sexta-feira, 30 de junho de 2017

A preto e branco

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Pois é, já algum tempo que não trazia notícias da família do Rafael. Mas hoje foi dia de visita.  Eles vão crescendo, e vão se tornando mais ariscos, principalmente o Jorge e a Joana. O Jorga já caça, e tanto ele como a Joana, andam lá pela horta felizes da vida. O Rafael será sempre o mais dado, o mais amigável, brincalhão, basta chamar, que ele aparece. E o branquinho batizado de Germano, estamos a acreditar, que afinal, é uma menina. Hoje só consegui estar com estes dois. O branquinho/a está muito frágil, não sei se é a diferença de idade entre ele e os outros, mas parece que os outros crescem e este/a não. Levei-lhe leitinho, mas não gostou, quem gostou foi o Rafael, bebeu tanto, parecia um bezerrinho!


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Ao que parece estes gatinhos estão a preparar-se para "pular" muro, (menos a branquinha que  é mais novinha/o) certamente vou perdê-los de vista e vou deixar de os poder ajudar...Por vezes é difícil ajudar, quando a pessoa responsável, acha que não precisa de ajuda, que tem muita largueza de espaço, comida, água e um barracão! Mas, tenho de pensar que há muitos gatinhos que nem isto têm!


 


Tirando este pequenino floco de neve, que me preocupa, eles até  parecem felizes, livres e  saudáveis.

Alguém mais se revê na decisão deste Noé?!

Foto de Bichos & Companhia (Malveira).

quinta-feira, 29 de junho de 2017

A música em prol da causa animal


 


A banda setubalense, Hands on Approach, está de volta e promete um novo álbum para depois do Verão. Be True é o single de avanço, um tema sobre o amor, mas pelos animais.


"Não queríamos fazer um vídeo sobre o amor tradicional entre duas pessoas", conta o vocalista Rui David.


Neste vídeo, realizado pela Wrong Planet, mostra-se um "outro lado" deste sentimento: "o amor expresso entre as pessoas e os animais". Uma forma de "dar visibilidade" à causa animal, e não só — as vendas digitais da canção revertem na totalidade a favor da União Zoófila e da Associação Sobreviver.


"Já que somos músicos, damos a cara. É uma boa forma de ajudar e cabe-nos a nós ter esse papel também."

Seminário sobre vacinação e desparasitação

Foto de Hospital Veterinário do Atlântico.


 


O Hospital Veterinário do Atlântico, em Mafra, vai promover um seminário sobre a importância da vacinação e desparasitação dos animais de estimação.
Serão abordados temas como as doenças que a vacinação previne, o protocolo vacinal em cães e gatos, e a importância da desparasitação interna e externa.
O seminário tem a duração de 1.30h, com início às 10 horas, e pausa entre palestras para coffee-break.
A inscrição é gratuita e pode ser feita através de email ou telefone:



social@hvatlantico.pt/ 261 810 060


quarta-feira, 28 de junho de 2017

As famílias de acolhimento temporário

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Como o próprio nome indica, são famílias que acolhem temporariamente os animais, até que encontrem um lar definitivo.


Para muitas associações, que não têm um espaço físico, um abrigo onde ter os animais, esta é a solução encontrada para que os mesmos possam ser recolhidos da rua, e tenham todos os cuidados e atenção, até ao momento da partida.


Se não fossem as FAT's, a maioria das associações não conseguiria levar a cabo todo o trabalho com o resgate, acolhimento, tratamento e processo de adopção dos animais.


 


Agora, pergunto eu: quanto tempo deve um animal ficar numa família de acolhimento temporário? E se ninguém adoptar um determinado animal, ele fica a viver permamentemente com a FAT?


 


No que diz respeito aos animais que são acolhidos nestas famílias, e que ficam com elas meses ou até anos, não se até que ponto eles próprios não criam laços com os seus cuidadores, e até que ponto será benéfico ou não retirá-los depois, para irem para outras famílias, desta vez definitivas (ou assim se espera)


Mas sei que, como diz António Manuel, da direcção da Miacis - Protecção e Integração Animal:


"Ser Família de Acolhimento Temporário é uma “missão” para a qual nem todos têm capacidade. Eu faço tudo, ajudo de todas as formas, mas FAT não consigo ser. Se um animal entra em minha casa já não consigo que saia.”.


 


 


Pois é exatamente isso que eu sinto que aconteceria comigo. Ficaria tão ligada aos meus meninos, que não iria conseguir deixá-los partir!


 


“É preciso muita disponibilidade. E um altruísmo gigante. Até porque quando pedimos ajuda não sabemos se o animal vai demorar dois dias, duas semanas ou dois anos a encontrar um dono.”


 


De acordo com Manuela Melo, o maior drama são mesmo as despedidas. Lembra-se perfeitamente do primeiro gato que deu, um preto e branco:


“Fui o caminho todo a chorar. A senhora a dizer que ia tratá-lo muito bem e eu chorava e chorava. Agora, mais mentalizada para esse dia, já não saio tão lavada em lágrimas."


 


Para Luísa Rocha, a escolha de ser Família de Acolhimento Temporário não é uma escolha racional:


“É pensar com o coração e gostar deles em dobro.”


 


Quem é que, por aí, já foi ou é FAT, e quer partilhar a sua opinião ou experiência com o Clube?


Queremos também saber o que pensam os nossos seguidores, sobre as famílias de acolhimento temporário para animais.


 


Ver mais em familias-de-acolhimento-temporario

Sobre o mérito de quem cuida dos animais

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No dia do lançamento do nosso livro "Viagem ao Mundo dos Gatos", no Animal Fest, foram várias as pessoas que abordámos, para dá-lo a conhecer, e conseguir ajuda para as associações.


Entre elas, um veterinário que estava ali em serviço, e que nos disse "Eu sou veterinário, já faço a minha parte todos os dias, estou de consciência tranquila. Muitas vezes, é trabalho "pro bono"."


 


Ora, ele estava ali a fazer o trabalho dele, e nós o nosso. Ninguém lhe estava a querer pôr peso na consciência até porque, só ajuda quem quer. Ninguém é obrigado, por mais que tenha, a dar um cêntimo que seja.


 


Este episódio serviu para, durante a viagem de regresso a casa, eu e o meu marido debatermos sobre o trabalho e mérito dos veterinários, que ele defende, ou não quisesse ir para medicina veterinária, e o trabalho e mérito das associações, das quais servi de "advogada de defesa"!


 


Na minha opinião, ambos são fundamentais e complementam-se entre si. As associações precisam dos veterinários, porque são eles que tratam dos animais doentes, vacinação, esterilização e castração e testes, entre outros. Sozinhas, sem esse apoio profissional, a missão não seria, na maioria das vezes, bem sucedida.


No entanto, no que respeita à primeira intervenção, ao primeiro passo na defesa e segurança dos animais, quem é que actua? Quem é que, de forma voluntária, disponibiliza o seu tempo, o seu dinheiro, eum espaço na sua casa, ou num abrigo, para resgatar, recolher, acolher, alimentar, cuidar e tratar dos animais abandonados que encontram por aí?


 


É certo que há excepções, e veterinários que colocam o bem estar dos animais acima de questões financeiras mas, regra geral, poucos são os veterinários que abdicam dos seus honorários em prol de um bem maior. Podem até prolongar o prazo para pagamento, facilitar o mesmo, ir esperando. Mas, mais cedo ou mais tarde, as associações têm que pagar. Os particulares têm que pagar. E não é errado, afinal, ninguém vive do ar e também eles têm as suas despesas.


 


No entanto, em contrapartida, se não puderem contar com a ajuda da comunidade, os voluntários das associações têm que suportar, entre eles, todas as despesas, não só as que dependem deles, como também as veterinárias.


 


Os veterinários, mais uma vez com as devidas excepções, não andam por aí a ver os animais nas ruas. São as associações que os levam até eles.


 


Assim, a questão que lanço agora para debate, e que coloco aqui é:


 


a) Os veterinários e as associações complementam-se entre si, cada um na sua respectiva missão, servindo o propósito uns dos outros


 


b) Os veterinários têm mais mérito, porque são eles que tratam da saúde dos animais e, em última instância, salvam a sua vida


 


c) As associações têm mais mérito, porque o trabalho que fazem é totalmente voluntário, colocando os animais acima de qualquer coisa, e dedicando a sua vida à causa animal, sem esperar qualquer recompensa em troca


 


Deixem as vossas opiniões!

Humor felino! # 90


 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Uma pergunta...

 


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estes nossos gatos são demais

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Chamamos por eles, não nos ligam nenhuma, procuramos nos sítios mais prováveis e habituais onde dormem a sesta, não estão, passamos por eles e não os vemos.


Antes de sair de casa chamo pela Kat, quero ter a certeza que não a deixei fechada num dos quartos. A sala fica aberta.


Estou de saída, chamo, chamo, ela não aparece, acabo por abrir a porta do quarto não vá ela estar dentro do roupeiro, não há tempo a perder, e saio de casa.


Ontem, chamei-a, passei por ela e não a vi.


Mais tarde, depois do jantar, fui fechar o estore do escritório. De repente, vejo-a muito tranquila na cadeira junto à secertária. 
"Oh, Deus! Já encontraste mais um poiso, sua malandra?" comentei com ela.


Hoje, já à porta da rua, começou a chover com intensidade. Subi, vim buscar o minúsculo  guarda-chuva que tenho há 10 anos (perdi o grande, não comprei outro).


Quando regressei a casa, abri-o e coloquei-o na varanda para secar.


Mais tarde, fui fazer qualquer coisa ao quarto, que funciona de closet, e,  de repente, vejo-a ali, "à sombra do guarda-chuva".


Depressa fui buscar o telemóvel, antes que ela adivinhasse que ia ser fotografada, o que detesta, e click, consegui!


Todo os nosso felinos devem ser do signo Leão: "  brilho, individualidade, idealismo".


 


 

Nos bastidores de uma sessão fotográfica

omo qualquer sessão fotográfica que se prese, e para que a mesma seja bem sucedida... são necessários a conjugação de certos factores e elementos para que a mesma ocorra. E bem!... Desde o fotógrafo e o seu equipamento fotográfico, passando pelos candidatos à foto. Ou melhor dizendo, modelos simpáticos e colaborantes, ansiosos por estarem no seu melhor e por corresponder a todas as solicitações do profissional, a luz e o cenário onde as fotos ocorrerão.


E depois... há os modelos... que reagem como se fossem a última bolacha do pacote... e se  acham no direito de todas e mais alguma mordomias... birras.... mau génio.


Não esta... foto...


Esta está apresentável e faz parte de um pequeno post que podem ler aqui


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Na semana passada recebi o meu exemplar do livro "Viagem ao mundo dos Gatos". 


E como qualquer pseudo-escritora,...cof... cof... o livro tem textos meus, partes de uns que escrevi aqui no blog.... 


... gosta de publicitar aos sete ventos a sua obra. Ups acabei de o fazer... E a melhor maneira que entretanto arranjei de o fazer, foi tirar umas fotos com os meus protagonistas - dos textos, e além do mais, tinha prometido assim o fazer... 


Traduzindo por miúdos, andava "mortinha" para arranjar uma oportunidade para tirar umas fotos aos meus gatos e já agora com o livro! 


Mas não... É escusado pensar que desta vez vai ser diferente...


Ó sorte a minha...


Epá... saíram-me na rifa até que uns modelos perfeitinhos, mas que se distraem com tudo e mais alguma coisa... Que nunca olham directamente para a câmara. Sem flash. Eu só quero uma... uma única e apresentável foto. Nem com um chamariz (brinquedo ou snack) os convenço. Como se assim quisessem saber das minhas boas intenções. É para o lado que dormem melhor.


Já nem penso no cenário. No melhor local de luz... nada. Só quero uma foto capaz.


É assim tão difícil?! É.


Como deve ser bom trabalhar com modelos como os que se vêm por aí fora.... sempre prontos... do tipo... "Bora lá tirar uma foto. Olha para mim aqui nesta posição. Estou tão gira, não estou! E olha agora assim... gostas deste olhar. Vá lá que eu deixo que vás buscar a câmara. Eu fico à espera"...


Não. Não aqui em casa...


Tenho um, o Jaqui que assim que pressente que a máquina está virada para ele, descobre a partícula invisível a olho nu de pó que paira pelo ar... e lá vai uma foto para o galheto... A Bia nem se fala, ainda é pior... A Ritinha, por ser a mais nova, tudo lhe serve de brinquedo e distracção. Restava-me a Nikki, a mais vaidosa e quem sabe a que talvez fosse mais colaborante.


Pois...


E depois, uma pessoa chega a uma dura conclusão.... ao quanto a realidade pode ser enganadora...


Aquilo que ninguém vê nos bastidores.... e que não transpira para o público em geral. O quanto um profissional/amador sofre pela foto quase perfeita. Quando finalmente estão todas e mais alguma condições reunidas ao mesmo tempo e espaço...


click... 


E descobrimos, como verdadeiramente os modelos se comportam, aqueles em que tinhamos depositado o que nos restava de esperança... quando afinal, temos de repetir a foto....


Novamente tudo a postos para mais um click...


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E sai assim a foto.


Lá vem o mau feitio da modelo à superfície...


Sempre de trombas...


Aquele que eu conheço tão bem, quando não se lhe fazem as vontades...


 


Já agora e só para que saibam... Venderam-se todos os livros! yeaahhhh


Não compraram.... azar... nem sabem o que perderam!


 

A Boneca veio tomar o pequeno-almoço

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Sempre gostei desta menina!


Desde que começou a andar por ali nos nossos quintais, abandonada. Já se passaram quase 5 anos, e continuo a sentir algo de especial pela Boneca.


 



Acompanhei esta miúda desde os tempos que ela era a doçura em gata, um ser indefeso que deixava os outros fazerem tudo, a menina que podia estar a comer, mas chegava-se para o lado se a irmã ou outro gato aparecesse. A Boneca que gostava de se esfregar nas nossas pernas, que gostava de festinhas, que deixava pegar ao colo.


 


 


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Essa foi a Boneca que, um dia, entrou na nossa casa e passou lá a noite, tendo sido devolvida à rua, para onde queria voltar, na manhã seguinte. Era na rua que se sentia bem, embora gostasse de vir até casa, por instantes.


 


A Boneca de hoje, é totalmente diferente...


Tal como a vida marca os humanos, também a vida dura da Boneca a marcou para sempre.


O facto de ter sido várias vezes mãe, e de sempre lhe terem tirado e matado os filhos, tornou-a desconfiada, descrente nos humanos. A sua luta diária por um pouco de comida, por um abrigo nos dias de chuva, pela sobrevivência, transformou uma gata meiguinha numa gata silvestre, que agora não deixa ninguém aproximar-se muito e, muito menos, tocar-lhe.


 


Já esteve num estado de magreza extremo, na altura em que tinha os filhotes, e pensámos que não iria aguentar. Depois, o vizinho começou a dar-lhe a pílula, e ela recuperou. Estava descansada porque sabia que esse vizinho também lhe dava comida. Por isso, esteve muito tempo sem parar aqui no quintal.


 


Mas, no outro dia, veio miar. Está mais magra novamente. Devia estar com fome. Dei-lhe a pouca comida que tinha aqui no momento. Entretanto, comprei uma embalagem para ter por casa, não fosse ela aparecer novamente.


Veio esta manhã, estava eu a sair para despejar o lixo. Olhou para mim e miou, como que a pedir comida. Pus ração numa caixa e deixei-a comer sossegada.


 


Talvez ela precise de voltar a confiar nas pessoas. De voltar a acreditar que ninguém lhe fará mal. Talvez a Boneca ainda possa voltar a ser a mesma de antes.


Ou talvez a vida tenha tornado isso irreversível...

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Viagem ao mundo dos Gatos - A Nikki e a Ritinha recomendam a sua leitura

Recebi faz hoje uma semana o tão esperado livro... "Viagem ao mundo dos Gatos".  E só agora é que digo?....


Ok.... Semana um pouco complicada. Mas mais vale tarde do que nunca, certo?!


Obrigada Marta e meninas do Clube. Estamos todas de parabéns! Conseguimos atingir o nosso objectivo. Criou-se o livro, vendeu-se e ajudaram-se diversas associações de protecção animal. O nosso grande objectivo. Mas não vamos ficar por aqui. Logo agora que lhe tomamos o gosto!


Irão num futuro próximo surgir mais iniciativas, pelo que, fica o apelo a quem nos segue de estar atento!


Agora de volta ao nosso mais recente e magnífico livro.... 


O livro está magnífico! Desculpem, estou-me a repetir, mas o que dizer? Se de facto é uma realidade? Bons textos, fotos dos membros do clube e pequenas histórias das suas fantásticas vidas. Sem esquecer que tem uma parte didáctica.... E como quem não quer a coisa... estão lá textos meus... Marcadores personalizados e tudo!


Ainda não têm? Do que estão há espera?!


 


Só tenho pena é de quem ainda não o adquiriu, nem sabe o que perde!


aaahhhhhh aaaahhhhh


 


Mas como prometido é devido... aqui ficam duas fotos das minhas caturras de volta da sua leitura. 


Roam-se de inveja...


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Nikki e Ritinha


 


 


 


 

Em jeito de desabafo

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Aqueles que mais amam os animais são, também, aqueles que mais sofrem por eles, com eles.


Por não terem poderes sobrenaturais, por não poderem fazer mais, por não poderem, muitas vezes, ajudar naquilo que mais precisam, por não terem mãos, braços e força suficiente para tantos animais que lhes aparecem à frente, vítimas de abandono, maus tratos ou, simplesmente, estupidez e irresponsabilidade humana.


Por não poderem acolher todos os animais que vagueiam sozinhos pelo mundo, por não encontrarem famílias para aqueles que acolhem, e que acabam por viver e morrer em abrigos, sem nunca saber o que é ter um lar.


Por quererem fazer tudo para lhes proporcionar uma melhor vida, mesmo que isso signifique contas e dívidas cada vez maiores, em que os valores aumentam a triplicar, comparativamente aos que conseguem abater.


Por terem que lutar, para além de tudo isto, com pessoas cruéis, que ainda se insurgem contra este trabalho voluntário, que fazem questão de, não só não ajudar, como ainda prejudicar quem o faz.


 


Poder ajudar um só animal que seja, já é bom. Mas fica sempre a frustração de não poder ajudar mais.


Poder contribuir para que outros ajudem, por pouco que seja, é óptimo. Mas fica sempre a sensação de que não deixa de ser uma migalha, uma agulha num palheiro.


 


Até mesmo os médicos, que tentam dar uma melhor qualidade de vida aos animais ou, até mesmo, salvar-lhes a vida, cedem à pressão, e à frustração, quando não são bem sucedidos.


 


Quem mais gosta dos animais, é quem muitas vezes tem vontade de se dar por vencido, de baixar os braços, mas sabe que não o pode fazer. E, por isso, vai buscar esperança e força nem sabe bem onde, porque se não forem essas pessoas a preocupar-se e a lutar pelos animais, quem o fará? 

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Tenho um "tubarão" em casa!

Ontem estavam a Amora e a Becas a brincar no sofá, comigo ao lado. A Becas estava encostada à minha perna mas, com as voltas, e para não morder a Amora, acabou por virar o focinho para esse lado. Começou a atacar um papel grande que lá tinha, e que estava entre ela e a minha perna.


 


Às tantas, sem contar, sinto uma dentada na perna, mando um grito e as gatas fogem assustadas para a cozinha!


Já levei muitas dentadas das bichanas, mas esta valeu por todas! Aqui estão, na imagem, as marcas dos dentes no nosso "tubarão felino" - D. Becas.


Hoje, essa zona está um bocadinho inchada e dorida. Mas a coitada não teve culpa, estava a brincar!


 


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quinta-feira, 22 de junho de 2017

A minha cama é um parque de diversões felino


 


No outro dia era a Becas com a bola de papel.


Desta vez, foi a Amora, com os atilhos do pão de forma!


 


Isto depois de não me ter deixado ouvir nada, na sala, às cabeçadas e saltos em cima de um papel que tinha no sofá :)

terça-feira, 20 de junho de 2017

O mundo sob uma perspectiva felina!

Foto de Clube de Gatos do Sapo.


 


Ou, em alternativa:


 


Foto de Clube de Gatos do Sapo.


 


Imagens retiradas daqui: https://incrivel.club/admiracao-curiosidades/18-mapas-do-mundo-que-a-escola-nao-nos-ensina-254360/


Vejam os restantes mapas!


 


 

Nestes dias de calor...

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...forneçam água aos gatos (e cães) que encontrem pelas ruas.


Porque também eles sofrem com o calor, e não têm ninguém que cuide deles.


 


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Esta gatinha faz parte de uma colónia não sinalizada, em Mafra. Não nos conseguimos aproximar de nenhum dos gatos, são desconfiados. Normalmente estão do lado de dentro do portão, mas esta ontem estava do lado de fora, perto da estrada, e fiquei com receio por ela. 


É uma tricolor linda, com uns olhos verdes mesmo bonitos!


Fui a casa buscar água e comida para deixar lá para eles. Não se aproximaram enquanto estivemos lá.
Hoje, quando passei, vi que tinham comido praticamente tudo, e não tinham água. Espero que alguém passe por lá durante a manhã e reponha, pelo menos, a água.


Mais tarde, irei lá novamente. É o mínimo que podemos fazer.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

O dia em que quase adoptámos uma cadelinha!

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Quase...


No sábado fomos até ao estacionamento do Parque Desportivo, em Mafra,para pagar umas rifas para ajuda à esterilização de uma cadela, pertencente à associação Adoromimos, que estava também a levar a cabo uma campanha para adoção de animais e angariação de fundos para a construção de um canil, no terreno doado pela Câmara Municipal de Mafra.


Sabíamos que iriam lá estar alguns cães para adopção. O meu marido foi logo vê-los, enquanto eu falava com a Ana Amaro, da associação, e com a organizadora do leilão do relógio.


Chamou-me para ver uma cadelinha de 3 meses que estava lá para adopção. Como sabem, eu sou a mulher dos gatos, embora esteja a gostar cada vez mais de cães. O meu marido, gosta de ambos, até porque já teve cães, e ainda tem a sua pastora alemã na terra dos avós.


Mas digo-vos: era impossível não me derreter com esta cadelinha que, até ao momento, não tinha nome, mas que foi naquela manhã baptizada de Mel, tal a doçura dela!


Um pouco assustada por estar rodeada de tanta gente, mas sempre meiguinha, paciente, só queria mimos, beijinhos, festinhas. Até eu que, no máximo, faço apenas umas festinhas, estive abraçada a ela! Tinha um pelo lindo, notava-se que está bem cuidada.


Todos à nossa volta faziam força para que a adoptássemos, até porque havia lá uma ou duas pessoas que já me conhecem, e sabem que ficava bem entregue.


A determinada altura, era a cadelinha a olhar para o meu marido com aquele olhar "levem-me", e o meu marido a olhar para mim com olhos de "vamos levá-la?".


 


E, confesso, senti-me muito dividida, e tentada a ficar com a Mel. Se algum dia tivesse um cão, seria um assim como ela, sem dúvida. Por momentos, quase deixei de ser a voz da razão a contrabalançar a voz do coração do meu marido, e a balança pendeu para a adopção.


 


Quase, quase...mas...


 


Temos a Becas e a Amora; 


Não sabemos como iriam reagir a uma cadela, ainda mais porque são extremamente mimadas e ciumentas, e já é difícil distribuir atenções pelas duas;


Não estamos tempo suficiente em casa para vigiar e proporcionar uma boa adaptação;


Não queremos ter um cão para estar no quintal a tempo inteiro, um cão é família, e é para conviver connosco em casa;


Da minha parte, não faço a mínima ideia de como lidar com uma cadela pequena, nem tão pouco ensiná-la o básico, confesso que isso me assusta;


Seria mais um custo que não sabemos se teríamos condições de suportar;


Uma cadela implicava passeios à rua, para os quais não tenho tempo, e não gosto de me fiar em promessas da restante família;


Mesmo que as bichanas a aceitassem, estando nós fora durante o dia, e mantendo a cadelinha em casa, teria que fazer as suas necessidades ali, até ser ensinada, ou se habituar aos horários - estaríamos dispostos a isso?


Teríamos que consultar o veterinário, para ver que passos dar até que a pudessemos juntar às gatas;


A senhoria não iria achar piada a termos a cadela lá por casa e, com sorte, ainda nos punha na rua;


Não nos estávamos a ver, caso alguma coisa desse errado, a devolver a Mel à associação, para nova adopção, depois de ter experimentado o que é ter uma família;


 


A Mel acabou por ir embora (apesar de ainda ter fincado pata para ficar ali) sem ninguém ficar com ela :(


Ficámos com o contacto da senhora que a tem neste momento, para o caso de mudarmos de ideias.


Fomos para casa, e o assunto continuou a ser a Mel.


Ficamos com ela? Não ficamos?


Ligamos? Não ligamos?


 


 


Mas uma adopção requer responsabilidade. E, assim, decidimos que, enquanto tivermos a Amora e a Becas, muito dificilmente poderemos ter mais um animal. Por muito que o queiramos...


É difícil, porque é quase aquela sensação de que "ou era agora, ou não era", que um cão como a Mel dificilmente encontraremos outra vez. Mas penso que tomámos a decisão mais acertada. Até porque a Mel está com alguém que cuida bem dela, juntamente com a irmã. Não é propriamente um cão sozinho, num canil, nem abandonado.


 


Pelo que sei, no sábado foi adoptada uma outra cadelinha. A Mel ainda não. Está para adopção, tal como a irmã, e são as duas muito parecidas em todos os aspectos, segundo nos informaram. 


 


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Espero que encontre uma família que a mereça, porque ela merece uma boa família...


 


 

Ler é viajar sem sair do lugar. Que tal, uma viagem ao mundo dos gatos?

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O calor também afeta os gatinhos

Tanto calor...


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A cama torna-se pequena, e há que dormir no chão!


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sábado, 17 de junho de 2017

Um par de gatos +7anos = 420.000 gatos

Estava a ver/ler curiosidades sobre gatos, e houve uma que me despertou a atenção. É algo que nos faz pensar o quanto  é importante a esterilização! Porque esterilizar também é cuidar.


 


A curiosidade que falo é:


Em apenas 7 anos, um par de gatos e os seus rebentos podem dar origem a mais de 420.000 gatinhos!


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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Um gatinho branco ao sol

Mais uma vez lá fui visitar aqueles doces gatinhos.


Estou um pouco preocupada com o mais novinho, o Germano. Ele tem sempre os olhitos com uma qualquer sujidade. Tenho-os limpo  com soro fisiológico. Deixo-o melhor, mas depois volta a ganhar aquilo. Tadinho, ele é o mais frágil e também é muito pateta. Então, não é que se põe ao sol!? E sendo ele branquinho, o sol ainda lhe deve fazer mais mal. Pelo que sei é hábito dele ficar ao sol, será que sente frio, mesmo com este calor? E esta cena nos olhos será provocada pelo sol?


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Nem tudo é um mar de rosas neste cenário. Mas para mim, sinto-me privilegiada por poder acompanhar e até ajudar estes gatinhos. Não faço mais porque não posso e nem me deixam. Mas sei, que daqui por 20 anos se ainda cá estiver, vou-me lembrar destes gatinhos.


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O Rafael, assim que cheguei veio logo ter comigo. É atrevido e brincalhão. Gosta de festinhas. A Joana quando lhe faço festinhas sopra, mas eu insisto e ela consente as festinhas. O Jorge estava em cima da lenha, peguei nele fiz-lhe festinhas, e o Germano, ao sol...

Não basta gostar, é preciso entendê-los!

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Ontem o meu marido esteve a ver o filme Flicka, que eu já tinha visto e lhe recomendei.


Empolgado com o filme e os cavalos, foi pesquisar vídeos sobre estes animais, e deparámo-nos com um sobre um "domador" de cavalos - Martin Otocheco, e um cavalo que os donos apelidavam de "louco" - o Enigma.


Os donos queriam exibi-lo numa feira que se iria realizar dali a uns dias, e queriam o cavalo domado até lá. Afirmavam eles que gostavam de cavalos.


Pelo que vimos, não me parece que gostem assim tanto. E tão pouco os percebem. Foi preciso vir alguém de fora, para ver o que eles não conseguiam ver.


Foi preciso vir alguém que ama estes animais, que pensa no seu bem estar acima de tudo, e que vê o que lhes vai na alma, para que este cavalo acalmasse e ficasse bem.


 


Esta é a prova de que, muitas vezes, não basta gostar dos animais. É preciso entendê-los!


 


 



 

Campanha de Adopão de Animais e Mafra

Foto de Adoromimos - Associação de Defesa e Protecção Animal.


A AdoroMimos, com o apoio da Câmara Municipal de Mafra, vai realizar amanhã, uma Campanha de Adoção de Animais, que terá lugar no estacionamento do Parque Desportivo de Mafra, das 10 às 19 horas.
Durante a manhã, entre as 10 e as 13 horas, estarão presentes quatro cães, do canil de Mafra, para quem os quiser ir conhecer e candidatar-se à sua adopção.
Haverá ainda uma Feira da Bagageira, pinturas faciais, uma palestra com a veterinária Drª Cátia, do O Cantinho da Pip’s, e a atuação dos Gaiteiros da Freiria.
Haverá também lugar à recolha de donativos que a associação está a precisar: alimentos seco e húmido para cão e gato, cimento, tijolos e redes (para o abrigo Adoromimos), produtos de limpeza (detergentes, lixívias) e casotas em pvc, transportadoras, trelas, coleiras e mantas, entre outros.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Animais de Rua

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Para ficarmos a conhecer melhor o trabalho da associação Animais de Rua e, em particular, o testemunho da coordenadora do núcleo do Porto, Joana Ribeiro, sobre a missão que leva a cabo todos os dias, deixo-vos aqui o link do seu blog - http://osmeandrosdeumacausa.blogspot.pt/ 


 


Li alguns posts, e gostei tanto do que li que é difícil estar a escolher algo para destacar, mas talvez este excerto responda a algumas questões que costumamos colocar, nomeadamente, quanto a adotar gatos da rua, embora seja imprescindível ler o post completo:


 


"A violência de que um animal dócil é alvo ao ser abandonado, ao ser colocado na rua, sujeito aos perigos, aos outros animais, ao frio, à chuva, sem contacto humano, sem conforto, é exactamente equiparável à violência que atinge um animal silvestre ao ser colocado numa casa, fechado, sem a sua liberdade, forçado a um contacto humano que não aprecia e que o deixa em pânico."


 

Apelo para duas gatinhas de Setúbal

As associações, e até mesmo os particulares, que dedicam a sua vida a ajudar os animais, estão cheios de casos por resolver, e é impossível ajudar a todos. No entanto, partilho aqui estes dois casos que me tocaram, e peço a quem puder ajudar, tanto acolhendo, como dando um donativo, que não hesite, porque estas gatinhas merecem. Tal como todos os outros, eu sei. Mas, ainda assim, merecem!


 


 Foto de Pedro Cas.


 


Esta menina é a Mila. Foi abandonada, atropelada, ficou temporariamente cega, e foi encontrada esquelética...
Hoje, está completamente recuperada e salva de uma morte certa. Neste momento, a Mila só precisa de uma casa onde passar o resto dos seus dias.


Quem a encontrou e pediu ajuda para ela, não pode acolhê-la porque já tem 3 gatas em casa.


Assim, a Mila continua internada, implicando um gasto diário com o internamento. Quem tem suportado todas as despesas é Pedro Cas. No entanto, este homem dos gatos tem a seu cargo muitos mais (em casa, cerca de 30, para adoção) e, à semelhança das associações, uma conta elevada no veterinário para pagar.


O internamento não se poderá prolongar muito mais. Se não conseguir encontrar um lar para a Mila, terá que voltar para as ruas, o que não querem, dado tudo o que já passou, e por ser uma gata super meiga e carinhosa, que foi salva da morte certa.


A Mila está na Clínica Veterinária do Bonfim os Bichos, em Setúbal. Se souberem de alguém da zona que a possa acolher temporariamente, ou de alguém que a queira adotar, entrem em contacto com o Pedro. A Mila vai continuar na clinica até quinta-feira. No dia seguinte, vai para a rua.


 


 


Foto de Pedro Cas.


 


Aqui, está a Cali.


A Calí foi espancada e atirada de um terceiro andar. Foi resgatada, recuperada e encontrava-se em FAT, a aguardar adopção, quando de ontem para hoje, o seu estado de saúde alterou-se por completo. Perda de apetite, febre de mais de 40º, anemia brutal, tudo sintomas de hemobartonela. Isto numa gata que já se encontrava em FAT há semanas, desparasitada, testada e negativa a FIV e FELV.
A Calí ficou hoje internada na Clínica Veterinária do Bonfim - Os Bichos e a recomendação foi avançar imediatamente com uma transfusão sanguinea.


Uma vez que Pedro Cas já tem uma conta acumulada de 700 euros, não teve coragem para avançar com a transfusão, pedindo à Clínica que ficasse com mais esse valor em espera, quando nem o anterior está a conseguir pagar.
Sem transfusão, a Cali só irá sobreviver por milagre, se começar a produzir glóbulos vermelhos.


Fez-me lembrar um pouco a Becas, quando ficou internada e também teve que levar uma transfusão. São caras, estas transfusões.


Se alguém puder ajudar financeiramente, mais uma vez, contacte o Pedro Cas, que está responsável pela Cali.


 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

O Riscas já está na sua vigem ao mundo dos gatos

 


 


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Leilão Literário Animais de Rua 2017

Foto de Animais de Rua.


 


Alguns dos maiores nomes da Literatura Lusófona da actualidade aliaram-se à Animais de Rua para promover a leitura ao serviço de uma causa nobre!

O leilão realiza-se de 10 a 20 de Junho e estarão disponíveis para licitação 100 obras, de 55 autores (https://www.facebook.com/pg/animaisderua/photos/?tab=album&album_id=1481326935246837).

Todos os livros estão autografados e foram generosamente doados pelos respectivos autores ou editoras, propositadamente para este leilão.

E, para que nada falte num prazeroso momento de leitura, por cada livro será oferecido um marcador de livros gentilmente cedido pela diospiro - Simple Healthy Habits.

A totalidade do valor angariado com este leilão reverte para o trabalho da Animais de Rua.

A base de licitação para todas as obras é de 5€, com incrementos mínimos de 1€, e as licitações serão aceites até às 23:59h do dia 20 de Junho.

As obras que têm mais do que um exemplar disponível serão disponibilizadas, pelo valor da licitação mais alta, ao número de licitadores vencedores correspondente.

No fim do leilão, os vencedores serão contactados através do facebook, e terão 3 dias para contactar o endereço joana.ribeiro@animaisderua.org, ao fim dos quais os livros serão disponibilizados ao licitante seguinte.

Os envios dos livros para os vencedores serão efectuados entre os dias 1 e 15 de Julho.
Portes de envio incluídos, para Portugal.

A Animais de Rua agradece
 profundamente a todos os autores e editoras que participaram, e deixa um agradecimento especial ao escritor Richard Zimler, que idealizou este leilão, e ofereceu os dois primeiros livros.



Não percam a oportunidade de receber um exemplar único do vosso autor favorito e ajudem a ajudar!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A camarata da pequenada

Olhando para todos estes felinos adoráveis, adivinham qual é o mais rebelde? É mesmo aquele que está a por-me a língua de fora! Que coisa feia Rafael, isso não se faz!


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 vídeo

Aniversário da Mariana - Pelo Patudos


A Mariana vai celebrar o seu 10º aniversário, mas os presentes são para os "animais de ninguém" que, no fundo, são um pouco de todos nós! E que precisam de ajuda, porque ainda não tiveram a sorte de conhecer uma família que cuide deles.


Apareçam!




 







Foto de Aniversário da Mariana - Pelos Patudos.

 

 

A Mariana celebra o seu aniversário de uma forma muito solidária, trocando os seus presentes por alimentos para os animais abandonados.

"Ajudar é uma brincadeira de crianças" e como tal este ano querem atingir UMA TONELADA de alimentos angariados.

Com a ajuda do grupo "Amigos de Raça", prepararam uma festa para todas as idades, onde a animação não vai faltar:

- SobreRodas - Animação Pista de Karts
- Insúflável
- Pinturas Faciais - Jogos - Pinturas Faciais
- Lanche e Bolo
- Tasquinha Solidária
- DJ - Karaoke - Discoteca - by Paulo Dura
- Exposição de Fotografia - "Vidas à Espera de Cláudio Vicente Photography

- 17h Apresentação do Livro "CLEO" com a autora - Sandra Pestana
- 18hApresentação de Treino Canino - Elite K9

Largada de Balões


LISTA DE PRESENTES
- Alimentos seco e húmido para cão e gato
- Produtos de limpexa dos abrigos (pás, vassouras, baldes, detergentes, lexivias, etc..
- Areão de gato
- Casotas, wc´s, transportadoras, trelas, coleiras, mantes, bebedouros, etc..


ASSOCIAÇÕES BENIFICIADAS

Quinta das Corujas & Projecto Ester
APA - Associação de Protecção aos Animais de Torres Vedras
ADOROMIMOS - Associação de ajuda animal
Direitos dos Animais Portugal







Humor felino! # 87

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Amora e Becas

eu disse "me aguardem", certo?


Então miau, minhas amigas.


Eu também já tenho e estou gira, gira.


 


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As nossas donas são fantásticas, amigos e amigas.


Já viram como os livros ficaram lindos?


Contos sobre felinos imaginários, histórias sobre nós, fotografias nossas, jogos, labirintos... Tudo tem a ver connosco.


E os marcadores? Já viram que somos os protagonistas do maior Clube de Gatos de Portugal, quiçá da Europa?


Somos os reis e as rainhas das nossas donas.


Um MIAU grande para vós, amigos e amigas.


 


 

O Rafael gosta de peluches