quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Estará o Riscas com conjuntivite?

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O Riscas está com uma espécie secreção ocular. Tem um pus claro e lágrima nos olhos, e também os olhos menos abertos e radiantes, como de costume. Ontem tinha só num, hoje tem nos dois. Fui pesquisar e percebi que isto pode ser causado pelo frio, pela poeira, pólen A conjuntivite pode ser causada não só por factores externos, mas também por um mau funcionamento interno, como uma infecção bacteriana. Ora frio, nesta altura não há, e poeira cá em casa, só a normal…Também li que é mais propício que apareça no verão, e a este problema dão o nome de conjuntivite.


 


Se for mesmo conjuntivite os olhos vão inchar e aconselham a ir ao veterinário, o chato é que além do remédio, haverá uma consulta para pagar que nesta altura, não me dava muito jeito. Aconselham a que se limpe os olhos do gato com uma gaze e soro fisiológico, nunca algodão, pois os fiapos poderiam piorar a conjuntivite. Isso já fiz!


 


Quem já teve conjuntivite aqui do clube foi a Amora, e além do soro tinha mais dois tipos de gotas para usar, mas como cada caso é um caso, e cada gato é um gato, não posso simplesmente perguntar à dona o nome dos medicamentos e ir comprá-los e colocar no Riscas.


 


Também sugerem remédios caseiros como a camomila, preparada como um chá e aplicada fria. Será que as saquetas do chá que se vende no supermercado, serve!?


 


Recomendam igualmente líquidos para banhos oculares, como colírios, para os gatos com problemas nos olhos, que são vendidos em lojas de animais e também em clínicas veterinárias. Estes produtos contêm pH específico que respeita a individualidade do gato e ajuda a combater a conjuntivite.


 


É essencial que o gato esteja bem alimentado e que o sistema imunológico seja fortalecido, assim o gato estará forte para combater qualquer ataque de bactérias ou infecções.


 


Vou aguardar, e no caso de piorar lá terei mesmo de ir ao veterinário!


 

Deixa, algum para mim!


 


Será, que o gatinho deixa alguma comida para o cão?!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Amar não é aprisionar, mas sim dar liberdade

Ontem estava a passar pelo facebook, numa página de gatos, que já não me recordo do nome, (com muita pena minha, pois ia ajudar-me neste post) e vi uma história, da morte de uma gata. Uma gata, que sempre foi uma gata de rua e que nunca conseguiram que fosse feliz dentro de uma casa, apesar das várias tentativas de particulares e associações. E nos comentários, percebi dois tipos de opiniões: os das pessoas que achavam que a rua não era local para a gata sobreviver e a das pessoas que diziam que a gata só seria feliz na rua e que “amar não é aprisionar, mas sim dar liberdade”. E se por lado, eu também sempre achei que a rua nunca seria segura para os gatinhos, e que o ideal seria todos terem um lar; o que é certo é que se um gato que sempre foi de rua se sentir aprisionado, mesmo tendo mais conforto, dificilmente será mais feliz dentro de casa do que fora. Da mesma forma, que um gato que sempre viveu dentro de casa, se tiver a infelicidade de ser abandonado na rua, nunca será feliz, terá fome, calor ou frio, nem se saberá defender capazmente.


 


Talvez a resolução para um gato que sempre foi de rua, esteja num lugar onde pudesse ter rua sim, mas com protecção, por exemplo uma quinta, com espaço, árvores, cabanas, outros animais, mas com uma cerca que os protegesse dos perigos. Mas acredito que a maior parte das vezes tal não é possível. Mas uma coisa é certa, o animal tem de estar com o que o faz feliz, mesmo que essa felicidade seja em tempo mais curto. Do que vale viver em segurança e conforto, se a tristeza for imensa!?


 


Quando, eu própria tirei o Rafael do campo, onde eu o via tão feliz a correr pela horta na brincadeira com os irmão, tive dois sentimentos que entraram em contradição dentro de mim: estava a tirá-lo do ambiente de onde ele parecia tão feliz, mas estava a levá-lo para um local mais seguro. Felizmente, talvez por ele ainda ser novinho, adaptou-se bem ao novo lar, e parece-me continuar feliz. Mas e se eu o visse triste e deprimido, como me iria sentir? Teria coragem de o devolver ao seu ambiente, mesmo sabendo que um dia poderia saltar o muro, ir para estrada, ser atropelado, ou andar sujeito a parasitas, a doenças!?


 


Não são decisões fáceis de tomar, nem de depois vivermos com elas!


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Humor felino! # 99


 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Os Tarecos das Alcarias

Foto de Tarecos Das Alcarias.


 


Quem são os Tarecos das Alcarias?


 


Alcarias é uma aldeia, pertencente ao concelho de Ourique, distrito de Beja que conta, actualmente, com cerca de 20 habitantes humanos, e muitos habitantes felinos.


 


"Numa comunidade em que nem conseguimos saber ao certo quantos somos, todos os dias aparecem novos gatinhos, somos para cima de cinquenta. Os nossos amigos humanos não conseguem alimentar-nos, e estamos morrendo um pouco todos os dias, estamos desesperados sem uma solução para este problema. Necessitamos de comida, de ajuda e de alguém que possa adotar alguns de nós!"



Nélia, que sempre conviveu desde criança com várias espécies de animais, influenciada pela sua filha Daniela, que é também apaixonada por animais, decidiu pôr mãos à obra, e responder ao apelo dos bichanos deixados na aldeia.


 


Assim, Nélia ficou responsável pela página do facebook, divulgação e fotografia.


Daniela, pelo tratamento dos gatinhos, fazendo de enfermeira.


 


Juntas, com algumas pessoas que se ofereceram para família de acolhimento temporário, e outras que estão no local e vão alimentando os felinos, conseguiram ainda, há cerca de um ano, esterilizar/castrar um total de 14 gatos / gatas, número insuficiente para a quantidade de animais existentes nas várias colónias. Foram entregues para adoção cerca de quarenta tarequinhos.


 


Mas a missão continua:



"Neste momento, debatemo-nos com as várias ninhadas de gatas que não foram esterilizadas, para as quais fica difícil arranjar adotantes."


 


A cada dia, surgem novos gatinhos, outros ficam doentes, outros precisam de alimento, e continua a ser necessário controlar a colónia.


O longe faz-se perto, indo mãe e filha à aldeia sempre que podem. E a união faz a força, mostrando que bastou duas pessoas quererem, para outras se lhes juntarem, e tornar real a ajuda aos tarecos.


No entanto, é preciso muito mais, e é por isso que o Clube de Gatos do Sapo se uniu a esta causa!


 

A limitação geográfica nas adopções de animais

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No que respeita a adopções de animais, nomeadamente, cães e gatos, para além de vários outros requisitos, há um que não consigo compreender totalmente: a limitação geográfica.


 


Por norma, algumas associações e cuidadores de animais impõem esse limite, restringindo os possíveis adoptantes a determinadas zonas/ localidades que se situem perto dessas associações/ cuidadores, pelos seguintes motivos:


 


- para aquelas que gostam de entregar em casa dos adoptantes, é mais fácil e evita gastos em deslocações (até aqui, percebo)


- é, igualmente, mais fácil surgir adoptantes que morem perto, do que de longe


- as associações/ cuidadores afirmam que é mais fácil, em caso de devolução, receberem de volta os animais


- afirmam também que é mais fácil seguir os animais entregues para adopção


 


E é nestes dois últimos pontos que me parece haver contradição:


- quem garante às associações/ cuidadores, que os adoptantes lhes vão entregar de volta esses animais, no caso de chegarem à conclusão que não querem ficar com eles? Quem garante que os mesmos não sejam abandonados à sua sorte, noutro sítio qualquer?


 


- e de que forma é que as associações/ cuidadores conseguem acompanhar todos os animais que entregaram para adopção, quando eles próprios dizem que "já foram tantos os que passaram por nós, que de muitos já nem nos lembramos".


 


Bons e maus adoptantes, tanto existem perto como longe. Pode haver um bom adoptante a quilómetros, e um mau adoptante na localidade ao lado.


E se um adoptante quer muito um animal, de certeza que está disposto a ir buscá-lo seja onde for, se for essa a intenção.


Por outro lado, cuidado com as aparências. O facto de entregarem os animais em casa, para assim tentarem confirmar as condições em que viverá, e verificar as pessoas vão adoptar, não significa que, viradas as costas, as coisas sejam como mostraram.


 


E é ainda mais contraditório limitar os adoptantes a zonas que são, precisamente, conhecidas e pautadas pelo abandono animal.


 


Compreendo que não queiram entregar um animal no qual investiram tempo, dinheiro, dedicação e amor, a qualquer um, podendo errar e deitar tudo a perder, mas tudo o que é em demasia acaba por ser mais prejudicial que benéfico, e podem estar a negar várias oportunidades, aos felinos e caninos, de ter uma família. 

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Os meus "afilhados" Pompom e Oreo

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Custa não poder entrar lá dentro (quer dizer, poder até posso, mas não devo), e tentar perceber o que se passa com eles.


Ultimamente, são raras as ocasiões em que se vê o pai, a mãe e a tia. Estas últimas, sei que ainda por lá andam,mas raramente as vejo.


O Mini Riscas, bebé amarelo igual ao pai, nunca mais o vi.


Agora, são estes dois meninos que vejo mais vezes e, de certa forma, parece que o Pompom (branco), ficou encarregue de proteger e cuidar da irmã (para mim é uma gata), a Oreo!


A Oreo é a mais pequenita dos três.


Quando passei para baixo ao almoço, dormia a Oreo, e o Pompom vigiava. Pelo menos, não fugiram desta vez.


À vinda para o trabalho, coloquei comida, e o Pompom enroscou-se como que a dizer que não havia perigo. Voltou a olhar quando pus água, mas deixaram-se ficar os dois.


Tenho muito receio por eles.

Os gatos de rua comem qualquer coisa?

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Se a fome for muita, e não houver mais nada, que remédio.


Mas será que, por serem gatos de rua, devemos partir do princípio que podem comer qualquer coisa que se ponha lá para comerem?


 


Que se podem dar por satisfeitos com os restos da nossa comida e, muitas vezes, com cada "mixórdia" que, só de olhar, até dá vómitos, ou até comida estragada?


Que não têm o direito de escolher ou ter preferências quanto a rações?


 


Só porque são gatos de rua, e não têm dono, não significa que não possam ser tratados com dignidade, e que não tenham eles próprios as suas preferências, mesmo que nem sempre as possam satisfazer.


Já ouvi várias vezes os cuidadores de gatos de colónias afirmarem que eles não gostam de todo o tipo de ração.


 


Eu pude comprovar isso com os meus "afilhados"!


Sempre lhes dei Friskies, que comprava em embalagens pequenas, porque não era preciso colocar comida todos os dias (havia mais pessoas a fazê-lo).


Depois, como começaram a comer mais e tinha que repôr mais vezes, comprei um saco de ração no Lidl, pelo mesmo preço, mas mais quantidade.


Coloquei lá na caixa, e por lá permaneceu dias e dias. Não percebia como é que, num dia, devoraram 3 caixas de Friskies e, depois, numa semana, a nova ração continuava lá quase toda.


Voltei a comprar Friskies, coloquei lá, junto com o resto da outra, e a caixa ficou vazia!


 


Fazem lembrar a Tica, que também só comia ração desta marca, e o Riscas, que é igualmente fã da marca.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O Cantinho da Adopção! #50

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"Sou a Luna, fui recolhida da rua e estou em fat, mas só até ao final do mês. Tenho 3 meses e procuro uma família para a vida ou, no final de Agosto, terei de ir para uma jaula no abrigo pois já não posso ficar nesta fat. Logo agora que corro e brinco, vou ficar fechada numa jaula. Ajuda-me, prometo muito amor.


Estou desparasitada, e serei entregue com a 1 vacina.


Adopçao responsável e consciente.Esterilização obrigatória aos 6 meses e assinatura de termo de responsabilidade.


Se acha que tem condiçoes financeiras e amor para dar a esta doce gatinha contacte através do telemóvel 966736775 -Carla Martins.


Dá-se preferência a adopçao na margem sul do tejo.


Entrega da menina feita em casa do adoptante."


 


https://www.facebook.com/carla.martins.3705157/videos/1535862253144118/


 

Ainda na fase das patatadas

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Isto parece um abraço, mas, não é!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

A nossa "Viagem ao Mundo dos Gatos"

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Já passou por Loures, Lisboa, Mafra e Coimbra.


Poderá ainda vir a passar por Santarém, Moita e Arruda dos Vinhos.


 


Já conseguiu doar às associações:


 


Projecto Amor Animal


Tico & Teco


Adoromimos


Agir Pelos Animais


 


O valor global de cerca de €. 380 euros.


 


Já foram vendidos 50 livros e vários marcadores, e a "Viagem ao Mundo dos Gatos" anda por aí nas mãos de todos aqueles que ajudaram a causa animal!


 


Vamos continuar com a nossa missão, ajudando novos projectos e associações, até onde pudermos ir!


 


 

O sexto sentido dos gatos

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Gostamos tanto de animais que, volta e meia, nos passa pela cabeça adoptar mais uma gatinha, ou até uma cadelinha.


Sempre que falamos nisso, perto da nossas bichanas, parece que elas percebem, e ficam mais carentes, à procura de mimos nossos e atenção, ou então ficam com "carinha triste".


No dia em que decidimos ir visitar a Julieta, uma gata que não se adaptou à nova família e voltou para a casa de onde tinha saído, a Becas passou a tarde toda e a noite a vomitar.


No dia seguinte, depois de termos decidido não adoptar mais nenhum animal, tudo regressou à normalidade.


Coincidência?


 

Apresentação do Rafael

Era assim o pequenote Rafael quando o conheci, vivia no campo.


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Desde dia 12 de agosto, vive connosco, num meio mais urbano.


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Dos felinos que acompanho

Ontem visitei a família do Rafael. Tanto a Joana como o Jorge, estão bem. Estava calor e por isso estavam à sombra todos esticados. Segundo soube, a Joana na primeira noite sem o Rafael, fartou-se de miar.


 


Os gatinhos da minha rua, também os tenho visto, incluindo aquele ou aquela a que dei o nome de Alone, por estar sempre afastado/a do grupo!


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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Isto é brincar?

O Rafael ainda não sabe miar

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Não sei se será normal, mas o Rafael ainda não mia. No outro dia estava a abrir uma lata de atum para o almoço dos humanos e ele ficou tonto com o cheiro e subiu logo para cima da mesa. Peguei nele coloquei-o no chão e repreendi e  ele começou a gemer. O som parecia de uma criança quando faz birra por alguma coisa. Comecei a reparar mais nele e vejo que ele apenas "reclama", quando é contrariado, mas não mia. Preocupada fui pesquisar, e algumas pessoas diziam que eles aprendem a miar desde a nascença e outras dizem que podem começar a miar só aos 3/4 meses. O Rafael fez agora no dia 15, os quatro meses.


 


Enfim, já arranjei mais uma preocupação, ou acham que é normal?

domingo, 20 de agosto de 2017

Sobre a apresentação do nosso livro no Pet & Tea

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Por motivos de força maior, a Ana Sofia viu-se impossibilitada de comparecer na apresentação do livro do Clube em Coimbra, pelo que me coube a mim apresentar a nossa obra ao público presente.


 


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Quando chegámos, já tínhamos algumas pessoas à nossa espera :)


Entre os convidados, estavam as representantes da associação Agir pelos Animais, nomeadamente a Tânia, os criadores da aplicação Pet Finder SOS  - João e Valério, e o António, director do Lovecats.pet, que nos fez o convite, e estabeleceu a ponte entre o Clube e o Pet & Tea, tornando possível a apresentação neste espaço.


Estava ainda um casal muito simpático - a Alexandra e o marido, com quem estivemos, mais tarde, à conversa sobre bichanos, claro!


 


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Como podem ver, a casa estava quase cheia!


Depois de uma breve apresentação minha, dei a vez à Tânia que, em nome da associação, agradeceu a nossa iniciativa.


 


 


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Houve também tempo para os autógrafos da praxe, e para falar um bocadinho sobre como o clube surgiu.


 


 


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Foi uma tarde muito bem passada, a nossa missão foi bem sucedida, sobrando apenas 2 livrinhos, conhecemos pessoas fantásticas e ainda nos deliciámos com os felinos da casa!


 


Quero agradecer à Márcia e à Mariana, que gentilmente nos cederam o seu espaço e tão bem nos receberam, ao António, pelo convite, e à Agir pelos Animais, que esteve presente e levou a maior parte dos convidados que adquiriram o livro, e a quem agradeço por apoiarem esta causa, e nos ajudarem a ajudar!


 


A todos os que compraram o livro, convido a partilhar a opinião sobre o mesmo, e a deixar sugestões para futuras iniciativas.


 


 


 


 

Visita ao Pet & Tea

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Ontem foi dia de apresentação do nosso livro do Clube, no Pet & Tea!


Mas este post é dedicado, exclusivamente, ao cat café de Coimbra, e aos seus maravilhosos felinos, que tivemos o prazer de conhecer.


 


 


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Relativamente ao espaço, é bastante ampla a sala de pastelaria, e muito bem decorada. É um espaço onde dá vontade de estar, bem como a sala onde estão os gatinhos, que está repleta de diversões para os pequenotes que estão para adopção, e para os residentes da casa!


 


 


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A Ginger - residente do Pet & Tea, é uma Bosques da Noruega que já sofreu de maus tratos, antes de ser resgatada.


 


 


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O Pudim - residente do Pet & Tea que dá as boas vindas a todos os visitantes! Só quer colo, e gosta de festinhas na barriga.


 


 


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A Sugar Piu - residente com a qual ficámos encantados. Mal peguei nela, agarrou-se ao pescoço e deu-me lambidelas na cara. Depois, o meu marido dizia-lhe "dá beijinho", e ela lambia a cara dele! Espectacular!


 


 


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A Pipoca - residente do Pet & Tea, é ceguinha de um olho, mas muito meiguinha.


 


 


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Os gatos são todos mansinhos, adoram mimos e festinhas, os pequeninos mais virados para a brincadeira, mas dão-se todos bem. 


Só tenho pena que seja tão longe.


 


Em relação às iguarias, o meu marido adorou o hamburguer vegetariano, e o batido de cereja.


Eu, confesso, fiquei-me pela tosta mista, que também estava muito boa.


 


Se tiverem oportunidade, visitem o espaço, gerido pela Márcia, que não cheguei a conhecer, e pela Mariana, que nos recebeu com tanta simpatia e amabilidade, nos explicou a história dos meninos e esteve sempre disponível para o Clube! 


 


 


 


 


 


 

Uma semana depois...

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Apesar de ainda não se darem, o caso já esteve pior. Por vezes, andam à patatada, não sei se é briga ou se é brincadeira. Outras vezes vejo o Riscas a cheirar demoradamente o rabo ao Rafael. Uma amiga, disse-me que enquanto nós humanos apertamos mãos, os gatos cheiram o rabo uns dos outros. Ok, é estranho, mas resta-nos aceitar...


 


Um facto curioso, é que o Rafael, tem exatamente os mesmo gostos que o Riscas em relação aos espaços de repouso, ao ponto que, como o Rafael vai para lá, o Riscas deixou de os usar. Claro que fico com pena do Riscas, mas o Rafael não faz de propósito. Em relação á vista da janela, tentei solucionar o caso, assim:


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Vamos continuar atentos a eles, e dar-lhes mais uns dias, até tomar-mos a decisão final.

O Rafael gosta de peluches