviei-lhe mais fotografias e novo vídeo que a minha sobrinha, que viera do Porto para ver como estavam os gatinhos.


Hoje, recebo uma resposta que me deixou muito feliz. É que a Helena confiou numa pessoa que não sabe quem é ( eu) e enviou uma foto da família, dos três elementos que decidiram ficar com dois gatinhos, um macho e uma fêmea.


Estou muito grata pelo conteúdo do seu e-mail que muito me sensibilizou, já dei instruções à minha família no sentido de "reservarem" dois gatinhos, os que virem ser os mais meiguinhos.


Dentro de um mês, o tempo necessário para que estes se tornem autónomos, este pequenos seres vão ter uma família, que cuidará deles com muito carinho, tenho a certeza.


E depois, quero fotos.


Já agora, Helena, quando os gatinhos estiverem no novo lar, seria interessante fazerem, também, parte da família do Clube de Gatos do Sapo, e partilhar connosco as suas vidas.


Que tal? Aceita?


Certamente que os membros bloggers deste Clube ficarão tão gratos quanto eu pela receptividade e desejo de dar uma família a estes gatinhos.


Da minha parte, muito obrigada.



 


 


 


 

É sempre o Riscas que faz do Rafael colchão

No outro dia, a Marta dizia num comentário que o Riscas fazia do Rafael colchão, então fui ver fotos, e é sempre assim! Sempre o Riscas que fica em cima do Rafael. Será que é para dizer: "cá em casa eu é que mando, pois estou aqui há muito mais tempo que tu"!?


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sexta-feira, 6 de abril de 2018

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Grávida, e com gatos em casa. O que fazer?

A pedido da Marta, venho falar da questão de ter gatos durante a gravidez. Há um grande mito sobre a toxoplasmose e por vezes, erradamente, os médicos aconselham as grávidas a encontrar outra casa para os seus gatos.


 


No entanto, estes médicos desconhecem o ciclo da toxoplasmose e o baixo risco de transmissão pelos gatos, o que é natural uma vez que já começam a entrar na área da medicina veterinária. Este tópico também já foi abordado no meu site, O Meu Animal, e deixo aqui o link caso alguém esteja interessado em ler mais sobre o assunto.


 



 


Em primeiro lugar, muitas pessoas (principalmente as que têm gatos) já entraram em contacto com a toxoplasmose e são imunes, o que impede futuras infeções. Para alguns, esta infeção com a toxoplasmose causou sitomas semelhantes a uma gripe e rapidamente passou. Sintomas mais graves são raros. Por isso, a primeira coisa que a gravida ou uma mulher que esteja interessada em engravidar deve fazer é determinar se é imune (se tem anticorpos) ao toxoplasma. Se for imune já não há qualquer risco de voltar a infetar. Se não for imune, então deverá tomar precauções pois o toxoplasma pode causar defeitos no feto.


 


Para compreender o risco de infeção devemos conhecer o ciclo do toxoplasma. O toxoplasma é transmitido pelas fezes do gato, que é o hospedeiro definitivo (onde o toxoplasma de reproduz sexuadamente). O gato contamina-se ao entrar ao ingerir alimentos ou água contaminados com toxoplasma, incluíndo presas que sejam hospedeiros intermediários (onde não há reprodução sexuada).


 


No entanto, os gatos só se infetam uma vez na vida e só libertam o toxoplasma nas fezes durante 3 semanas! Após a primeira infeção, os gatos tornam-se imunes. Ou seja, em toda a vida do gato, só durante estas 3 semanas é que poderá transmitir o toxoplasma à dona. E isto só ocorre através da ingestão do toxoplasma que se encontra nas fezes, o que é relativamente fácil de evitar com medidas de higiene.


 



 


Relativamente aos gatos, poderá testar se são imunes à toxoplasmose e se não forem, evitar alimentar o gato com carne crua para evitar a transmissão. Evitar a transmissão por carnes cruas também implica restringir o comportamento de caça do gato. Se o gato for imune, já foi exposto à toxoplasmose e já não voltará a libertar nas fezes.


 


Se o gato não é imune, a gravida deverá ter mais cuidados. Uma vez que o toxoplasma pode estar presente nas fezes, o maior risco está na limpeza da caixa de areia. Deverá limpar a caixa de areia 2 vezes ao dia, usando luvas e lavando bem as mãos de seguida, ou até pedir alguém que auxilie na limpeza. Mesmo sem risco de toxoplasmose, é sempre recomendado ter estes cuidados por uma questão de higiene.


 


Mas a toxoplasmose não é só transmitida pelos gatos. Pode estar presente nos vegetais, carne crua, e até na própria terra do jardim. Por isso, é importante lavar sempre bem as mãos e os utensilios de cozinha, cozinhar bem a carne, lavar os vegetais e usar luvas no jardim.


 


Como podem ver, a toxoplasmose ser um grande risco para as grávidas é um mito. Há cuidados que se devem ter, mas nada muito difícil de implementar. 


 


 


 

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A "ganância" dos gatos no que toca a comida

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Os gatos são animais espetaculares, com atitudes com as quais muitos humanos deveriam aprender mas, no que respeita à comida, conseguem adoptar comportamentos muito estranhos, como o caso destes que aqui vêm à porta, quase a roçar a "ganância".


 


No outro dia coloquei comida num prato grande, para o Branquinho e para a Kikas. Começaram os dois à patada, porque queriam ambos comer e o não queriam fazê-lo juntos, nem ter que esperar pelo outro. Acabaram por espalhar a ração no chão, no meio daquela confusão, e foram-se embora os dois sem comer!


 


Numa outra situação, estavam estes dois mais uma vez à nossa porta. Já tinham comido. Apareceu por lá um panterinha em cima do muro. Enquanto ele lá esteve, Branquinho e Kikas permaneceram em frente ao prato da ração, armados em guardas, como que a escondê-lo, para que o outro não fosse lá comer.


 


Da última vez, apareceu a Chica e a Boneca. Coloquei o primeiro prato para a Chica, mas veio o Branquinho e começou logo a comer ali. Coloquei outro para a Chica e, mais à frente, para a Boneca. O Branquinho saiu de onde estava,para ir comer do segundo prato. A Chica, perante isto, voltou-se para o primeiro.


Fui para casa e, quando espreitei pela janela, tinham ido embora os dois, deixando a ração nos pratos!


Parecem crianças pequenas,que querem sempre o brinquedo do outro que é melhor, e depois acabam por deixar os brinquedos a um canto.


 


Observar este comportamento é estranho, tendo em conta que na colónia, por exemplo, com o Pompom, Oreo e companhia, comem à vez, se for preciso, dão a vez, e respeitam-se entre si.


 


Já em casa, com a Becas e a Amora, nota-se bem a impaciência da Amora, quando estão à espera do fiambre. Enquanto a Becas fica parada na cadeira, à espera, a Amora anda no chão, de um lado para o outro, a olhar para nós e, se for preciso, até se pendura nas pernas, para lhe darmos.


Sempre que damos, é às duas ao mesmo tempo. Se estão próximas, ou alguma delas deixa cair e a outra olha, o mais certo é bufarem uma à outra como que a dizer "este pedaço é meu, nem te atrevas"!


 


 

terça-feira, 3 de abril de 2018

Será que também são assim para os companheiros felinos?

Foto de Grupo Hospital do Gato.


 


Não tenho gatos e cães, mas tenho duas gatas, e acredito que uma delas pensasse assim nos primeiros segundos mas, depois, analisando melhor, perceberia:


"Não vou ter mais alguém para brincar, para me aquecer no inverno, para eu me exibir e mostrar o que consigo fazer, vou ficar mais aborrecida e obesa e, que ninguém me oiça, até vou sentir saudades dela. Por isso, talvez seja melhor ela ficar por aqui comigo"!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

A gata teve filhotes

Fui a casa do meu cunhado despedir-me do meu sobrinho neto que esteve cá numas mini-férias com os papás, quando me diz o meu sobrinho:


"a gata teve três gatinhos, acabaram de nascer"


Penso que cheguei a falar desta gata, que come ração de todas as casas que alimentam um ou outro gato naquela zona residencial.


Habitualmente, o local que ela assiduamente procura é a casa do meu cunhado/ minhas sobrinhas.


Há cerca de dois meses, a minha sobrinha, que vive no Porto, falou-me da intenção de fazer a esterilização da gata, ia fazer uma colecta pela família para ajudar nas despesas.


Entretanto, contactou a AGERE para vir buscá-los e levá-los para o gatil, tratarem da sua esterilização, como fazem com os gatos de rua.


Quando a resposta que obteve foi que os gatos que apanham são os que andam à deriva e como a vizinhança lhes dá de comer, não podiam fazer nada.


Ora, à deriva andam eles,  as pessoas dão-lhes de comer porque eles procuram comida e já sabem quem lhe dá.


Os moradores tem cães, não querem gatos porque temem a reacção dos seus animais a um novo inquilino.


O meu cunhado tem uma cadela, também não quer meter nenhum dentro de casa, os gatos andam pelo jardim e à hora de comer aproximam-se e aguardam pela ração.


Entretanto, o tempo foi passando, contactei a minha sobrinha para saber se ia para a frente a esterilização desta gata, tinhamos combinado um dia apanhá-la e levá-la ao veterinário, mas  como eu moro na cidade, ela no Porto, o meu cunhado nos arredores, implicava marcação no veterinário, apanhar a gata por perto, levá-la de imediato, isto é, planear não dava certo, visto que a gata andava por todo o lado.


A minha sobrinha, que vem a casa uma a duas vezes por mês, não sabia como fazer, o pai dizia que a gata estava gorda, embora a nenhum deles passasse pela mente que estaria prenha.


Há uma cave por baixo da casa, tem uma porta exterior, hoje de manhã o meu sobrinho entrou para procurar qualquer coisa, viu a gata deitada numa manta que o meu cunhado colocara para se proteger do frio, e reparou que dois gatinhos estavam a ser limpos pela gata, quando veio um terceiro.


Fui vê-la.


Deu-me uma dor no coração. A gata não se mexia, os gatinhos mamavam. Dois brancos um preto.


Não passaram 15 minutos, a Sofia, que acabara de chegar para se despedir dos primos, foi vê-los, tinha nascido o quarto gatinho.


Voltei à cave, lá estava a gata a limpar o filhote, os outros enrolavam-se nela e/ou procuravam os mamilos. Comentava com a minha irmã, que estava impressionada com o sofrimento da gata que, não gemia, tremia, sim, da agilidade dela a limpar os bebés, a volta que dava ao seu corpo para que os filhotes não impedissem o nascimento de outro gatinho 


A gata tremia, a Sofia comentou; " ela vai ter outro, talvez mais um ou dois".


O meu cunhado desceu, veio ver o que se passava, aproveitei para o alertar que seria melhor contactar a AGERE para que levasse a gata e os filhotes para o gatil.


De imediato a Sofia comentou que aquela nada faria, que não quer saber dos gatos.


A gata estava a dar à luz, não quis ver mais nada, vim embora.


Acabei de enviar SMS ao meu cunhado, são cinco os recém-nascidos.


O meu cunhado ia comprar uma caixa e areia para a gata fazer as suas necessidades, porque comida ela tem, ficarão por lá enquanto os gatinhos estiverem dependentes dela.


Pediu-me para falar com as amigas, se alguém quer  adoptar um gatinho.


Eu ficaria com um se não tivesse uma gata agressiva, habituada a estar sozinha, que domina o seu espaço, que odeia que desconhecidos se aproximem e/ou quando estão tempo de mais a conversar comigo.


Quando as crianças estão cá, sou eu que as levo a vê-la, não deixo que se aproximem dela, sozinhos.


A questão, também, é que os meus sobrinhos têm cães, não querrem arriscar levar um gato para casa.


E agora, algumas fotografias.


Tenho um vídeo, também.


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Ter alguém que me espera à porta

Estou a estacionar, em frente ao meu prédio, e vejo que o Alone, já me esperava!


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O Rafael gosta de peluches